Minha Filha tem uma Doença Rara e a Única Cura é Pica - Pt. 1

Um conto erótico de Ramon66
Categoria: Heterossexual
Contém 2975 palavras
Data: 04/01/2026 21:45:47

O calor do Rio de Janeiro não é apenas uma condição meteorológica; é uma entidade viva, maliciosa, uma cadela no cio que nunca dorme e se esfrega contra os prédios de luxo, ignorando o isolamento acústico e o mármore importado. Ele gruda na pele como um filme de óleo, entra pelos poros dilatados e apodrece a alma de dentro para fora. O meu apartamento na Vieira Souto, um mausoléu de trezentos metros quadrados com ar condicionado central zumbindo num tom de réquiem e vista para o Atlântico negro, deveria ser um oásis. Deveria ser o meu prêmio. Mas há três anos, desde que o inferno decidiu alugar um triplex no lobo temporal do cérebro da minha filha, este lugar virou a antecâmara de um matadouro emocional, onde a esperança é abatida diariamente com requintes de crueldade.

Meu nome é Ricardo. Tenho cinquenta e dois anos, e as linhas no meu rosto não são de sabedoria, são de trincheira. Sou arquiteto. Eu deveria estar debruçado sobre pranchetas, desenhando arranha-céus que desafiam a gravidade e sonhando com o Pritzker, mas meu principal projeto, minha *magnum opus* distorcida, é gerenciar o caos que devora a vida da Lara. Minha única filha. Minha menina.

Aos vinte e dois anos, ela carrega no sangue uma maldição com nome clínico: uma variação bizarra e resistente da Síndrome de Kleine-Levin. O médico, um neurologista renomado do Copa D'Or com mãos de pianista e hálito de menta artificial, tentou explicar com gráficos coloridos e termos em latim que soavam como sentenças de morte. Ele falava de hipotálamo, de desregulação química, mas a tradução para a língua dos homens desesperados era simples e brutal: de tempos em tempos, sem aviso, sem gatilho, a Lara entra num estado de hiperssexualidade violenta, primitiva e incontrolável.

Não é desejo. Não confundam com ninfomania, essa palavra bonita que usam em filmes ruins. A Lara não sente prazer. Ela não sente tesão. Ela não sente amor. O que ela sente é uma necessidade física, dolorosa, uma fome celular desesperada por pau. Qualquer pau. É uma coceira que queima os nervos, uma sede que a consome como fogo em palha seca até que seja saciada, repetidamente, mecanicamente, até a exaustão física ou o colapso.

No começo, eu fui o pai padrão. O pai que tenta consertar. Foi um desespero puro, uma correria de hospitais psiquiátricos com paredes acolchoadas e cheiro de urina velha disfarçado de desinfetante. Internamos ela. Tentaram lítio, antipsicóticos, sedativos de cavalo que a deixavam babando, com os olhos virados, uma boneca quebrada num canto da sala. Nada funcionava. As crises vinham, rompiam a barreira química, e ela se machucava. Arranhava as paredes até as unhas sangrarem, tentava fugir pela janela do décimo andar, se esfregava nos enfermeiros, nos móveis, no chão áspero. Chorava de dor, uma dor que uivava, uma dor que só a porra de um homem, a intrusão violenta de carne, parecia aliviar momentaneamente.

Depois de uma tentativa de suicídio durante uma crise particularmente brutal — encontrei-a com um caco de espelho no pulso, o sangue misturado com o lubrificante que ela tinha roubado — eu a trouxe para casa. A mãe dela, minha amada e frágil Cláudia, tinha morrido de câncer no pâncreas dois anos antes, poupando-se, numa ironia divina, de ver a filha se transformar nisso. Eu estava sozinho. Eu prometi ao fantasma da minha mulher que cuidaria dela. "Eu protejo a nossa menina, Clau", eu sussurrei no velório. Mal sabia eu que essa promessa exigiria que eu me tornasse o monstro para proteger a princesa.

Meu método é doentio. Eu sei. Eu vejo o julgamento nos olhos imaginários da sociedade. Mas é um método. Tenho um aplicativo no celular, um desses de encontros casuais, um açougue digital chamado *Pure*. Meu perfil é falso, claro. Sem foto de rosto, apenas um torso genérico. A descrição é vaga, cirúrgica: *“Casal busca. Mulher com fetiche de submissão extrema, precisa ser usada, sem limites, sem conversa. Pagamento generoso por sigilo.”*

Eu filtro os candidatos como quem escolhe gado. Busco os caras com cara de psicopata, os brutamontes de academia com veias estourando nos bíceps, os que têm o olhar vazio de quem já viu coisa pior ou de quem não tem alma para se importar. Quando a Lara entra em crise — e eu conheço os sinais: os olhos ficam vidrados, as pupilas dilatam até engolir a íris, a pele fica febril e úmida, e ela começa a gemer baixinho, um som que lembra um animal preso numa armadilha —, eu sei que tenho poucas horas antes que ela comece a se mutilar.

