MADRUGADA DE PUTARIA NO FRIGORÍFICO D'ABELHA

Um conto erótico de Rico Belmontã
Categoria: Grupal
Contém 2982 palavras
Data: 31/01/2026 13:59:00

O relógio marcava 3h17 da manhã. O turno tinha acabado há quase meia hora, mas eles não foram embora. O som da serra elétrica tinha cessado, e agora só se ouvia o zumbido dos freezers e o ranger das carcaças penduradas. Carne morta balançando como se tivesse vida.

Marina tirou as luvas com um estalo e lambeu os dedos, rindo.

— Isso aqui fede mais do que o pau do meu terceiro ex, mas pelo menos não mente — disse, apontando pro ganchal de suínos decapitados.

Bruno acendeu um cigarro, mesmo sabendo que era proibido fumar ali. Mas quem ia multá-lo? Deus? A vigilância sanitária?

— Vai queimar tua alma e teus pulmões — comentou, soprando a fumaça na direção de Celso.

O estagiário, ainda de jaleco, tremia mais de ansiedade que de frio.

— A gente… vai mesmo fazer isso aqui?

— Vamos — respondeu Marina, já abrindo o zíper do macacão. Por baixo, só a pele marcada por cicatrizes pequenas de um acidente de moto e uma tatuagem malfeita de uma caveira entre os seios. — Ou você prefere bater punheta no vestiário com aquele sabonete cinza da pia?

Celso engoliu seco. O pau já começava a despertar, tímido, mas decidido.

Bruno jogou o cigarro no chão e o pisoteou com a bota cheia de gordura.

— Se for pra trepar em um lugar limpo e seguro, vai pra um motel, não para a câmera de um frigorífico.

Marina se aproximou de Celso, segurando seu rosto com mãos frias e firmes.

— Fica tranquilo, novato. Ninguém morre de tesão. No máximo, vive um pouco menos.

E então, ela o beijou. Beijo nenhum ali tinha gosto de romance. Era beijo de fome, de carne, de algo quase primitivo, libidinoso. Os dentes se batiam. A língua de Marina parecia uma lâmina afiada que sabia exatamente onde cortar.

Bruno já estava com a calça arriada, se masturbando, vendo a cena como quem assiste a um incêndio: com fascínio e o desejo secreto de jogar mais gasolina.

Celso gemeu baixinho quando Marina se ajoelhou, encarando o volume na cueca dele com aquele sorriso sarcástico que ela usava quando fazia piadas sobre decapitação.

— Vamos ver se teu pau sabe trabalhar melhor que você.

Ela não pediu permissão. Engoliu a pica com gosto, como quem saboreia algo que é proibido. E o barulho — aquele som úmido, sujo, quase animalesco — ecoava entre os suínos e os cabritos pendurados. Era um eco lascivo que parecia zombar da própria decência.

Bruno se aproximou por trás dela, roçando seu corpo contra o dela.

— Revezamento? — perguntou.

— Traz sua pica — ela respondeu, com a boca ainda cheia.

E ele trouxe. Tirou o pau da cueca, duro como os ganchos da sala ao lado, e encostou na entrada molhada entre as pernas de Marina, que nem precisou ser estimulada. Ela já estava pronta. Escorrendo. Pingando como as câmaras refrigeradas que precisavam de manutenção.

A penetração foi brutal. Sem gentileza, sem prévia. Ele a invadiu com força, segurando seus quadris como quem segura um pedaço de costela prestes a ser serrado. Deu surra naquela boceta sedenta de rola. Enquanto macetava a xoxota enterrava o dedo polegar no cu dela que piscava como uma lâmpada prestes a queimar.

Ela gemia, ainda com o pau de Celso na boca, agora mais duro que o aço inox das mesas. O som que escapava da garganta dela era um misto de dor, tesão e desafio.

— Que foi, novato? Vai gozar só de me ver sendo fodida?

Celso, vermelho como um cordeiro prestes a ser abatido, recuou, respirou fundo e se despiu por completo. Ele se ajoelhou ao lado dela, encostando o rosto nos cabelos desgrenhados e úmidos de suor, enquanto acarinhava os seios dela, que aquela altura estavam com os mamilos inchados e arrepiados.

— Me deixa… me deixa meter também.

