Pode parecer brincadeira o que vou tentar transcrever nestas linhas, mas para mim é muito prazeroso — principalmente por ser uma pessoa que está redescobrindo o prazer de sentir tesão, ficar excitada, molhada e querer ser penetrada, desejando ser tocada e chupada pelo meu homem.
Com linguajar enólogo, eu sou da "safra de 78". Como parte do ciclo da vida, a menopausa chegou — ao meu ver, antecipada, e por que não dizer que chegou com força? Um dos sintomas foi a perda da libido, sem contar os prejuízos que já são sabidos. Sou casada há pouco tempo e tenho me esforçado para satisfazer sexualmente meu marido como posso. Dou o meu melhor, e acredito que ele também, até porque tem dias em que visivelmente não quero nada; mas sou fiel em sanar o desejo do meu macho.
Graças a Deus ele curte meu boquete. Uso a minha boca de veludo, engasgo, choro com a piroca na minha garganta, mas faço ele gozar. E ainda tenho que me controlar, porque os jatos são fortes na minha boquinha pequena. Eu sou guerreira, não tenho "nojinho": engulo tudo com a cobrança de deixar o pau sempre limpo. A melhor opção para ele é quando viro de ladinho e deixo ele maltratar meu rabo. Estou falando de um macho viril, com a testo alta e dosada em laboratório, e com zero carinho quando come meu botãozinho. Saio sempre destruída, me sinto arrombada — já tive que sentar de ladinho por três dias — mas o meu negão não ficou com fome.
Um belo dia resolvi mudar. Corri atrás do prejuízo, busquei ajuda médica e comecei a reposição hormonal, mesmo contra tudo e todos, já que meu histórico não ajudava; mas isso fica para outro momento.
Meu amor — que alegria escrever isso! — a medicação começou a fazer efeito. Hoje me sinto viva. Contratei uma personal trainer, voltei para a academia, tenho tido mais disposição, estou me alimentando melhor e percebi mudanças em mim. Tenho me masturbado quando o maridão não está em casa por conta do trabalho; foi um bom sinal esse desejo. Eu tenho procurado o meu macho, tenho gozado... e quero fazer um adendo: meu negão já me fazia gozar antes da reposição hormonal. Não me pergunte como: sem qualquer vontade, ele caía de boca na minha bucetinha. A língua quente, maliciosa e áspera dele no meu clitóris e, de repente, eu já estava me contorcendo na cama, alisando meus mamilos e gozava. Agora, ele chupa a meu pedido. Eu ando nua pela casa, porque já sei que serei atacada.
Mas o foco do conto é o que quero trazer agora. Como disse, antes eu gozava só na língua. Gozar através da penetração aconteceu antes da fdp da menopausa chegar, e recentemente aconteceu novamente! Gente, como estou feliz! Depois de uma tarde picante, som envolvente, garrafa de vinho, sendo beijada e tocada de forma íntima — sim, muita dedada no meu cu e na bucetinha — a temperatura ferveu. Caímos na posição de 69 depois de já ter transado e tudo, mas eu estava com um fogo no rabo acima da média.
O meu negão — aliás, não disse: ele é um cara enorme, nada carinhoso, falta pouco para me virar do avesso. Me deixa cheia de hematomas, com muito tapa na cara e na bunda. Já eu sou de baixa estatura, branca, olhos verdes, seios médios com prótese, bunda pequena e uma bucetinha bem pequena, depilada e apertada. Como diz o ditado: "Deus fez, então cabe"; ela engole a trozoba do meu homem. Mandei ele sentar na cama e disse que ia "montar no meu jumentinho", fazendo alusão ao brinquedo do parque de diversões, o carrossel.
Conforme sentei, estava muito molhada. A piroca enorme entrou toda na minha grutinha do prazer. Eu abraçava seu pescoço, ele me beijava com as mãos nos meus seios e eu quicava. Vocês têm noção do que é viver o que se deseja? Cheguei a sonhar com aquilo. Quicando loucamente, a boca dele nos meus peitinhos ajudava a dar o tom do tesão em mim. Ele me olhava enquanto eu quicava sem parar, até que ele enfiou dois dedos no meu cuzinho. Não tenho palavras para transcrever o que senti na hora: ele enfiando o dedo no meu cu, eu quicando, a boca quente nos meus seios... Não demorou para eu apertar o seu pescoço no abraço e começar a me tremer toda. Caralhoooooooooooooo...
Eu gozando, gemendo alto, e ele enfiando o dedo no meu rabo, falando putarias no meu ouvido, me xingando, incentivando-me a continuar gozando. Eu não conseguia parar! Toda arrepiada, mexendo o quadril para frente e para trás, até que o auge do prazer foi diminuindo. Fui saindo de cima dele, e acham que acabou? Porra nenhuma!
Ele me comeu de ladinho; comeu meu cu, já largo pelos seus dedos. Tomei no rabo e gemi o que ainda tinha de forças para gemer. Fico pensando nos vizinhos, que com certeza ouviram; moramos em apartamento e isso foi de tarde, não eram nem 17 horas ainda. O canalha gozou no meu rabo a ponto de escorrer esperma pelas pernas quando me levantei para ir ao banheiro.
Meu cu estava em brasas. Sentei no vaso e ele, que já tinha tomado banho, colocou a piroca — pasme, ainda dura — na minha boca. Essa cena acontece desde o período em que namorávamos. Ele pediu para "conferir se estava limpa".
Já de volta à cama, degustando o restante do vinho, eu só tinha palavras de agradecimento a ele, que me fez gozar. A resposta dele foi que a única pessoa que poderia fazer o melhor por mim era eu mesma. Assistimos a um filme de suspense, o vinho acabou, tivemos uma jantinha leve, ainda pelados, e dormimos de conchinha, com a piroca roçando na minha bundinha.
Foi maravilhoso montar no meu jumentinho. Espero que tenham gostado da minha história. E você, mulher: não se entregue, corra atrás! A menopausa é apenas uma fase e você é mais forte do que ela.
Já estou ansiosa pela próxima pirocada. Até lá! Contarei tudo. Beijos!
