Minha primeira transa foi aos 19 anos de idade. Meio tarde se comparado aos meus amigos. Eu comecei a namorar aos 15 anos, mas minha ex-namorada tinha o sonho de casar virgem. Fazíamos algumas brincadeiras com as mãos e por isso eu tinha uma expectativa do sexo acabar acontecendo. O namoro acabou quando eu tinha 18 anos, o sexo não aconteceu e três meses depois foi meu aniversário e eu guardava o segredo de que ainda era virgem a sete chaves.
Duas semanas depois dos meus parabéns estava na Lapa, um bairro boêmio do Rio de Janeiro, com uns amigos e amigas. Bebendo, zoando e se divertindo, até que uma amiga, vou chamá-la de Ana, começou a dançar comigo, no ritmo do funk carioca. Ela com as mãos no joelho rebolando aquele bundão e eu atrás dela me esfregando no ritmo da batida.
Ela era uma preta maravilhosa. Peitos grandes, bunda grande, coxas grossas e uma boca carnuda. Nunca rolou nada entre a gente, mas vários amigos meus já tinham transado com ela. Falavam que ela era espetacular na cama. Embora eu já tivesse imaginado ela transando, nunca tentei nada, pois ela nunca meu deu bola. Mas naquela noite algo mudou, certamente a dança contribuiu para isso.
Quando nos afastamos do som após a dança, ela sussurrou no meu ouvido. Queria que eu fosse para casa dela no dia seguinte. Sua mãe iria trabalhar e ela ficaria sozinha o dia todo. Confirmei a presença, já sabia o que me esperava e estava completamente ansioso com o encontro. Nunca pensei em nada especial para minha vez. Eu só queria transar logo.
E na manhã seguinte, lá estava eu tocando a campainha da casa dela. Três camisinhas no bolso, suando pra caralho. Ela abriu a porta, nos cumprimentamos e já fomos direto para o seu quarto. Ela me convidou para deitar-se na sua cama, de roupa ainda. Ficamos deitados conversando e eu pensando em como começar o ato.
Até que nos beijamos, nos despimos até ela ficar só de calcinha e eu de cueca. Beijando sua boca, fui descendo pelo pescoço até chegar em seus seios. Era uns peitões duro e bem fartos. Dava prazer em apertar. Eu lambia, chupava e mordiscava os biquinhos. Tentava por em prática todas as horas assistindo filmes pornôs.
Então comecei a beijar a sua barriga, fui descendo mais até finalmente ficar frente a frente com a sua bucetinha raspadinha. Tratei de beijá-la como se fosse uma boca. Lambia por completo, se acertava o clitóris, pode ter certeza que foi pura sorte. Não tinha nenhuma sagacidade sobre o que fazer ali. Minha língua atirava para tudo o que lado. Talvez o meu maior acerto foi ter enfiado dois dedos dentro da sua xota. Ela estava tão molhada, quente e apertadinha. Uma sensação que jamais havia experimentado, pois a minha ex não deixava penetrá-la nem com os dedos.
Passei a ganhar confiança a cada gemido da Ana. Até que ela começou a mexer os quadris rebolando. Eu não parava chupar e nem de lamber. E então, ela começou a me puxar pelo cabelo em direção ao seu rosto. Queria que eu a beijasse e consequentemente a fodesse de verdade. Sabia que agora era a hora mais aguardada por mim. Meu único ponto de exímia maestria da noite, foi colocar a camisinha com uma mão enquanto a beijava.
E finalmente penetrei. Como eu queria viver essa experiência. Estar transando, não aguentava mais tamanha ansiedade. E esse foi meu maior erro, a grande expectativa. Se sentir aquela buceta encharcada com os dedos já me deixou louco, imagine com a pica? Lembro de ter feito o vai e vem ao menos cinco vezes e já estava enchendo a camisinha de porra. Quando pensei vou gozar, já estava gozando. Na hora, já fui tirando a piroca e descendo para chupar sua buceta.
Torcendo para que ela não percebesse que já tinha gozado. E minha inexperiência me fez acreditar nessa possibilidade. Eu voltei a penetrar com os dedos mesmo enquanto chupava sua xota. Meu tesão era tanto que em pouquíssimo tempo minha piroca já estava dura de novo.
Aproveitei a oportunidade para trocar a camisinha. Pensei, “agora vou arrebentar! Acabei de gozar, vou demorar para gozar de novo” Outra decepção. Gozei tão rápido quanto na primeira. Foi o tempo de me vestir e ir embora. Eu e ela chegamos a trocar uns beijos nas semanas seguinte e só, mas tive a chance de me redimir uns anos depois, que inclusive merece um conto a parte.
Quanto a minha primeira experiência sexual, evidente que tudo isso subiu minha cabeça. Lembro que na época passei a pesquisar na internet sobre ejaculação precoce, acreditando que tinha esse problema. Perdi algumas oportunidades de transar com outras meninas, com medo de gozar rápido e acabar ganhando fama no bairro.
Por isso resolvi escrever esse meu primeiro conto do jeito que minha primeira transa foi. Rápido, decepcionante, mas com final engraçado. Até o próximo conto.