ROSA FLOR 2 - Capítulo 13 – A TARDE DO SEGUNDO DIA NO RANCHO

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 9864 palavras
Data: 30/01/2026 18:13:36

Depois de brincarmos e transarmos bastante naquele domingo pela manhã, tanto na casa, quanto na água da represa e na areia, saímos do sol quando o calor aumentou e fomos tomar banho na bica d’água. Achamos desnecessário vestir biquíni ou sunga e caminhamos todos pelados da areia até a ducha. A Rosinha ia entre eu e o tio e de vez em quando olhava nossos pintos balançando moles e sorria pra mim.

Rosinha – Amor, estou adorando este fim de semana aqui no rancho com você e o tio Carvalho, nunca tive a oportunidade de ficar pelada junto à natureza e, além disso, aqui tenho dois homens pra me dar atenção; tá uma delícia esse passeio!

Eu (resolvi provocar) – Tá gostando de ser mulher de dois homens, comer duas picas diferentes?

Rosinha (esticando os braços e dando uma passadinha de mão no meu pinto e também o do tio Carvalho) – Tô adorando, amor! Uma hora como o seu pau, outra hora como o pau do tio; tá muito gostoso ser comida por dois machos!

Carvalho (sorrindo pra minha esposa) – E quando você vai deixar eu e o Fernando comermos você ao mesmo tempo?

A Rosinha sorriu meio tímida, olhou pra mim, pro tio, fez alguns segundos de silêncio e, por fim, perguntou:

Rosinha (olhando pra mim) – Você quer, amor, transar comigo e o tio juntos?

Eu (escolhendo as palavras pra responder, me sentindo apertado, envergonhado e sem coragem pra admitir que fantasiava com aquilo) – Ah, já fizemos tanta coisa que não acho errado transarmos todos juntos.

Nessa hora já havíamos chegado à ducha e o tio desembrulhava os dois sabonetes que havia trazido; o shampoo da Rosinha veio na caixa de isopor junto com as latinhas vazias de cerveja.

Rosinha (parecendo tímida e também buscando as palavras pra explicar) – Não acho que seja errado todos nós na mesma cama e transando juntos, eu sei que é uma questão de tempo, vai acontecer, mas é que eu ainda me sinto envergonhada!

Carvalho (sorridente e molhando o corpo na bica d’água) – Relaxem, vamos deixar acontecer!

Compartilhamos os sabonetes e iniciamos nosso banho pelos cabelos e fomos descendo, e foi quando o tio ia começar a se lavar da cintura pra baixo que a Rosinha provocou:

Rosinha – Tio, quer uma mãozinha pra lavar “as delícias” aí embaixo?

O tio nada respondeu, apenas sorriu ao perceber a provocação da minha mulher e se posicionou oferecendo seu corpo e o sabonete à ela.

Rosinha (frente a frente com o tio e colando seu corpo ao dele ao mesmo tempo em que passava o sabonete na bunda dele) – Vamos começar pela bunda, tio! (olhando pra mim) – Amor, junte-se a nós e lave minhas costas enquanto lavo o tio, depois vou lavar você também!

Vendo minha mulher grudada ao tio Carvalho, fui até eles e também colei meu corpo ao dela fazendo da minha esposa o recheio de um sanduíche entre eu e o tio Carvalho. Comecei passando sabonete de forma meio desajeitada em seu ombro, já que não existia espaço entre nossos corpos. Naquela posição em que nos encontrávamos, a Rosinha entre eu e o tio num esfregar de corpos, desconfiei que talvez ela estivesse preparando o terreno para uma transa a três no final da noite.

Meu pau em contato com a bunda molhada da minha Rosinha começava a endurecer rapidamente, e o mesmo acontecia com o tio.

Rosinha (rindo) – Tio, eu ofereci uma mãozinha pra lavar você, mas tô sentindo que talvez eu precise das duas; tô sentindo seu pau crescendo aqui entre as minhas coxas!

Carvalho (sorrindo malicioso) - É essa sua mão lavando minha bunda que tá fazendo meu pau crescer.

Rosinha (rindo) – Tio, eu lavo sua bunda e seu pinto cresce? Você é tão sem vergonha quanto o Fer! De vez em quando eu faço carinho no cuzinho dele e o pau fica duro como pedra!

Senti vergonha quando a Rosinha dedurou para o tio que eu sentia tesão no cu, mas logo esqueci ao ouvir o tio respondendo:

Carvalho – Rosinha, homem é tão sensível na bunda quanto o da mulher; nós, homens também sentimos tesão no cuzinho. Se fizer um carinho no cu de qualquer homem que goste de sexo, certamente o pau dele vai endurecer, e aqueles que se dizem machões e não sentem prazer no cu, estão mentindo!

Rosinha (rindo e começando a lavar o pau do tio já completamente duro) – Tio, eu adoro a bunda do Fer, o meu dedinho fica durinho quando mexo no furinho traseiro dele; qualquer dia desses vou fazer um carinho bem gostoso na sua bunda também, tá!

Carvalho (sorrindo) – Vamos deixar acontecer, Rosinha!

Rosinha (lavando delicada e caprichosamente as bolas do saco e o cacetão que o tio Carvalho, com o corpo curvado pra trás, lhe oferecia descaradamente) – Uau, tio, seu pau é muito grande, acho que a tia Carmem tá sentindo falta do brinquedão dela.

Aproveitei que a Rosinha estava levemente curvada pra frente e iniciei uma lavagem na xota com movimentos delicados, deslizava os dedos entre os lábios, ia até o grelinho e voltava até o cuzinho onde fiz uma leve pressão e enfiei a pontinha entre as preguinhas apertadas. Ela endireitou o corpo quando terminou de lavar o pau do tio, momento em que ele se aproveitou enfiando a mão entre as coxas dela.

Carvalho – Posso lavar essa sua frutinha deliciosa, minha linda?

Rosinha (abrindo as pernas e se oferecendo para que o tio enfiasse a mão entre suas coxas e também favorecendo a mim que lhe fazia um carinho com as mãos ensaboadas no rego da bunda e mexendo no cuzinho) – Ufffff, ai, que delícia ser lavada por dois homens, vou ficar muito limpinha assim!

Naquele momento, em que a minha mão se encontrava com a do tio entre as coxas da minha mulher, me deu um tesão especial ao perceber que ela estava aceitando e se excitando com dois machos juntos lhe acariciando o corpo. Seria uma promessa de que ela aceitaria transar com nós dois ao mesmo tempo?

Rosinha (se virando e nos obrigando a tirar as mãos do seu entre coxas) – Agora vou lavar o meu maridinho!

Senti as mãos ensaboadas da minha esposa me lavando, primeiro a bunda, cujos dedinhos capricharam no rego e fizeram uma rápida investida entre as preguinhas me causando um arrepio gostoso ao sentir seu dedinho ensaboado entrando no meu rabo. Depois ela se dedicou ao meu saco e pinto, caprichou neles tanto quanto havia feito para o tio e, igual fez com ele, me elogiou:

Rosinha – Ai, Fer, que pau gostoso você tem! Adoro lavar e fazer ele ficar bem duro assim; tô cheia de vontade de sentir essa coisa gostosa dentro de mim! Que tal uma metidinha rápida aqui na ducha?

O tio, que lavava a bunda dela e a tudo ouvia, lhe abraçou por trás prensando o pau na bunda e carinhosamente segurou-lhe na região atrás de um dos joelhos fazendo com que ela levantasse o pé e se oferecesse a mim de pernas abertas.

Carvalho – Vai, Fernando, mete o cacete nessa sua esposa gostosa que ela tá doidinha de vontade de dar!

