Quase fechando o ciclo

Um conto erótico de TcheloKBruno
Categoria: Heterossexual
Contém 2277 palavras
Data: 05/01/2026 09:21:38
Última revisão: 26/01/2026 10:43:15

Desde a primeira estocada no útero de minha tia, até o momento em que enrabei minha irmã caçula, eu posso dizer que já devorei a maior parte das tentadoras mulheres que fazem parte da minha família. De uma forma ou de outra, eu volta-e-meia buscava alguma nova bucetinha pra espetar.

As boas experiências na cama com minha madrasta me mostraram que a química do incesto também iria regar bem mesmo em casos onde não tínhamos o mesmo sangue, e nesse meio tempo dei umas boas cutucadas nas esposas dos meus primos, me permitindo assim alfinetar quase toda a árvore do lado da minha mãe.

Insistindo por esse caminho, eu teria de me enveredar pelas parentes ainda mais velhas da minha vó, ela seria a caçula dentre uma dúzia de outras senhoras. Dentro dessa respeitável lista, devo fazer uma honrosa reverência à sua tia Neusa. Apesar dela já ter cruzado a marca dos 80 anos, aquela charmosa senhora sinalizava ter deixado boas marcas pelo imaginário masculino, como tive chance de conferir em fotos do esplendor de sua juventude, justificando algumas respeitáveis homenagens à ela que deixei na louça do banheiro.

Seu olhar penetrante e incisivo sempre foi sua assinatura, a expressão intrigante de alguém que sabe muito bem o que deseja, sem carregar nenhuma marca pesada da idade, além de tetas de um tamanho médio que eu não hesitaria em mamar longamente, acompanhado de um traseiro cujo desenho e rebolado ainda insinua continuar bem interessante de ser devidamente vasculhado.

Confesso que não seria má ideia chafurdar um pouco nessa madame cheia de classe e presença, mas talvez uma galopada com ela devesse respeitar certos limites, ela mereceria o mesmo cuidado de vaso frágil e raro, com direito a apertar e amassar um pouco aqui, chupando e mordendo um pouco ali, sentir o umbigo dela ralando o meu, batendo uma virilha na outra cuidando de não arrebentar ela inteira...

A vida tem sido bem generosa comigo, e após algumas poucas e certeiras tentativas, tive a chance de conferir esse fogo que ela ainda carrega entre as pernas. Uma tarde a sós numa de nossas conversas, e calhou a combinação perfeita de petiscos, luz, sons, privacidade, carinho, sorriso, música, abraço, afago, tiara voando, dança, um botão aberto, risada, colo, brinco, drink, mais dois botões, dedos, cheiro, cafuné, ombro, alça do sutiã, fungada, orelha, outra alça, cabelo, seio, pescoço, mamilo, queixo, outro seio, aréola, chupão, camisa longe, boca, sutiã, beijo, língua, mordida, costas, arranhão, cintura, apertão, barriga, fivela, calça no chão, canela, coxa, bunda, calcinha, virilha, tufo, apalpa, dedada, mais mordida, beliscão, buceta, mais chupão, grelo e com isso eu estava passo a passo explorando cada pedaço dela, sentindo o calor de seu corpo junto ao meu, ela gemendo com minha bilola ralando suas entranhas e eu saboreando seus olhos revirarem num orgasmo, enquanto eu generosamente espirrava minha porra dentro dela.

Ela depois me sinaliza que aquela não seria nossa única experiência na cama. Embora não sendo tão frequente como as demais damas que eu vinha buscando satisfazer, mas certamente ainda rendeu memoráveis repetecos. Creio que agora, depois dela, as demais senhoras do lado da minha mãe deveria estar bem longe da kundalini que eu tanto apreciava, então era hora de partir para novas buscas.

Por mera exaustão, minha exploração então se direcionou para o lado paterno da família, e ao longo do tempo, fui conferindo uma por uma todas as minhas primas, bem como as esposas de todos os irmãos dele, deliciosas tias por sinal, e muitas das namoradas de meus primos. Haja vara pra dar conta de tanta mulher gostosa... Nessa busca, talvez ainda faltasse minha vó paterna, que em sua juventude talvez carregasse parte do esplendor que minha vó materna ainda exibe, mas hoje em dia, ela não carregava um décimo sequer dessa chama, já parecia ter perdido absolutamente toda e qualquer sintonia ou interesse com essa arte, zero chances de eu comer minha outra vó. Com isso, creio que para fechar com chave de ouro todo esse glorioso mapa, talvez faltasse apenas Stela, aquela gracinha que era irmã caçula do meu pai.

De todas as mulheres da família, ela sempre foi uma das que menos manteve contato conosco, sua carreira profissional desde muito cedo a levara pra todo o canto do mundo, e nos últimos anos tinha ido pra China para completar um projeto de automação industrial que, após finalizado, justificaria um ano sabático.

