A melhor amiga da minha esposa veio morar com a gente, e, sinceramente? Tanto eu quanto a minha mulher estamos numa seca... mentira. Estamos com o tesão acumulado de anos explodindo agora.
Nossa vida sexual simplesmente decolou desde que ela se instalou no quarto de hóspedes.
No começo, eu fiquei com o pé atrás. Eu e ela nunca fomos muito de ir com a cara um do outro. Na real, a gente vivia se bicando. Mas uma coisa eu tenho que admitir: nunca precisei adivinhar o que ela estava sentindo. A garota é autêntica até o talo, honesta demais. Às vezes ela solta uns venenos que me deixam puto da vida. Minha esposa já teve que mandar a gente baixar a bola mais de uma vez.
Então, quando descobri que a minha mulher tinha deixado ela vir morar aqui por tempo indeterminado, fiquei meio bolado.
Mas, no fim das contas, a guria é gente boa. Ela parecia genuinamente grata pela força que estávamos dando. E, pra ser honesto, é bom ter ela por perto. Ela é inteligente, engraçada, cheia de opinião — me faz revirar os olhos às vezes, claro — mas também me faz rir. E faz a minha esposa rir. O clima em casa ficou leve. Ela ajuda na arrumação e é um amor com as crianças.
Numa noite dessas, desci as escadas e ouvi um som vindo da cozinha. Fui chegando devagar e vi ela debruçada sobre o balcão da ilha, dublando alguma coisa pro celular. Ela estava se virando, começando a dançar um funk pesadão, daqueles de fazer o chão tremer. Ela jogava o quadril, rebolando devagarinho, de olhos fechados, sentindo a batida. Vestia só uma regatinha branca sem sutiã e um shortinho daquele tipo "pijaminha", curto demais, que mostrava a polpa da bunda.
Minha esposa já tinha me contado que ela estava tirando uma grana na internet. Tinha aberto um perfil no Privacy e no OnlyFans e já estava cheia de assinantes. A galera adora a autenticidade dela. E a bunda dela. E aquela boca, imagino eu.
Não que eu tenha pensado na boca dela. Ou em como seria sentir aqueles lábios nos meus. Se são tão macios quanto parecem. Ou como eles ficariam enrolados no meu...
Tudo isso veio na minha cabeça como um soco enquanto eu assistia à melhor amiga da minha mulher fazendo o "quadradinho" na minha cozinha.
Eventualmente, ela me viu, riu e pediu desculpas.
— A Carol disse que tava de boa, né?
— Sim — eu disse, tentando disfarçar. — Total. Não esquenta comigo. Só vim roubar um pedaço de queijo na geladeira.
Ela me zoou. Eu zoei de volta. Minha esposa já estava na cama lendo.
Ela agradeceu por eu ser tão tranquilo com a situação. E eu soltei: "Que nada, pô. Eu tô adorando. Adoro um sinal misto bem suculento."
Eu posso ou não ter dado uma espiada na página dela algumas vezes.
Minha esposa me mostrou mais algumas coisas. Na outra noite, ela me mostrou um vídeo da — vamos chamá-la de Diana — dançando um remix de funk da Whitney Houston, e nós dois ficamos em silêncio assistindo dois minutos inteiros dela dublando e dançando só de calcinha e top. E adivinha? Eu e minha mulher transamos como coelhos nem dez minutos depois. As crianças tinham ido dormir na casa dos avós.
Minha esposa e eu transamos com uma força que não rolava há anos.
Puxei o cabelo dela. Apertei os peitos dela com vontade. Dei uns tapas na bunda dela. Uma hora bati tão forte que só de pensar que a amiga dela poderia ouvir do outro lado do corredor, meu pau parecia que ia rasgar a pele de tão duro.
Minha esposa gozou várias vezes. Com a minha boca, meus dedos e meu pau. A tríplice coroa. O *hat-trick*. E eu não gozava daquele jeito há muito tempo. Ela ficou encharcada.
De vez em quando, a Diana me lançava aquele olhar de quem vai aprontar. Um sorrisinho de canto, olhos semicerrados.
