Minha Irmã Viu Meu Nude e Agora Tudo Mudou - PARTE 9

Um conto erótico de incestuozzy
Categoria: Heterossexual
Contém 5339 palavras
Data: 30/01/2026 15:36:17

Acordei com uma dor de cabeça e o som furioso de alguém batendo na minha porta como se eu devesse dinheiro.

"Bruno, levanta porra, são literalmente nove horas!" A voz da Manda, armada e pré-cafeinada. Ela bateu de novo, chacoalhando o aglomerado fino e seja lá que barreiras tristes ainda existiam entre nós.

Rolei pra fora da cama num emaranhado de lençóis, boca seca e ainda com gosto fraco de buceta. A buceta da minha irmã. Meu cérebro tava tão nublado que por uma fração de segundo achei que a noite passada tinha sido um sonho febril demente. Então meu pau me lembrou, em termos incertos, que não tinha sido.

"Tô indo," murmurei, me arrastando pra porta com minha camiseta velha de game jam e nada mais. Abri uma fresta e fui quase atropelado pela Manda, já vestida com shorts de ginástica e um moletom cinza gigante, cabelo num coque bagunçado. Ela parecia que não tinha dormido nada.

Ela nem tentou manter a voz baixa. "Cara, você me ouviu? A mãe saiu faz duas horas. Ela tá num troço de estratégia o dia todo no trabalho. Isso significa que somos só nós, e você—" Ela apontou pro meu rosto, depois pra minha camiseta, depois pras minhas pernas nuas. "—parece que foi arrastado do inferno. Vem fazer café da manhã pra mim, tô morrendo de fome."

Os olhos dela demoraram meio segundo a mais na minha virilha, e nós dois sabíamos. Tentei agir normal, como se minha ereção matinal fosse uma ocorrência inteiramente rotineira e não um monumento em pé pra nossa depravação mútua.

A Manda revirou os olhos, depois virou e caminhou pelo corredor, batendo a palma duas vezes no batente da porta do banheiro enquanto ia. "Mexe essa bunda. E coloca uma calça antes que comece um incêndio ou algo assim."

"Tá, tá," chamei atrás dela, mas meu cérebro já tava correndo na frente, repetindo as últimas vinte e quatro horas num reel de destaques rápido e demente: a boca dela, a língua, o jeito que ela tinha me olhado depois como se eu tivesse desbloqueado um cheat code pra personalidade inteira dela.

Procurei por calças de moletom que não tivessem manchas visíveis. Terminei com um par de shorts de ginástica, porque honestamente, a essa altura, pra que fingir. Meu cabelo era caso perdido, mas acertei com água e chamei de bom. Quando cheguei na cozinha, a Manda já tava empoleirada no balcão, pernas balançando, celular na mão.

Ela olhou pra cima e sorriu, um pouco largo demais. "Você se limpa bem, Casanova."

"Isso é mentira," disse, indo direto pra Nespresso.

Ela deslizou do balcão e me interceptou na pia, bloqueando a máquina de café com o corpo todo. "Você não ganha café até fazer comida pra mim."

Tentei dar a volta, mas ela só ficou ali, braços cruzados, quadril empinado. "Disse café da manhã. Não cafeína primeiro, depois café da manhã. Quero ovos!"

"Você é realmente a pior," murmurei, mas já tava alcançando uma frigideira.

Ela brilhou. "Valeu, Bruno. Você é um cara gente boa."

"O que você vai fazer? Por favor não diz só ovos. Quero, tipo, um café da manhã dos campeões. Com proteína. E queijo."

Chequei a geladeira. "Tem peito de peru fatiado. Tomate. Queijo. Quer uma omelete?"

Ela bateu palma, realmente bateu palma. "Isso é perfeito. Faz aquele negócio com a pimenta. Deixa apimentado."

Comecei a trabalhar, tentando agir como se fosse qualquer outra manhã e não o começo de uma possível descida pra destruição sexual mútua. A Manda me observava com uma intensidade que fazia minhas orelhas esquentarem. De vez em quando, ela fazia um comentário sobre minhas habilidades com a faca ou o tamanho da omelete ("tá tentando me matar de fome?") mas na maior parte só encarava.

Quando os ovos tavam na metade, ela deslizou do balcão e veio por trás de mim. Ela pressionou o corpo nas minhas costas, braços ao redor da minha cintura, e apoiou o queixo no meu ombro. A voz dela era um sussurro de palco, polegadas do meu ouvido.

