A Primeira Fantasia Que Meu Namorado Pediu Depois Que Soube Que Eu Era Virgem

Um conto erótico de marido , amigos e eu
Categoria: Heterossexual
Contém 783 palavras
Data: 30/01/2026 17:17:33

Algumas semanas depois de eu ter contado que tinha perdido a virgindade com ele, nossas conversas começaram a mudar.

Não de repente. Devagar, quase imperceptível. Mas cada palavra que trocávamos carregava uma tensão diferente, uma promessa silenciosa de algo mais.

Numa noite comum, daquelas em que a saudade aperta no peito e o corpo parece pedir algo que nem eu sabia nomear, o celular vibrou.

— Posso te perguntar uma coisa mais… diferente?

Meu coração disparou.

— Pode, respondi, sem pensar muito.

— Você já pensou em fantasias?

Um calor subiu pelo meu corpo só de ler a palavra. Nunca tinha falado sobre isso com ninguém.

— Acho que não… não sei bem como funciona, confessei.

Ele não riu. Não forçou nada.

— Fantasia é só imaginação.

— Não é compromisso, não é obrigação.

— É só o que passa pela cabeça quando existe confiança.

Aquelas palavras me deixaram mais à vontade.

— E… que tipo de fantasia? — perguntei, sentindo minhas mãos suarem.

Ele demorou a responder, como se escolhesse cada palavra.

— Imaginar você comigo… e mais alguém.

— Um ménage.

Meu estômago revirou. Um frio delicioso percorreu minha barriga.

— Eu nunca pensei nisso…

— Mas você pensa?

— Às vezes, respondeu ele.

— Não porque falta algo entre nós. É curiosidade. Imaginar você se sentindo desejada.

Meu corpo reagiu só de ler aquilo. Meu coração acelerou.

— Tem gente que vai mais longe, continuou ele.

— Fantasia com grupo.

— Ou até imaginar a pessoa que ama fazendo algo escondido, só na imaginação.

Eu deveria ter achado estranho. Mas em vez disso, perguntei:

— E como você se sente pensando nisso?

— Excitado, ele respondeu, direto.

— Mas também conectado. Só dá pra falar disso quando existe verdade.

Engoli seco.

— Eu nunca pensei em fazer nada escondido…

— Mas imaginar… é diferente.

— É só pensamento.

— E você só vai até onde se sentir confortável.

Aos poucos fui entendendo. Não era sobre querer outra pessoa.

Era sobre confiança suficiente para falar de qualquer desejo, até os que a gente não sabia que tinha.

Naquela noite percebi que não estava aprendendo apenas sobre fantasias.

Estava aprendendo sobre intimidade.

Sobre ter alguém com quem eu podia falar tudo — mesmo à distância.

Depois de um tempo, ele escreveu:

— Quero te contar a primeira fantasia que pensei com você… mas só se você se sentir bem.

Olhei para a tela, nervosa, mas curiosa.

— Pode contar.

— Imagina que estamos juntos. Eu e você.

— Nada muda entre nós. O olhar, o toque, a proximidade.

Meu corpo relaxou, mas uma excitação diferente começou a subir.

— Agora imagina que tem mais alguém.

— Um homem. Não importa quem.

Meu coração disparou.

— E o que eu faço? — perguntei, com o corpo já reagindo.

— Você fica perto de mim.

— Eu te seguro pela cintura.

— Sinto você. Orgulho de ver você desejada.

— Vergonha… mas não é ruim, escrevi.

— Na fantasia, eu te deixo segura.

— Nada acontece sem você querer.

— E eu sempre participo, ele continuou.

— Não é sobre te dividir. É sobre compartilhar.

Quando larguei o celular naquela noite, meu corpo estava quente, pulsando.

A mente cheia de imagens e o coração tranquilo.

Não havia culpa, só tesão e descoberta.

Algum tempo depois, ele foi direto:

— Posso ser mais específico hoje?

— Com nomes e ações.

Meu corpo respondeu antes de eu digitar:

— Pode.

— Imagina aquele jantar de sempre.

— A mesa cheia, risadas altas.

— Jefferson, Tiago, Camilo, Daniel.

O coração disparou. Eu sabia que cada nome era uma promessa de tesão.

— Ninguém sabe de nada.

— Só eu e você.

— Você começa comigo, escreveu ele.

— Beijo lento, mãos pelo meu corpo.

— Sensações que só nós dois compartilhamos.

Senti meu corpo reagir, já quente, pulsando.

— Depois Jefferson, continuou ele.

— Você se afasta comigo um pouco, depois ele se aproxima.

— Um beijo rápido. Sua mão pelo corpo dele, os corpos próximos.

— Você sente prazer. Goza.

— Tiago, escreveu ele, depois.

— Outro beijo. Outra mão explorando.

— Você toca, sente, deixa-se levar.

— Gema baixinho, respiração pesada.

— Orgasmo.

Meu corpo tremia só de imaginar. Ele continuou:

— Camilo chega, você entrega cada toque, cada beijo, cada movimento.

— Goza de novo.

— Sente prazer, mesmo sabendo que estou observando, controlando.

— Daniel por último, ele escreveu.

— Você entrega tudo. Beijos, carícias, prazer intenso.

— Seu corpo responde, seus gemidos me chamam.

— E depois volta para mim.

Meu coração batia descompassado.

A mente e o corpo em fogo.

Cada ato era fantasia, mas tão real que meu corpo explodia de prazer. Cada orgasmo, cada toque, cada beijo… tudo dentro da confiança que tínhamos.

— E você? Perguntei, quase sem ar.

— Eu espero, escreveu ele.

— Porque no fim, é comigo que você termina.

— É comigo que você goza de novo.

Larguei o celular, corpo quente, tremendo.

Não havia culpa. Não havia medo.

Só tesão, confiança e a sensação de ter explorado os limites do desejo com quem eu realmente confiava.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Casadagaucha a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

tudo começa assim no sonho, na curiosidade e depois a vontade, tenho 64 anos e bem pervertido, vamos conversar? caso interssar segue o meu email: euamoavida2020@gmail.com

1 0