O calor do verão castigava a cidade, mas no sítio era ainda mais intenso. Chegamos no meio da manhã, o sol brilhando forte e o ar carregado de cheiro de terra e mato. Eu já sentia meu corpo reagindo ao calor: o suor escorria pelas minhas costas, meus seios pingavam levemente debaixo do top de suplex que eu adorava usar, e o short justo deixava minha pele exposta ao toque do vento que mal chegava a refrescar. A calcinha fio dental completava a sensação de liberdade e excitação silenciosa que já me percorria.
Meu namorado estava em sua própria versão de conforto: calção de banho e camiseta leve, o corpo brilhando de suor, músculos tensos, olhos atentos a cada movimento meu. Ao lado dele, o filho do homem que cuidava do sítio acompanhava nossos gestos, corpo também suado e pele brilhando com o calor, seus olhares atentos, curiosos, provocantes.
O sítio era amplo, com trilhas e campos que se estendiam entre árvores e arbustos, e a vista era de tirar o fôlego — árvores altas, luz filtrada pelo sol, pássaros cantando. Ninguém poderia imaginar o que já tinha acontecido entre nós três, nem o que estava prestes a acontecer novamente.
Depois de arrumarmos nossas coisas, decidimos explorar o campo. Cada passo sob o sol fazia meu corpo suar ainda mais, e eu sentia cada toque do calor contra a pele como se fosse um aviso do que nos aguardava. Meu coração acelerava, misturando a antecipação da aventura com a lembrança de tudo que já tínhamos vivido. O clima estava pesado, carregado de desejo silencioso, e eu sabia que aquele fim de semana prometia ser inesquecível.
Sentados debaixo da árvore, aproveitando a sombra que o calor escaldante não deixava escapar, bebemos algumas cervejas, e o tesão entre nós dois subiu rápido demais. Meu corpo já reagia a cada toque, cada olhada, cada sorriso malicioso, o suor escorrendo pelo meu ventre, meus seios brilhando de calor e desejo.
Meu namorado, safado, se aproximou e me beijou profundo, língua se encontrando com a minha em movimentos lentos e provocantes. Sussurrou no meu ouvido, com a respiração quente:
— Quer continuar o que começamos aquele dia?
Enquanto me beijava, deslizou as mãos pelo meu top, puxando devagar, me deixando completamente exposta. Meus seios redondos, os bicos rosados já sensíveis, tremiam de antecipação. Ele olhou para o amigo dele com um sorriso provocante:
— Olha só os seios dela, uma delícia.
O amigo dele não perdeu tempo. Com sede e malícia, se aproximou, chupando meus seios, alternando entre sucções fortes e beijos rápidos, enquanto a língua dele explorava cada parte do meu corpo. Meus gemidos se misturavam aos deles, e eu sentia cada toque me deixar mais molhada, mais excitada, incapaz de me conter.
Meu namorado então pegou minha mão, guiando-a até ele, provocando, com a voz rouca:
— Agora é a sua vez. Mostra para nós dois o quanto consegue me deixar excitado.
O amigo dele não parava de me explorar, chupando meus seios, lambendo meus lábios, enquanto eu sentia meu corpo tremer de desejo. Meu clitóris pulsava, minha ppk já completamente molhada, meu corpo entregue, gemendo alto, cada toque deles me deixando pronta, completamente consumida pelo tesão, desejando que eles me fizessem sentir ainda mais.
O calor do sol, o suor escorrendo, a excitação crescente e a proximidade deles me deixavam à mercê do prazer. Cada beijo, cada chupada, cada toque parecia multiplicar tudo dentro de mim, me deixando pronta para que eles me tomassem totalmente, ali, debaixo daquela árvore.
Enquanto ele me deixava completamente nua, meu corpo já tremia de tesão. Meu ppk super molhada brilhava, e cada toque do amigo dele me fazia gemer alto. Ele não parava de explorar: chupava meus seios, lambia meus lábios e, com a língua, deslizava pelo meu corpo, enquanto os dedos brincavam sem pressa entre minhas pernas, provocando cada ponto sensível, cada nervo que fazia meu corpo tremer.
Meu namorado não se conteve por muito tempo. Se aproximou devagar, beijando meu pescoço, mordiscando levemente o lóbulo da orelha, enquanto uma das mãos dele segurava meu quadril e a outra me guiava para sentir mais do amigo dele. Ele me olhava nos olhos, sorrindo safado:
— Olha só como ela fica pronta para nós…
O amigo dele não perdia nenhum detalhe. A cada sucção nos meus seios, a cada toque entre minhas pernas, meu corpo respondia sozinho, gemendo alto, arqueando, implorando por mais. Meu tesão estava a ponto de explodir, e eu já não conseguia mais pensar em nada além de sentir os dois dominarem meu corpo.
Eles se revezavam nos beijos, nos toques, me deixando completamente entregue. Eu estava totalmente nua, ppk brilhando de molhada, os seios doloridos de tanto prazer, o corpo inteiro implorando, pronta para que eles me levassem ainda mais longe.
Eles estavam sem camiseta, apenas de calção, e o volume deles endurecido aparecia claramente, deixando meu corpo tremer de desejo. Eu não me contive. Tirei tudo deles, caí de boca, mamando com vontade, chupando e batendo junto para sentir o quanto estavam excitados. Meu corpo respondia sozinho, cada gemido meu aumentando ainda mais a vontade deles.
Enquanto eu sugava, meu namorado começou a me guiar de um jeito que eu conseguia dar para um enquanto mamava o outro. Era intenso, delicioso, e durou um bom tempo, porque ninguém por perto poderia interromper. Cada toque, cada sucção, cada gemido me deixava mais molhada e totalmente entregue.
Depois, cada um me colocou no colo deles. Sentei gostoso, sentindo o peso e a dureza deles contra meu corpo, gemendo alto, sem deixar de mamar no outro. Eles me seguravam firme, me mantendo no limite do prazer, enquanto eu não perdia nenhum detalhe do tesão deles.
Quando me colocaram de quatro, apanhei gostoso, gemendo sem parar, e gozei três vezes seguidas, perdendo completamente o controle das pernas. Depois, fui sentada no colo deles novamente, sentindo minha ppk super molhada sendo preenchida, o barulho da pele, o calor, e eles se revezando comigo, gozando dentro de mim enquanto eu continuava mamando.
O prazer se estendeu por horas, quase três horas naquele ménage intenso, cada gemido, cada toque, cada sucção levando meu corpo ao limite e além. Quando sentimos que era hora de dar um tempo, decidimos nos afastar do grupo, para não chamar atenção de quem estava por ali, ainda com o corpo ardendo e molhado de tanto prazer.