"Você tem que fazer sem camisa," ela disse. "Senão não fica tão gostoso."

Virei a cabeça. "Não, é assim que você termina com queimaduras de óleo no peito todo. Não sou tiktoker gostoso."

Ela mordiscou meu ombro, afiado e rápido. "Vi um estudo sobre isso. Omeletes sem camisa são 38% melhores. Por favor? Pela ciência?"

Revirei os olhos, mas tirei a camiseta e joguei no azulejo. Me senti instantaneamente mais exposto, mas também... estranhamente orgulhoso. Ela deu um beliscão rápido na minha barriga, depois riu. "Viu? Agora você tá na zona."

Ela girou pra longe, pulou pra sentar na ilha. Empratei a omelete com o máximo de dignidade que consegui reunir e deslizei na frente dela. Ela imediatamente rasgou, enfiando uma mordida enorme na boca e fazendo um barulho obsceno.

"Deus. Sim. Tava morrendo," ela disse, boca cheia. "Você é a única pessoa na casa entre nós dois que não fode com os ovos."

Fiz um café pra mim e sentei de frente pra ela, observando enquanto ela inalava metade do prato em três minutos cravados. Ela limpou a boca com as costas da mão, depois olhou pra mim. Pela primeira vez a manhã toda, a ponta de provocação tinha sumido.

"Ontem à noite foi estranho pra você?" ela disse, voz baixa.

Engasguei com meu café, depois pousei a caneca. "Quer dizer... Foi um pouco estranho. Mas não, tipo, estranho-ruim. A menos que você ache que foi estranho-ruim."

Ela balançou a cabeça. "Penso nisso e..." Ela espetou a omelete com o garfo, sem olhar pra cima. "Não quero que seja só coisa de uma vez."

Não conseguia sentir minhas mãos.

Ela encontrou meus olhos. "Isso é fodido?"

"Não," disse, porque era a única verdade que tinha. "Não acho que é fodido. Só—"

Ela me cortou com um sorriso rápido e feroz. "Bom. Então não vamos ser esquisitos sobre isso, tá? Vamos só... fazer o que a gente quer. Pela primeira vez."

Ela terminou o café da manhã, depois colocou o prato na pia e se espreguiçou, braços acima da cabeça, moletom subindo pra mostrar uma barriga reta e pálida. "Você cheira a ovo e suor," ela disse. "Vai tomar banho."

"Você é quem me fez cozinhar sem camisa," protestei, mas já tava fora do meu assento.

Ela me seguiu pelo corredor. "Se tentar bater uma lá dentro, vou saber," ela disse, logo antes de eu entrar no banheiro. Ela demorou na porta. "Na verdade, espera. Preciso tomar banho também. Vamos economizar água."

As palavras me acertaram como um tijolo. Ela entrou, fechou a porta, e se apoiou nela, braços cruzados. "A menos que esteja com medo."

Não tava com medo. Tava duro como uma pedra.

Chequei a temperatura da água como se importasse. O chuveiro poderia ser piche fervendo, e eu teria entrado com um sorriso só pela chance de ver a Manda nua de novo.

Ela ficou pra trás enquanto eu alcançava e ajustava a torneira, deixando o vapor inundar o banheiro até o espelho embaçar. Quando tava pronto, segurei a cortina de lado, cavalheirismo old-school, e ela fez uma reverênciazinha, entrando com uma graça que nunca tinha notado antes.

"Tão cavalheiro," ela disse, plantando um beijo rápido e molhado na minha bochecha enquanto passava. "Vou contar pro mundo."

Entrei depois, o azulejo escorregadio sob meus pés, e instantaneamente ela tava na ponta oposta, bem debaixo do jato, roubando cada gota de calor e agindo como se fosse o onsen privado dela. Ela deixou o cabelo cair pra frente, água escorrendo pelas costas em fitas escuras e brilhantes. Por um minuto ela só ficou ali, cabeça inclinada pra trás, braços soltos dos lados, as gotas transformando a pele dela em rosa. Me peguei encarando a bunda dela—formato de coração, perfeita, a base das costas curvando nela de um jeito que fazia minha boca secar.

Ela olhou por cima do ombro e me pegou, olhos afiados.

"Planeja ajudar, ou só vai ficar aí boquiaberto?" ela perguntou.

