Casei muito cedo, com 23 anos já estava casado com uma mulher 5 anos mais velha que eu. Eu só tinha comido 2 bucetas antes, e quando comecei a comer ela com frequência logo casei.
Nos conhecemos no trabalho. Ela já estava trabalhando lá no escritório quando cheguei para o depto. pessoal. era uma empresa grande com muitos vendedores e pessoas no deposito, mas a gente trabalhava no segundo andar , um pouco afastado deles.
Na primeira sexta depois do meu primeiro pagamento ela falou que pessoal ia sair para jogar sinuca num bar perto da empresa.
Fui junto com eles. Mas eu quase não jogo , ficamos bebendo , conversando, e no final, já com pouca gente ela disse que ia embora e ofereci carona. Parei na frente do apto dela embaixo de uma arvore. Quando ela foi se despedir, puxou meu meu rosto e me beijou na boca. Com a outra mão procurou meu pau. Achei ousada , mas gostei. Comi ela ali mesmo, dentro do carro, em frente a sua casa (naquela época era mais seguro).
No semana seguinte , ficamos com vergonha e mal nos falávamos. Na sexta seguinte ele me convidou para ir num bar com um vendedor (que era casado), e um promotora de vendas (também casada). Bebemos umas geladas e o vendedor disse que estava com a chave de um apartamento ali perto.
Concordamos em ir lá. O apto. estava todo vazio, sem moveis nem eletricidade. O outro casal entrou no quarto e fechou a porta. Ficamos sozinhos na sala . Já nos pegamos, e em segundos ela estava de 4 na sala empoeirada levando meu pauzinho na buceta.
Na sexta seguinte , já próximo do natal, ela disse que tinha presente para mim. Entrou no meu chevette velho e pedia para eu parar numa rua escura. Escolhi uma rua perto de um colégio , como as aulas tinham terminado, não tinha ninguém na rua.
Ela me entregou um pacote, abri e era uma cueca preta de jersey ou seda, bem diferente. Perguntou se tinha gostado, disse que sim. Então ela pediu para experimentar. Tirei a roupa , vesti a cueca. E ela logo mandou tirar. Obedeci, ele caiu de boca no meu pau.
Deitei o banco e ela ficou mamando um tempo, depois sentou em cima da vara e ficou reboando até gozar na xaninha dela. Levei ela para casa.
Veio a parada de fim de ano, e logo no começo do ano começamos a namorar. Passei a frequentar a casa dela, e sempre que os pais saiam eu comia ela na cama dela. Ficamos um tempo assim ,mas os pais resolveram se mudar para uma casa na grande Porto Alegre. Ficaria longe para ela trabalhar e para mim também...Resolvemos nos casar.
Juntamos nossas economias e compramos uma casa, mais ou menos velha, num bairro próximo ao nosso trabalho.
Passamos os 7 dias da lua de mel trepando todas as noite, com exceção da quarta , que tinha jogo na tv. Começamos nossa vida juntos na casa velha, diferente da dos meus pais e diferente do apto dos pais dela.
Eu já não trabalhava mais na empresa. Ela continuava lá.
Foi choque para nos, eu não estava acostumado a fazer nada em casa, e ela trabalhando fora tinha pouco tempo para cuidar da casa. Além do mais , tínhamos muita diferenças, eu tímido e retraído, ela falante, simpática. Sem contar a experiência, eu tinha comido só duas mulheres e namorado muito pouco tempo, ela tinha tido mais de 30 ficantes. Ela jurava que tinha dado só para um. Naquele tempo os namoros eram diferentes. Mas o problema maior era que tinha a ejaculação precoce, e gozava muito rápido, nem sabia que mulher precisa de maios tempo. Pensei que era só deixar o pau duro e colocar para dentro. na época de namoro ela nunca tinha reclamado.
Nossas trepadas foram deixando ela frustrada, mas descobri isso muito tempo depois.
