Minha Irmã Viu Meu Nude e Agora Tudo Mudou - PARTE 10

Um conto erótico de incestuozzy
Categoria: Heterossexual
Contém 3729 palavras
Data: 30/01/2026 20:29:24

*Se você me dissesse um mês atrás que eu estaria absorvendo minha própria saga pessoal incestuosa, crônica do colapso lento da minha bússola moral e a aceleração rápida da minha libido, eu teria te bloqueado em todas as plataformas e te denunciado por assédio. E ainda assim: aqui estamos. Tô escrevendo isso de um hotel corporativo no meio do nada literal, apoiado numa cadeira de escritório que é um pesadelo ergonômico, com uma porta trancada duas vezes porque tô paranoico que a equipe de limpeza vai me pegar digitando a frase "buceta da minha irmã" e chamar a polícia.*

**Primeiro:** muito obrigado, porque a única coisa mais maluca que o que tá acontecendo na minha vida é o fato de que pessoas tão realmente lendo essas publicações. Alguns de vocês são, tenho quase certeza, bots com fetiche por aprendizado de máquina. Alguns de vocês provavelmente tão entediados o suficiente pra viver vicariamente através da história de advertência mais estranha do mundo. **De qualquer forma:** vocês me fizeram rir uma dúzia de vezes por dia com seus "mano você tá bem", seus encorajamentos de "não estraga tudo", e suas teorias de fã enlouquecidas. Pra registro: não tô bem, mas isso é por escolha a essa altura.

Deveria estar trabalhando agora, preparando pra uma demo de produto que não me importo de verdade, mas meu celular continua vibrando com notificações e pings. Alguns dias parece que sou menos uma pessoa e mais um traje de carne pra vocês pilotarem remotamente através do simulador de namoro mais fodido do mundo. Reli um monte das minhas próprias atualizações, e honestamente, é constrangedor ver quantas vezes usei palavras como "latejando" e "perfeita" e "como se fosse morrer". Spoiler: não morri, mas envelheci uns seis anos em dano emocional.

Mas aqui a atualização que eu realmente precisava escrever: tô de volta no trabalho. Sou oficialmente um drone corporativo de novo. O que significa que o arco de alta velocidade, tempo real, foda-se-e-descubra das minhas Férias de Inverno acabou, e o resto da história vai desacelerar pra algo mais como "recap dos desastres da semana, com atualização rápida ocasional quando a Manda faz algo demente." Não consigo decidir se tô aliviado ou devastado por isso.

Caso alguém ainda esteja acompanhando, aqui a parte logística: a Manda e eu estamos bem. Melhor que bem.

A mãe ainda não suspeita de nada, o que é um testemunho do foco de visão de túnel dela ou da nossa habilidade de gaslighting em nós mesmos acreditando que nada tá errado. A Manda continua empurrando o envelope, sempre uma piada longe de me chamar de "namorado" em vez de "irmão," e tá começando a parecer menos uma piada e mais um teste pro futuro onde isso é só... nossa vida.

Além disso, dica profissional: se você se encontrar num relacionamento inapropriado, não pesquise no Google "como fazer transição de incesto pra normalidade" porque os resultados só vão fazer você querer queimar os olhos e nunca mais usar um computador.

Deveria deixar claro que nada acabou. Não tenho ideia de onde isso vai. Mas agora, tô numa viagem de trabalho. Vou voltar pra casa em três dias. Sinto falta da Manda, e não do jeito que você deveria sentir falta da sua irmã. Tô usando esse tempo longe pra tentar resetar meu cérebro, pra fingir que sou normal por pelo menos 72 horas.

Sem garantias.

Enfim, próxima atualização provavelmente será depois que eu voltar—assumindo que a Manda não tenha encontrado um jeito novo de me provocar.

***\\*\\*\\*Aqui a atualização real\\*\\*\\****

Na manhã seguinte, meu alarme tocou às 6:00 e genuinamente considerei jogar meu celular. Costumava ser uma daquelas pessoas que se gabavam de conseguir funcionar com quatro horas de sono, mas depois de uma semana de depravação noturna com a Manda, meu corpo tinha decidido que tinha acabado com essa mentira. Cada músculo gritava. Minha cabeça parecia cheia de concreto.