Não pensei duas vezes, abri um pouco minhas pernas, flexionei os joelhos de forma a alcançar a xota, apontei o pau para o xana que ela me oferecia e entrei, meti gostoso a pica que entrou na racha quente da minha esposa enquanto ela era abraçada pelo tio Carvalho. Caros leitores, embora somente eu estivesse metendo na Rosinha, naquele momento ela era o recheiro do sanduíche entre eu e o tio Carvalho. Minhas esperanças que ela estivesse se preparando pra transar com nós dois ao mesmo tempo aumentavam! Aquela posição em que estávamos era extremamente excitante e meu tesão crescia rapidamente; eu já pensava em diminuir o ritmo da metidas quando o tio Carvalho incrementou ainda mais aquela putaria.

Carvalho – Tire o pau de dentro dela, Fernando, vou lhe mostrar uma posição que vai te dar muito tesão.

Assim que sai de dentro da minha mulher, o tio a encoxou, fez com que ela levantasse os braços e o abraçasse pelo pescoço e, em seguida, segurou ela pelas pernas, atrás dos joelhos, e a levantou no ar oferecendo a mim a minha própria esposa com as pernas totalmente arreganhadas. A Rosinha sorria, ria, parecia envergonhada de tamanha putaria, mas sem conseguir conter o tesão que sentia, deu uns tapinhas leves na xota e movimentou os lábios sem emitir som: “Mete!”

Meti e outra vez senti o quanto era bom ter meu pau dentro da toquinha quente da minha esposa!

Rosinha (me beijando de língua, lambendo minha cara) – Ai, Fer, que delícia sentir seu cacete dentro da minha buceta, isso, mete gostoso na sua putinha que ela gosta!

Era muito tesão que eu sentia e logo interrompi os movimentos de entra e sai, pois não queria gozar. Saí de dentro dela e o tio a colocou no chão. Eu pensei que a brincadeira estava terminando, mas a Rosinha deu sequência na putaria:

Rosinha (sorrindo pra mim) – Amor, agora é a sua vez de me segurar pro tio Carvalho meter um pouquinho também, pode ser?

Caros leitores, por uns poucos segundos me senti paralisado sem saber o que fazer e nesse tempo começaram a acender na minha mente flashes de imagens nas quais eu aparecia segurando minha esposa no ar, abrindo as pernas dela, exibindo e oferecendo ao meu tio pauzudo a buceta gostosa da minha fêmea pra que ele metesse nela um cacete bem maior, mais comprido e mais grosso que o meu. Seria o máximo da cornoagem que eu iria experimentar desde que comecei a dividir minha amada com o tio Carvalho! Senti um misto de ciúme e tesão e, sem saber o que fazer diante daquele pedido da minha mulher, pra que eu lhe abrisse a pernas e desse sua buceta pra outro macho pauzudo foder, agi por instinto! E o meu instinto de corno me fez repetir os gestos do tio Carvalho, fui por trás dela que, também por instinto, abriu as pernas esperando que eu a pegasse por trás dos joelhos; peguei, levantei no ar a minha mulher e, arreganhando as suas pernas, a ofereci pra que outro macho entrasse em sua racha de puta com fome de pica!

Rosinha (gemendo ao sentir o cacete do tio Carvalho entrando na sua toquinha) – Aiii, tio, seu pau é muito gostoso! Isso, mete na minha buceta, ai que delícia de pica grossa!

Percebi que o tio enfiava devagar, testava a Rosinha tentando descobrir até onde ela aguentaria aquela estrovenga. Olhei por cima dos seus ombros pra ver o que acontecia entre suas pernas e vi o pau do tio avançando lentamente, entrando, desaparecendo dentro da toquinha da minha mulher. Olhei no rosto dela e ela estava com os olhos fechados, parecia se concentrar na invasão da pica que lhe enchia a buceta

Carvalho (parando de enfiar quando ainda sobravam uns poucos centímetros de pica pra fora da rachinha) – Oh, minha flor, tô sentindo seu útero na cabeça da pica, que delícia! E você, tá sentindo meu pau aí dentro de você? Tá gostoso?

Rosinha (gemendo e massageando sua barriga na região do umbigo parecendo sentir nas pontas dos dedos o pau que tinha dentro de si) – Tá gostoso, tio, tô sentindo seu cacete encostado no meu útero.

Carvalho (empurrando mais um pouco de pica pra dentro da buceta da minha mulher) – Meti mais um pouquinho! E agora, tá gostoso ou tá doendo?

Rosinha (gemendo) – Dói um pouco, mas também tá gostoso, tio!

Eu, assistindo toda aquela putaria, vendo o cacete do meu tio dotado enterrado na xana da minha mulher e ouvindo os gemidos dela, me fez sentir muito corno!

Carvalho (baixinho no ouvido da minha mulher) – Sinta, minha linda, vou meter tudo, vou enterrar todo o meu cacete na sua buceta, inteirinho, sem deixar nada de fora.

Rosinha (gemendo) – Mete, tio, mete devagar, me dá seu cacete inteiro dentro da minha buceta, dá!

Olhando entre as pernas da Rosinha, vi desaparecerem pra dentro da xota os últimos centímetros da pica que ainda sobravam fora da buceta. Senti um arrepio gostoso ao ver tal cena!

Carvalho (agarrando minha mulher pelas nádegas e a puxando contra si, pressionando seu púbis ao dela e nos dando a certeza de que não sobrava um só centímetro de pau pra fora da buceta) – Tá tudo dentro, minha flor, meti meu cacete inteiro na sua buceta! O que você tá sentindo?

Rosinha (suspirando, gemendo) – Tá doendo, tio!

Carvalho (empurrando um pouco mais seu corpo de encontro ao dela de forma que eu tive de me apoiar melhor nos pés pra não me desequilibrar, já que eu a sustentava em meus braços) – Quer que eu saia de dentro de você, minha flor, quer que eu tire meu pau de dentro da sua buceta?

Rosinha (gemendo) – Não, tio, não tira, não! Mete, mete rapidinho que eu tô quase gozando, vai, mete, me fode a buceta com seu caralhão gostoso, vai, vai!

Carvalho (saindo de dentro da Rosinha, se afastando, respirando fundo) – Puta que pariu, que buceta gostosa você tem, Rosinha! Quase gozei!

Rosinha (sorrindo, reclamando depois que eu a coloquei no chão) – Ahhh, tio, eu tava quase gozando, porque parou de me comer?

Carvalho – Não quero gozar e também é melhor você guardar suas energias pra brincarmos logo mais à noite.

Rosinha (fazendo biquinho) – Ahhhhh, não gostei!

Terminamos nosso banho sem mais brincadeiras e voltamos pra casa com os cacetes moles, mas ainda grandes e balançando entre as coxas.

Se a ideia do tio era ficarmos pelados o tempo todo, a Rosinha não aderiu, e além disso pediu que vestíssemos algo.

Rosinha – Eu vou vestir uma roupinha leve e peço que vocês façam o mesmo, não quero ficar olhando pra vocês peladões desfilando esses pintos na minha frente; já que não quiseram me fazer gozar, melhor parar de me provocar. Vestimos shorts leves e preparamos a refeição, jantamos na mesa da varanda apreciando a comida simples, porém saborosa, com um vinho que nos trouxe paz e relaxamento. Depois fomos pra sala, me encostei semi deitado apoiado numa almofada e a Rosinha sentou entre as minhas pernas e de costas pra mim de forma que pude abraçá-la por trás. O tio veio logo em seguida trazendo mais vinho e sentou na outra ponta do sofá.

Rosinha (pondo os pés no colo dele, propositalmente sobre o pinto para provocá-lo) – Tio, conte pra nós onde aprendeu esse negócio de transar e não gozar. Você e a tia Carmem faziam isso?

