Eu possuo um grande círculo de amigos que é composto de pessoas das diversas classes sociais. Muitos destes se encontram na elite da sociedade e isso me proporciona frequentar alguns lugares muito bons e ter experiências inesquecíveis.
Gustavo é um bom amigo de longa data cuja família é dona de uma famosa empresa alimentícia. Ele vive uma vida de rei, herdou uma fortuna sem nunca ter precisado trabalhar. Nos conhecemos na faculdade e, junto dele, frequentei diversas festas da high society.
Certa vez, ele resolveu fazer uma grande festa de final de ano em sua mansão em um condomínio de luxo no litoral. Como amigo próximo, fui convidado a ficar em uma das suítes durante todo o final de semana, o que me proporcionou uma experiência régia. Foram quatro dias de festas e eventos sociais onde tive a oportunidade de realizar muitos desejos.
No primeiro dia, a festa começou pela manhã, com diversos convidados na piscina sendo servidos de deliciosos canapés. Havia música e bebida à vontade. Mas a única coisa que me importava era aquele homem lindo vestindo uma sunga branca, que contrastava com sua pele negra. Ele tinha um lindo físico, mas nada muito exagerado. Mesmo a fria água da piscina não diminuía o volume de sua veste. Não sosseguei enquanto não cheguei perto dele e puxei assunto. Ele se mostrou receptivo, o que apenas confirmou que nossa troca de olhares anteriormente não havia sido um engano. Seu nome era Lauro e conhecia Gustavo da academia. Estava passando o ano novo com amigos em uma cidade próxima e resolvera aceitar o convite para festa. Ficamos batendo papo por um bom tempo, regado a algumas taças de vinho. Em determinado momento perguntei se ele era compromissado e ele respondeu: “Solteiro, com muito orgulho e assim pretendo ficar”. Concordei com ele e falei “compromisso é para gente mais velha e que jovens como nós precisam aproveitar as oportunidades”. Ele concordou e resolvi arriscar falando: “Que bom que temos a mesma opinião… Agora estou um pouco cansado da festa e vou tomar um banho e relaxar na minha cama lá no meu quarto, na terceira porta à direita do segundo andar…”. E saí torcendo que ele entendesse o recado.
Entrei no quarto e fui ao banheiro. Deixei todas as portas destrancadas e iniciei o banho. Quanto já estava no terminando, ouvi a porta do meu quarto fechando e sendo chaveada. Enrolei uma toalha na cintura, saí do banheiro e vi Lauro encostado na porta do quarto e esfregando seu pau por cima da sunga. Ele veio em minha direção e nos beijamos. Comecei a descer a minha mão para sua sunga, mas ele a segurou. Então me pegou no colo e me jogou na cama, me deixando de barriga para baixo. A toalha já havia caído quando ele me jogou e fiquei nu. Ele começou a acariciar minha bunda, apertando-a, abrindo-a e passando o polegar no meu cuzinho.
“Que cuzinho lindo, bem rosado”. Quando ele falou isso, levantei a bunda, arregacei-a com minhas mãos e fiquei apoiado pelo peito na cama. Ele continuou me acariciando e então comecei a piscar meu cuzinho para ele. Percebi que ele não resistiu a logo caiu de boca, me penetrando com a sua língua. Comecei a gemer quando senti sua língua quente me invadindo e podia sentir meu pau duríssimo e todo melado. Me libertei dele e me virei. Ele estava de joelhos na cama e dava para ver que a sunga estava explodindo com aquele cacete pulsando. Fiquei de quatro na sua frente e comecei a abocanhar o volume por cima da sunga, dando leves mordidas e acariciando as bolas. Logo ele ficou em pé e eu fiquei de joelhos à sua frente, bem próximo. Abaixei a sunga e aquela pica preta e de cabeça roxa pulou na minha cara. Dava para ver que era de um tamanho avantajado. Ele chegou a brincar um pouco com ela, balançando-a e batendo com ela na minha cara. “Toma sua putinha, vai tomar uma surra de pau hoje”. Agarrei-a pela base e comecei a bater com ela na minha língua. Senti aquele gosto delicioso de suor e cloro da piscina enquanto sugava levemente sua cabecinha. Ele mandou eu ficar com as mãos para trás e que eu abrisse a boca e colocasse a língua para fora. Obedeci e ele segurou minha cabeça e repousou a cabeça roxa na minha língua. “Vou colocar só a cabecinha por enquanto”. Deixei-o ditar o ritmo. Ficava esfregando a cabeça roxa na minha língua. Mas logo em seguida ele falou: “agora quero ver você engolir todo” e foi enfiando a rola aos poucos na minha boca. Obediente, fui engolindo, até a pica chegar na minha garganta e eu sentir suas bolas encostando no meu queixo. Tenho orgulho de conseguir engolir qualquer pica, por maior que seja. Ele tirou toda ela de supetão e se abaixou ficando com rosto junto ao meu: “parabéns, sua putinha, conseguiu engolir todo, vamos brincar bastante”. E se levantou e enfiou tudo novamente, repetindo o movimento diversas vezes. A baba escorria pela minha boca, assim como pequenas lágrimas saíam dos meus olhos quando a pica batia da minha garganta. Achei até que ele fosse gozar na minha boca, pela velocidade que a fodia. Mas me enganei, tinha mais por vir.