Tossi, de repente ciente que tava de pau totalmente duro e não tinha toalha pra esconder. "Só, hm, garantindo que você não escorregue e morra."

Ela sorriu. "Você é um mentiroso terrível." Ela deu um girinho, como uma modelo no fim da passarela, me dando uma visão completa de tudo—peitos, barriga, coxas. Então parou, mãos nos quadris, e disse, "E aí? Vai lavar minhas costas, ou o quê?"

Peguei o vidro de sabonete líquido, esguichei um blob na esponja dela, e esfreguei as mãos juntas. Me movi pra trás dela, deslizando meus dedos ensaboados sobre os ombros, descendo a espinha, depois pra fora pras costelas. Ela estremeceu, mas se inclinou contra o toque, pressionando a bunda contra minha virilha com uma rebolada deliberada.

"Isso é melhor," ela disse. "Viu, cavalheirismo não morreu."

Tracei a espuma descendo as costas dela, através dos quadris, e sobre a curva da bunda. Ela arqueou, empurrando de volta em mim até meu pau ficar encravado entre as bochechas dela, o comprimento todo latejando contra a pele dela.

Ela alcançou pra trás, espalmou minha coxa, e disse, "Você vai me deixar roxa se continuar cutucando assim."

"Desculpa," disse, mas não recuei.

Ela se torceu pra me encarar, água cascateando do cabelo e descendo pelo peito. "Não se desculpa," ela disse. "Só admite que gosta de encarar minha bunda."

"Gosto de encarar tudo de você," disse, honesto.

Ela bufou. "Você é tão gado."

Ela pisou mais perto, água batendo nos ombros agora, e segurou meu rosto com as duas mãos. Ela me puxou pra baixo pra um beijo, mais suave que da última vez, lábios lentos e quentes. Então, sem aviso, ela mordeu meu lábio inferior e segurou por um segundo, forte o suficiente pra doer, antes de soltar.

Arfei.

Ela sorriu, depois deslizou as mãos descendo meu pescoço, sobre meus ombros, e através do meu peito. Ela deu um peteleco nos meus mamilos com os polegares, depois deixou as mãos caírem mais baixo, sobre meu estômago, depois pro meu pau.

"Jesus," ela disse, envolvendo a mão ao redor. "Como você já tá tão duro?"

Tava prestes a dizer algo inteligente, mas ela me masturbou uma vez, depois duas, e meu cérebro deu tela azul.

Ela soltou e riu. "Foco, Bruno. Você deveria estar me ajudando a tomar banho."

Acenei, tentando retomar o controle, e apertei mais sabão nas mãos. Dessa vez, comecei nas clavículas, trabalhei sobre os peitos, e deixei meus polegares circularem cada mamilo, devagar e cuidadoso. Ela arfou, depois gemeu, e as mãos dela se enroscaram no meu cabelo.

"Te disse que era sensível aí," ela disse, sem fôlego.

Belisquei um, rolei entre os dedos, depois me abaixei e levei pra boca, chupando e lambendo até ela estremecer de novo, dessa vez agarrando meus ombros pra não cair.

Ela me segurou ali, esfregando os quadris na minha coxa, e continuei, alternando entre o direito e o esquerdo, até a respiração dela ficar irregular. Os mamilos tavam rígidos como borrachas e tão vermelhos que achei que tinha deixado marca.

Ela puxou minha cabeça pra cima, me beijou de novo, e deslizou a mão pro meu pau. Ela acariciou, devagar no começo, depois mais rápido. Deixei minhas mãos vagarem mais baixo, entre as pernas dela, e ela partiu elas, convidando a tocar.

Ela tava encharcada, não só da água. Pressionei meus dedos nela, esfregando as dobras escorregadias, e ela gemeu na minha boca.

Nos pegamos assim, a mão dela no meu pau, a minha entre as pernas dela, por um minuto inteiro. Quando deslizei um dedo pra dentro, ela apertou ao redor, coxas tremendo.

Ela quebrou o beijo, respirando forte, e disse, "A gente tão não tá só tomando banho."

Queria foder ela bem ali, empurrar contra o azulejo e socar até nós dois esquecermos quão errado era. Mas ela me parou, puxando minha mão pra longe.

"Ainda não," ela disse. "Te disse, tenho planos pra mais tarde. Só queria ver se você realmente faria."

Gemi. "Você tá me matando."