Carvalho (pegando os pés da Rosinha) – Me dê seus pés que vou fazer uma massagem neles enquanto conto pra vocês.

Rosinha (sentindo que o tio lhe abria as pernas e olhava entre suas coxas enquanto massageava seus pés) – Veja, Fer, como o tio é safado, tá abrindo as minhas pernas porque deve ter descoberto que debaixo do meu shortinho largo não tem calcinha protegendo a minha perseguida! Amor, cê vai deixar o tio ficar olhando pro meio das pernas da sua mulher?

Eu (sorrindo pra ela e pro tio) – Você também é bem safadinha, né, mesmo sabendo que o tio é tarado na sua xaninha, não usa calcinha debaixo do shortinho folgado! Acho que você tá a fim de se exibir e quer que ele veja a sua preciosa não é?

Rosinha (rindo) – Vai, tio, conte pra nós onde aprendeu esse negócio de transar sem gozar e meter o dia inteiro!

O tio Carvalho se ajeitou com as costas apoiadas no braço do sofá, se virou pondo um pé no assento, o joelho no encosto e outro pé no chão ficando frente a frente com a minha esposa que, de pernas abertas pra ele, se deixava massagear nos pés.

Carvalho – Eu e a Carmem aprendemos a transar sem gozar durante um fim se semana que passamos com o Luiz e a Lúcia, lá na fazenda deles. Eu havia lido algo a respeito do assunto, mas nunca pratiquei até que eles, naquela visita, nos propuseram experimentar. Foram três dias de muito sexo, muita chupação, muita meteção durante o dia todo e só gozávamos à noite.

Eu (curioso) – Meus pais adotivos, o Júlio e a Júlia também praticavam isso, tio?

Carvalho (sorrindo) – Siiim, depois que eu e a Carmem conhecemos o quanto é bom adiar o gozo pro final do dia, viajamos nós quatro e ensinamos a eles durante um fim de semana prolongado! Metemos tanto que quase esfolamos o pau!

Rosinha (sorrindo, abrindo as pernas, recebendo massagem num pé e pondo o outro sobre o pau do tio) – Eu nunca havia ouvido ou lido sobre isso, tio; sempre transei em busca do gozo imediato, aliás se você e o Fer não estivessem me castigando assim, me comendo e não me deixando gozar, eu teria gozado várias vezes hoje.

Carvalho – Você não teria gozado várias vezes, não, dona Rosinha; não teria porque depois que gozamos, a vontade de continuar transando passa! Meter sem gozar é algo que poucas pessoas conseguem fazer, pois a maioria perde o controle, goza e aí acabam as energias; mas me digam, o que estão achando desse negócio de transar e segurar o gozo pro final do dia, estão gostando?

Rosinha (massageando o pau do tio com o pé) – Tio, quando você disse que ia me comer, mas não iria gozar, não acreditei que conseguiria. Você e o Fer estão sendo muito maldosos comigo, me comem um pouco e depois interrompem a metida antes de eu gozar, mas apesar disso admito que estou gostando porque sinto vontade de transar o dia todo, a qualquer hora estou prontinha pra dar, mas também confesso que tô precisando muito gozar, já estou subindo pelas paredes!

Eu (acariciando os peitos da minha esposa por sobre a roupa e sob o olhar atento do tio Carvalho que continuava massageando o pé dela e se deliciando com o carinho que ela lhe fazia no pau com o outro pé) – Eu também achei que você estava brincando, tio, quando disse que iria meter na Rosinha e não iria gozar; duvidei que conseguiria; mas tô gostando muito, acho que hoje já meti umas três vezes ou mais e ainda tô com tesão!

Rosinha (sorrindo pra mim) – Tô sentindo, amor, o seu tesão me cutucando aqui nas costas, e também tô sentindo o tesão do tio crescendo aqui no meu pé!

Empurrei a Rosinha um pouco pra frente pra ajeitar meu pau que endurecia todo torto dentro do short e aproveitei pra puxar ele pra fora e acomodar debaixo do camisão que a Rosinha usava, em contato direto com a sua pele.

Rosinha (sorrindo pro tio) – Tio, o meu maridinho é muito sem vergonha, ele botou o pinto duro pra fora da roupa e tô sentindo ele quentinho aqui nas minhas costas!

Carvalho (provocando minha esposa) – O meu pinto também tá endurecendo e se eu não pôr ele pra fora do short, vai começar a doer; tudo bem pra vocês se eu libertar ele?

Rosinha (olhando pra mim e pressionando seu pé com mais força no cacete do tio Carvalho) – Veja que tio mais safado nós temos, Fer, ele também tá querendo pôr o pinto pra fora da roupa, tá querendo mostrar pra mim o pintão gostoso só pra eu sentir vontade de comer! Você vai deixar, amor, o tio mostrar o pauzão pra mim? Pense bem no que vai responder, heim, porque se eu ver, vou sentir vontade de comer!

O meu tesão crescia rapidamente e não pensei duas vezes antes de levantar o camisão da minha mulher e tirá-lo pela cabeça exibindo ao tio os peitos lindos que ela tem. Vestida somente com o shortinho folgado, ela sorriu se fingindo de tímida e cobriu com uma das mãos a região da xota como quem protege algo muito precioso.

Eu (tesudo, beliscando os mamilos dela e doido pra iniciarmos uma putaria entre nós três) – Você já comeu o pau do tio várias vezes, se comer mais uma não fará mal!

Rosinha (rindo) – Tio, o meu maridinho autorizou você a botar o pinto pra fora da roupa; pode tirar, mas não vou comer ele mais hoje, vou resistir igual a vocês dois que aguentaram o dia todo metendo em mim sem gozar. Ponha ele pra fora, tio, mas eu só vou olhar!

O tio largou o pé da minha esposa e, quando pensávamos que ele iria pôr o pinto pra fora pela lateral do short, ele ergueu a bunda do sofá e o desvestiu completamente ficando nu. Novamente ele sentou frente a frente com a Rosinha mostrando orgulhosamente o sexo com os pelos raspados, desde o saco até a base da estrovenga. Sorria e provocava minha mulher movimentando os músculos, balançando e exibindo a pesada mangueira que apontava o teto.

Rosinha (sorrindo pra mim) – Amor, o tio safado tá me provocando, ele tá oferecendo o pintão pra mim! Você concorda com isso?

Eu (enfiando a mão dentro do shortinho dela, local que o tio vigiava atentamente na esperança de ver um pedacinho da frutinha que tanto desejava) – Ele não tá te oferecendo, ele tá só balançando o pinto!

Rosinha (rindo) – Ahhh, Fer, ele tá me oferecendo, sim; veja ele balançando o pauzão, tá me provocando pra eu sentir vontade de comer!

A Rosinha apoiava os pés nos joelhos do tio Carvalho se exibindo de pernas abertas pra ele, e foi nessa hora que ele pegou o pau pela base e punhetando lentamente, que ela movimentou os dois pés em direção ao cacete. O tio sorriu, tirou a mão e deixou que a minha mulher lhe fizesse um carinho com os pés na pica que ele descaradamente oferecia a ela.

Rosinha (beliscando e puxando os próprios mamilos e pressionando o pau do tio Carvalho entre seus pés) – Uau, tio, seu pau, além de grossão, é muito comprido, por isso que eu sinto dor quando você mete ele todinho em mim!

Eu acariciava a xota da Rosinha por debaixo do shortinho largo atento ao carinho que ela fazia no tio Carvalho, e ao ver os pés dela subindo e descendo no pau, puxando a pele, cobrindo e descobrindo a cabeça, deslizei o dedo maior na racha molhada e mergulhei em seu túnel sentindo o calor das suas entranhas.