Então levantei. Cambaleei pro caminho em shorts de ginástica, camiseta limpa, e um moletom velho de banda. A casa tava escura e fria. Desci e bebi dois copos grandes de água direto da torneira. Tinha lido em algum lugar que isso era "bom pra você," e já que tudo mais na minha vida era ativamente ruim pra mim, parecia um compromisso razoável. A água tava gelada e queimou todo o caminho descendo, mas conseguia sentir meu cérebro começar a ligar com cada gole.

O segundo copo de água acertou meu estômago como um tijolo. Joguei o copo na pia, peguei minhas chaves, e me preparei mentalmente pra algumas horas de autoflagelação na academia.

Se ia foder minha vida, pelo menos ia parecer bem fazendo isso.

A academia às seis e meia da manhã era um cruzamento entre uma cripta e uma câmara de punição. Ninguém lá além dos dedicados, velhos de calça de moletom e mães que bombeiam ferro que pareciam que podiam me rasgar ao meio sem quebrar o ritmo.

Primeira parada: agachamento. Carreguei a barra com algo que conseguia realmente levantar sem estourar um disco, fiz algumas séries lentas, tentando não fazer contato visual com meu reflexo no espelho. Minha bunda parecia ok, acho, mas as olheiras eram permanentes a essa altura.

Próximo: elevação de panturrilha, o exercício mais inútil da terra a menos que você esteja planejando entrar num concurso de Mr. Universo pros pés. Fiz mesmo assim, tentando me distrair com uma repetição mental da última vez que a Manda chupou meu pau e me disse que minhas panturrilhas eram "mais gostosas que as dela." A memória foi suficiente pra me dar um semi, que tive que fazer desaparecer antes de me envergonhar na frente dos espectadores idosos.

Finalmente, a esteira. Peguei a do canto, bem embaixo de uma TV que sempre tava ligada no GNT mas sem som. Deslizei meu celular no suporte, coloquei um episódio de Doctor Who da era Matt Smith, e comecei a correr num ritmo que não ia me matar.

Na primeira milha, tava totalmente imerso no programa, deixando o diálogo expulsar as vozes na minha própria cabeça. O Doutor tava resolvendo alguma crise existencial num planeta feito de tempo, e parecia apropriado. Aumentei a velocidade, sentindo a queimação nas coxas, e me deixei acreditar, só por um minuto, que podia fugir correndo de todas as coisas que me faziam querer pular pra fora da própria pele.

Então meu celular vibrou. Forte.

Quase ignorei—tempo sagrado de esteira—mas algo no meu cérebro reptiliano disse pra checar.

manda: "enviou uma foto"

Deslizei pra abrir e quase tropecei fora da esteira. A foto era a Manda, esparramada nua na minha cama, uma mão no cabelo e a outra segurando o celular. Ela olhava direto pra câmera, cabelo uma bagunça, corpo esticado como se tivesse esperando eu chegar em casa e arruinar ela.

Legenda: "Vim aqui pra te surpreender e sua cama tá VAZIA. Agora é minha. Vem reclamar seu trono, bobão."

A esteira apitou, avisando que eu tava prestes a comer o chão se não focasse. Me forcei a olhar pra cima, coração batendo tão forte que sacudiu minha visão.

Esperei um minuto—tentei terminar a corrida, mas não conseguia parar de pensar nela. Sobre o jeito que ela tinha tomado minha cama, reivindicado, marcado como dela.

Mandei mensagem de volta: "Termino em 30 mins. Quer café?"

Ela respondeu instantaneamente: "Matcha latte e um danish. Me surpreende. Também traz algo pra você, você parece um zumbi a maioria dos dias."

Então, outra mensagem: "PS—quando você chegar em casa preciso que você coloque um pouco do seu creme extra no meu latte se entende o que quero dizer."

Tentei continuar correndo, mas a ereção tava de volta e dessa vez não ia embora. Terminei minha corrida duas milhas antes, limpei a máquina como um adulto responsável, e mergulhei no vestiário masculino pra um banho frio que não fez absolutamente nada pra me acalmar.