Ela chegava sempre cansada e nem queria trepar. Conseguia no sábado e mesmo assim, a havia as dores de cabeça, a menstruarão, os problemas...ah, os problemas os afazeres da casa, as contas , os boletos. Não falamos mas nossa vida sexual não estava boa. As vezes eu me pegava batendo punheta no banho, ou ao lado dela na cama.
Um ano pouco de depois de casar, percebi um pequena no seu comportamento, e atitudes , mas na época não dei por conta. Percebi tudo isso depois , quando as fichas começaram a cair. Ela passou a se arrumar melhor, a fazer hora extra, chegando mais tarde em casa, sempre com um boa desculpa. Uma noite em particular, chegou bem mais tarde. Não tínhamos telefone , nem fixo , para avisar. Chegou foi direto para banho. Disse que nem queria jantar e foi dormir. Recolhi as roupas dela para colocar para lavar. Cheguei na lavandeira e fui separar as peças por cor , como ela fazia. Vestido claro, meias, sutien, mas cadê a calcinha. Voltei ao banheiro, refiz o caminho , mas não achei. Achei estranho, ela não iria colocar a mesma calcinha. Bom deveria ter algum motivo. Esqueci.
Alguns dias depois , numa sexta ela chegou tarde e senti cheiro de álcool, mas ela disse que era aniversario de uma colega , e foram no bar que já conhecia. Foi tomar banho, e foi direto para cama exausta. Fui recolher as roupas que estavam no banheiro, e desta vez conferi direitinho , achei a calcinha. Mas era uma vermelha bem sexy, que eu nunca tinha visto. E além do mais estava bem molhadinha. Achei linda a calcinha, abri para ver melhor, tinha umas manchas. Tinha cheiro de sexo. Mas imaginei que era da buceta dela.
Fui dormir de pau duro, me encostei nela, mas ela disse que estava cansada.
Passado mais algumas semanas, ela avisou que iria chegar mais tarde na sexta , por que tinha um festa de algum no bar. Fiquei agradecido por ela avisar.
Passava da meia noite quando escutei um carro parar na frente de casa. Corri para porta , era ela descendo de um carro, estava meio cambaleando, mas conseguiu entrar em casa. Ajudei ela a ir para o quarto e ela confessou que tinha bebido muito e se atirou na cama. Enquanto eu fechava a casa ela adormeceu de roupa e tudo. Tirei suas sandálias. Quando estava tirando o vestido, ela resmungou:
----de novo não...Não entendi , mas ela apagou.
Tinha pouca luz, mas quando tirei o sutien , notei umas marcas vermelhas ao redor dos mamilos. Olhei para a calcinha dela, era preta , de renda muito sexy, mas eu não lembrava dela ter usado comigo. Comecei a ficar excitado, toquei na calcinha no lugar da xaninha dela, estava bem molhadinha. Devo ela resmungou alguma coisa e se virou, ficando meio de ladinho. Reparei uma marcas vermelhas na bunda dela, parecia que tinha levado uns tapas. Apaguei a luz do abajur e deitei de conchinha com ela, tirei a cueca e encostei o pau duro nas coxas dela.
Ela se virou e ficou de costas na cama. montei em cima dela e beijei sua boca. enquanto com a mão tentava afastar a calcinha e meter meu pau na xana dela. Ela meio que acordou e com as mãos foi me empurrando para baixo. Entendi. lambi a ponta dos mamilos , sabia que ela gostava. mas ela continuo empurrando para baixo. Lambi sua barriguinha e cheguei na buceta. Tirei a calcinha dela e comecei a lamber sua buceta. Eu não tinha quase experiência nisso. Acho que tinha chupado uma ou 2 vezes na vida. Sentia cheiro de sexo, o mesmo daquela calcinha que tinha achado no banheiro. Logo ela começou a gemer e apertou minha cabeça contra a buceta dela, em pouco tempo percebi que ela tinha gozado. Fui subindo e dando um beijo nela enviei meu kacete na bucetinha dela.