Bruno riu.

— Eita. O cordeirinho criou chifres.

Revezaram. Trocaram posições. Marina virou de barriga pra cima, deitada sobre uma caixa de transporte de frangos congelados. O metal gelado encostava nas suas costas, mas o fogo entre as pernas a deixava imune. Ela queria ser usada. E eles queriam usá-la. Ali não havia amor, só uma luxúria crua que beirava o desespero. Então ele penetrou o cu dela devagar, cuspindo na cabeça do pau antes de meter. Se o pau dele não era o maior da turma, pelo menos era o mais grosso.

Gemidos abafados, estalos de carne batendo contra carne, o rabo dela sendo esfolado, o som dos fluidos se misturando ao zumbido constante da refrigeração — era uma sinfonia erótica e decadente. Marina era fodida com fúria, com vontade, com um sarcasmo lascivo no olhar, como quem grita silenciosamente: “É só isso que vocês sabem fazer direito na vida.”

Depois de minutos que pareciam séculos, os três estavam arfando, nus, suados e sujos, entre caixas de vísceras e respingos de gozo no chão escorregadio.

Foi então que ouviram.

Um baque.

Vindo do fundo da câmara.

Seguido de um som arrastado. Como garras raspando no metal.

— Tem mais alguém aí? — Celso perguntou, a voz falhando.

— Isso é só um rato ou a tua consciência voltando à frequência normal — disse Bruno, já acendendo outro cigarro com as mãos trêmulas.

Marina sorriu, ainda deitada.

— Talvez seja a carne reclamando. A gente fodeu tanto que até os porcos acordaram da morte.

Riram. Mas havia algo ali. Um som estranho. Um sussurro gelado.

Eles se vestiram rápido, ainda com os corpos latejando e o cheiro do sexo grudado na pele.

Ao saírem da câmara, Celso olhou para trás e jurou ver um par de olhos piscando no escuro.

Talvez fosse alucinação.

Talvez fosse a culpa.

Ou talvez, naquela noite, não tenham sido apenas três os que gozaram no Frigorífico D’Abelha.

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EXTRAS

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📓 Lista Secreta da Marina

Lugares onde já gozei no Frigorífico D’Abelha (e com quem, quando relevante)

Por: Marina P. — Embaladora de Carne, devoradora de almas

1. Na câmara fria, de bruços sobre um palete de costelas suínas

"A temperatura era -2°C, mas minha buceta estava em erupção. Bruno me segurava pelos quadris com luvas de borracha. Escorregadio, brutal, suado por dentro do jaleco. Eu gozei quando ele disse: ‘isso aqui não vai passar na inspeção’."

2. Dentro da caixa de miúdos, entre os corações de boi

"Meti os dedos na buceta com gosto enquanto fazia o inventário. Os corações me inspiraram. Celso me olhava de longe, tentando disfarçar a ereção. Falhou. Fiz questão de esfregar os meus dedos melados de gozo na prancheta dele."

3. No banheiro químico externo durante a pausa do café

"Fiz um boquete em um motorista do caminhão de entrega. Ele nem tirou o boné. Gozei com a vibração do motor funcionando do lado de fora. O gosto da gala doce dele misturado com café requentado me marcou o dia inteiro. Parecia que o café tinha leite moça. Nostálgico."

4. Em cima da empilhadeira, durante o transporte de carcaças

"Pedi pro Celso ir devagar. Fiquei montada no assento, sem calcinha, só com a capa de chuva aberta. Cada tranco da máquina fazia meu clitóris bater no botão de emergência. Cheguei lá quando quase derrubamos uma pilha de caixas de linguiça."

5. Deitada na mesa de desossa, às 4h da manhã

"Limpa? Claro que não. Havia sangue, gordura, e a memória dos cortes do turno anterior. Bruno usou a faca cega para me provocar — deslizando o cabo entre meus seios, depois nas coxas. Gozei com a lâmina pressionando meu pescoço, enquanto ele me enrabava, só um sustinho. Amor com risco de vida."