Pensei na foto o caminho todo até o carro. Pensei nela nua na minha cama, esperando eu chegar em casa.

Mal podia esperar pra ver o que ela faria quando eu trouxesse o café.

A Grão Espresso tava meio vazia às sete e meia, bem do jeito que gostava. Só algumas mesas ocupadas: um par de senhoras velhas que cheiravam a jornal molhado e um cara num colete Patagonia com laptop, provavelmente fazendo mais grana numa manhã do que eu fazia a semana toda.

A barista de cabelo azul tava no turno de novo. Não conseguia lembrar o nome dela, mas ela tinha uma vibe: piercings extras, delineador afiado o suficiente pra cortar, e a calma inabalável de alguém que tinha visto todo sabor possível de desastre matinal. Ela me localizou quando entrei, a sobrancelha tremendo num jeito de "lá vamos nós de novo".

"De volta de novo pela sua mãe?" ela perguntou, voz plana mas não hostil.

Acenei. "Não. Só corrida de café."

Ela bufou. "Faz sentido." Ela limpou as mãos no avental. "Então, qual o lance hoje?"

Olhei pro balcão de doces, vi o último danish de cream cheese, e apontei. "Um daqueles, um Americano grande, e um matcha latte com adoçante extra."

Ela começou o pedido, as mãos movendo rápido. "Namorada te botou na coisa do matcha agora?"

Hesitei, porque o que eu deveria dizer? "É," disse. "Ela me botou em muitas coisas."

Quando terminou, deslizou as bebidas pelo balcão, depois enfiou o danish num saquinho de papel. "Mais alguma coisa?" ela perguntou.

Pensei na Manda, nua na minha cama, esperando. Balancei a cabeça. "Não. Isso é perfeito."

Ela acenou, me deu uma saudação pequena, e virou pra ajudar a próxima pessoa.

Enquanto saía, me peguei sorrindo pro saco: danish de cream cheese pra garota que queria "creme extra." Às vezes o universo escreve a piada pra você.

Entrei no carro e respirei, deixando o cheiro de café e pão doce ensopar na minha roupa. Não conseguia parar de pensar na mensagem da Manda, o corpo dela esticado nos meus lençóis.

Agarrei o volante, nós dos dedos brancos, e fui pra casa.

Quando cheguei, a casa tava quieta de morte. O carro da mãe já tinha ido, o único sinal de vida o tique fraco do relógio de parede e o jeito que a luz do sol sangrava pelas persianas da cozinha. Larguei meus sapatos e subi as escadas, braços cheios de café e doce, e tentei não pensar na última vez que a Manda tinha estado na minha cama.

Abri minha porta. A Manda tava lá, sentada de pernas cruzadas bem no meio do cobertor, completamente nua e scrollando TikTok no volume máximo. Tinha deixado o cabelo uma bagunça, e olhou pra mim com aquela cara que ela fazia—metade desafio, metade convite.

"Serviço de quarto," disse, estendendo a bebida dela e o saco de doce.

Ela sorriu, rolou pros joelhos, e engatinhou até a beira da cama. A visão dela—pele nua, o tremorzinho pequeno na coxa enquanto mexia, o jeito que os peitos balançavam enquanto se movia—quase me fez derrubar os copos.

Ela pegou o matcha, tomou um gole, e gemeu. "Ai meu deus, isso é perfeito. Você disse pra eles usarem, tipo, um balde inteiro de adoçante?"

"Só pra você," disse, depois entreguei o danish de cream cheese. "Também isso. Porque você disse que precisava de creme extra."

Ela me lançou um olhar—horror de mentira, depois diversão genuína. "Essa piada é tão ruim. Mas também, por favor se mata."

Sentei na beira da cama, tomei um gole do meu próprio café, e tentei olhar pra qualquer lugar menos diretamente pros mamilos dela, que definitivamente tavam duros o suficiente.

A Manda mordeu o doce, fez um som que definitivamente não era seguro pro trabalho, depois limpou uma migalha do lábio. "Quer um pouco?"