De volta ao Brasil, minha tia cuidou de participar de tudo que teve oportunidade, não apenas com os amigos e discretas paqueras, mas principalmente com a família, e isso agora incluía esse sobrinho repleto de más intenções.

Um pouco mais nova que minha mãe, além de sermos muito parecidos, Stela passaria sem dificuldade por minha irmã mais velha, extremamente atraente e sem aparentar de forma alguma a idade que tem. Muito tesudinha, por sinal... Deus abençoe o quanto a genética prestigiou as mulheres da minha família, eu só precisava agora de uma brecha pra esmerilhar aquilo tudo.

Sua agenda era repleta, ela parecia nunca ter um tempo livre pra praticamente nada, e pelo que me cabia observar, minha discreta tia parecia ser alguém muito sintonizada em sexo. Caramba, o que fazer pra conseguir entrar nessa lista?

Sua estimativa de sabático era de um ano de pausa profissional, antes de retomar as atividades em algum outro recanto do planeta, então eu ainda teria alguns bons meses para tentar. Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura... com o devido empenho, consegui aos poucos garimpar esse tempo melhor junto a ela.

Besteira tentar descreve-la, ela tinha o mesmo perfil delicioso que eu tanto cobiçava no restante da família. Pernas certinhas com coxas de atleta de academia, bunda generosamente bem esculpida e redondinha, boca perfeita emoldurando seu sorriso sensual com dentes perfeitos, olhos claros, cabelos cacheados um pouco acima dos ombros, peitos bem mais fartos que a média da família, e charme de sobra. Era só mesmo questão de como aborda-la pra escalavrar tudo aquilo.

Cheirosa... dentre todas as mulheres com quem eu convivi recentemente, esse talvez seria um dos traços mais marcantes de minha tia. E não eram apenas suas colônias, cremes, essências e perfumes, por sinal sempre muito bem escolhidos, mas eu diria que uma pitada muito marcante de seus feromônios davam a ela uma identidade olfativa que a distinguia de todas as outras.

Eu ficava com um tesão absurdo só com o cheiro dela, e isso era confirmado em piscinas e muitos outros lugares onde outros perfumes poderiam se esvair. Ela sempre era cheirosa e gostosa... minhas irmãs Sara e Pat herdaram parte de seu perfil, eu as considerava um pouco acima da minha tia no meu termômetro de gostosura, nada porém que justificasse eu ignorar o que Stela teimava em esconder debaixo de seus vestidos.

Sem exatamente combinarmos, eu recebi uma bela e discreta ajuda do meu público. Ela me confidenciara mais tarde que nas vozes de Jessica, Sara, Pat, além de minhas outras tias, primas e todas as demais mulheres em que eu tive oportunidade de chapiscar minha porra, ela sempre escutava algum elogio relacionado a mim, e num determinado momento, aquilo parece ter virado alguma chave dentro dela. Eu percebia que ela discretamente me sondava mais, olhava furtivamente, exibia olhos e boca que denunciavam seu desejo, e sem demora começou a trocar eventos com terceiros por momentos comigo.

Estaria ela me sondando, ou seria apenas imaginação minha? Não era minha imaginação, como ela confessaria mais tarde... Essa seria uma ideia bem interessante, e resolvi dar corda! Nunca antes eu havia imaginado estar do outro lado desse jogo, sendo eu supostamente o mais ingênuo e inocente da história nessa busca de sedução, mas ela fez exatamente isso. Suas insinuações eram muito discretas e sutis, porém nítidas, como eu bem sabia conduzir, e para um bom entendedor, meia palavra basta. Eu fingia não perceber e com isso dava corda para pequenas e deliciosas histórias, que posteriormente em nossas memórias nos fazia rir com bastante saudade dessas experiências de sedução. Dentro da minha suposta inocência, tirar uma joaninha que insistia em passear sobre seu seio foi a primeira vez em que meus dedos explicitamente beliscaram seu mamilo, “quase” acidentalmente, mas apenas fez parte da nossa deliciosa lista de aproximações e descobertas, que renderam deliciosas risadas em nossas memórias mais adiante.

Eu era a vítima silenciosa do tesão de uma tia gulosa, que arquitetava cuidadosamente cada próximo passo comigo. Ela organizava todos os nossos possíveis encontros, e nitidamente as conversas assumiam um tom cada vez mais íntimo e pessoal, exatamente da forma que eu levava com cada uma das minhas conquistas. Eu ria baixinho e deixava ela me conduzir.

Bastou aguardar o momento certo, um susto no trânsito que poderia quase ter terminado em uma pequena tragédia, mas felizmente apenas serviu para elevar nossos níveis de adrenalina. O incidente ocorreu a poucos metros da entrada do motel mais famoso da região. Segurando as mãos um do outro e olhando profundamente nos olhos, entreolhei a portaria e perguntei:

- Será que chegou a hora?