Rosinha (gemendo e se virando pra me beijar) – Oh, amor, que dedinho gostoso você tem, assim vou sentir mais vontade de dar!

Senti a mão do tio Carvalho tocando na minha, mexendo no shortinho da minha mulher e tentando afastar o tecido pra ver a frutinha deliciosa que eu escondia debaixo da mão.

Eu (provocando e deslizando um dedo entre os lábios da xana) – Quer dar essa bucetinha gostosa pra nós?

Rosinha (me beijando, lambendo minha boca e gemendo) – Quero!

Eu – O tio tá puxando seu shortinho, ele tá querendo ver sua bucetinha! Posso mostrar pra ele?

Rosinha (provocando) – Pode, Fer, mostre pro tio a minha xotinha que você raspou pra ele comer!

Meu tesão era tamanho que, além de não me importar dela ter me entregado de bandeja ao tio Carvalho, puxei o shortinho pro lado e mostrei a ele a xaninha da minha esposa que eu queria ver novamente cheia com o cacete grosso dele.

Afastei minha mão da racha da Rosinha pra que o tio também pudesse lhe fazer um carinho na sua região mais íntima. Ao vê-lo abrindo os lábios da xota, lembrei de que aquela frutinha foi somente minha por muito tempo, mas que agora eu sentia o maior tesão ao dividi-la com o tio Carvalho.

Rosinha (se virando pra mim em busca de um beijo e provocando) – Ai, amor, o tio tá fazendo um carinho muito gostoso na minha xaninha, tá me deixando muito tesuda; você não se importa, não sente ciúme?

Eu (lambendo sua língua que ela punha pra fora da boca) – Se você tá gostando de sentir a mão dele na sua xotinha, eu também gosto, quero ver você feliz.

Rosinha (suspirando) – Eu gosto, amor, mas o tio é muito safado e tá enfiando o dedo em mim. Ufffff, o dedo dele é muito gostoso, ele enfiou todinho na minha rachinha! Se ele continuar mexendo vou sentir vontade de dar pra ele! Você vai deixar, amor, outro macho abusar de mim?

Eu (cheio de tesão) – Vou porque sei que você é muito putinha e tá gostando de sentir o tio mexendo na sua bucetinha!

Enquanto eu beijava a Rosinha, senti que o tio se levantava e, ao abrir os olhos, vi ele se ajoelhando no chão ao lado do sofá e aproximando o rosto da barriga dela. Iniciou os carinhos dando beijos ao redor do umbigo até que enfiou a língua nele fazendo movimentos como se estivesse lambendo um cuzinho. Em seguida foi descendo os beijos rumo à rachinha e, ao chegar nela, encostou a ponta do nariz na fenda delicada e aspirou o ar com força cheirando a xana da minha esposa.

Rosinha (de pernas abertas, sorrindo e acariciando os cabelos dele) – Minha xaninha tá limpinha, tio, não tem aquele cheirinho de xota que o Fer e você tanto gostam!

Carvalho (iniciando beijos e lambidas na rachinha) – Sua bucetinha é gostosa de qualquer jeito, Rosinha!

Rosinha (sorrindo pra mim, puxando minha cabeça pra me beijar enquanto se deliciava com as linguadas do tio na sua buceta) – Amor, minha vontade de dar tá aumentando, se você não tirar o tio do meio das minhas pernas, não vou resistir!

Eu (lhe acariciando os peitos e sorrindo amorosamente pra ela) – Aproveite, curta o carinho que ele tá te fazendo, quero te ver bem tesuda!

Rosinha (gemendo perto do meu ouvido, me provocando) – Amor, o tio tá molhando meu cuzinho com a língua, o que será que ele vai fazer comigo?

Olhei pra baixo pra ver o que acontecia entre as pernas da minha mulher e vi o tio numa posição desconfortável, lambendo com certa dificuldade a bunda dela, aliás, ele lambia o cuzinho, e o fazia com tanto capricho que ela não continha os gemidos de prazer. Vendo que ele se contorcia pra dar a ela aquele carinho, me deixei dominar pelo tesão de corno que sentia naquele momento e, pegando nos pés dela, os puxei pra cima até que seus joelhos encostassem nos seios. Naquela posição de franco assado em que coloquei minha mulher, buceta e cu expostos, vi o tio sorrindo pra nós antes de grudar sua boca no cu da minha esposa.

Rosinha (gemendo) – Ai, amor, o tio tá enfiando a língua no meu cu!

Depois de lamber o cu da minha Rosinha por um tempo, o tio se levantou exibindo com orgulho o cacetão e se aproximou do rosto dela lhe oferecendo o nervo duro. Ela, não conseguindo esconder o tesão que sentia, agarrou e abocanhou toda a cabeça e mais uns poucos centímetros da piroca que o tio punha diante do seu rosto. Naquele momento senti uma enorme excitação ao ver minha esposa cheia de tesão agarrando e chupando a pica de outro macho, mas também confesso um certo desconforto, pois aquilo estava muito próximo do meu rosto. Afastei minha cabeça da dela e continuei assistindo de perto aquela cena digna de filme pornô até que a Rosinha, dando uma paradinha nos movimentos da punheta que batia no cacetão, colocou a mão na coxa do tio Carvalho parecendo um pouco tensa. Olhei pra baixo, entre as pernas da minha mulher, e vi que o tio deslizava o dedo maior entre os lábios da xota e em seguida fazia um carinho no cuzinho; ele estava levando o melzinho lubrificante da xota pro cu! Acho até que ele fazia aquilo há algum tempo, mas agora ele ameaçava enfiar o dedo no cu da minha esposa.

Rosinha (ao sentir o tio forçando o dedo entre as pregas do seu cu, tirou o pau da boca e gemeu) – Amor, o tio tá querendo enfiar o dedo no meu cuzinho, você vai deixar?

Ao ver a expressão de desejo no rosto da minha esposa para que aquilo acontecesse, minha resposta foi um apaixonado beijo em seus lábios molhados. Só depois que estávamos lambendo nossas línguas, lembrei-me de que ela acabara de tirar o pau do tio da boca. Não me importei e continuei o beijo deixando que o tesão de corno conduzisse meu atos.

Rosinha (parando de me beijar) – Tio, vai devagar com esse dedão grosso que meu cu tá fechadinho ainda!

Olhei pra baixo e vi o dedo maior do tio Carvalho indo e vindo no furinho traseiro da Rosinha e, a cada empurrada, ele enfiava mais o dedo no rabo da minha mulher que não continha os gemidos de prazer:

Rosinha (agarrando minha cabeça e esfregando seus lábios aos meus enquanto segurava o pauzão do tio pertinho dos nossos rostos) – Ai, amor, o tio tá enfiando o dedo no meu cuzinho e me deixando doidinha de vontade de dar!

Ao ouvir aquilo, me perguntei se a minha esposa estava com vontade de dar a xota ou a bunda, mas quando lembrei de que ela disse aquilo justamente quando estava com o dedo do tio enfiado no seu rabo, me arrepiei ao imaginar o cacete grosso dele dentro do cuzinho delicado da minha mulher. Analisei rapidamente os meus sentimentos querendo saber se o que eu senti naquele momento foi ciúme ou tesão; e a resposta foi, tesão!

Sob o meu olhar atento, minha mulher voltou a chupar com voracidade o cacete que o tio lhe oferecia enquanto ele movimentava o dedo dentro do seu cuzinho. Vendo que o tesão dela se multiplicava, decidi dar ainda mais prazer a ela, levei minha mão até a xota e iniciei carinhos, primeiro no grelinho e depois fui descendo até enfiar dois dedos no canal apertado da bucetinha. Sentindo meus dedos e o do tio se tocando dentro dela, separados apenas por uma fina pele, imaginei o turbilhão de prazeres que minha esposa estava experimentando.