Ela estendeu, e me inclinei pra uma mordida. Nossos rostos ficaram a polegadas de distância, perto o suficiente pra ver os flocos de espuma de chá verde no lábio superior dela.

"Você tem um bigode," disse.

Ela sorriu, lambeu o lábio, e perdeu metade. "Limpa pra mim?"

Encarei por um segundo. Então me inclinei, devagar, e lambi a espuma do canto da boca dela. Ela tinha gosto de açúcar e cream cheese, de tudo que tava prestes a ir direto pro meu pau.

Ela encarou de volta, olhos travados, depois agarrou meu rosto e me puxou pra um beijo. Era pra ser uma piada, mas em dois segundos ela tinha ficado feral, a língua na minha boca, as mãos deslizando pelo meu pescoço, a coisa toda bagunçada e desesperada.

Ela recuou, lábios molhados, e sussurrou, "Tira sua roupa."

Quase argumentei—tentei fazer uma piada—mas ela já tava puxando minha camiseta, arrancando por cima da cabeça. Ajudei, tirei até os shorts, e então ela tava em cima de mim, montada no meu colo, a buceta quente e escorregadia contra minha coxa. Ela agarrou meu café da minha mão, colocou na mesinha de cabeceira, e usou as duas mãos pra explorar meu peito, meus braços, meus lados. O toque dela era partes iguais clínico e possessivo, como se tivesse checando o investimento por falhas.

"Você realmente foi na academia," ela disse, se esfregando na minha perna.

"Sim," consegui, o que soou patético até pra mim.

"Bom," ela disse, e me beijou de novo, mais forte.

Minhas mãos vagaram, traçando pelas laterais dela, depois segurando a bunda, puxando mais perto. Ela gemeu na minha boca, depois se moveu mais baixo, beijando ao longo do meu maxilar, meu pescoço, depois descendo meu peito. Ela deixou mordidinhas pequenas, nada que fosse deixar roxo, mas o suficiente pra deixar um rastro de calor descendo todo o caminho.

Ela deslizou do meu colo, pros joelhos no chão, e puxou meus shorts pra baixo. Meu pau saltou pra fora, já duro, e ela riu, um som baixo que vibrou na garganta.

"Jesus, você realmente sentiu minha falta, né?"

Tentei dizer algo, mas ela tinha meu pau na boca antes que eu pudesse terminar. Ela trabalhou devagar, mãos torcendo em contraponto aos lábios, a língua percorrendo o comprimento do eixo como se tivesse degustando cada centímetro. De vez em quando ela olhava pra cima, travando olhos comigo, tornando impossível desviar o olhar.

Ela parou, passou o polegar ao redor da ponta, depois chupou de volta com um humzinho. "Você tem gosto melhor depois da academia," ela disse, o que escolhi tomar como um elogio.

Ela continuou, mais rápido agora, a cabeça balançando no tempo com os gemidinhos que ela fazia toda vez que acertava o fundo da garganta. Agarrei os lençóis pra não estoc

ar, mas ela notou e empurrou meus quadris pra baixo, me prendendo na cama.

Ela parou, rosto corado, e disse, "É melhor me dar o que pedi. Queria creme extra."

Perdi. O orgasmo acertou forte, muito mais forte do que esperava. Gozei na boca dela, muito, e ela engoliu cada gota, lambendo os lábios quando terminou.

Ela sentou de volta nos calcanhares, sorrindo, e tomou um gole longo do matcha. "Café da manhã dos campeões," ela disse, voz presunçosa.

Tentei recuperar o fôlego, depois alcancei por ela. Ela deslizou de volta pra cama, se enroscando do meu lado, ainda nua, ainda quente, ainda a coisa mais perfeita que já vi.

Ficamos assim por um tempo, sem falar, só respirando. Terminei meu café, observei ela comer o resto do danish, observei o jeito que ela lambia os dedos, cada gesto desenhado pra me lembrar quem tava realmente no comando aqui.

Quando terminou, ela rolou, cabeça no meu peito, e disse, "Realmente tem que ser o último dia antes de você voltar pro trabalho?"

"É," disse, sem saber o que mais dizer.