Eu os levo para o apartamento de serviço do prédio, um conjugado no térreo que mantenho só para isso. O matadouro. Paredes cinzas, uma cama king size reforçada, sem objetos cortantes. Eu pago bem, em dinheiro vivo, notas de cem enroladas em elástico. A regra é clara, dita com voz de aço: sem fotos, sem vídeos, sem perguntas, sem deixar marcas visíveis no rosto. Pode foder com força, pode xingar, pode cuspir, pode fazer o que quiser, mas tem que gozar dentro e sair. Às vezes, são necessários dois, três caras numa noite para a febre baixar.

Eu fico do lado de fora, no corredor frio, sentado numa cadeira de plástico, ouvindo. Os sons... Deus, os sons. Os gritos dela não são de prazer, nunca são. São de alívio. São urros de quem está sendo exorcizado. O som de carne batendo contra carne, *PLOC, PLOC, PLOC*, rápido, violento. Os grunhidos dos animais que eu pago para saciar a besta dentro dela. Cada gemido é uma faca serrilhada girando no meu peito. Eu sou o cafetão da minha própria filha. Sou o guardião do inferno.

Esta noite, a crise veio com uma força tectônica. Lara começou a tremer durante o jantar, o garfo de prata batendo no prato de porcelana num ritmo frenético, *clim-clim-clim*. Ela derrubou o vinho. O líquido vermelho manchou a toalha branca como um presságio. Ela levantou a cabeça, e os olhos dela... aqueles não eram os olhos da minha Lara. Eram poços negros de necessidade. O suor já brotava na testa dela, fazendo os cabelos colarem na pele.

— Pai... — ela sussurrou, a voz rouca, arranhada. — Tá começando. A coceira... tá dentro do osso.

Corri para o celular. Minhas mãos tremiam tanto que errei a senha duas vezes. O aplicativo brilhou na tela como um farol no meio da tempestade. O primeiro cara que contatei, um tal de "Pitbull", foto de perfil mostrando um pescoço grosso com uma tatuagem de escorpião, respondeu em segundos. Um PM de folga, deduzi pelo calão e pela disponibilidade imediata.

— Cinquenta minutos — ele digitou.

— Vinte. Pago o dobro — respondi.

Ele mandou um emoji de joinha.

Mandei a Lara tomar um banho frio, uma tática inútil, quase cruel, apenas para ganhar tempo e limpar o cheiro do medo dela. Desci para esperar o sujeito na portaria, sentindo o ar condicionado do elevador secar o suor frio nas minhas costas.

O sujeito chegou pontualmente às dez. Cheirava a cerveja barata, cigarro e prepotência. Era enorme, uma montanha de músculos mal definidos e maldade reprimida.

— É a tua filha mesmo? — ele perguntou com um sorriso nojento, mostrando dentes amarelados, enquanto mastigava um palito de dente. O olhar dele me scaneou, procurando a fraqueza, e encontrou.

Eu só assenti, engolindo a bile que subia na garganta. Entreguei a chave do conjugado e um envelope pardo com quinhentos reais.

— Aproveita — eu disse, a voz saindo como um veneno, baixa e letal. — Mas se machucar o rosto dela, eu te mato.

Ele deu uma gargalhada que ecoou no saguão de mármore e subiu. Eu me sentei no banco da portaria, incapaz de voltar para casa, incapaz de ficar longe. Eu precisava ser a sentinela desse inferno. O porteiro da noite, Seu Geraldo, fingia ler o jornal, mas eu sabia que ele sabia. Todo mundo sabia. O prédio inteiro sussurrava sobre o "arquiteto louco e a filha puta".

Meia hora. Foi o tempo que durou o meu silêncio. O som do meu celular me assustou, vibrando no bolso como um bicho. Era o Geraldo.

— Seu Ricardo... o rapaz que subiu pro 102 acabou de descer. Parecia com pressa, assustado. Nem deu boa noite. Aconteceu alguma coisa?

Meu sangue gelou, parando nas veias. Tão rápido? Impossível. A Lara precisava de horas, de exaustão, de aniquilação. Corri para o elevador, o coração martelando na garganta num ritmo de bateria de escola de samba. O display dos andares parecia zombar de mim. *Térreo*

Abri a porta do apartamento de serviço com violência. O cheiro me atingiu primeiro. Cheiro de sexo, de suor azedo, de hormônios em ebulição. A cena era pior do que qualquer pesadelo que eu já tive.

Lara estava no chão, no meio da sala vazia. Nua. A pele dela estava vermelha, manchada, brilhando sob a luz fria da lâmpada fluorescente. Ela chorava compulsivamente, um som agudo, quebrado. Não era o choro de exaustão pós-crise, aquele choro mole e sonolento. Era choro de dor, de frustração, de uma fome que foi interrompida no meio da mordida.

— Ele não conseguiu, pai... — ela soluçou, o corpo se contorcendo no chão frio, as pernas se abrindo e fechando num espasmo involuntário. — Ele ficou com medo... disse que eu era louca... que eu tava mordendo... e foi embora. Pai...

A crise estava no auge. A necessidade latejava nela, visível, palpável. A buceta dela estava inchada, uma ferida aberta, escorrendo fluidos, clamando por preenchimento. Ela começou a se arranhar, as unhas longas rasgando a pele das coxas, deixando trilhas brancas que logo ficavam vermelhas.

— Pai, por favor... tá doendo muito. Eu preciso de um pau. Agora. Vai explodir, pai. Tira isso de mim!

O desespero tomou conta de mim. Peguei o celular, os dedos escorregando na tela úmida de suor. Liguei para o segundo da lista. Caixa postal. O terceiro não atendeu. O quarto respondeu com uma mensagem automática: *"Estou com a família. Só amanhã, parceiro"*.

A cidade do Rio de Janeiro, com seus sete milhões de habitantes, com seus exércitos de homens famintos, e eu não conseguia encontrar um único pau disponível para enfiar na minha filha e parar a dor dela. Que porra de ironia cósmica. Que piada de mau gosto.

Lara gritou, um som gutural, animal, que rasgou a minha alma. Ela se arrastou até mim, de quatro, agarrando a barra da minha calça de linho.

— Pai, por favor... qualquer um... você... me ajuda, pai... tá doendo...

Ela levantou o rosto. Os cabelos estavam grudados na testa. Ela olhou para mim, mas não havia reconhecimento naqueles olhos. Não era a minha Lara, a menina que eu ensinei a andar de bicicleta na Lagoa. Eram os olhos da doença. Da *Coisa*. A necessidade pura, sem filtro, sem tabu, sem moral. Ela não estava pedindo para o pai dela. Estava pedindo para o único homem com um pau que estava ali naquele quarto trancado.

E naquele momento, vendo o sofrimento dela, ouvindo os gritos que pareciam vir do centro da Terra, sentindo o cheiro do cio dela impregnando o ar — um cheiro doce, almiscarado, enjoativo e estranhamente excitante —, algo dentro de mim se quebrou. Um dique que eu construí durante anos, tijolo por tijolo de moralidade e civilidade, ruiu.

Toda a minha resistência, todo o meu asco se dissolveram numa onda de compaixão distorcida, misturada com um desejo reprimido, escuro e viscoso que eu mantinha acorrentado no porão do meu subconsciente. Eu era o guardião dela. Eu tinha prometido cuidar dela. E se o mundo tinha virado as costas, se Deus tinha saído para fumar um cigarro e nos deixado aqui... então eu seria Deus.

— Tudo bem, filha — eu sussurrei. A voz não era minha. Era a voz de um estranho, rouca, profunda. — O papai vai cuidar de você. O papai vai tirar a dor.

Tirei a camisa, os botões estourando, o suor frio escorrendo pelas minhas costas e se misturando ao ar viciado da sala. Ela me observava do chão, a respiração ofegante, o peito subindo e descendo rápido, os mamilos duros como pedras apontando para mim. O olhar dela fixou na minha virilha.

Desabotoei a calça, o zíper fazendo um som metálico que pareceu um tiro no silêncio. Empurrei o tecido para baixo junto com a cueca.

Meu pau... Cristo. Meu pau, que deveria estar murcho de horror, recolhido em vergonha, estava duro. Duro como mármore, latejando, veias saltadas, pulsando com uma mistura doentia de pena, poder e teso. Era a confissão final do monstro que eu havia me tornado. A prova física da minha danação.

Lara não hesitou. Ela se arrastou, como um animal sedento se arrasta até a última poça d'água no deserto. Ela não disse nada. Apenas abriu a boca e engoliu a cabeça do meu pau com uma fome desesperada, uma voracidade que eu nunca tinha visto em nenhuma mulher, em nenhuma puta, em nenhum dos homens que paguei.

A boca dela era um forno. Quente, úmida, voraz. A língua dela trabalhou rápido, sem técnica, apenas instinto bruto. Ela chupava com a urgência de quem está se afogando e precisa de oxigênio, as mãos dela, pequenas e delicadas, agarrando minhas nádegas com força, cravando as unhas, me puxando para mais fundo na garganta dela. *GLUP, GLUP*. O som da saliva, o som da garganta dela aceitando a invasão.

Os sons que ela fazia eram obscenos. Eram os mesmos sons que eu ouvia do lado de fora da porta, aqueles gemidos que me assombravam, mas agora... agora eram para mim. Eram *por* mim. Eram causados pela minha carne.