Rosinha (tirando bruscamente o pau do tio da sua boca e buscando a minha para um beijo apaixonado) – Vou gozar, me beije, Fer!

Colamos nossos lábios num beijo apaixonado e, enquanto nos beijávamos, percebi que o tio Carvalho movimentava o dedo no cuzinho dela com mais intensidade. Senti nas pontas dos meus dedos, que lhe acariciavam um dos peitos, sua pele se arrepiar anunciando o gozo que estava por chegar. Fui beijado, lambido e mordido nos lábios durante todo o tempo em que durou os espasmos de gozo que sacudiram o corpo da minha amada. Enquanto eu e o tio lentamente tirávamos nossos dedos dos buraquinhos da Rosinha, pensei que, de certa forma, ela havia transado com nós dois ao mesmo tempo, mesmo que tenhamos enfiado nela apenas os dedos, e não os pintos.

Rosinha (suspirando) – Putz, que gozada gostosa!

Ajeitei o corpo amolecido da Rosinha no sofá e fui até a cozinha buscar água para todos nós. Ao voltar, o tio estava sentado na poltrona acariciando o pau duríssimo e apreciando minha esposa toda largada no sofá, de olhos fechados e pernas levemente abertas exibindo a florzinha linda.

Carvalho (sorrindo pra mim) – Por pouco não gozei, foi difícil segurar, sua mulher é muito gostosa, Fernando!

Eu (oferecendo água a ele e também para a Rosinha) – Porque não gozou, tio?

Carvalho – A Rosinha tá transando tão gostoso que eu quero aproveitar um pouco mais dela antes de gozar!

Rosinha (abrindo os olhos, sorrindo e falando com a voz mole) – Tio, se você continuar me comendo e não gozando, vai chegar uma hora em que eu vou estar satisfeita e você vai ter que dormir de pinto duro!

O tio apenas sorriu e nada respondeu. Sentei-me no sofá puxando as pernas da Rosinha pra cima das minhas e ela logo iniciou um carinho com os pés no meu pau.

Rosinha (apertando meu pinto entre seus pés) – Ufffff, delícia de pinto duro você tem, amor! Quer meter ele em mim?

Eu (tirando os pés dela do meu pau e os empurrando deliciadamente para o chão) – Vem sentar no meu pau!

Ela não pensou duas vezes e, subindo no sofá, montou em mim com as costas viradas pro tio Carvalho que, sentado na poltrona em frente a nós, massageava o pau duro. Minha esposa subiu o corpo e desceu procurando meu pau com a xota e, como ele estava muito duro, ela não teve dificuldades para encontrá-lo e desceu o quadril engolindo ele com a buceta gulosa.

Rosinha (falando alto, provocando o tio Carvalho que apreciava o cuzinho dela piscando de tesão enquanto me cavalgava) – Ai, que delícia de cacete você tem, Fer!

Abocanhei um dos peitos dela e, enquanto lambia e mordia de levinho o mamilo duro, agarrei suas nádegas e as abri com o propósito de exibir ainda mais a minha esposa ao tio Carvalho, especialmente o cuzinho e a buceta cheia com meu pau.

Rosinha (empurrando minha cabeça, tirando o peito da minha boca e sussurrando no meu ouvido pro tio não ouvir) – Fer, o tio tá lambendo meu cu!

Senti um calafrio ao imaginar o tio Carvalho ajoelhado no tapete e lambendo o cu da minha mulher, tão perto da buceta onde meu pau estava enfiado. Me concentrei e tentei sentir algum toque da língua dele no meu pau, mas nada senti. Que alívio, caros leitores! Sem saber o que fazer, olhei e lá estava o meu tio atrás da Rosinha, ajoelhado e com a cara enfiada entre as nádegas da minha mulher. Relaxei e curti aquela brincadeira.

Caros leitores, inútil seria negar os preconceitos com os quais cresci; homens se tocando era inaceitável pra mim! Cresci evitando contatos com outros homens e, exceto apertos de mão e abraços nos parentes e amigos, sempre repudiei qualquer contato íntimo com outro macho! Apesar da excitação que eu sentia no momento, ou talvez por sentir tanto tesão, refleti rapidamente e conclui que, se eu fantasiava ver a minha esposa sendo o recheio de um sanduíche entre eu e o tio Carvalho, tais toques entre machos seriam inevitáveis e eu teria de aceitar. Deixei de pensar no assunto quando vi o tio se pôr de pé e, se posicionando ao lado da Rosinha, pegou o cacetão pela base e balançou oferecendo a piroca pra ela chupar.

Rosinha (depois de chupar um pouquinho o pau do tio) – Fer, nessa posição não consigo chupar direito o pinto do tio, vamos mudar.

E assim aconteceu, ela se levantou, se virou de costas pra mim e outra vez procurou com a xota o meu cacete; achou, sentou, engoliu e imediatamente abocanhou outra vez a pica que o tio lhe enfiava na boca. E assim transamos os três por uns minutos até que o tio tirou repentinamente o pau da boca da Rosinha.

Carvalho (respirando fundo e voltando a se sentar na poltrona em frente) – Ufa! Quase gozei!

Rosinha (rindo) – Tio, outra vez você tirou o pau de mim? Que sacana você, tava tão gostoso chupar ele! Vou avisar outra vez, se você continuar segurando o gozo, vai dormir de pau duro!

Carvalho (sorrindo pra ela) – Ohhh, minha flor, você é tão gostosa que eu quero aproveitar muito desse seu corpinho de sereia!

Rosinha (se acomodando sobre mim, apoiando as costas no meu peito e os pés nos meus joelhos se arreganhando toda, mostrando a buceta cheia com a minha pica para o tio Carvalho) – Tio, se eu sou tão gostosa assim, então vem me chupar!

Carvalho (levantando com uma cara de tarado e vindo em direção a nós) – Onde é que você quer que eu te chupe, minha linda?

Rosinha (pegando nos peitos e balançando eles pro tio) – Primeiro nos peitos, tio, veja como meus bicos estão duros de tesão!

A Rosinha me encarou, me presenteou com um sorriso safado e moveu as costas um pouco pro lado pra que eu pudesse ver o que o tio faria. Ele se ajoelhou entre as nossas pernas e aproximou o rosto dos seios da minha esposa; primeiro beijou cada um deles ao redor dos mamilos e lentamente foi aproximando a boca dos bicos até morder de levinho, chupar e, delicadamente puxar com os dentes até fazer a Rosinha gemer de dor:

Rosinha – Ai, tarado, você mordeu meu bico! Doeu!

Valeu a bronca que minha amada deu no tio, pois em seguida ganhou muitos beijinhos, lambidas e chupadas nos mamilos que fizeram arrepiar sua pele.

Rosinha (sorrindo sapeca pra mim, sinalizando que estava prestes a fazer uma arte e empurrando a cabeça do tio pra baixo) – Agora quero um carinho da sua língua no meu umbigo, tio, lambe ele igual você faz no meu cuzinho!

Obediente, ele desceu os beijos e foi lamber o umbigo da Rosinha, mas ela queria mais que beijos e lambidas naquele buraquinho e empurrou outra vez a cabeça dele pra baixo.

Rosinha (olhando pra mim, sorrindo e parecendo ter dúvida se o tio continuaria obediente) – Agora no grelinho, tio, lambe meu grelinho que me dá muito tesão, passe a língua nele e sinta como ele tá durinho!

