Após o susto e uma queda de pressão, o suor caía sobre meu corpo após uma hora intensa de academia, o relógio marcando 8 horas da manhã. Eu, com 35 anos, não imaginava ouvir que meu filho poderia ser preso. Ainda com raiva, o perguntei: “como assim preso?”.
Meu filho Bruno sempre foi um menino bom, inteligente. Nunca imaginei que ele fosse fazer algo que o fizesse ser preso e o que ele faria com aquele moleque perigoso. Desviando o olhar, Bruno, aos 18 anos, sempre sonhou em ser advogado, cursar Direito era o que o incentivava a completar os estudos. Com lágrimas nos olhos, ele me olhou bem fundo em meus olhos castanhos. Eu, ainda me recuperando da revelação anterior, sento na cama e o pergunto a meu filho: “vc pode me contar o que aconteceu?”.
Com lágrimas nos olhos, meu filho me diz que, há pouco mais de 3 meses, ele passou a frequentar um cursinho para se preparar para um vestibular, onde ele faria uma prova para concorrer a uma bolsa de estudos com 75% das matrículas da faculdade pagas. Nesse cursinho, ele acabou conhecendo uma menina linda chamada Rafaela, uma menina loira, baixinha, com olhos verdes, com 19 anos. Os dois passaram a sair juntos.
Rafaela, além de uma menina linda e gostosa, já é formada no ensino médio e ex-namorada de Richard. Ela sugeriu que, se Bruno, meu filho, pagasse Richard, ele conseguiria o gabarito da prova do vestibular. Bruno me informou que ele procurou Poia durante o intervalo das aulas para pedir a ele pra fazer esse serviço, porém ele negou. Porém, alguns dias depois, Richard reapareceu com uma contraproposta, dizendo que, se meu filho e Rafaela fizessem um trabalho para uns amigos dele, ele poderia pegar esses gabaritos.
Meu corpo se arrepia. Sem pensar duas vezes, pergunto: “qual o tal serviço, Bruno? O que vc aprontou?”. Tremendo, ele disse que precisava de tomar uma água. Ele desce as escadas da nossa casa, eu o sigo e digo que o bullying tudo era mentira, filho. Ele me diz que, nos primeiros dias, Richard fazia de tudo para esbarrar nele, procurando contato, depois passou a tentar intimidar ele pela escola, mas nunca havia o agredido, pelo menos não até o problema no serviço.
O questiono: “esse serviço seria o que exatamente?”. Bruno me olha, ainda sério, com lágrimas nos olhos, e me diz: “eu e Rafaela fizemos uma entrega de um malote de drogas para ele”.
Nesse momento, meu corpo apaga de vez. Desmaio ali mesmo. Ao retomar a consciência, ele tentava me acudir, até que eu digo a ele:
— como assim você está mexendo com essas porcarias? vc sabe que eu e seu pai odiamos isso.
Nesse momento, ele me diz para não envolver meu marido. Eu sabia que Eduardo iria acabar com a vida dele se soubesse sobre isso, mas tudo ainda ficaria pior. Ele me explicou que ele e Rafaela receberam um valor alto dos tais traficantes, cerca de 150 mil reais. Porém, eles não eram os únicos que estavam fazendo esse trabalho. Um outro menino jovem foi pego pela polícia; com isso, a entrega do dinheiro foi adiada.
Porém, Bruno ficou com apenas a metade desse dinheiro, cerca de 75 mil reais, mas meu filho não esperava que Rafaela fosse sumir com a outra metade do dinheiro. Por isso a briga na escola. Poia decidiu que, enquanto meu filho não o ressarcir pelo prejuízo, ele iria apanhar todo santo dia.
Após a revelação de meu filho, ele me pediu pra não contar para Eduardo. Nesse momento, enquanto passo pano na casa e preparo o almoço, entro no banco no meu celular e tento pegar um empréstimo, porém só consigo pagar 25 mil reais. Ainda faltava cerca de 50 mil.