Mas como sempre, gozei em minutos, e me deitei ao lado dela.
Foi uma semana maravilhosa. Acho que eu tinha feito ela gozar como a muito não fazia.
Outra noite de sexta ela chegou tarde novamente. Foi direto para o quarto e tirei toda a roupa dela, deixando só de calcinha. Sabia como faze-la feliz. Cai de boca na buceta dela antes mesmo de desligar a luz do abajur. Vi bolinhas brancas no seus pelos pubianos. Sim na época elas deixavam aqueles pentelhos crescerem ( a moda era tipo Claudia Ohana). Não conhecia direito gosto de porra, mas acho que era isso, percebi mais tarde. Chupei até ela gozar , então montei nela e gozei na xaninha molhada.
Era a trepada da semana, sempre boa. Ficou alguns sexta chegando cedo, e o sexo acabou, não rolava nada. Fui obrigado e dizer para ela que deveria sair com as amigas na sexta a noite que sempre melhorava o humor dela. Ela obedeceu.
Na sexta seguinte avisou que chegar tarde. Coloquei a minha cueca preta de ela tinha me dado e fiquei esperando, assistindo o Jó Soares 11.:30 . Escutei o carro parar, demorou um pouquinho para descer. Mas logo entrou. sentou no sofá, e eu me ajoelhei no tapete , abri as pernas dela e fui com a cara direto na buceta dela. A língua encontrou direto a buceta , comecei a chupar, alisei as coxas, e estranhei , cadê a calcinha , amor ? perguntei.
---ah...tive que emprestar para uma amiga. Não fiz questão de entender. Chupei mais até ela gozar. Fomos o quarto e comi ela rapidinho como sempre. Mas depois de gozei, ela empurrou minha cabeça para baixo e disse :
----não vai deixar eu dormir assim toda melada neh...
Nem pensei, desci e comecei a lamber a buceta dela, a minha porra começou a sair e então percebi que aqueles cheiros e gostos que eu sentia eram de porra, de sexo. Mas faze-la feliz era o mais importante. Chupei com gosto esfregando a barba rala nos lábios vaginais. Mas tentei me colocar para fazermos um 69. Só que ela não pegou meu pau. Ficou alisando minha bunda e procurando enviar o dedo no meu anelzinho. Eu afastando e não deixava. Ela sempre teve fixação na minha bunda. Dizia que foi a primeira coisa que reparou em mim. Quando eu passava na frente da sala dela para buscar café, ela levantava só para observar minha bunda durinha e firme a desfilar pela corredor.
Eu já fizera troca-troca com alguns primos, mas fazia muito tempo, e eu não queria dar mole, e pagava de macho. Mas ela insistia. Acabou colocando o dedo, deixei um pouquinho , mas me virei e dormimos abraçadinhos.
Pedi para ela se eu poderia voltar a jogar futebol uma vez por semana, ela concordou. Reservei as terças a noite. E então nesse dia eu chegava perto das 11 horas em casa.
Num dessas terças chovia muita , cheguei ao ginásio , mas não tinha gente suficiente para jogar, tomei um cerveja e voltei para casa, cheguei antes das 8. Tinha um carro estacionado na frente de casa, dei um olhadinha por segurança, mas não tinha ninguém perto. Desci .abri o portão e guardei o carro na garagem. Quando entrei em casa, encontrei minha mulher vestindo um robê, me olhando com cara de apavorada, perguntando por que eu chegará cedo. Expliquei que faltou pessoal. Em seguida sai do banheiro um cara que não conhecia. Minha mulher me apresentou ele:
----esse é Paulo, que trabalha na empresa, ele passou aqui para tirar uma duvida sobre uma entrega de amanha.
Apertou minha mão e convidei ele para tomar uma cerveja, mas ele disse que não podia.
Sentamos no sofá, me aninhei com esposinha. Coloquei a mão dentro do robe e procurei suas coxas lisinhas. Ela abriu o robê , estava só um lingerie transparente e sem calcinha. Me ajoelhei no tapete e cai de boca na buceta dela. Estava com aquele gostinho de sexo.