Ela sorriu de canto, depois virou, apresentando a bunda como um prêmio. "Aqui. Lava meu cabelo. Seja um bom menino."

Esguichei shampoo e comecei a trabalhar através, dedos massageando o couro cabeludo, depois enxaguei, cuidadoso pra não cair nos olhos. Ela se inclinava em cada toque, ocasionalmente pressionando os quadris pra trás pra que meu pau escorregasse entre as bochechas.

Ela riu quando cutuquei ela. "Você tem zero autocontrole."

"É culpa sua," disse, mas mesmo tentando me afastar, ela agarrou meu pulso e me arrastou pra mais perto.

Ela colocou minhas mãos nos peitos dela, depois virou a cabeça pra olhar pra mim, olhos semicerrados. "Você gosta disso, não gosta? Me tocando assim."

Acenei, bobo.

Ela moveu minhas mãos, guiando pra apertar, depois pra puxar e torcer os mamilos. Ela estremeceu, cabeça caindo, depois endireitou e pressionou as costas no meu peito.

Envolvi os braços nela, mãos segurando os peitos, meu pau preso entre as coxas dela. Beijei o pescoço dela, mordendo gentilmente. Ela choramingou, pequeno e agudo.

"Você tá me deixando louca," ela disse, voz tremendo.

Mordisquei o lóbulo da orelha. "Você começou."

Ela girou, me encarou, e me beijou de novo. Ela deixou a mão vagar pra baixo, me deu três masturbadas fortes, depois parou.

"Chega," ela disse, saindo do jato. "Se continuarmos, vou fazer uma bagunça no chuveiro todo e ter que me limpar de novo."

Segui ela, atordoado. Ela pegou uma toalha e se secou, esfregando o cabelo com eficiência brutal, depois saiu do banheiro sem outra palavra.

Fiquei ali, água ainda correndo, coração batendo, meu pau latejando e pingando pré. Pensei em me terminar, mas parei.

Se a Manda me queria desesperado, ia dar exatamente o que ela pedia.

Desliguei a água, saí, e me sequei com a toalha que ela tinha deixado pra trás.

Nos separamos pros respectivos quartos, mas nenhum de nós fechou a porta. Conseguia ouvir a Manda cantarolando pra si mesma, revirando o armário, enquanto encarava meu próprio reflexo no espelho do quarto. Passei os dedos pelo cabelo, ainda úmido do banho, e tentei entender que porra tava acontecendo. Meu pulso não tinha baixado do ritmo de corrida desde ontem à noite.

Do corredor: "Bruno, você tá vivo ou o quê? Não temos o dia todo." Tinha um ânimo na voz da Manda que me fazia querer correr e me esconder e também desfilar como o rei dos pervertidos.

Chamei de volta, "Só tentando me fazer apresentável, majestade." Ela bufou e disse, "Não é possível, mas pontos pelo esforço."

Puxei um par limpo de cueca boxer e tava prestes a pegar meu combo regular de moletom e jeans quando a Manda entrou varrendo no meu quarto, de topless, arrasando nada além de um shortinho de renda preta que agarrava nos quadris como tatuagem. Ela se jogou na minha cama e chutou os pés, apoiando a cabeça nas mãos.

"Ok," ela disse. "Regras: Se vamos sair de casa, você tem que vestir algo não nojento. Começa com a flanela azul e preta. Sabe qual."

Escaneei meu armário, peguei a camisa, e olhei pra ela pra confirmação. Ela deu um aceno pequeno, depois olhou minha pilha de jeans.

"E a calça skinny, mas não as com buracos nos joelhos. As outras. Sabe, as que não fazem você parecer que tá reencenando a Warped Tour de 2011."

Puxei o jeans, segurei pra inspeção dela, e ela fez uma arminha com o dedo de aprovação. Tava meio tentado a só trocar bem na frente dela, mas ela nem piscou enquanto tirava a cueca e puxava o jeans sem nada por baixo.

"Uau," ela disse, levantando as sobrancelhas. "Indo ousado hoje, vejo."

"Você começou," disse.

Dei de ombros pra dentro da flanela, abotoando baixo o suficiente pra borda da minha tatuagem no peito aparecer. A Manda assobiou. "Ok, ok, agora estamos chegando em algum lugar."

Ela sentou, finalmente, e se espreguiçou, braços sobre a cabeça. Os peitos dela não eram pequenos, mas também não grandes, mas perfeitos, e quase disse em voz alta antes de lembrar que o objetivo era sair de casa, não só se perder na cama de novo.