Numa noite, desci e, dessa vez, as duas estavam dançando na cozinha. Pulavam feito adolescentes e, de repente, faziam algo super adulto e sexy. Vi minha esposa tentando descer até o chão. Ela nunca faz isso, nunca rebola desse jeito. A Diana deu um tapa estalado na bunda dela enquanto ela fazia o quadradinho, e eu só me encostei na parede, assistindo de camarote.
Em certo momento, a Diana me viu ali parado. Ela não disse nada. Só abriu aquele sorriso e fez um sinal com a mão me chamando.
Então eu fui. Comecei a dançar devagarinho atrás da minha esposa. Ela me olhou pela primeira vez, sorriu e foi me empurrando para trás, pressionando a bunda contra mim até eu bater no balcão da cozinha.
A Diana riu. Eu também. E aí eu mordi o lábio quando minha mulher começou a esfregar a bunda pra cima e pra baixo na minha virilha.
Olhei pra Diana. Os olhos dela estavam fixos nos nossos corpos. Ela estava com uma expressão séria, compenetrada.
Minha esposa estava se entregando total. Tocava um som muito foda, uma batida envolvente, aquela voz feminina sexy no fundo.
Foi aí que a Diana pegou o celular dela, que estava apoiado num suporte. Eu tinha esquecido completamente que ela estava gravando. E ela começou a filmar a gente.
Olhei pra baixo, pra minha mulher. Ela ainda estava de olhos fechados, trabalhando meu pau até ele ficar no limite. No potencial máximo.
Então ela virou o rosto pra câmera e abriu os olhos. Eu fiquei esperando alguma microexpressão, algum sinal de que ela queria parar, mas ela olhou direto pra lente, mordeu o lábio, fechou os olhos de novo e começou a sarrar forte no meu volume.
Eu só fechei os olhos e aproveitei.
Não aguentei mais segurar e agarrei a bunda dela. Uma bunda que eu já agarrei um milhão de vezes. Mas dessa vez foi diferente. Eu apertei com vontade e olhei pra Diana, o rosto dela meio escondido atrás do celular, filmando tudo. Ela parecia hipnotizada pela cena. Pela imagem.
Ela parecia estar gostando muito do que via.
Devagarinho, ela veio andando na minha direção, ficando ombro a ombro comigo. Ela passou o braço em volta de mim, de lado, e colocou o celular entre eu e a minha esposa. Me deixando ver exatamente o que a câmera dela via. E eu não sei se são os anos de pornografia, mas minha mulher parecia tão gostosa, tão *safada* naquele enquadramento. Eu nunca tinha pensado na minha esposa desse jeito. Não como uma "safada".
Assistindo minha mulher me dar uma lap dance. Subindo e descendo aquelas nádegas no meu pau pulsando através do meu short de tactel. A Diana se apoiou em mim. Eu conseguia sentir o cheiro do perfume dela.
De vez em quando, quando você está quase lá, quase gozando, você sente isso. Uma onda sensorial que age como um teaser do que você vai sentir em breve. Quando senti aquela primeira onda, não consegui evitar e inclinei a cabeça na direção da Diana. Meu nariz perto da orelha dela. Ela devia estar de olhos fechados, porque deu um pequeno sobressalto, um susto. Mas imediatamente ela se recostou em mim de novo.
Minha cabeça fez um "zoom out", vendo essa imagem de fora. Eu não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo. Nunca nem considerei isso uma possibilidade.
A essa altura, meu short já tinha sido puxado alguns centímetros pra baixo pela força gravitacional da bunda da minha esposa. Dava pra ver o elástico da minha cueca box. Não sei se foi intencional, mas o braço da Diana, que estava em volta do meu ombro, agarrou minha camisa. Puxando-a pra cima, bem de leve.
A cada rebolada da bunda macia da minha mulher, a cabeça do meu pau chegava cada vez mais perto de surgir pra fora do short.
Minha esposa olhava pra trás de vez em quando, conferindo. Ela sabia exatamente o que estava fazendo. Senti a Diana me apertar um pouco mais forte, puxando minha camisa mais pra cima quando a cabeça do meu pau começou a empurrar o elástico do short e da cueca. E assim que a minha pele finalmente sentiu o ar da cozinha, a Diana inalou fundo, como se tivesse perdido o fôlego.