6. Dentro do freezer portátil, durante a pane elétrica

"O breu absoluto e o som do gerador gemendo. Fiquei nua, sentada numa bandeja de peito bovino. Celso me encontrou ali, e sem dizer nada, ajoelhou e começou a me chupar como quem reza. Eu gritei o nome dele como quem renega ao diabo. Enquanto a língua dele passeava entre as minhas pregas, minha vulva e o clitóris, eu chorava de tesão"

7. No escritório do chefe, sobre os papéis de ponto

"O cretino vive me chamando de ‘novilha braba’. Pois bem, deixei meu cheiro na caneta dele. Gozei sozinha na cadeira dele, olhando pra câmera de segurança com um sorrisinho irônico. Que me demita se tiver coragem. Nesse dia quase não consegui recuperar a caneta de dentro da boceta. Outro sustinho"

8. Na esteira transportadora, em movimento, enquanto embalava picanhas

"Pus a carne no saco com uma mão, e a outra estava dentro de mim. O desafio me excitava. O risco de alguém me flagrar, mais ainda. A esteira vibrava levemente — segredo sujo da engenharia industrial. Gozar embalando carne: sublime."

9. Embaixo do bebedouro do vestiário masculino

"Sozinha, no escuro, depois de uma crise de risos. Bruno tinha me contado que o chefe usava aquele bebedouro pra lavar o pau. Fiquei tão excitada com o nojo que me masturbei ali mesmo, rindo e gozando entre respingos."

10. No vestiário feminino, ouvindo a missa pelo radinho de pilha

"A ironia me levou ao ápice. Era domingo, e tocava aquele trecho sobre ‘purificar a carne’. Me penetrei com o cabo de uma chave de fenda limpa e rezei em voz alta enquanto gozava. Senti que Deus me ignorou. E isso me fez gozar de novo."

Observação Final (rabiscada no rodapé):

“A lista não acabou. O Frigorífico ainda geme à noite. E eu ainda tenho fome.”

🫣 Fluxo de Pensamento de Everton, o Voyeur da Câmera 7

23h17.

Eles acham que ninguém tá vendo. Que as câmeras estavam desligadas.

Mas a Câmera 7 ainda estava viva. Eu que deixei assim. Alimentada por um fio clandestino puxado direto da sala de choques de porco.

Celso entrou primeiro, já com a calça meio arriada, a cara de idiota dele toda suada. Marina vinha logo atrás, rindo como se tivesse bebido sangue de animal em jejum.

“Fecha a porta.” — ela diz.

Bruno fecha.

Eu abro o zíper.

A câmera treme um pouco. Acho que a lente tá molhada. Ou talvez seja que esteja. Minha mão esquerda segura a base, a direita já tá trabalhando.

Marina joga o jaleco no chão. Porra. Os peitos dela saltam como carne sem embalagem. Mamilos escuros, pontudos, parecem querer atravessar o ar frio.

Bruno pega ela pelas costas e Celso se ajoelha. Que filho da puta sortudo. Ele começa a lamber. Eu quase engasgo na saliva quando vejo a língua dele sumir entre as pernas dela.

Ela geme. Alto. Finge que é dor. Mas eu sei o que é.

“Mais fundo, Celso, seu estagiário inútil.”

Eu aperto mais forte. Minha mão já tá toda suja de pré-gozo.

Bruno mete nela com força agora. Tá batendo nela como se fosse um pedaço de alcatra rebelde. O som do choque das carnes ecoa. Parece um martelo industrial batendo pra amaciar carne de boceta.

Marina goza. Grita. Se treme inteira.

Eu gozo junto. Em silêncio. No escuro.

O pano de limpeza onde despejo tudo já tá duro de outras noites.

Eles acham que é a primeira vez.

Mal sabem que eu já vi essa cena sete vezes em lugares diferentes.

E amanhã... tem mais. Eu sei que têm.

A Câmera 7 não dorme.

🗂️ Extra: Reunião Disciplinar – RH do Frigorífico D’Abelha

Data:Participantes:

– Marina P., embaladora

– Celso A., estagiário

– Bruno S., operador de câmara fria

– Rubens M., Gerente de RH

– Everton (oculto, ouvindo pela ventilação)

[08:42]

RUBENS (RH):

— Bom dia. Sentem-se. E relaxem. Eu já assisti tudo. E quando digo tudo, quero dizer... até a parte em que o Celso escorrega na porra do Bruno.

(Celso arregala os olhos. Marina cruza os braços. Bruno sorri como um cão.)