Uma onda de poder subiu pela minha espinha. Eu enfiei meus dedos no cabelo dela, puxando com força, obrigando-a a me encarar enquanto eu a fodia pela boca. Olhei para baixo. Minha filha. De joelhos. Engolindo o pau do próprio pai como se a vida dela dependesse disso. E, de uma forma fodida, distorcida e real, dependia.

Eu a puxei para cima antes que eu gozasse na boca dela. O prazer estava no limite, uma corda prestes a arrebentar. Eu a joguei no chão frio, no mesmo lugar onde o outro cara, o covarde, a tinha abandonado. Abri as pernas dela com violência.

A buceta dela estava escancarada. Um convite molhado, pulsante, rosa e vermelho. O cheiro ali era mais forte, inebriante. Eu não hesitei. Não podia hesitar. Se eu parasse para pensar, eu me mataria.

Alinhei meu pau na entrada, sentindo o calor radiando dela, e empurrei.

A sensação foi elétrica, devastadora. Ela era apertada, insanamente apertada, mas estava tão lubrificada que eu deslizei para dentro como se fosse feito para ela. Ela me engoliu por inteiro, até a base.

Lara gritou quando eu a preenchi. Um grito longo, arrastado. Mas desta vez, não era dor. Havia uma nota diferente, uma vibração na garganta dela. Um tom de alívio puro, quase religioso, como se uma prece tivesse sido atendida.

— Isso... pai... — ela gemeu, a cabeça jogada para trás, os olhos revirados. — Mais fundo... preenche... tira a dor...

Eu comecei a meter. Devagar no início, testando os limites daquela nova realidade. *Schlock. Schlock.* O som da pele molhada batendo. Eu era um arquiteto, um homem de estruturas e planejamento, mas ali eu era apenas um animal alfa marcando seu território da forma mais primitiva possível.

O ritmo aumentou. A loucura tomou conta. Eu batia nela com força, o meu quadril chocando contra o dela, e a cada estocada, ela respondia, levantando a pélvis, pedindo mais, arranhando minhas costas, mordendo o próprio lábio até sangrar.

— Me fode, pai! — ela gritou, e a palavra "pai" saiu misturada com um gemido de prazer sujo. — Me quebra!

Eu olhei para o rosto dela. Estava transfigurado. O sofrimento tinha sumido, substituído por um êxtase cego. Eu estava curando ela. Eu estava salvando ela. Essa mentira se instalou na minha mente como uma verdade absoluta.

Eu acelerei. O quarto girava. O cheiro de sexo ficava mais forte. Eu segurei os pulsos dela, prendendo-os acima da cabeça, dominando-a completamente, e martelei dentro dela com toda a fúria da minha vida frustrada, toda a raiva da doença, todo o desejo proibido que eu nunca soube que tinha.

Quando o orgasmo veio, foi como uma explosão nuclear. Eu gozei fundo, despejando tudo dentro dela, jatos quentes de vergonha e alívio, enquanto ela contraía ao meu redor, gritando junto comigo, num uníssono profano.

Caí sobre ela, exausto, o coração querendo sair pela boca. Ficamos ali, colados pelo suor e pelo sêmen, dois náufragos numa ilha de perversão. O silêncio voltou ao apartamento, pesado, denso. A respiração da Lara foi acalmando, voltando ao normal. O corpo dela relaxou debaixo do meu. A crise tinha passado. O demônio tinha sido alimentado.

Eu comecei a sair de dentro dela, devagar, sentindo a perda de conexão. Rolei para o lado, cobrindo os olhos com o braço, esperando a culpa, o nojo, a vontade de morrer. Mas o que veio foi pior.

Senti uma mão pequena tocar o meu peito.

Tirei o braço dos olhos e olhei. Lara estava acordada. O olhar vidrado da doença tinha sumido. Os olhos dela estavam claros, lúcidos. Eram os olhos da minha filha. Ela me olhava com uma expressão indecifrável. Não era horror. Não era ódio.

Ela passou a mão pelo suor do meu peito, desceu até a barriga, e parou no meu pau, que já começava a amolecer. Ela sorriu. Um sorriso triste, quebrado, mas consciente.

— Obrigada, Ricardo — ela disse, a voz límpida, usando meu nome pela primeira vez na vida, e não "pai".

E então, a porta do apartamento de serviço se abriu.

A luz do corredor invadiu a penumbra, recortando uma silhueta na entrada.

— Ricardo? Lara? — A voz era inconfundível. Era a síndica. Dona Marisa. E ela não estava sozinha. Atrás dela, o flash de um celular disparou, iluminando nossa nudez, nosso crime, nossa alma exposta.

O inferno não tinha acabado. Ele tinha acabado de abrir as portas para o público.

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Esse é o papel de td homem cuidar das mulheres da casa

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