À tarde, Eduardo chega do serviço cansado. Ele, aos 37 anos, é um homem respeitoso. Ele pergunta sobre nosso filho e me diz que terá que passar um mês em outro estado a trabalho. Ele me informa que não tem escolha e que, no sábado pela manhã, ele pega o avião.
Nós dois resolvemos ir até um restaurante quatro estrelas perto de nossa casa. Me visto com um vestido longo que destaca meus atributos físicos. Durante a noite, nós dois falamos sobre a vida, sobre como nós fomos bons pais. Mal sabe ele que Bruno aprontou uma coisa daquela. Saímos dali e resolvemos aproveitar a noite toda, fomos ao teatro, assistimos um filme.
No dia seguinte, Bruno me falou: “mãe, vou até a casa de um amigo”. Disfarço para meu marido não perceber e digo: cuidado com aquilo, meu filho, e informo ele que consegui 25 mil. Ele e Eduardo se abraçam e meu filho sai dali.
Aos 35 anos, eu e Eduardo pegamos nosso carro e seguimos até o aeroporto. Durante a espera para a saída do voo, me lembro de passar no mercado. Me despeço de Eduardo com um beijo e um até logo, depois sigo até o mercado.
Durante o trajeto do carro até a entrada do estabelecimento, dois negros me observam. Um deles diz em alto e bom som: “que morena gostosa, o lá em casa”. Sigo meu caminho.
No mercado, pego um carrinho e, enquanto faço minhas compras, dou de cara com uma amiga de salão de beleza. Ela me olha e diz: “Olá, como está?”. Respondo que está tudo bem. Ela me diz que ficou sabendo sobre o que aconteceu com meu filho. Ela me diz: “Amanda, toma cuidado, esse tal de Richard é extremamente perigoso, deixa pra lá”.
Eu respiro fundo e mudo de assunto. Com isso, pago minhas compras e sigo até o estacionamento. Enquanto eu coloco as no carro, sinto alguém se aproximar. Era Richard. Com 1,89, aquele jovem negro me pega pelo braço e me coloca no carro.
“o que vc quer comigo? eu chamo a polícia”, digo assustada. Com um olhar sério, ele diz: “sua morena gostosa, vc vai se arrepender se fizer isso”.
“me deixa ir”.
Então ele diz: “ok, mas vc pode decidir o que acontece com seu filhinho imbecil”.
“vai se fuder, seu filho da mãe”, digo.
Ele me olha e fala: “vá até esse endereço amanhã cedo, antes de amanhecer, e nós resolvemos isso de uma vez”. Em choque, fico paralisada. Ele sai do carro e diz: “vc vai poder salvar seu filho, mas basta querer”, e pega no volume evidente em sua calça jeans velha.
Dirijo meu carro até em casa. Meu filho Bruno está sentado na sala, com as mãos na cabeça. Ele me olha e noto que há sangue em sua boca. Ele me olha e diz: “o Richard aceitou os 25 mil, mas me bateu como aviso”.
Silenciosamente, sem meu filho perceber, peguei meu carro e fui em direção ao endereço que ele havia me passado. No caminho, noto que a rua que estava asfaltada terminou e eu agora estou numa pequena estrada de terra batida. O ambiente é um local estranho e humilde, casas de madeira, crianças correndo na lama, poste de luz piscando.
Meu carro com dificuldade de locomoção até eu ver uma casa rústica com um portão preto enferrujado, com o número 16 pintado à mão, em tinta branca já descascando, torto, como se alguém tivesse feito aquilo às pressas, sem régua nem cuidado.
Do lado de fora, o terreno era um retrato do abandono e da sobrevivência. Peças de carros e motos se espalhavam pelo chão: um para-choque quebrado encostado no muro, escapamentos enferrujados, rodas sem pneu, correntes, retrovisores estilhaçados. Havia óleo seco manchando a terra e sacos de lixo rasgados, misturados com latas de cerveja amassadas e restos de fios elétricos. Tudo dava a sensação de um lugar improvisado, vivido, bruto.