Surpreendentemente o tio se abaixou ainda mais até começar a beijar o montinho de Vênus da minha esposa que descaradamente se arreganhava pra ele, abria a buceta com os dedos mostrando o meu cacete enfiado nela. Os beijos do tio desciam lentamente rumo ao grelinho e, ao tocar o delicado botãozinho do prazer da minha mulher, ela gemeu:

Rosinha (com a respiração acelerada e acariciando os cabelos dele) – Ufffff, que delícia, tio, que língua gostosa você tem! Chupe meu grelinho, chupe!

Querendo dar mais prazer à minha mulher, o tio Carvalho colou seus lábios na região do grelinho inevitavelmente tocando o seu lábio inferior no pouco do meu pau que restava de fora da buceta dela.

Rosinha (puxando a cabeça do tio de encontro à sua buceta) – Puta que pariu, tio, que língua gostosa você tem, nunca senti tanto tesão na minha vida, me lambe!

Mais uma vez, respondendo ao elogio que a minha mulher lhe fez, o tio manteve seus lábios colados na buceta dela e começou a movimentar a língua em círculos tocando levemente meu pau sem qualquer vergonha! Eu, vendo o estado de excitação da minha esposa ao receber aquela carícia na xota cheia com meu pau, pouco me importei com os toques íntimos entre eu e o tio Carvalho. Na verdade eu estava adorando tudo aquilo! Não sei quanto tempo durou aquela putaria que fazíamos, creio que uns poucos minutos, porém suficientes pra acelerar a respiração da Rosinha que outra vez admitiu o tesão que sentia:

Rosinha (puxando a cabeça do tio contra a buceta) – Você é demais, tio; vai me fazer gozar assim!

Carvalho (ao ouvir isso, imediatamente descolou sua boca da xota da minha esposa e voltou a se sentar na poltrona em frente) – Ainda não tá na hora de você gozar, minha linda, você ainda vai nos dar muito prazer antes de gozar!

Rosinha (reclamando e provocando) – Ohhh, tio, eu tava quase gozando, porque parou? Volte aqui, já, vem lamber minha xota com o pau do Fer dentro!

O tio nos assistia e sorria, mas não obedeceu a Rosinha. Ela saiu de cima de mim, se virou, me beijou a boca e me chamou:

Rosinha – Amor, vou chupar o tio, vem meter em mim que eu quero continuar dando pros dois; tô adorando ter dois homens só pra mim!

Ela se ajoelhou entre as pernas do tio que lhe oferecia a pica dura e abocanhou a caceta grossa ao mesmo tempo em que empinava a bunda pra mim e abria as pernas piscando o cu e oferecendo a buceta. Me ajoelhei atrás dela e soquei meu pau numa só metida, aproveitando que a buceta estava laceada, e comecei a bombar e mexer o pau dentro dela pros lados tentando tocar em seu útero. Tanto tentei que achei a posição na qual eu conseguia, às vezes, tocar levemente a cabeça da pica em seus órgãos internos. Ela, segurando a piroca do tio com as duas mãos, caprichava na mamada que dava nele, chupava a cabeça e punhetava o picão com a nítida intenção de fazer ele gozar. Eu vendo a minha mulher tarada daquele jeito, me excitei ainda mais e tive que conter meus movimentos, meter mais suavemente, ou gozaria em segundos. Houve um momento que senti alguns arrepios pelo corpo e imediatamente tirei o pau de dentro dela conseguindo adiar o prazer maior.

Rosinha (olhando pra trás e ordenando em alto e bom som pra que o tio Carvalho não tivesse dúvida do que ela falava) – Mete, Fer, soca essa pica gostosa na minha buceta, mete fundo e com força que eu gosto, vem, me fode bem gostoso, vem!

Percebi que o tio estava próximo de gozar também, pois apoiou as mãos nos ombros da minha esposa e tentava em vão empurrá-la pra que ela soltasse seu pau. Minha mulher, percebendo que o tio não estava se aguentando mais, usou o seu vocabulário mais obsceno tentando provocar o gozo no tio Carvalho:

Rosinha (punhetando o cacetão com as duas mãos, encarando o tio nos olhos e falando com a voz carregada de tesão) – Vai, tio, se você pensa que vai continuar me comendo sem gozar, enganou-se; vou te fazer gozar agora! Quero ver esse seu pauzão de cavalo mijando porra cremosa, vai meu cavalão, sinta minhas mãos punhetando essa sua piroca gigante, parece pau de cavalo, vai, deixa ele gozar pra mim que eu quero ver sua porra grudenta saindo, vai goza pra mim, prometo engolir toda essa sua porra gostosa!

Carvalho (tentando segurar as mãos da Rosinha, porém sem sucesso) – Pare, putinha, eu não quero gozar na punheta, quero meter na sua buceta, te foder e gozar dentro de você, te encher de porra quente, pare, por favor!

Rosinha (punhetando com energia o picão do tio) – Vai, meu cavalão, mije pra mim essa sua porra gostosa

Eu, olhando e escutando todas aquelas putarias entre a minha esposa puta e o meu tio safado, tive que parar de meter pra não gozar. O tio, coroa experiente, tentava de todas as formas segurar o gozo, mas a minha mulher não desistia e fazia de tudo pra provocar o gozo dele.

Rosinha (molhando o dedo maior na boca e, sem qualquer preparação, o enfiou no rabo do tio) – Sinta meu dedo no seu cu, tio, se é uma dedada no rabo que você tá precisando pra gozar, então tome dedo no cu! (metendo, fodendo o cu do tio com o dedo com mais velocidade ao ver a pele dele se arrepiando e denunciando que o prazer maior estava chegando) – Isso, tio, não segure mais, goze pra mim, me dá seu leitinho quente que eu vou beber tudo!

A minha esposa olhava atentamente para a cabeça da pica, mantinha a boca aberta e língua de fora e, tão logo explodiu o primeiro jato em seus lábios, ela abocanhou o cacete e continuou punhetando e recebendo em sua boca os jatos do prazer do tio Carvalho que gemia:

Carvalho (de olhos fechados e segurando a cabeça da minha esposa como se temesse que ela tirasse seu pau da boca enquanto ele gozava) – Ai, minha flor, eu não queria gozar na punheta, eu queria meter e gozar dentro de você, minha linda!

Rosinha (tirando rapidamente a pica da boca e voltando a chupar após provocar o tio) – Você não tá gozando na punheta, tio, você tá gozando na minha boca e eu tô engolindo tudo. Aproveite!

Fiquei quietinho com meu pau dentro da minha mulher enquanto ela engolia a porra que o tio Carvalho esguichava em sua boca, não me movimentei pra não gozar e esperei que a minha esposa terminasse de extrair da pica do tio até a última gota de esperma. Ela espremeu o cacete desde a base até a cabeça e ainda recolheu com a língua o creme do primeiro jato que havia caído na barriga dele.

Rosinha (ao terminar de ordenhar a pica do tio, parecia ter pressa) – Amor, quero que você faça em mim o mesmo que o tio fez agora há pouco.

Eu, surpreendido e sem saber o que ela tramava, assisti ela se separando de mim, virando a bunda pro tio e se curvando, agarrando o pau por entre suas pernas e apontando o cacete pra entrada da buceta.

Rosinha (sentando e comendo com a xota o cacete ainda duro do tio Carvalho) – Puta que pariu, minha buceta já tá laceada e ainda sofro pra aguentar esse pauzão de cavalo!

Eu estava paralisado sem saber o que fazer e o que a minha mulher pretendia, mas logo descobri ao vê-la apoiando as costas no peito do tio e os pés nos seus joelhos.

