A submissão de Daniel-capítulo 2

Um conto erótico de Noirlfa
Categoria: Gay
Contém 844 palavras
Data: 31/01/2026 00:41:36

Capítulo 2 — O macho que não pode gozar

Depois que Pedro falou aquilo, aquela frase não saía da minha cabeça. Ele não parava de me humilhar. Mandou eu ficar de frente pro espelho que tinha no quarto e olhar pro meu pau preso na gaiola.

— Olha isso. Cadê teu pauzão, Daniel? Você não vivia exibindo ele? Não tô vendo nada aí.

— Para com essa porra, velho.

— Tá com raiva porque tá se sentindo mulher, é?

Nessa hora, Pedro ficou balançando a rola.

— Como você se sente com teu inimigo aqui, com uma piroca enorme, durassa pra caralho, e tu aí com esse grelinho trancado? Aposto que não vai demorar muito pra começar a dar o cu que nem um viado. Mas não esquece que quem te transformou em viadinho fui eu.

Não dava pra acreditar. Eu, o maior macho da facul, sendo feito de viado por um negão desses. Uma semana atrás eu tava comendo buceta pra caralho e agora tô aqui, com o pau trancado, escutando o negão chamar minha rola de grelo. Eu não aguentava mais estar ali.

— Para com isso, mano. Deixa eu vazar.

— Beleza, mano, pode ir. Mas depois não vem pedir ajuda pro teu macho aqui, não, falou?

Nessa hora, eu só queria ir embora dali. Catei minhas roupas, me vesti e fui embora caminhando pra minha casa, que ficava ali perto. Enquanto andava, ficava relembrando as frases que Pedro tinha falado, que eu era um viadinho que ficava bancando o macho, mas na verdade gostava mesmo era de rola. Será que era verdade mesmo? Quando Pedro sacou aquela tora preta imensa da bermuda, eu não conseguia tirar os olhos. Se minha rola já deixava as minas assustadas, imagina uma piroca daquelas. A mina devia sair correndo.

Quanto mais eu andava, mais aquela gaiola ficava se mexendo. Eu percebia que antes até dava volume na bermuda pra chamar atenção das putas. Agora, realmente parecia que eu tinha uma buceta lisa. Não marcava porra nenhuma.

Naquele dia, quando cheguei em casa, só deitei na cama e dormi. No outro dia, acordei com meu pau doendo contra a gaiola. Ele queria ficar duro, mas aquela porra não deixava. Fui no banheiro mijar e foi mijo pra tudo que é lado. Quando voltei do banheiro, tinha uma mensagem de Pedro. Pensei: fudeu.

— Bom dia, viadinho. E aí, como foi sua primeira noite na gaiola? Manda foto. Tem que sempre registrar pra ver se tá cumprindo a aposta direito.

— Não vem me encher o saco logo cedo. Acabei de acordar com um tesão da porra, nem punheta eu posso bater. E, pra completar, fui no banheiro mijar e foi mijo pra tudo que é lado.

— Ih, calma aí, viado. É assim mesmo. Tem que mijar sentado, que nem mulherzinha, pra não sujar o banheiro. Mas agora para de reclamar e manda a foto pra registrar que tá mesmo trancado.

Não tive escolha. Tirei a roupa e tirei uma foto no espelho, mostrando meu pau trancado.

— Que isso. Aí sim, princesa. Trancada do jeito que o macho gosta. Mas olha, agora vira de costas, abre bem essa raba e mostra esse cuzinho que você tem.

— Aí não, mano. Já é viadagem demais.

— Beleza, mano. A escolha é sua. Mas não reclama quando eu mandar essa foto do teu piru trancado na gaiolinha.

Puta que pariu. Ele tinha uma foto minha. Se ele mandasse essa foto pra geral, minha vida tava lascada. Nunca mais ia comer buceta. Ia ser taxado de viado e, ainda por cima, meus pais iam me matar.

— Beleza, mano. Vou mandar a foto agora.

— Boa, hahaha.

Tentei posicionar bem o celular. Me virei de costas, abri bem a bunda pro cu ficar bem à mostra, pro filho da puta do Pedro não reclamar.

Que humilhação. Nunca pensei que um dia fosse tirar foto do meu cu e mandar pra um cara.

— Porra, que cuzão, hein, safado. Se os caras vissem isso, iam ficar doidos. O cara machão da facul tem esse cuzão todo? Não é de se jogar fora. Mas olha, faz um vídeo agora pra mim, piscando o cuzinho pro teu macho, vai.

Eu tava nas mãos de Pedro. Não podia recusar qualquer coisa que ele pedisse. Então, já tinha mostrado o cu mesmo.

Virei de costas novamente, abri bem a bunda pro cu ficar bem à mostra no vídeo e comecei a piscar ele. Terminei e mandei.

— Porra, assim tu enlouquece qualquer cara, sua puta. Olha como eu tô.

foto

Quando abri, fiquei quase sem reação. Era uma foto da piroca dele. Aquela rola grossa, grande, devia ter uns 24 cm, com aquelas veias saltando. Porra, que tesão. Apenas senti um fio de porra sair do meu pau.

Não acreditei naquilo. Eu tava com tesão na porra do pau de um negão. Será que eu tava virando viado mesmo? Pior que eu tava com um puta tesão. Então lembrei daquilo que Pedro falou, que eu podia tentar gozar pelo cu.

“Isso seria baitolagem demais”, pensei.

Mas aquela imagem da piroca preta de Pedro não saía da minha cabeça.

Continua…

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