Absolutamente sim... fui me afogar naqueles peitos enormes, e dá-lhe rola! Isso era agora praticamente o fechamento de toda a minha árvore genealógica, carimbando com orgulho absolutamente todas as respeitáveis bucetas que eu tanto cobicei, de todos os lados de minha família. Passamos o resto de sua estadia no Brasil enfronhados entre lençóis, eu praticamente mal tinha tempo de render minhas devidas homenagens às demais deusas que me cercavam, mas ambos sabíamos que aquilo tinha hora para acabar.

Foi chegando o momento dela renovar seu passaporte e partir de volta pro mundo. Ainda tivemos boas oportunidades de chafurdar um com o outro, que maravilha de buceta, não ficou nenhum sentimento de algo faltando entre nós, mas era ruim ter de ver aquele tesão de mulher embarcar em outros rumos de sua vida.

Numa das últimas vezes que metemos antes dela partir, ainda perguntei se ela desejaria algo mais. Depois de uma pequena pausa para reflexão, ela respirou fundo e me disse que seu relógio não parava, ela queria ter um filho enquanto era tempo, mas sua vida ainda não parecia permitir a parada necessária para cuidar devidamente de uma criança.

- E quem você gostaria que fosse o pai?

- Muito embora seja sangue do meu sangue, a única pessoa que eu tenho em mente seria você... se eu tiver que colocar uma criança nesse mundo, não confiaria isso a mais ninguém!

Ela parecia já estar preparando uma conversa como essa há algum tempo, ela tinha tudo cuidadosamente desenhado em sua mente, em cada pequeno detalhe. Esse pensamento ficou longamente martelando minha cabeça enquanto via seu avião decolar para a Alemanha, e tão logo eu retornei pra cama com minha irmã Pat, ela me fez exatamente a mesma proposição. Não questionei ela em momento algum, apenas coloquei todo o cenário sobre termos um filho, mas ela insistia com segurança em querer isso, mantendo segredo sobre a paternidade. Talvez no futuro, num outro contexto e com o filho mais crescido, isso pudesse ser colocado de forma mais clara, mas ela fez muita questão de engravidar comigo.

Poucas semanas depois, seu exame de urina sinalizava sua gravidez, e no final de 40 semanas, nosso filho veio ao mundo. Ele era idêntico a mim, mas isso nem era exatamente um problema, sempre fui muito parecido com meu pai e tudo poderia ser simplesmente justificado como uma mera carga genética dela mesma. Muitos e muitos anos mais adiante, nós explicamos a ele que o tio que ele tanto amava e que tanto cuidava dele era exatamente seu próprio pai, e ele nos abraçou muito forte, parecendo completar uma das poucas lacunas que pareciam abertas em sua vida.

Nesse meio tempo, uma outra questão foi curiosamente fechada numa viagem que fiz até a Europa, onde acabei reencontrando Stela, com direito a uma revigorante massagem de buceta no meu caralho. Conversamos bastante depois sobre tudo que havia acontecido entre nós, saboreando um café numa mesa sobre a calçada, como bem gostam os europeus, e ela me confidencia:

- O incesto parece ser algo muito forte e valioso pra você, né?

Eu não sabia exatamente como responder a isso, já que nunca dissertei abertamente sobre minhas demais conquistas dentro de casa, mas ela logo completa:

- Pra mim, faz toda a diferença... esse lado proibido que eu tenho com você na cama parece completar minhas buscas, como se fosse um tempero que parece faltar com outros caras. E devo confessar que você nem foi exatamente o único a conferir isso comigo... Teve mais um, e por sinal, faltou muito pouco pra você não ser exatamente meu sobrinho, mas talvez meu filho!

Pelo visto, herdei do meu pai também o gosto por explorar essa intimidade das boas mulheres da minha própria família, embora ele houvesse limitado essas explorações à sua irmã! Se eu já me orgulhava de conferir a lista que meu pai havia percorrido, devo confessar que esse era certamente mais um alfinete fincado com muito gosto nesse mapa!

E sem que houvéssemos deliberadamente decidido isso, acabamos realizando o sonho que ela manifestara no final de seu sabático. Pouco após eu desembarcar de volta, ela me liga muito feliz para dar a notícia, e completou dizendo que iria pausar sua carreira por um longo período, era hora de também voltar para o Brasil e usar suas reservas, pelo menos por alguns anos, para viver na plenitude sua experiencia como mãe.

Tão logo minha irmã Sara soube que nossa tia estava grávida, ela não me deu um minuto sequer de sossego enquanto seu ventre também não carregasse o tão desejado primo de seu sobrinho. Minha prole estava gradualmente se espalhando pelo planeta...

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