Rosinha (arreganhando as pernas pra mim e puxando com os dedos os lábios da xota exibindo o grelinho duro) – Vem chupar minha buceta, amor, vem que eu tô quase gozando!

Caros leitores, a minha transformação de marido amoroso em corno com tesão foi muito mais rápida do que eu imaginei, eu estava surpreso comigo mesmo quando me vi abrindo mão dos meus antigos preconceitos, principalmente aquele em que é viado todo macho que toca intimamente outro macho (risos)! Deixei que o meu instinto e tesão de corno me guiassem e cai de joelhos entre as pernas daqueles dois safados, colei minha boca na região onde nascia o grelinho da minha esposa e deixei que ela agarrasse minha cabeça e a pressionasse de encontro à sua buceta cheia com a maior pica já experimentada por ela.

Rosinha (ao sentir minha boca e a língua se movimentando na sua buceta sem qualquer vergonha de tocar a pica do tio Carvalho que enchia a sua racha) – Ai, amor, sonhei tanto com esse momento, fantasiei tanto com você chupando minha buceta com um pau dentro dela, ai, que delícia, assim você vai me fazer gozar!

Bem, caros leitores, apesar de eu ainda não estar totalmente à vontade ao tocar intimamente outro homem, porém pensando no enorme prazer que a minha mulher sentia naquele momento, sendo lambida na xota com o pau do tio Carvalho dentro dela, diminui os movimentos da língua tentando prolongar ao máximo o prazer da minha amada. Caprichei nas lambidas na região do grelinho, suguei o pequenino ponto de prazer que adornava aquela xana linda e tentei não dar importância nos leves toques entre a minha língua e a pica do tio. Talvez eu ficasse ali lambendo e dando prazer à Rosinha por mais algum tempo, mas percebendo que o cacete que ela tinha dentro da buceta amolecia, imaginei que se aquilo escapasse da racha, a brincadeira terminaria e, então, intensifiquei as lambidas e chupadas mesmo tocando mais vezes a piroca do tio com a minha língua.

Rosinha (se arrepiando e puxando minha cabeça contra sua xota) – Ai, amor, vou gozar, vou gozar na sua boca com o pau do tio dentro da minha buceta, ai, que delícia, vou gozar, vou gozaaaaar!

Esperei que os espasmos de gozo da Rosinha diminuíssem e lentamente reduzi o ritmo das minhas linguadas no grelo que estava ficando sensível. Logo que descolei minha boca da xana dela, o pau do tio escapou quase me atingindo no rosto (risos). Me coloquei de pé mostrando para a Rosinha o estado de excitação em que me encontrava, o meu cacete brilhava de tão duro. Ela, mesmo desfalecida sobre o corpo do tio Carvalho, sorriu pra mi, arranjou energias e me chamou:

Rosinha (sorrindo preguiçosamente) – Vem, amor, me dá essa pica gostosa aqui na minha boca que eu vou fazer ela gozar bem gostoso, vem!

Subi no sofá sem me importar com o tio que estava debaixo dela e, em pé, enfiei meu cacete na boca da minha mulher. Afoito pelo tesão que eu sentia há tempos sem gozar, comecei a meter na boca dela como se estivesse metendo numa buceta ou num cu. Meu tesão era tamanho que ela percebeu que eu não aguentaria muito mais tempo sem gozar e me incentivou:

Rosinha (enfiando um dedo molhado no meu cu, me encarando e abocanhando meu pau tentando enfiá-lo todo em sua boca) – Goze, meu macho gostoso, dê pra mim essa sua porra que eu tanto gosto, esguiche na minha boca que vou engolir tudo e juntar no meu estômago a sua porra com a do tio!

Eu (ao ouvir aquilo e imaginando minha esposa com porra de dois machos no estômago, não resisti) – Ai, putinha gostosa, vou gozar, vou encher sua boca de porra, tome porra na boca, engula tudo, ahhhhh!

Uau! Que gozada gostosa dei na boca da minha esposa! Ela punhetou e me chupou durante todo o tempo em que duraram meus espasmos de gozo e, ao terminar, me sentei no sofá ao lado deles. A Rosinha saiu de cima do tio Carvalho e montou em mim encaixando na sua buceta arrombada pelo cacetão do tio Carvalho, o meu pau que amolecia lentamente, mas ainda duro o suficiente pra penetrar na xana gostosa da minha mulher. Ela me abraçou e me beijou enfiando sua língua molhada na minha boca enquanto o tio se levantou e foi tomar banho.

Rosinha (rebolando na minha pica e falando no meu ouvido) – Tá sentindo minha buceta arrombada? Gosta dela folgada assim? Te dá tesão saber que outro macho deixou ela toda aberta pra você?

Eu (sentindo meu pau “nadando” na xota larga da Rosinha)– Adoro!

Rosinha (me beijando, enfiando a língua molhada na minha boca) – Amo muito você, meu corninho! Você é o melhor marido do mundo!

O tio foi tomar banho e eu e a Rosinha ficamos ali no sofá curtindo uma preguiça, esperando o meu pau amolecer de vez e sair da xota da minha amada esposa. Tão logo o tio voltou, fomos eu e ela também pro chuveiro e, ao voltarmos pra sala, enrolados em toalhas, o tio nos esperava pelado e nos serviu taças com vinho. A minha mulher, pra provocar o tio Carvalho, havia dobrado a toalha antes de amarrar em seu corpo de forma que ficou curta deixando aparecer a pontinha da buceta entre suas coxas deliciosas, embora fingisse que não sabia que exibia a frutinha tão preciosa e desejada. Nossos corpos se movimentavam preguiçosamente e um sorriso de satisfação estampado nossos rostos indicava que aquela noite terminaria em uma boa prosa regada com vinho.

Carvalho (sorrindo ao nos ver enrolados em toalhas e não disfarçando seu olhar para o entre coxas da minha mulher onde aparecia a pontinha da rachinha) – Assim não vale, eu estou pelado e vocês enrolados em toalhas! Se não ficarem pelados também, vou sentir vergonha!

Eu e a Rosinha trocamos sorrisos e tiramos as toalhas ficando também pelados, como desejava o tio Carvalho. Escolhemos beber na varanda e fomos todos nus, mas usamos as toalhas pra forrar as cadeiras. Eu e o tio nos sentamos lado a lado num banco parecido com aqueles de praça, e a Rosinha numa cadeira confortável em frente a nós escondendo a xota entre as pernas cruzadas, mas exibia sem qualquer vergonha os seios nus. Sob o belíssimo céu noturno iniciamos uma boa prosa regada ao vinho trazido pelo tio Carvalho.

Carvalho – E você, Rosinha, que dizia ter vergonha de transar com dois homens ao mesmo tempo, o que achou do sexo gostoso que fizemos a três?

Rosinha (sorrindo) – Gostei, tio, eu estava tímida no começo, mas o tesão nos embriaga tanto quanto o álcool, né; e aí fazemos coisas que não pensávamos, ou tínhamos vergonha de fazer. Se bem que, desde novinha, antes mesmo de conhecer o Fer, eu fantasiava ter dois homens só pra mim!

Carvalho (sorrindo ao ouvir a confissão da minha mulher) – E você, Fernando, gostou de dividir sua linda esposa comigo?

Eu (tímido, escolhendo as palavras com vergonha de admitir o tesão que sentia ao ser corno) – Foi, legal, tio, mas não faríamos com outra pessoa diferente de você; fizemos com você porque sentimos confiança e amizade, sabemos que nunca vai contar pra outras pessoas, além de que é saudável e podemos transar sem camisinha.