Essa é uma linha tênue que estávamos cruzando. Uma linha grande.
Mas nós três estávamos cruzando juntos. Comecei a estocar meu corpo contra o da minha mulher. E quando a cabeça inteira do meu pênis saiu, sendo empurrada de novo e de novo contra a minha barriga pela bunda gorda da minha esposa naquele robe de seda roxo, a Diana encostou a cabeça no meu peito. Encarando. Filmando a estreia do meu pau na telinha.
Eu fiquei esperando minha esposa virar e começar a rir, dizendo que era tudo uma piada. Uma longa piada erótica.
Porque meu pau estava metade pra fora do short. E a melhor amiga da minha mulher estava vendo. E filmando ele pulsar sob a luz da nossa cozinha.
Finalmente, minha esposa se vira.
Ela vem até mim com um sorriso travesso que eu não via nela há tempos. Ela se inclinou, levantando o joelho e, ao mesmo tempo, me beijando na boca e pressionando a coxa contra as minhas bolas. Que, a essa altura, estavam apertadas pra caramba.
Aí ela olhou pra Diana, olhou pro celular e pegou o aparelho. Minha esposa começou a filmar meu pau. Só por um momento.
Então, minha mulher disse, enquanto virava a câmera pro rosto da Diana: "Essa não é a sua música favorita?"
E, pela primeira vez, vi a cara mais fofa e envergonhada do mundo. Um sorriso lindo de alguém que se sente vista e amada. Na outra noite mesmo ela tinha dito que nós éramos os melhores amigos dela. E ela tinha virado uma das minhas também.
— Você sabe que é — a Diana disse, se afastando de mim, soltando minha camisa. Arrastando devagar os dedos e as unhas pelas minhas escápulas e depois pelo meu ombro enquanto se afastava alguns metros.
E ela dançou pra gente.
Ela girava devagar, rebolando em círculos. De olhos fechados. Passando as mãos pelo cabelo.
Minha esposa me virou pelos ombros. Para que eu ficasse de frente pra Diana. Uns dois metros e meio de distância.
Ela ficou atrás de mim, a cabeça e a câmera espiando por cima do meu ombro esquerdo. Enquanto a mão direita dela subia e descia devagar pela minha barriga, as pontas dos dedos parando logo antes do meu pau que latejava no ar.
A Diana percebeu nossa mudança. Sentiu minha energia apontada diretamente pra ela. Minha esposa capturando cada movimento dela. A Diana olhou pra baixo, pro meu pau apontando direto pra ela. E virou as costas pra gente, com um sorriso de canto por cima do ombro, enquanto movia os quadris num círculo e, com os polegares, foi baixando a calcinha.
...Eu vou transar com a Diana hoje à noite?
Assim que vimos a lingerie azul dela desaparecer entre as nádegas, minha esposa apertou devagar a base grossa do meu pau.
Me lembrando do quanto eu estava pronto pra explodir.
Ela começou a me bater uma punheta devagar enquanto nós dois assistíamos a Diana dançar na nossa cozinha. Do lado da fruteira no balcão. De uma pilha de contas que a gente ainda nem abriu. Minha esposa moveu os dedos lentamente em direção à cabeça do meu pau.
Ela soltou por um momento pra cuspir na mão. Quando ela agarrou meu pau de novo e o lambuzou, pensei que minha mulher tinha acabado de aprender um truque novo. Aparentemente, estamos todos numa vibe de putaria hoje.
Ela me masturbava e eu podia ouvir cada estalo molhado da mão dela.
A Diana se virou, com os olhos fixos na gente. Ela correu os dedos devagar pela camiseta dela até sumirem por baixo da calcinha. Dando só uma amostra dos pêlos lá embaixo. Ela é uma feminista convicta. E disse uma noite que, se qualquer homem quisesse transar com ela, era obrigado a gostar de mulher com pêlos.
E eu gostava. E acho que ela percebeu pela minha reação que eu gostava mesmo.
E agora ela estava se masturbando na nossa frente, balançando os quadris.