A casa em si era rústica, feita de alvenaria simples, reboco irregular e manchas de umidade subindo pelas paredes externas. O telhado de telhas antigas parecia sempre prestes a ceder, e uma pequena janela com grades enferrujadas dava para a frente, quase sempre fechada.
Ao entrar, a sala era o primeiro impacto. Pequena, abafada, com paredes amareladas pelo tempo e pela fumaça. Um sofá velho de dois lugares afundava no meio, com o estofado rasgado mostrando a espuma. Uma mesa baixa improvisada com madeira torta ficava à frente, cheia de marcas de copo e cinzas. A televisão antiga ficava apoiada sobre um caixote. A iluminação vinha de uma lâmpada fraca pendurada no fio, criando sombras duras pelos cantos.
A cozinha ficava logo ao lado da sala. Era apertada, com um fogão antigo de duas bocas, sempre manchado de gordura. A pia de metal tinha ferrugem nas bordas, e o armário suspenso estava torto, com uma porta faltando. Poucos utensílios: um copo, dois pratos lascados, uma panela velha. O chão era de cimento cru, frio e manchado.
O banheiro era simples e mal iluminado. Um vaso sanitário antigo, um chuveiro elétrico com fios aparentes e um ralo sempre entupido. As paredes tinham azulejos desbotados, alguns trincados. O espelho era pequeno e manchado, refletindo apenas parte do rosto de quem se aproximava.
O quarto carregava mais personalidade do que o resto da casa. As paredes tinham marcas de mãos, pôsteres colados com fita e alguns rabiscos. A cama era baixa, com colchão fino e lençóis amassados. Em um canto, roupas dobradas de qualquer jeito sobre uma cadeira. Um ventilador barulhento ficava ao lado da cama. Havia um espelho apoiado no chão e um pequeno criado-mudo com celular, carregador e alguns objetos pessoais. Apesar da simplicidade, o quarto transmitia uma sensação de território, perigoso. Eu estava na casa do inimigo, sozinha, sem sinal do celular. Nervosa, pego minha correntinha de prata com a letra A de meu nome, Amanda, até que ouço passos e risos. Era ele, Richard.
Em um dos cantos da sala, quase imperceptível, havia um pequeno compartimento, separado por uma parede fina. Uma abertura estreita, disfarçada atrás de uma prateleira velha, permitia visão direta para a sala. Dali, alguém podia observar tudo sem ser visto — ouvir conversas, vigiar quem entrava, controlar o ambiente. O espaço era apertado, escuro, com cheiro de mofo e madeira velha, usado mais para observar do que para permanecer por muito tempo.
Fico aliviada, pois ele não irá me ver. Ele entra sem camisa, com o corpo em amostra. Ao lado dele, uma loira de idade aparente de 22 anos, que se chamava Kelly. Chegou, ele foi logo tirando o vestido vermelho dela. Ela era linda, gostosa, com um corpo perfeito, com mamilos rosa e duros, com uma buceta depilada. Richard logo foi tirando a calça jeans surrada. Richard, com 1,89, magro, aquela cicatriz no abdômen brilhando, ele logo pegou aquilo. Eu mal poderia acreditar no que meus olhos estavam vendo. Era um monstro de 25 cm, preto, com uma cabeça roxa e grosso. Ele olhou para a loira na sua frente e disse: “hj vc vai conhecer a cobra preta, sua puta safada”.
Ele a pegou e a empurrou sobre o sofá e subiu sobre ela. Kelly tentava dizer: “coloca a camisinha”, mas ele já estava metendo nela. Ele começou a lamber, chupar, apertar, beijar aqueles peitos. Enquanto isso, ela gritava pedindo mais, gemendo, falando: “isso, mostra essa cobra preta para mim, vai”. Ele metia nela numa intensidade e força, com movimentos intensos que faziam aquele sofá estremecer. Ele metia intensamente, o barulho dos corpos se chocando, o cheiro de sexo, cigarro e cerveja. Richard controlava o ritmo, ele sabia fazer aquela menina gemer, gritando de prazer.