Ela se apoiou num cotovelo. "Então é melhor aproveitar. O dia todo. Só nós."

Ela lambeu minha bochecha, sorriu, e mordeu meu ombro. "Tempo de qualidade fodendo entre irmãos," ela disse, e pela primeira vez, não senti necessidade de argumentar.

Só segurei ela, e esperei pelo que vinha a seguir.

O resto do dia se desenrolou num tipo de estado de sonho regado a sexo. Nem nos preocupamos em nos vestir, nem uma vez, a menos que você conte as vezes que nos envolvemos em cobertores só tempo suficiente pra migrar pra cozinha por lanches ou água. A única regra era que nenhum de nós podia checar os celulares por mais de cinco minutos de cada vez, porque toda vez que fazíamos, acabávamos ficando distraídos.

Alternamos entre assistir filmes (coisas terríveis, lixo tier: Mulher Gato, o remake de Jem e as Hologramas, algo com Jason Statham que a Manda insistiu que era "cinema") e fazer oral um no outro. Não tinha regras sobre ordem ou tempo. Às vezes eu tava na metade dum salgadinho e a Manda se ajoelhava e me chupava sem aviso, olhos grudados no que quer que tivesse na TV. Às vezes eu tava scrollando Reddit e ela se jogava na cama, bunda pra cima, e esperava eu terminar o que quer que tivesse lendo antes de comer ela. Era casual. Era caos. Era perfeito.

Às 16:30, chequei o relógio e disse, "Mãe vai estar em casa em tipo uma hora."

A Manda, que tava deitada com a cabeça no meu colo e preguiçosamente acariciando minha coxa, olhou pra cima. "É tempo de sobra."

Ela olhou pro meu pau, que tava no estado pós-cochilo, pré-ereção, e cutucou. "Tem mais um em você?"

Ri. "Espero que sim."

Ela sorriu. "Bom. Quero tentar uma coisa."

Ela rolou pra barriga, arqueou as costas, e balançou a bunda pra mim. O movimento sozinho acordou cada neurônio no meu corpo.

"Presumo que você quer de quatro?" disse.

"Obviamente," ela disse, depois plantou os cotovelos no colchão e olhou pra trás pra mim, me desafiando a começar.

Engatinhei atrás dela, levei um segundo só pra apreciar a visão: o corpo dela, ainda rosa da nossa última rodada, o cabelo selvagem, o jeito que a bunda curvava na base das costas como se fosse feita pra ser agarrada.

Mas em vez de só ir nela, abri as pernas dela e comecei a lamber a buceta, devagar e constante, deixando minha língua trabalhar em círculos preguiçosos. Ela estremeceu, mas não reclamou—só agarrou a beira do colchão e se preparou.

Depois de um minuto, fiquei curioso, e deixei minha língua vagar mais alto, até a pontinha do cóccix, depois de volta pra baixo. Quando circulei o cu dela, ela arfou.

"Jesus, Bruno—o que você tá fazendo?"

Sorri, mas não respondi. Continuei, lambendo ao redor da borda, depois passando a língua através, depois voltando pro clitóris, depois pra cima de novo. Conseguia sentir o corpo todo dela tensionar, depois relaxar, depois tensionar de novo.

"Nunca... ninguém nunca..." Ela não conseguiu terminar.

Parei só tempo suficiente pra dizer, "Você disse que queria tentar coisas novas, certo?"

Ela fez um barulho que nunca tinha ouvido antes—metade choramingo, metade risadinha. "É, mas... continua."

Continuei. Lambi ela até ela ficar ofegante, depois empurrei minha língua só pra dentro. As pernas dela tremeram. Ela pressionou o rosto no travesseiro pra não gritar.

Depois de um minuto, alinhei meu pau na buceta dela, e deslizei pra dentro, devagar. Ela tava tão molhada que pareceu nada, depois tudo de uma vez. Ela empurrou de volta contra mim, encontrando cada estocada.

"Não vai com calma," ela disse, voz abafada. "Não temos o dia todo."

Então não fui. Agarrei os quadris dela, me enterrei fundo, e estabeleci um ritmo. Toda vez que chegava no fundo, alcançava pra baixo e brincava com o clitóris, beliscando e esfregando, fazendo ela gemer.