Eu estava chegando perto.
Meu peito subia e descia rápido. Larguei o controle. Pra onde quer que esse gozo vá, agora é responsabilidade da minha mulher.
Fechei os olhos, jogando a cabeça pra trás.
Minha esposa sussurrou: "Isso, amor."
Ouvi a Diana soltar o ar. Abri os olhos e olhei pra ela. Ela tinha parado de dançar e estava apenas encostada na parede, se dedilhando por baixo da lingerie. Parecia real agora. Boca entreaberta. Esfregando o clitóris com vontade. E então a outra mão e o pulso desapareceram por baixo da camisa. Enquanto ela começava a apertar os próprios mamilos. Se apalpando.
Minha esposa estava filmando ela.
Agora ela tinha a atenção de nós dois. E os olhos dela subiram do meu pau, sendo acariciado pela mão da melhor amiga, pra nós. A Diana olhou nós dois nos olhos e se empurrou levemente da parede, de modo que só os ombros e a cabeça faziam contato. Ela estava empurrando a buceta na nossa direção. Continuou a se esfregar e, então, colocou uma mão no balcão e se virou de costas pra gente. Se curvou, apoiando os cotovelos. Apresentando a bunda pra nós num ângulo perfeito. Movendo-se de um lado pro outro enquanto começava a gemer, se dedilhando.
Minha esposa trouxe a câmera rapidamente pro meu pau. E começou a soltar o ar num suspiro. Parecia que os lábios dela tinham aumentado de tamanho enquanto me beijava de novo. Pareciam dois travesseiros. E agora eu queria aqueles lábios enrolados no meu pau.
Mas eu não estava no comando daquele momento. Minha esposa começou a puxar meu pau, mais rápido e mais forte.
Eu soltei o ar alto. Quase um gemido.
A Diana fechou os olhos com força, começando a ofegar. Cada expiração parecia uma facada de prazer. Eu conseguia ver os lábios da buceta dela e os dedos através da transparência da parte de trás da calcinha.
Prendi a respiração. Minha esposa mordeu meu ombro. E eu eruptei por todo o chão da cozinha e, então, minha mulher apontou meu pau levemente pra direita e meu último grande jato aterrissou bem na bunda da Diana.
Quando ela sentiu meu gozo quente, jogou a cabeça pra trás e começou a gozar também. Aqueles dedos longos e lindos se contraindo. Minha esposa, tirando cada gota que eu tinha, foi me movendo devagar pra perto do corpo convulsionando da Diana. A bunda dela ainda tremia. Ela ainda estava gozando. E minha esposa ordenhou as últimas gotas de porra de mim. Em cima da Diana.
A respiração da Diana voltou ao controle. E minha esposa deu um tapa com meu pau mole na nádega da Diana, fazendo um som estalado e molhado no gozo que estava ali. Nós três rimos.
A música continuou tocando. O que ajudou a preencher os momentos. Limpamos tudo juntos, rindo. Bebendo litros de água. E depois fomos assistir TV. Nós todos no sofá. E em um momento, a cabeça das duas estava nos meus ombros.
Não tinha muita tensão sexual nesse ponto. Só conforto. Alívio. Alegria. Rimos do programa. Uma das nossas noites mais felizes. Até agora.
E sim, em um momento a Diana estava com a mão na minha coxa. E em outro, ela alcançou a mão da minha esposa, que estava na minha outra coxa. E começou a massagear os dedos e a palma da mão dela.
Na minha coxa esquerda.
E algumas vezes, o pulso da Diana descansou contra o volume do meu pênis, dentro do mesmo short.
Nossos olhos estavam na TV. Mas nossos corpos estavam em outro canal. Era quase involuntário. Piloto automático.
Eu estava completamente duro de novo. Mas não tinha expectativas. Eu ia provar pra essas mulheres que eu tinha alguma força de vontade. Eu queria que minha esposa curtisse a massagem na mão. E eu gostava da sensação do pulso da Diana ocasionalmente pressionando a base do meu pau ereto. Enquanto assistíamos nosso programa favorito.
Mas isso é história pra outra hora, meus amigos.
***
[FIM!]