Fiquei horrorizada com aquilo. Eu não imaginava que ele fuderia uma menina linda como aquela, até que deixo meu celular cair. Richard olha em direção ao compartimento onde estava escondida. Nesse momento, ele diz para a loira: “vamos pro quarto, sua puta safada”. Ele se levantou e foi em direção ao quarto. Eu fiquei ali por uns minutos e logo saí dali meio perdida, fugi dali com uma extrema velocidade, mas sentia uma curiosidade cair sobre mim: o que ele irá me propor amanhã cedo?
Eu, Amanda, aos 35 anos, sou morena clara, de pele macia e bem cuidada. Tenho olhos castanhos, 1,69 m de altura e cabelos lisos que batem na altura do peito. Tenho um corpão: coxas grossas, bunda grande e arrebitada, e seios médios e firmes. Minha tatuagem floral no braço estava vivendo uma vida tranquila até meu filho sofrer uma agressão de seu colega de escola, Richard. Até achei ser uma agressão motivada por alguma coisa relacionada à escola, mas não era isso.
Bruno, meu filho, tem 18 anos, é branco, com olhos castanhos parecidos com os meus, pele clara, 1,78 m e magro. Fez um acordo com esse valentão e agora tinha contraído essa dívida de 50 mil reais.
Meu despertador toca, meu relógio marca 4:20 da manhã. Era a hora que Richard havia me informado. Pego meu carro e parto. Durante o trajeto, estava com medo, mas curiosa. Ele me disse que tudo depende de mim. Chego até a casa dele. Richard, um rapaz negro, marcante, com cerca de 1,89 m, magro, porém com músculos rígidos de quem trabalha duro. Tinha olhos pretos intensos, rosto sério e cabelo curto. Estava no portão de sua casa me aguardando. Ele logo disse, olhando diretamente nos meus olhos castanhos: “a gostosa chegou, entra na minha casa, sua puta”.
“Senta no sofá”, ordena ele. Logo após me sentar, ele começou a dizer que meu filho era um moleque irresponsável e um baita safado. “Não fala isso dele”, digo nervosa, mas ele é direto. Ele me conta que Bruno e sua amiga Rafaela fizeram o serviço completo, porém sumiram com o dinheiro, mas que eu poderia resolver isso. Ele me pegou e me levou até seu quarto. O barulho do ventilador no calor do verão. Ele pegou uma mochila e tirou um notebook. Ele ligou e me mostrou uma matéria de um jovem de 21 anos preso por tráfico de drogas. Ele me olhou e disse que esse era a segunda mercadoria dele e que tudo tinha sido apreendido pela polícia federal, porém ele não saiu prejudicado, pois não foi culpa dele, mas o caso de Bruno sim. Ele ficou devendo os seus chefes e, por isso, ele havia pego um dinheiro emprestado com o agiota para pagar seus chefes.
Ele me olhou e foi contundente: “vc pode me ajudar a ganhar dinheiro”. E continuou: “eu poderia ter sequestrado seu filho, pedido um resgate”.
“vc não teria coragem”.
Ele me retrucou, dizendo que eu poderia pagar para ver, mas continuou dizendo que, ao me ver, ficou extremamente excitado, com um tesão inexplicável. Ele então pega no volume sobre sua calça e solta: “vc tem duas opções”. E prosseguiu: “vira minha puta particular ou eu arrebento seu filho e o entrego para a polícia”.
“Nunca ” grito , ele diz: “morena, vc é uma gostosa, eu faria muito dinheiro com vc”. Fiquei incrédula com aquela audácia desse valentão. Ele prosseguiu: “vc tem uma semana para me responder, depois disso não adianta chorar”. Ele termina dizendo: “você vai gostar, eu sinto isso, e minha cobra preta também”.
Dei um tapa nele e saí correndo pra fora daquela casa, com o sentimento de que ele tinha tomado o controle de minha vida.
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