A Manda revirou minha gaveta de meias, achou duas limpas (mais ou menos), e jogou pra mim. "Aqui. De nada."

Ela levantou, deu uma reboladinha, e foi pro quarto dela. Por cima do ombro: "E por favor, pelo amor de deus, não se afoga em Axe ou seja lá o que você tá usando esses dias."

"Entendido," disse. "Só o suficiente pra fazer as pessoas acharem que tomo banho."

Ouvi ela rir, depois o som de uma bolsa de maquiagem sendo virada na cômoda. Puxei as meias, amarrei minhas botas favoritas, e me chequei no espelho de novo. Parecia... melhor que o usual. Menos streamer de ressaca, mais um cara que poderia realmente ter uma vida.

Entrei no banheiro pra escovar os dentes. A porta da Manda ainda tava aberta, e conseguia ver ela na frente do espelho, trabalhando delineador em traços rápidos e praticados. Ela tinha puxado o cabelo num rabo de cavalo alto e tava usando o tipo de vestido preto e vermelho que gritava "Sou a chefe final da Hot Topic." Quase engoli a língua.

Ela olhou pra cima, me viu observando, e sorriu. "De boa?"

Balancei a cabeça, pasta de dente espumosa ameaçando derramar. "Você tá... muito gata."

Ela revirou os olhos, mas o sorriso ficou. Ela entrou no banheiro, deu uma olhada na minha técnica de escovação, e disse, "Sai."

Me arrastei pro lado, e ela encostou do meu lado, tão perto que nossos ombros tocaram. Ela estendeu a mão, agarrou a borda do meu maxilar, e limpou um risco perdido de pasta dos meus lábios. "Comedor bagunçado," ela disse. "Tenho que te manter na linha."

Ela começou a escovar os próprios dentes, olhando pra mim no espelho a cada passada. Tinha um calor no olhar dela, um tipo de piada privada que só nós participávamos.

Cuspi, enxaguei, e disse, "A gente realmente tem que sair? Podíamos só ficar em casa, jogar Mario Kart, e se pegar o dia todo."

Ela cuspiu, limpou a boca, e disse, "Tentador. Mas preciso de sapatos novos, e quero experimentar o lugar de Boba que a Júlia continua postando. Além disso, se ficarmos, vamos provavelmente só trepar. Não que eu seja contra isso, mas... antecipação, tá ligado?"

Não tava, mas acenei como se tivesse. Ela terminou, deu um tapinha na minha bochecha, e disse, "Bom garoto. Vai pegar suas chaves, tô pronta em dois."

Observei ela sair, bunda balançando sob a bainha do vestido, e por um segundo só fiquei ali, estupefato.

Não tinha ideia de como ia fingir que éramos só irmãos normais por um dia inteiro.

Mas mal podia esperar pra tentar.

Saímos de casa numa tempestade de chaves, moletons, e óculos de sol desnecessários. O ar lá fora tava afiado, frio o suficiente pra fazer os dentes doerem, mas a Manda nem se encolheu enquanto deslizava o braço pelo meu e me puxava pro carro.

Ela deslizou pro banco do passageiro e imediatamente assumiu o Bluetooth. "Não diz que nunca faço nada por você," ela disse, colocando na fila uma playlist que era pelo menos setenta por cento minhas bandas favoritas, mesmo que ela nunca admitisse gostar delas.

Liguei o motor, aumentei o aquecedor, e disse, "Onde vamos, afinal?"

Ela olhou pela janela, depois pra mim, um desafio nos olhos. "Já foi no Shopping Center Norte?"

(nome mudado por anonimato)

Balancei a cabeça. "Achei que aquele lugar fosse cidade fantasma desde a pandemia. Além de ser meio fora de mão."

"Exatamente," ela disse. "Todas as melhores coisas sobraram—ninguém, sem filas, dá pra pegar Cinnabon sem arriscar um motim. E tem esse fliperama que quero checar."

"Deixa eu adivinhar," disse, entrando na rua, "você quer me destruir no DDR."

"Isso," ela disse, "e quero experimentar óculos de sol idiotas e fingir que tamos num encontro. Tipo um casal de verdade."

As palavras me acertaram de lado. Tentei disfarçar, mas minhas orelhas esquentaram. "Você quer ser um casal de verdade agora?"