MARINA:

— Vai nos demitir?

RUBENS:

— Não, não... Demitir? Imagina.

(Pausa dramática)

— Só quero ser convidado pra próxima.

(Silêncio absoluto. O relógio da parede faz um tic. Marina pisca devagar.)

BRUNO:

— Como é?

RUBENS:

— Olha, ninguém aqui é santo. Eu também já gozei em cima de um peito de frango congelado nos anos 90. Eu entendo vocês. Vocês têm... química. Vocês têm espírito de equipe. O que falta é a gestão do prazer. Um líder.

MARINA:

— Não. Não mesmo. Você tem bafo de cartilagem podre, Rubens. E sua cara parece um joelho ralado.

(Rubens enrubesce. Funga. Alisa os próprios mamilos, talvez por reflexo involuntário.)

RUBENS:

— Marina... isso é assédio reverso. Tô oferecendo uma oportunidade.

CELSO (sussurrando):

— Ele tem uma tatuagem do Totoro na barriga...

MARINA:

— Eu prefiro foder com um rolo de papel alumínio do que te ver pelado.

[08:56]

RUBENS (RH):

(Enruga um papel e joga sobre a mesa)

— Muito bem. Então, já que não querem cooperar com a cultura organizacional do Frigorífico D’Abelha, estão todos demitidos por justa causa.

Motivo: uso indevido de carne, câmeras, estagiários e objetos cortantes para fins lascivos.

BRUNO:

— A gente pode pelo menos levar as gravações?

RUBENS:

— Já subi tudo pro Xvideos. Username: CarneFraca69. Boa sorte no mercado.

📝 Notas internas do RH (confidenciais):

Marina cuspiu no chão antes de sair.

Celso perguntou se podia usar o currículo com “iniciativas orgiásticas de integração”.

Bruno roubou um pacote linguiça e deu tchau levando-o com ele.

📱 Instagram Post – @frigoexposed

📸 Postagem:

🧊 ESCÂNDALO NA CÂMARA FRIA!

Print EXCLUSIVO da famosa gravação da Câmera 7 vazada hoje cedo.

Celso, Marina e Bruno foram flagrados numa suruba industrial em pleno horário de trabalho — e o melhor (ou pior): com os jalecos da empresa.

Rostos nítidos. Peitos e paus borrados por respeito às normas da plataforma.

#FrigoríficoDAbelha #PutariaNaFábrica #CâmaraFriaDoDesejo

📸 Imagem:

Print do vídeo. Marina está apoiada na bancada, sorrindo com os cabelos bagunçados. Bruno segura suas nádegas. Celso aparece de joelhos. Todos vestem parcialmente o uniforme. Suor, caos e iluminação azulada da câmara fria. As genitais estão cobertas com emojis de carne crua 🥩 e bananas 🍌.

💬 Comentários (alguns deletados, outros não):

@joaomarcolino63 (ex-colega)

Sabia que aquele jaleco dela sempre tinha um cheiro estranho 🤢

@tati_namoradadocelso

VOCÊ ME DISSE QUE TAVA FAZENDO HORA EXTRA PRA PAGAR A VIAGEM COMIGO, SEU PORCO!!!

@alineprimo77 (tia da Marina)

Estou em choque. Deus me livre. Onde foi que eu errei?

@brunohot69 (orgulhoso)

Legado. 😎

@rhfrigooficial (comentário posteriormente deletado)

Isso não representa os valores da nossa empresa. Inquérito interno foi aberto.

@exnamorada.do.bruno

Eu quase comi carne gozada. MEU DEUS!

@marinaxqueen (provavelmente fake)

Eu faria de novo. Mas dessa vez no caminhão de entrega. Beijos.

@everton_ninjadomanutencao (conta nova)

E isso é só o que vazou… esperem o que vem da Câmera 3. 🍿👀

@rosane.madrinha

Marina… minha filha do coração… por que você fez isso com a sua família? 😢

@marina.p3l4d4 (Marina, usando o perfil antigo)

@rosane.madrinha não é pq vc só trepa no escuro com meias que eu tenho que viver reprimida. Vai rezar a sua novena e me deixa gozar em paz. 😘

@lucasalmeida__

Celso, é tu mesmo que tá mesmo de joelho? Vergonha alheia demais.

