Pedido de perdão ao Julgamento II

Um conto erótico de Subcrys
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 708 palavras
Data: 04/01/2026 19:39:23
Última revisão: 04/01/2026 19:49:27
Assuntos: Sadomasoquismo

Pedido de perdão a Julgamento II

O silêncio na sala era denso, pesado, como se cada olhar fosse um prego cravado na minha pele.

De joelhos, com os braços atrás da cabeça, sentia-me como um animal exposto num circo de senhores cruéis. O plug latejava no meu interior, a garganta ardia da urina engolida, e ainda assim sabia: o pior estava apenas a começar.

A Dra. R foi a primeira a falar.

— Escrava, foste convocada para este tribunal por teres ofendido, humilhado e desonrado o meu marido, o Sr. Eng. . A tua pena não está apenas no atraso de hoje, mas no desprezo com que no passado ousaste falar dele. Hoje serás julgada, castigada e possuída até que nada reste em ti a não ser a condição que aceitas: a de escrava da Casa C.

Dona L interrompeu:

— Vamos começar pelo castigo físico. Que a cadela sinta na carne a vergonha que trouxe à nossa família.

O Engenheiro pegou na vara de bambu.

— Setenta e cinco chicotadas. — a sua voz não deixava margem. — Cada uma, um minuto do teu atraso, cada uma, um lembrete da tua baixeza.

Dois convidados ergueram-me pelos braços, estendendo-me de bruços sobre um banco baixo. O vestido de criada subiu, deixando-me nua, exposta.

A primeira vergastada caiu sem aviso. O som seco encheu a sala, arrancando-me um gemido abafado.

— Conta em voz alta! — gritou a Dra. R

— U… uma… — respondi, a voz a tremer.

Outra chicotada, mais forte, ardendo como fogo.

— Duas… —

A cada golpe, a pele abria-se em listras vermelhas. As lágrimas escorriam-me pelo rosto, mas a contagem continuava. À décima, já gritava; à vigésima, soluçava; à trigésima, quase desfaleço. Mas eles não tinham pressa. Cada número era arrancado de mim como sangue.

Quando cheguei à quinquagésima, o corpo já não me obedecia.

O Engenheiro aproximou-se e agarrou-me pelo cabelo.

— Vais desmaiar, cadela? Nem pensar. Ainda faltam vinte e cinco.

Deitou-me água gelada pela cara, forçando-me a despertar.

— Continua a contar. —

Oiço a vara cortar o ar e voltar a rasgar-me a carne.

— Cinquenta e um! —

A plateia ria, comentava entre si. As filhas, cúmplices do espetáculo, registavam cada choro, cada grito, como se fossem troféus.

Quando finalmente gritei “setenta e cinco!”, o corpo caiu mole sobre o banco, sem forças para mais.

Mas o castigo não terminou.

A Dra. R levantou-se do trono, aproximou-se e, sem piedade, aplicou-me cinquenta palmadas diretas, rápidas, até as nádegas ficarem roxas.

— Aprende, cadela. A tua pele pertence-nos.

A Matriarca ordenou a seguir:

— Agora, de quatro. Rabo bem alto. Vamos às vergastadas de vara.

Obedeci, já sem resistência.

As vergastadas eram diferentes das chicotadas: mais fundas, mais cortantes. Senti a pele a rasgar-se em golpes longos. Os gritos ecoavam, mas ninguém teve pena.

— Sessenta… sessenta e um… sessenta e dois… — a contagem continuava.

No final, o Engenheiro largou a vara e anunciou:

— E para terminar, setenta e cinco açoites. Que fique gravado a fogo que esta criatura é propriedade da Casa C

Um chicote de couro foi entregue a Dona L.

— Será uma honra — disse ela, erguendo o braço com firmeza.

Cada estalada no meu corpo abria-me mais a alma do que a pele. Já não chorava, já não gritava: apenas obedecia, apenas recebia, apenas existia como coisa deles.

Quando o último açoitamento caiu, o silêncio voltou à sala.

Eu, ajoelhada, suada, marcada de sangue e lágrimas, mal respirava.

Foi então que a Dra. R declarou:

— O castigo físico terminou. Agora vem o castigo moral.

Fez sinal com a mão.

Duas das filhas aproximaram-se, cada uma com um par de cuecas molhadas na mão.

— Estão usadas desde ontem. Vais enfiá-las na boca, uma por uma, e engolir o sabor da sujeira delas.

Obedeci, quase a sufocar, com o odor acre a encher-me a boca. Mastigava, chupava, até que permitiram que cuspisse e engolisse os restos de saliva.

O Engenheiro ergueu-se.

— Muito bem. A primeira parte do julgamento terminou. Mas a noite é longa, e a cadela ainda vai servir.

Um murmúrio de expectativa percorreu a sala.

Dona L sorriu.

— Está aberta a sessão de usos. Cada um terá a sua vez. Esta escrava vai ser tomada em todos os orifícios, até à exaustão.

E eu, ajoelhada, percebi que aquilo que julgava já insuportável era apenas o começo.

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