Ela bufou. "O que você chama ontem à noite e hoje de manhã? Acho que tamos, tipo, pelo menos oficial no Instagram." Ela entrelaçou os dedos nos meus, apertou uma vez, depois soltou. "Além disso, é boa prática. Pra, sabe, não sermos presos."

A viagem levou quarenta e cinco minutos, mas passou num borrão de piadas ruins e cantorias de playlist ainda piores. A Manda tinha um jeito de preencher o silêncio, sempre jogando curiosidades aleatórias ou começando debates que faziam o tempo colapsar.

O Center Norte tava majoritariamente vazio, bem como a Manda prometeu. O estacionamento era um mar de manchas de óleo e carrinhos de compra abandonados. Estacionei, saí, e comecei a andar, só pra perceber que a Manda ainda tava dentro, batendo as unhas na janela com a expressão de "e aí?" mais exagerada no rosto.

Trotei de volta, abri a porta dela, e ofereci a mão.

Ela pegou, sorrindo. "Você vai ser treinado logo logo."

Ela deslizou pra fora, ajeitou o vestido, e me beijou na bochecha, forte o suficiente pra deixar uma marca fantasma do batom. Então agarrou minha mão e entrelaçou os dedos nos meus, me puxando pra entrada do shopping como se eu fosse o animal de serviço dela e não o cara cujo pau ela teve na boca doze horas antes.

Dentro, era um espaço liminar: luzes brilhantes demais, música pop ecoando de uma dúzia de lojas, o cheiro fraco de carpete velho e Cinnabon lutando por domínio. A primeira loja que batemos foi um lugar de sapatos com desconto, prateleiras de caixas surradas e uma senhora velha no balcão lendo um romance de banca.

A Manda experimentou quatro pares de botas em tipo cinco minutos, cada vez modelando pra mim com um desfile ridículo.

"Quais?" ela disse, segurando um par preto grosso com cadarços vermelhos e outro par que parecia que podia dobrar como armas medievais.

Apontei pro preto e vermelho. "Combina com sua vibe toda."

Ela brilhou. "Você tá aprendendo."

Ela usou pra fora da loja, piscando pra caixa, e disse, "Meu namorado aqui tá pagando." Ela fez contato visual direto comigo enquanto dizia, como se quisesse ver se eu ia me encolher.

Não me encolhi. Entreguei meu cartão, e a senhora velha me deu um olhar longo e vazio antes de passar na máquina.

Depois disso, foi um borrão de lojas: uma Riachuelo onde a Manda experimentou três saias xadrez diferentes e uma camiseta de banda que tinha 99% de certeza que era só pro meu benefício, um lugar de boba onde ela pegou uma bebida roxa brilhante e cutucou as bolinhas de tapioca com a mesma concentração que usava pra videogames, uma loja de jogos onde ela se perdeu no corredor de Funko Pop e saiu com duas sacolas e um olhar de pura travessura.

Em cada loja, ela fazia questão de segurar minha mão, se apoiar no meu ombro, ou me chamar de "amor" na frente da equipe. Toda vez que fazia, ela olhava pra cima pra ver minha reação, como se tivesse marcando pontos.

Deveria ter sido estranho, mas só pareceu... certo. Como se fôssemos duas metades do mesmo código, rodando um algoritmo compartilhado.

Pelo meio-dia, tava morrendo de fome. A Manda vetou minha sugestão de pizza da praça de alimentação a favor do Outback, que ela disse que era "tão básico que dá a volta e fica legal de novo."

Pegamos uma mesa perto da janela, e o garçom era um garoto de faculdade com cabelo descolorido e um brinco em forma de arminha. Ele olhou pra Manda, depois pra mim, depois de volta pra Manda, como se tivesse tentando resolver um quebra-cabeça que não tinha todas as peças.

"Bebidas?" ele disse.

A Manda se inclinou em mim, braço jogado sobre meu ombro. "Vamos querer só Coca."

O garçom piscou, depois acenou. "Saindo."

Quando ele saiu, a Manda riu. "Cara, você devia ter visto a cara dele. Ele acha que vou te comer vivo."

Dei de ombros. "Ele não tá errado."

Pedimos comida demais: pão australiano, ribs on the barbie, e a sobremesa "pra dividir", que era só um tijolo de açúcar. A Manda comeu como se não tivesse visto comida em uma semana, demolindo a costela e usando o pão pra cavar molho extra.