Minha esposa olhou pra mim indicando que faria uma arte e lentamente descruzou, esticou e abriu levemente as pernas, mas cobriu a xota com a mão a escondendo do olhar safado do tio Carvalho. Sorrindo pra mim, apoiou um pé no meu saco e iniciou uma delicada massagem no meu pau mole. O tio, ao meu lado, a tudo assistia e parecia sentir inveja do carinho que eu ganhava da minha esposa. A Rosinha, percebendo o ciúme, repetiu no tio o que fazia em mim e também o presenteou acariciando levemente com o pé as suas bolas e o pau mole.

Rosinha (sorrindo pra mim, parecendo buscar aprovação para a safadeza que ela fazia no tio Carvalho) – Isso mesmo, tio, transar de camisinha é chato, o gostoso é sentir a coisa bem natural, o cheiro do pau, o sabor do melzinho e, no final, a porra grudenta na boca ou na xota.

Carvalho (rindo) – Você esqueceu o cuzinho, Rosinha?

Rosinha (me surpreendendo com sua sinceridade e obscenidades) – Não esqueci, não, tio; eu sinto o maior tesão na bunda, adoro dar o cuzinho e gozo pra caralho, mas o meu rabinho é só do meu amorzinho Fer!

Carvalho (olhando o pé da minha esposa lhe acariciando o pinto mole) – Rosinha, eu gozei há pouco e tô satisfeito, mas se você continuar me provocando com esse seu pezinho gostoso, meu pau vai endurecer e vou querer te comer outra vez!

Rosinha (tirando o pé do pinto mole do tio Carvalho) – Não deixe ele crescer, não, tio! (olhando pra mim) – Amor, sempre que chupei o pinto do tio, ele tava duro, nunca chupei ele mole, posso chupar até ele endurecer na minha boca?

Eu (sentindo tesão ao imaginar minha esposa endurecendo o pau do tio na sua boca, mas com vergonha de admitir) – Bem, você já fez de tudo com ele, então chupe!

Rosinha (se ajoelhando sobre os chinelos pra não machucar os joelhos e sorrindo pra mim) – Não fiz de tudo com o tio, não, Fer, ele ainda não comeu a minha bunda; e nem vai comer porque meu cuzinho é só seu!

O tio abriu um pouco mais as pernas enquanto a Rosinha se ajeitava entre elas e, quando ele ia levando a mão ao pau, certamente pra puxar a pele e expor a cabeça para a minha esposa chupar, ela o impediu e, esfregando o nariz no pinto mole, gemeu:

Rosinha (cheirando o pau do tio antes de abocanhar) – Ufff, ufff, ufff, molinho assim, acho que vai caber inteirinho na minha boca!

Meu pau mole pulsou quando vi minha esposa procurando com a boca o cacete flácido do tio Carvalho; com a língua ela encaixou a cabeça da pica entre seus lábios e sugou o restante agasalhando todo o pau mole em sua boca. O tio, sentindo as delícias que a minha esposa lhe proporcionava, principalmente depois que ela afundou o rosto em seu púbis, sentou-se na beirada do banco e, com as mãos, puxou a cabeça dela de encontro ao seu corpo enterrando toda a pica na boca da minha mulher. A Rosinha apoiou as mãos nas coxas do tio e mexia a língua tentando ajeitar o pinto que certamente crescia ocupando mais espaço em sua boca.

Carvalho (sorrindo pra mim) – Oh, Fer, que boca quentinha e molhada tem a Rosinha!

Eu nada respondi, apenas sorri pra ele enquanto assistia minha esposa endurecendo na sua boca o pau do tio Carvalho. A Rosinha, com a boca cheia como estava, parecia se incomodar e percebi que ela tentava levantar a cabeça que o tio continuava pressionando contra o seu púbis. Segundos depois minha esposa delicadamente socou as coxas do tio sinalizando que não era mais possível continuar com o rosto colado no corpo dele e o pau todo dentro da boca.

Rosinha (após ter a cabeça solta pelo tio e tirando a boca do pau ainda mole, mas bem maior que antes) – Ufa! Tio, seu safado, eu tava quase me afogando com esse seu pauzão na minha boca!

Carvalho (rindo) – Mas ele continua mole, Rosinha!

Rosinha (sorrindo e brincando com a pica do tio, puxando a pele cobrindo e descobrindo a cabeça) – Ainda tá mole, mas tá grande, veja como tá grossão!

Minha mulher voltou a abocanhar o cacete do tio que crescia e engrossava com a massagem que ela fazia nele. Não demorou muito e o cacetão atingiu seu tamanho máximo. Ela olhou para o poste que o tio lhe exibia orgulhosamente, admirou, sorriu pra ele e, agarrando com as duas mãos, fez uns movimentos firmes de punheta. Sorriu pra mim, voltou a olhar para aquilo, apertou sentindo a dureza e a grossura e, acho que instintivamente, segurou pela base e bateu no próprio rosto várias vezes com o cacetão que o tio lhe oferecia: paf, paf, paf.

Rosinha (sorrindo para o tio, encostando o cacete ao lado do rosto, como fazem as atrizes de filmes pornôs quando querem comparar o tamanho do pau com a própria cabeça) – Pauzudo!

A Rosinha olhou e sorriu pra mim justo quando eu tentava disfarçar meu pau duro cruzando a perna e o escondendo com o braço. Ela se levantou e disse ao tio que queria mais vinho e, quando ele se levantou exibindo o cacetão duro e foi buscar a garrafa, ela puxou minha perna me obrigando a mostrar o pau que latejava de tão duro.

Rosinha (apoiando uma mão no meu joelho, outra massageando meu pau, sorrindo e falando no meu ouvido) – Que delícia saber que o meu corninho fica de pau duro ao me ver chupando a piroca de outro macho!

Eu (puxando ela pra se sentar nas minhas coxas) – Cê tá me deixando doido de tesão, minha putinha!

Rosinha (esfregando seus lábios molhados de chupar a pica do tio nos meus, lambendo minha boca e falando com a voz carregada de tesão) – Daqui a pouco vou dar pra vocês dois juntos e você poderá gozar e aliviar o seu tesão em mim! (pegando minha pica) – Vou deixar você e o tio me foderem bem gostoso, quero dois machos me comendo ao mesmo tempo! Agora dê um jeito de amolecer esse pauzão gostoso que eu quero beber mais vinho antes de entrarmos.

Logo que o tio voltou, trazendo a garrafa de vinho e exibindo o cacete ainda duro, a Rosinha se levantou das minhas coxas e me puxou pela mão me fazendo levantar também.

Rosinha – Tio, mudei de ideia, essa brisa fresca da noite tá me causando arrepios de frio, que tal entrarmos e terminarmos o vinho dentro da casa?

Carvalho (sorrindo e olhando os peitos da minha mulher) – Pensei que os bicos dos seus peitos estavam duros de tesão, e não de frio!

Rosinha (rindo, beliscando de leve e puxando os mamilos) – Ahhh, tio, eles estão durinhos assim de frio e de tesão; vamos, melhor entrarmos!

Convite aceito, entramos todos, fechamos a porta e nos acomodamos. Eu me sentei apoiado no braço direito do sofá e a Rosinha sentou-se entre minhas pernas pressionando as costas no meu pau duro e cobriu a xota e os seios com a toalha. O tio apoiou-se no braço esquerdo do sofá e também se cobriu com a toalha escondendo do olhar curioso da minha esposa o pinto que insistia em continuar duro. Iniciamos uma prosa gostosa e regada ao bom vinho.

EXCLUSIVIDADE DA CASA DOS CONTOS ERÓTICOS. DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS. PROIBIDO COPIAR, REPRODUZIR E REPUBLICAR EM QUALQUER OUTRO SITE, PÁGINA OU BLOG.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Armando Pinto a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários