Deixa eu me apresentar. Me chamo Miguel, tenho 27 anos e trabalho com massagem. Moro no Rio de Janeiro, tenho 1,70 m, peso 70 kg, sou moreno, cabelo preto estilo indígena da cidade grande. Corpo normal, porém bunda e coxas grandes, daquelas que os homens reparam. Nada fora do normal, mas chama atenção.
Tudo começou em 2017. Conheci meu namorado, João, numa roda de amigos em uma festa, foi quase amor à primeira vista. João é branco, tem 1,80 m, cabelo crespo baixinho, estilo militar, uma bunda branca linda e um cu rosinha invejável. Dono de uma pica grossa de 21 cm — real, não é mentira. Pensa numa piroca linda, com aquele cabeção rosa. É a dele.
No início, o relacionamento era só flores. Sexo toda vez que a gente se via, muita paixão, muita vontade. Até que começou a ficar sufocante, intenso demais, e isso me assustou. Preferi terminar com seis meses de namoro. Ficamos separados por dois meses e resolvemos voltar porque não aguentávamos ficar longe um do outro. Até aí, tudo ok.
Com a convivência, percebi que ele continuava amoroso, mas havia algo diferente. Um detalhe no jeito, no cuidado com o celular. Me bateu uma curiosidade misturada com nervosismo. Esperei o melhor momento e, quando ele foi tomar banho, peguei o celular. Mexe aqui, mexe ali, até que falei sozinho:
Miguel: quem é Leonardo?
Abri a conversa do WhatsApp e vi a foto. Uma piroca de uns 18 cm, muito grossa, parecia uma lata de Coca-Cola preta com a cabeça roxa. Foi um misto de tesão e raiva que eu não consegui guardar. Esperei ele sair do banheiro e fui direto.
Miguel: quem é Leonardo? Que foto de pica é essa?
João: amor, eu posso te contar tudo… só não termina comigo.
Leonardo era um homem de 1,95 m, malhado, todo trincado, devia pesar uns 100 kg de tanto músculo. Um homem que chama atenção só de existir. E a pica acompanhava o resto do corpo.
Mesmo com raiva, eu queria saber tudo. Queria ouvir.
Miguel: você transou com ele?
Ele tentou desconversar, mas não conseguiu.
João: quer saber? Ele queria depositar o DNA dele em alguém e eu fui puta dele essa semana, duas vezes, na academia. Combinamos num horário vazio e dei mesmo. Fui puta do Leonardo do jeito que eu gosto, de servir macho.
Na hora eu fiquei muito mal, muito triste, mas o tesão veio junto. Meu pau começou a endurecer, sensível demais, qualquer esfregada da cueca já dava um choque. Fui pro banheiro dizendo que precisava de um tempo. Tranquei a porta, chorei, e logo comecei a me punhetar pensando nele com aquele homem, no tamanho, na diferença. Gozei rápido, leite no peito e no rosto, gemendo baixo, com o cu quente, piscando, pedindo algo que eu ainda não sabia se teria.
Depois disso me recompus. Eu e João conversamos e ficamos “bem”. Mas fiquei bem porque queria o Leonardo a qualquer custo. Depois daquela semana, João deu mais duas vezes pra ele: uma em casa, quando meus sogros foram ao shopping, e outra no banheiro da área de festas do condomínio. Sentia inveja, raiva e tesão tudo junto, mas relevei.
Com o tempo, me formei em massagem e percebi que precisava dar um jeito de encontrar o Leonardo. Bolei vários planos e nada funcionava, até que um dia ele caiu na isca e marcou atendimento na clínica onde trabalho. Lá, cada profissional tem sua sala e sua chave, justamente pra evitar interrupções. Ele chegou alguns minutos antes do horário, educado, tranquilo. Ofereci água e café, ele agradeceu e recusou. Fomos pra sala e deixei ele se trocar.
Leonardo: você se incomoda se eu receber a massagem pelado?
Miguel: se você se sentir confortável, sem problema. Vou te dar uma toalha, você se deita de barriga pra baixo e cobre a parte íntima. Quando estiver pronto, me chama.
Entrei na sala e comecei a massagem pelas costas. Quando cheguei às pernas, massageando a parte de trás da coxa, vi aquele saco grande, preto, e a piroca torta, adormecida na maca. Fiquei nervoso, mas continuei. Pedi pra ele virar. A toalha caiu da bunda lisa e redonda. Ele não segurou. Quando voltei, vi a piroca de novo, linda, preta, descansando de lado.
Leonardo percebeu meu silêncio.
Leonardo: pode encostar, eu deixo.
Meti a mão sem pensar. Comecei a punhetar e aquele pau foi ganhando vida na minha mão, crescendo, crescendo, crescendo, enquanto ele se contorcia na maca.
Depois disso, ainda dei mais duas vezes pro Leonardo na clínica, sempre no sigilo.
Quem come quieto, come sempre.
Se vocês gostarem, posso contar como foram essas outras vezes.
Fim