Ela chutou minha perna debaixo da mesa, limpou a boca com um guardanapo, e disse, "Sabe o slogan aqui, né?"

Acenei. "Momento Outback."

Ela sorriu, depois se inclinou perto e sussurrou, "Se eles soubessem quão verdadeiro isso é." Ela beijou o canto da minha boca, devagar e deliberado.

Terminamos o almoço, depois vagamos pelo shopping por mais uma hora, parando em cada loja que a Manda achava que parecia "estranha, amaldiçoada, ou engraçada." Fizemos o fliperama, onde ela absolutamente me destruiu no DDR mas perdeu a cabeça rindo quando ganhei dela no Mario Kart.

De volta no carro, ela enrolou os pés no painel, me encarando com um olhar que era partes iguais fome e desafio.

"Você pensa no que vem depois disso?" ela disse, quieta pela primeira vez o dia todo.

Agarrei o volante, pensando. "Depois do quê? Do shopping?"

Ela balançou a cabeça. "Depois... disso. Nós."

Não sabia o que dizer. Queria dizer que a seguiria em qualquer lugar, que não ligava quão fodido era, que nunca tinha me sentido tão vivo quanto quando estávamos juntos. Mas eu era um covarde, então só disse, "É. Às vezes."

Ela olhou pela janela, observando o mundo borrar. "Não vai ser fácil, sabe."

"Eu sei."

Ela virou de volta, pegou meu olhar. "Você não vai pular fora, vai?"

Pensei em todas as vezes que tinha desistido de coisas na minha vida. Balancei a cabeça. "Nem chance."

Ela sorriu, pequeno e real. "Bom."

Na metade do caminho pra casa, meu celular vibrou com um alerta de grupo. Mãe: "Ainda vivos? Não se mataram ainda?"

A Manda agarrou meu celular, digitou de volta: "O Bruno tá me pagando uma farra de compras pra compensar uma vida inteira sendo um irmão bosta. 10/10, recomendaria."

A mãe respondeu instantaneamente: "Não gasta todo o dinheiro dele, e estejam em casa pro jantar. Tô presa no escritório até às 8—vocês conseguem lidar com comida hoje?"

A Manda olhou pra mim, sobrancelha levantada. "Topa pizza?"

Acenei, depois olhei pro relógio. "Temos, o quê, três horas e pouco antes dela voltar?"

A Manda colocou a mão na minha coxa, apertando só um pouquinho. "Tempo de sobra."

Ela ficou quieta o resto do caminho pra casa, mas os dedos nunca deixaram minha perna, traçando círculos logo acima do joelho.

Entramos na garagem, sacolas e caixas no banco de trás, e ela olhou pra casa como se fosse nova em folha.

Matei o motor, virei pra ela, e disse, "O que você quer fazer primeiro?"

Ela escalou pelo console e me beijou, devagar e profundo, as mãos deslizando pra baixo da minha camisa. "Tudo," ela sussurrou, depois saiu e foi pra porta.

Dentro, a casa tava quase quieta demais. Dava pra ouvir o eco das nossas botas na madeira, o zum mecânico do aquecedor ciclando, o tinido solitário de uma colher deixada na pia. A Manda largou as sacolas na porta e virou pra me olhar, olhos escuros e ilegíveis.

"Lá em cima?" ela perguntou, mesmo sendo o único lugar que íamos.

"Não surta," ela disse, depois agarrou minha camisa e me puxou pro quarto dela.

As paredes tavam cobertas com flyers de banda, set lists, alguns prints de anime estranhos, e o cheiro persistente do perfume dela—floral, afiado, doce. A cama tava desfeita, cobertores uma bagunça. Tinha uma pilha de roupas na cadeira da escrivaninha e uma bolsa de maquiagem explodindo pela penteadeira.

Ela trancou a porta, depois virou e me encarou, braços cruzados, o tremor mais minúsculo nos lábios.

"Você quer isso, né?" ela perguntou, de repente pequena.

Acenei, senti minha garganta fechar, e disse, "Só se você quiser."

Ela mordeu o lábio inferior. "Preciso que você queira."

Isso era tudo que precisava. Pisei pra frente, segurei o rosto dela com as duas mãos, e beijei tão forte que meus dentes doeram. Ela derreteu em mim, mãos arranhando minha cintura, arrastando a camisa de flanela pra cima e por cima da cabeça. Puxei o vestido pelos braços dela, depois pra fora, deixando ela nas botas novas e o mesmo shortinho de renda preta de mais cedo.