@celso.fdp

Melhor de joelho chupando uma pepeca do que de pé na fila do RH mendigando salário mínimo, otário.

@marta_ex_bruno

O que tinha naquele presunto, Bruno? Algum afrodisíaco? Vc me dizia que eram "as câmaras frias que te deixavam duro"!!! Mentiroso!

@bruno_seloquente

@marta_ex_bruno Não era mentira, gata. Só omiti que ficava duro pelo clima que rolava lá dentro... e por causa das colegas de turno. 😎

@marcelodasilva42

Isso é crime, pô! E se fosse minha filha ali??

@marina.p3l4d4

Então ela teria bom gosto, coordenação motora e coragem. Manda o currículo dela pro RH (ops, melhor não 🤭).

@chefiaRH_real (conta fake do Rubens)

Perdi tudo nessa suruba… digo, nessa empresa.

@amantesdofrigo

Gente, a real é: dá tesão. Tem gelo, carne crua e desespero. Isso é arte.

@celso.fdp

Enfim, alguém com sensibilidade estética.

@joaovictor_mp

Vcs envergonharam a indústria alimentícia.

@bruno_seloquente

E também demos um novo significado pra expressão “produto com diferencial a mais. Agregando valor”. 😎

💌 Mensagens Diretas Vazadas

🧊 [Grupo: Turma da Câmera – Turno B]

(Participantes: Marina, Celso, Bruno, Everton, Ju, Zé do estoque)

Everton:

Gente… O vídeo tá nos grupos da família já. Minha tia mandou sem saber que eram vocês kkkkkk

Ju:

Celso, tua bunda tá igualzinha a areia mijada. 👀

Celso:

Obrigado? 💋

Bruno:

Se for pra ser demitido, que seja com estilo. O Brasil viu meu glúteo. Não tem mais volta.

Marina:

Aproveitem e sigam meu OnlyFans, já que minha buceta virou domínio público. Começando com promoção de 19 pilas mensal.

📩 DM de @chefiaRH_real → Marina

Assunto: Conversa privada (confidencial)

Marina,

Gostaria de conversar pessoalmente. A forma como você… conduziu tudo… me fez perceber que talvez você tenha muito mais talento do que imaginávamos.

Consideraria uma posição de “influência interna”? Um tipo de consultora de bem-estar funcional…? 😏

Discrição total, claro.

📩 DM de @marta_ex_bruno → Bruno

Seu nojento.

Você me disse que “não curtia suruba”. E ali tá você, metendo com a alegria de quem recebeu o décimo terceiro em parcela única.

A gente tava junto, Bruno. E agora minha mãe quer te bater com o rolo de massa. Toda vez que falo o seu nome ela levanta aquela porra no ar e fica rodando parecendo uma Maria Louca.

📩 DM de @anonvaza1313 → Marina, Bruno, Celso

(Mensagem em comum)

Oi. Vi o vídeo. Me lembrou de algo que vivi num açougue de Osasco em 2009.

Vocês topariam fazer algo… filmado profissionalmente? Tenho luz, câmera e zero moral.

📲 Chat Privado – Marina & Celso (após o vazamento)

Marina 🍑 – 06:02

Tá em TODA parte.

Minha prima de Manaus acabou de mandar “olha essa doideira kkkk” sem saber que era eu.

Celso 🍆 – 06:03

Já me chamaram de “o chupador de xoxota do setor de carnes”.

A fama veio. Que seja como o do melhor oral da cidade.

Marina 🍑 – 06:04

Tem gente dizendo que minha periquita é patrimônio público.

Tô com medo de virar figurinha de zap e meme.

Celso 🍆 – 06:05

Eu já recebi umas 12 figurinhas. Tô colecionando.

Tem uma que é você dando língua e escrito “Frio lá fora. Aqui é esquenta.”

Obra de arte.

📲 Chat Privado – Bruno & Ex-namorada

Aline 💔 – 07:12

COMO VOCÊ PODE??? NO TRABALHO, BRUNO???

VOCÊ TAVA COMIGO HÁ DUAS SEMANAS!

Bruno 🐻 – 07:13

E eu ainda te amo.

Mas o coração não manda no pau.

Aline 💔 – 07:15

Vá pro inferno. E leva tua mortadela podre junto. 😢

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