Eu já tinha voltado para a cidade dele e, naquele período, ainda estudava o último ano. Era maior de idade, mas me sentia inocente em muitas coisas. Eu e ele tínhamos brigado por um mal-entendido, ciúmes bobo, e eu queria fazer as pazes de um jeito íntimo. Nem imaginava que aquela noite ia se tornar inesquecível.
Combinei de dormir na casa dele, pensando que seria só nós dois. Quando cheguei, por volta das 8 da noite, ele abriu a porta e me puxou para dentro com aquele sorriso que já fazia meu corpo reagir. No quarto, ele me apresentou a um amigo que eu não conhecia. Meu coração disparou. A surpresa se misturava à curiosidade — e a excitação começou a subir.
Jantamos, conversamos e bebemos algumas cervejas. O clima estava leve, mas carregado de tensão. Depois, sentados para assistir a um filme, ele se aproximou, sorrindo de um jeito provocante:
— Duvido que você beije ele. Só beija, não faz nada.
Eu, sem pensar direito, aceitei o desafio. Mas mal sabia eu que aquela simples provocação seria o ponto de partida para algo que eu nunca imaginei.
Ele apagou as luzes. Me puxou para perto e me beijou, profundo, intenso. Eu estava só de pijama, sem sutiã, e senti meu corpo reagir imediatamente. Antes que pudesse processar, senti a boca do amigo dele em mim, me chupando. Meu corpo estremeceu. Meu coração disparou. Não havia mais volta.
Minutos depois, estávamos ali, os três, e eu me deixava levar. Cada toque do meu namorado me fazia tremer; cada beijo do amigo dele fazia meu corpo queimar. Eu me entregava completamente, sentindo prazer com cada contato, cada língua, cada mão explorando. Meu corpo começou a reagir de formas que eu nunca tinha sentido antes.
O calor subia rápido, meu corpo arqueava, e eu sentia o primeiro orgasmo se aproximar. Ele estava ali, meu namorado, observando, controlando, me guiando, mas sem tirar o prazer de mim. A cada gemido meu, ele sorria, sabendo que tudo isso era nosso — fantasia e desejo juntos, mas com meu corpo totalmente entregue.
Não era só sexo. Era confiança, descoberta, entrega. A surpresa de ver que eu podia sentir tanto prazer, que podia me perder e ainda assim estar segura, protegida, desejada. E naquele momento, tudo o que eu tinha imaginado nas nossas fantasias anteriores se tornava real, muito mais intenso e excitante do que eu jamais tinha sonhado.
Eles me deitaram na cama, e foi ali que tudo explodiu. Um deles se posicionou entre minhas pernas, me chupando com cuidado, mas cheio de vontade, enquanto o outro se ocupava dos meus seios, sugando, mordendo, alternando com beijos profundos na minha boca. Meu corpo tremia com cada toque, e meu namorado sabia exatamente como me deixar completamente molhada. Eu já estava derretendo só de sentir as mãos e bocas deles, meu corpo implorando por mais.
O amigo dele quis ir primeiro. Quando ele entrou em mim, soltei um gemido alto, meu corpo reagindo imediatamente. Logo atrás, meu namorado se posicionou, me penetrando por trás. Sentir os dois ao mesmo tempo era intenso demais — dor misturada com prazer, cada toque pulsando dentro de mim, me deixando ao limite.
Não demorou para eu me acostumar à sensação. Meu corpo se entregava sozinho, tremendo e gemendo a cada movimento. Em menos de vinte minutos, meu primeiro orgasmo veio com força total. Mal recuperei o fôlego e eles trocaram de posição, e eu gozei de novo, ainda mais sensível e entregue. Logo depois, senti os dois gozarem dentro de mim, deixando meu corpo quente e pesado, completamente consumido pelo prazer.
Depois disso, decidiram me colocar de quatro. Cada dez minutos eles trocavam de posição, mantendo o ritmo intenso. Não havia tapas fortes — apenas puxões de cabelo e toque firme, enquanto eu continuava gemendo e me movendo. Sempre que possível, levava um deles à boca, sentindo o prazer subir sem parar.
Quando me colocaram de bruços, o tesão atingiu outro nível. Eu me sentia vulnerável, fraca, mas amando cada segundo. Gemia alto, implorando sem perceber, completamente entregue. Explodi em prazer mais uma vez, sentindo cada toque, cada sucção, cada penetração me dominar completamente. Logo depois, eles avisaram que iriam gozar novamente, e eu abri a boca para receber, sentindo o gosto, a intensidade daquele momento, já passava das quatro da manhã.
Exaustos, nus, suados, finalmente caímos no sono. Acordei às seis, meu corpo ainda quente, vermelho e marcado pela noite intensa. Precisava tomar banho. O amigo dele entrou comigo, e no chuveiro nos entregamos novamente, explorando cada sensação, sentindo prazer a cada toque, antes dele ir embora resolver coisas na cidade.
Voltei para o quarto, acordei meu namorado, e continuamos nos entregando. Ele sabia exatamente como me tocar, me mamar, me fazer gozar de novo, aproveitando cada centímetro do meu corpo ainda sensível da noite inteira. Depois disso, me arrumei, tomei café por volta das oito e fui para a escola.
Minhas amigas achavam que eu estava feliz apenas por ter feito as pazes com meu namorado, mas ninguém sabia o que realmente tinha acontecido. Ninguém podia imaginar o que eu tinha provado, sentido e desfrutado durante aquela noite e manhã.
