(PARTE 1)
Meu nome é Fábio. Vivo em Vitória, cercado pelo mar e pelo calor do Espírito Santo. Durante doze anos, segui o roteiro tradicional de um casamento que me deu três filhos, mas que, com o tempo, sucumbiu às incompatibilidades. A separação foi o marco zero. O que eu não sabia era que o fim daquele ciclo abriria as portas para a descoberta da minha verdadeira essência sexual.
Há alguns meses, a vida me presenteou com Danila. Ela tem 32 anos — catorze a menos que eu — e uma beleza que desafia a descrição. É uma morena de cabelos castanho-claros que emolduram um rosto angelical, mas seu corpo é um convite ao pecado. Com 1,55m e curvas esculpidas, ela ostenta uma cintura mínima que se abre em quadris generosos. Seus seios são pequenos e firmes, perfeitamente proporcionais, e o movimento de seus quadris ao caminhar parece sorrir para quem a observa por trás. Quando a vi pela primeira vez, envolta em um vestido branco que delineava cada curva, tive a certeza absoluta: ela era a mulher da minha vida.
A Sombra da Fantasia
Por mais de uma década, carreguei comigo uma fantasia que me assombrava e, simultaneamente, me excitava: a imagem da minha mulher sendo possuída por outro homem diante dos meus olhos. O desejo de ser um cuckold — o prazer de ver a parceira entregue a outro — infiltrou-se em meus sonhos e passou a afetar minha performance. Cheguei a questionar minha sanidade, buscando respostas em consultórios de psicologia, até compreender, através de comunidades liberais, que não havia nada de errado comigo. Era apenas a minha natureza.
Tentei introduzir o tema no meu casamento anterior, mas foi em vão. Com Danila, o bloqueio voltou. A angústia de esconder quem eu era quase destruiu nossa relação. Ela chegou a pensar que eu não a desejava — logo ela, a criatura mais deliciosa que já conheci. Foi então que decidi pela honestidade brutal. Despi minha alma antes de despir o corpo. Confessei meu fetiche, minha necessidade de ser espectador da sua luxúria com outro.
A resposta veio semanas depois, no auge de um momento íntimo. Ela, dominando-me por cima, cravou o olhar no meu e sussurrou com uma voz carregada de malícia: "Come gostoso a sua putinha, meu corno!". Naquele instante, senti uma ereção como não tinha há anos. O tabu havia se quebrado.
A Materialização do Sonho
No dia 19 de julho de 2025, o plano saiu do papel. O convidado era André, um europeu de 39 anos, experiente no meio liberal. O cenário estava montado em nosso apartamento: vinhos, cervejas e uma tensão elétrica que pairava no ar. Na varanda, entre conversas amenas, o jogo de sedução começou. André, embora experiente, nunca havia participado de uma dinâmica com um casal.
Após duas horas de preliminares sociais, Danila tomou as rédeas. Com um olhar que prometia o paraíso e o inferno, pegou André pela mão e o guiou até o nosso quarto, pedindo que eu os seguisse. O ambiente estava à meia-luz, perfumado por velas. Sem hesitar, André a tomou nos braços em um beijo voraz, profundo. Meu coração martelava no peito; um misto de ciúme primitivo e um tesão avassalador me paralisou. Eu estava duro como aço.
O Espetáculo da Entrega
Vi as mãos dele explorarem o corpo que eu tanto amava. Ele a despiu com agilidade, deixando-a apenas de lingerie branca — uma renda delicada que contrastava com sua pele morena. Enquanto André a beijava, Danila buscava meu olhar, me tornando cúmplice de cada toque. Em pouco tempo, ela estava de joelhos, saboreando o membro dele com uma luxúria que eu nunca tinha visto. Ver aquela boca, que tantas vezes me jurou amor, devotada a outro homem, levou-me à loucura.
O ritmo mudou. André tornou-se mais selvagem, mais bruto. Ele arrancou a lingerie dela com urgência e passou a percorrer seu corpo com a língua, arrancando gemidos graves de Danila. Ela estava em êxtase.
O ápice chegou quando ela se posicionou de quatro, empinando o quadril e oferecendo-se. Vi a penetração acontecer de forma lenta e profunda. O contraste entre o ciúme que me ardia e o prazer de vê-la ser "comida" era entorpecente. Eles se entregaram sem barreiras, sem proteções, em um ato de confiança e luxúria pura. Danila gemia alto, chamando-me de corno, reafirmando o quanto o prazer que André lhe dava era intenso.
Entre uma posição e outra, ela ainda encontrava tempo para me provocar, vindo até mim para me beijar ou estimular, garantindo que eu estivesse presente naquela sinfonia de corpos. André culminou sobre o ventre dela, enquanto ela atingia o orgasmo múltiplas vezes — uma delas através do meu sexo oral, selando nossa união após a partilha.
O Pós-Êxtase
Nossa primeira experiência como casal liberal transformou nossa vida sexual. A intimidade atingiu um patamar de entrega e verdade que eu nunca imaginei ser possível. Hoje, olho para Danila e vejo todas as suas facetas: minha deusa, minha rainha e a mulher que realiza meus desejos mais sombrios. Isso foi apenas o começo.