Pensei sobre o que tinha acabado de fazer, e tive uma ideia. Cuspi nos dedos, depois deslizei o polegar ao redor do cu dela, fazendo círculos preguiçosos. Ela não protestou. Só gemeu mais alto.

Depois de alguns minutos, pressionei o polegar pra dentro, gentil no começo. Ela pulou, depois se acalmou, depois empurrou de volta. Deslizei mais fundo. A buceta dela apertou meu pau tão forte que achei que ia morrer.

"Puta merda," ela disse. "Puta que pariu."

Ela tava balbuciando agora. Cada palavra era meio formada, só barulhos e arfadas e palavrões. O corpo todo ficou rígido. Senti ela gozar, forte, a buceta apertando em mim e o cu agarrando meu polegar. Continuei, e ela gritou.

Foi tão alto que fiquei preocupado que os vizinhos ouviriam.

Ela colapsou na cama, rosto enterrado nos lençóis, bunda ainda no ar. Soltei os quadris, puxei pra fora, e me masturbei até gozar nas costas dela. Pareceu a jogada certa.

Ela ficou ali, sem se mover, até finalmente conseguir rolar. O rosto tava vermelho, olhos vidrados.

"Isso foi... puta merda," ela disse, de novo.

Ajudei ela a levantar, caminhei ela pro banheiro. Ela fez xixi, depois sentou na beira da banheira enquanto eu ligava o chuveiro.

Ela olhou pra mim, olhos ainda arregalados. "Você é uma ameaça, porra."

"Você gostou, porém."

Ela sorriu. "Understatement do ano."

Tomamos banho juntos, sem agenda, só deixando a água quente nos lavar limpos. Ensaboei ela, gentil dessa vez, depois enxaguei. Ela pegou a garrafa e pegou minhas costas, depois meu peito, depois—quando achou que eu não tava olhando—ela virou o chuveiro frio e me explodiu, rindo quando eu gritei.

Ela me beijou, depois disse, "Ok, temos que nos vestir. Mãe vai estar em casa em, tipo, dez minutos."

Nos secamos com toalha, vestimos roupas limpas, e voltamos pros nossos quartos. Abri minha janela, acendi um incenso velho que a Manda tinha trazido de uma viagem pra Gramado, e chequei meu celular.

Nenhuma chamada perdida. Nada urgente. Só o silêncio de um dia perfeito e fodido.

Lá embaixo, ouvi a porta da garagem roncar aberta.

"Hora do show," disse pra ninguém.

Desci, peguei uma Coca Zero da geladeira, e encontrei a mãe na porta, bem quando ela entrou. Ela parecia cansada, mas feliz.

"Oi, querido," ela disse. "Vocês dois tiveram um bom dia?"

Dei de ombros. "É. Só relaxamos. Lavei roupa, assistimos filmes. Sabe."

Ela acenou. "Feliz que vocês dois tão se dando bem de novo."

A Manda desceu, cabelo escovado, rosto fresco. Ela me lançou um sorriso secreto, depois deu um abraço rápido na mãe.

Senti um senso estranho e perigoso de orgulho. Como se tivéssemos acabado de executar o assalto perfeito.

Pedimos tailandês pro jantar, assistimos uma reprise do MasterChef, e agimos como se o mundo fosse completamente normal.

Mas sabia o que tinha acontecido. E sabia que faríamos de novo.

Só que não amanhã.

~~~~~~

Aguardem o próximo update!

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Comentários

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Fiz isso com minha segunda namorada,o lance de por o dedo no cuzinho dela,no começo ela me chingou e ficou muito brava,mas depois acostumou e ficou doidinha dando gritinhos cada vez que enfiava os dedos.

É um bom começo para poder comer o rabinho delas.

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Pra ficar mais interessante, só comendo a mãe também, começando com uns abraços por trás e uns beijos no pescoço. Tô zuando,mas se quiser levar a sério,fico na expectativa.

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Teve uma evolução bastante acentuada nos ultimos 3 contos, melhorou bastante

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