Ele tirou a pica e vi ela pulsando na minha frente. Comecei a a punheteá-lo, dando uma folga para minha garganta, mas ele tinha outros planos. Ele se deitou na cama, com a pica em riste e mandou eu continuar chupando. Ele mandou eu ficar com meu rabo virado para ele, pois queria brincar com meu cuzinho enquanto eu o chupasse. Rapidamente peguei um tubo de KY na minha mala, entreguei para ele e logo cai de boca na sua rola. Ele começou a lambuzar meu cu com o lubrificante, enfiando um dedinho de vez em quando e comentando “Esse cuzinho lindo vai ser arrombado hoje, que delícia, não vejo a hora de meter nele. Quero ver se vai aguentar tudo”. Continuei chupando aquela pica deliciosa enquanto ele me penetrava com seus dedos. Não demorou muito ele levantou minha cabeça pelos cabelos e falou: “chega de me chupar, agora quero te comer”.
Antes que ele fizesse qualquer movimento, pulei pra cima dele e comecei a encaixar a rola no meu cu. “Quero te comer de quatro” ele disse. “Deixa eu me acostumar com essa rola no meu cu primeiro, depois você pode fazer o que quiser”. Ele chegou a soltar um gemido quando eu terminei a frase. Sua pica estava muito rígida e eu mal precisava segurá-la para encaixar no meu cu. Primeiro foi a cabeça que entrou me alargando, pois era de um tamanho considerável. Deixei meu cu se acostumar com ela primeiro. Devagar fui descendo, sentindo aquela rola negra escorregando dentro de mim. À vezes dava uma leve subida para me acostumar melhor. Comecei a cavalgar vagarosamente com metade dela dentro de mim, tentando me acostumar com seu tamanho. Percebi que ele ficava impaciente, tentando empurrá-la, mas eu o segurava. Isso me excitava tanto quanto ele. Fiquei nessa brincadeira por um tempinho, até sentir que já tinha me acostumado com seu tamanho e, corajosamente resolvi descer tudo, sentindo sua rola preencher meu ânus e invadir meu intestino. E estava sentado em suas bolas, quando ele falou “Que delícia, entrou tudo. Agora cavalga na minha rola”. Novamente, obedientemente comecei a subir e descer lentamente, sentindo cada centímetro de rola saindo e entrando no meu cu. Não durou muito tempo, pois percebi que ele estava impaciente para me enrabar de quatro. Sabendo disso, saí de cima dele, me deitei na cama e abri bem as as pernas. “Antes de me comer de quatro, vai ter que me fuder que nem uma mulherzinha”. Eu piscava meu cu já arrombado, enquanto ele punheteava aquela rola na minha frente. Logo ele encaixou o pau no meu cu e começou a deslizar para dentro até me preencher todo com ele. Ele deitou sobre mim e enfiou sua língua na minha boca enquanto começou a meter a rola dentro de mim. Primeiro ele socou todo o pau e ficamos nessa posição enquanto nos beijávamos. Aos poucos ele começou a socar. O ritmo foi ficando cada vez mais forte e meus gemidos eram abafados pelo sua boca. Logo ele aumentou o ritmo e eu podia sentir todo aquele caralho arrombando meu cu. “Sua putinha, não vou gozar assim. Quero de meter de quatro”. Ele saiu de cima de mim e eu, antes de ser mandado, já me posicionei como uma cadelinha, com o cuzinho aberto para ele, e piscando. Ele se colocou atrás de mim e ficou roçando aquela rola enorme entre minhas nádegas, me provocando. Até que falei: “vai negão, come tua putinha”. Ele não resistiu e socou a pica toda de uma vez dentro de mim. Ficamos colados assim por um instante, então ele tirou toda a pica e mandou eu abrir bem meu cuzinho para ele pode admirar o “seu trabalho”. Ele fez isso várias vezes: metia tudo e tirava, me deixando cada vez mais arrombado. Então ele meteu, me segurou pela cintura e começou um ritmo constante. Senti que era assim que ele ia finalizar, mas me enganei. Ele começou a me empurrar cada vez mais até que acabei cedendo e deitei e ele começou a bombear em cima de mim, metendo aquela pica fundo. Seus gemidos começaram a ficar cada vez mais altos e então ele deu aquela estocada final, bem funda e pude sentir meu anus sendo inundado com a sua porra. Ainda deu algumas estocadas finais, junto de urros de prazer, fazendo sair toda porra de seu pau. Quando ele se levantou de cima de mim, senti aquele pau enorme escorregando para fora do meu cu. Rapidamente me virei enquanto ele ainda estava de joelhos na cama e agarrei seu pau, espremendo-o, e fazendo cair as últimas gotinhas de porra na minha língua. Eu estava de quatro, lambendo a ultima porrinha do seu pau e senti seu esperam quente escorrendo de dentro do meu cu. Mal precisei me punhetear para gozar muito também.
“Que trepada deliciosa” ele falou
“E ainda temos alguns dias pela frente” respondi.