Ela me empurrou na cama e montou no meu colo, rebolando até eu ficar duro o suficiente pra cortar vidro. O cabelo dela caiu ao redor dos nossos rostos, uma cortina, e ela me beijou de novo, mais bagunçado dessa vez, como se quisesse me inalar.

Corri as mãos pelas costas dela, sentindo cada vértebra, depois ao redor pro peito, provocando os mamilos.

**São Paulo, SP - Brasil**

**30 de janeiro de 2026, 15:30**

# A Mana Viu Meu Nude e Agora Tudo Mudou — ATUALIZAÇÃO 8 - Parte 2

"Você é obcecado," ela sussurrou, se esfregando mais forte.

"Só com você," disse, o que soou brega pra caramba, mas ela estremeceu quando disse isso.

Ela arranhou meu jeans, abrindo o zíper, depois empurrando pra baixo. Chutei pra longe, junto com as botas, e agora éramos pele na pele.

Ela descascou o shortinho, jogou por cima do ombro, e tive uma ótima visão dela totalmente nua, cada centímetro dela. Não conseguia parar de encarar. A buceta tava depilada lisa, lábios corados e já brilhando.

Ela alcançou pra baixo e me acariciou, devagar, do jeito que tinha feito no chuveiro, mas dessa vez com um propósito. O polegar circulou a ponta, juntando o pré, depois manchou descendo o eixo, me fazendo sibilar.

Ela me guiou pra entrada dela, depois pairou logo acima, provocando.

"Tá com medo?" ela perguntou, voz tremendo.

"Aterrorizado," disse.

Ela sorriu, se inclinou, e me beijou. "Bom. Eu também."

Ela se abaixou em mim, chupou o ar pra dentro, depois exalou, quadris mudando pra achar o ponto certo. Ela foi centímetro por centímetro, apertada e queimando, até eu estar enterrado até o talo. Tava tão perto de perder o controle já, mas apertei os punhos, focado nela.

Ela começou a se mover, devagar no começo, muito devagar, rebolando em círculos, depois pra cima e pra baixo, cada estocada mandando ondas de choque pelo meu corpo inteiro. Agarrei os quadris dela, deixando ela ditar o ritmo, observando o jeito que os peitos dela balançavam com cada movimento.

Ela se inclinou pra frente, colocou as mãos no meu peito, e me cavalgou, o rosto a polegadas do meu, olhos travados.

"Gosta disso?" ela sussurrou.

Acenei, não conseguia confiar em mim mesmo pra falar.

"Diz," ela disse, pegando velocidade.

"Eu amo essa porra," disse, e ela me recompensou com um aperto forte, se fechando ao meu redor.

"Vou—"

"Faz," ela disse, e eu gozei, mais forte do que nunca antes, enchendo ela. Ela seguiu um segundo depois, mordendo meu ombro tão forte que tive certeza que ia tirar sangue.

Colapsamos juntos, a cabeça dela no meu peito, ambos ofegantes, corpos tremendo.

Só respiramos, emaranhados juntos, o som do aquecedor e o mundo lá fora abafados pelas paredes grossas.

Depois de um tempo, a Manda se apoiou num cotovelo, cabelo selvagem, rosto corado.

"Isso foi..."

"Incrível?" completei.

Ela acenou, sorrindo. "É. É ruim que eu queira fazer de novo agora mesmo?"

Balancei a cabeça. "Quero fazer isso pra sempre."

Ela riu, rolou de cima de mim, e deitou de costas, encarando o teto, agarrando minha mão e entrelaçando nossos dedos.

"Fechado."

Ficamos ali até nossos corpos esfriarem, depois nos vestimos e voltamos lá pra baixo. Pedimos pizza, fizemos piadas idiotas, e assistimos YouTube na TV da sala, agindo como irmão e irmã normais.

Quando a mãe chegou, a casa cheirava a pizza, e jogamos nosso papel perfeitamente. Ela abraçou nós dois, perguntou do nosso dia, e não notou nada.

Aquela noite, deitei na cama, repetindo cada segundo. O gosto dela, a sensação da pele dela, o som da voz dela quando gozou.

Sabia que tínhamos cruzado uma linha. Mas não ligava.

Queria mais.

E sabia que ela também queria.

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