Levei ela para quarto. Ela sentou na cama e me coloquei na frente dela. Baixei meu short e ela abocanhou meu pau e abraçou minha bunda. Alisou minhas coxas e com o dedo procurava meu cuzinho. Quando enviou a pontinha do dedo, meu pau ficou mais duro ainda. Ela mandou eu deitar. Deitei de frente, esperando ela sentar na pika. Mas ela mandou eu virar. Obedeci. Fiquei de bruços.
Ela deitou em cima de mim e ficou esfregando seus pentelhos na minha bundinha branca. Que delicia.
---tu gosta neh.... Respondi com gemido. Ela colocou um dedo na buceta molhadinha e depois enviou no meu cuzinho. Entrou a pontinha eu fui a loucura, me desvencilhei dela e deitei por cima dela, meti meu pau durasso na buceta, dei três estocadas fortes e gozei.
Tirei o pau ainda duro e fiquei batendo levemente na xaninha dela para cair as ultimas gotas de porra. Deitei ao lado dela, mas ela falou:
----não vai me deixar dormir assim todo molhadinha neh....
Claro que não, desci e limpei a toda a porra da buceta dela e ainda fiz ela gozar 2 vezes.
Na sexta ela perguntou se podia trazer uns amigos para beber aqui em casa, pois o bar era muito frio. Claro que concordei.
Mas vieram só 2 caras e um mulher. Tomamos algumas cervejas, e do nada minha esposa diz que vai mostrar a casa para o casal. Não tinha muito que mostrar . Era o quarto do casal, que tinha porta, e sala de estar/jantar juntas e o outro quarto que não tinha porta e era passagem para o banheiro. A cozinha era minúscula e tinha uma área de serviço atrás. Ela levou eles ao nosso quarto e em seguida voltou sozinha.
---Eles querem conversar sozinhos.
Meia hora depois eles saem , se despedem e vão embora. Aí minha esposa pede com carinho :
----amor, tu arruma a cozinha e eu tenho que mostrar umas coisa para o Marcão. Ok, fui lavar a louça, enquanto minha esposa leva o Marcão para o quarto.
Limpei tudo, e sentei na sala , liguei a tv. mas ouviu uns gemidos. Baixei o volume e fiquei escutando os sussurros e gemidos que vinha do quarto. Tirei o pau para fora e fiquei batendo uma punheta. Depois de um tempinho parou, e em seguida o Marcão abre a porta do quarto e me pega com o pau na mão. Guardei o pau. Ele se despediu dizendo:
---deixei um presentinho para ti lá dentro.
Entrei no quarto e minha esposinha estava deitada na cama peladinha. Tirei a roupa e cai de boca na buceta dela. Ela levanta as pernas e diz:
---mais para baixo amor....Fui descendo da buceta e indo para rabo, mas estava difícil naquela posição , fiz ela se virar , abri as pernas dela e cai de boca no rabo dela.
O danado do Marcão tinha comido o cu dela. Eu passava a língua e ela gemia. Depois de tudo bem limpinho , ela mandou eu ficar de 4. Obedeci. Se ajoelhou atrás de mim e ficou esfregando seus pentelhos na minha bundinha. Socando como se tivesse me comendo. Eu fiquei na punheta , até que ela lambuzou seu dedo na buceta e enviou no meu cuzinho. Não deu tempo de segurar, gozei assim mesmo.
Fui levantar para limpar, mas ela me puxou para baixo e me fez deitar sobre a minha porra. Braba, falou que ia tomar banho, já que não ia rolar mais nada mesmo, e mandou eu trocar os lençóis da cama.
E assim foi rolando nova vidinha de recém casados.
Ela continua dando e eu passei a .....bom deixa para contar no próximo conto. Se quiserem saber mais, comentem aqui.
Ou se quiserem fotos da minha putinha ou da minha bundinha me add no telegran : luispoa