Putaria na Escola (Capítulo 30)

Um conto erótico de Luv24
Categoria: Homossexual
Contém 1850 palavras
Data: 05/01/2026 14:52:07
Assuntos: Gay, Homossexual

“Aula de Resistência”

Quinta-feira, seis e meia da manhã. O céu ainda escuro, ar fresco depois da chuva da noite anterior.

Tiago saiu de casa cedo, mochila leve, short de moletom cinza folgado, regata branca colada no corpo, tênis confortável. Caminhou rápido pelas ruas vazias, coração acelerado de expectativa.

A escola estava silenciosa, portões já abertos para os funcionários, luzes dos corredores acesas apenas nas áreas comuns.

Entrou pelo portão lateral, evitou a secretaria, foi direto para o bloco das salas de aula.

A sala de William — que também servia como depósito de materiais de educação física — estava com a porta entreaberta, luz interna ligada.

Tiago empurrou devagar, entrou e trancou por dentro.

William já estava lá, de short de malha preto curto e regata justa preta, corpo negro suado de quem já tinha começado a aquecer. Fazia alongamentos no chão, pernas abertas, tronco inclinado, músculos das costas e braços definidos saltando.

Olhou para Tiago e sorriu largo.

— Chegou cedo, piranha. Sabia que você não ia perder a chance de começar o dia levando rola.

Tiago largou a mochila no chão, aproximou-se, olhos fixos no suor escorrendo pelo pescoço de William.

— Bom dia, professor. Não resisti. Teu corpo suado logo cedo... já tô duro só de olhar. Esse cheiro de homem... caralho, me deixa louco.

William se levantou devagar, suor brilhando na pele escura, aproximando-se até encostar o volume crescente no abdômen de Tiago.

— Senta na minha cadeira, aluno depravado. Vamos conversar antes da aula particular começar de verdade.

Tiago sentou na cadeira do professor, pernas bem abertas, o short já marcando a ereção.

William ficou em pé na frente dele, mãos nos quadris, o volume enorme pulsando visivelmente no short apertado.

Eles conversaram baixo, olhos famintos, o ar carregado de tesão.

— Sua vadia gorda... teu cu tá pronto pra aguentar minha rola preta? Tá pronto pra ser arregaçado, filho da puta? — perguntou William, mão descendo devagar para apertar o próprio volume, fazendo o tecido esticar.

— Pronto e ansioso, professor. Sonhei com você me fodendo a noite toda. Quero sentir você me rasgando de novo, me enchendo inteiro — respondeu Tiago, voz rouca, mão esfregando o próprio pau por cima do short.

William apertava o pau com mais força, gemendo baixo enquanto via Tiago se contorcer na cadeira.

— Caralho, professor... você é gostoso pra porra. Esse volume... esse pau enorme... corpo perfeito, peito grande, tudo suado... quero mamar você agora. Me deixa chupar essa rola grossa até você gemer meu nome.

William tirou o short com pressa e libertou o pau enorme, grosso, veiudo, cabeça rosada pulsando, já babando pré-gozo.

— Então mama, vadia. Mostra pro professor como você engole pau como profissional.

Tiago, sentado, inclinou-se para frente e chupou até o talo de uma vez, garganta relaxada acomodando o membro gigante, olhos lacrimejando de esforço.

Sugava forte, subindo devagar, língua rodando na cabeça sensível, mão descendo para massagear as bolas lisas e pesadas.

— Isso, mama esse pau preto todo... engole até sentir na garganta. Boa vadia... sente o gosto? É tudo teu.

Tiago cuspia no pau em jatos grossos de saliva, deixando escorrer pelas veias, depois lambia a glande devagar, língua circulando o freio com precisão, sugando o pré-gozo salgado que vazava sem parar.

— Teu pau babado... delícia de lamber. Tão grosso, professor... mal cabe na minha boca. Dá mais pré-gozo pra mim? Goza na minha língua...

Masturbava rápido na base enquanto chupava a cabeça, mão torcendo levemente, boca sugando forte como um vácuo, fazendo William arquear as costas.

— Porra, Tiago... essa boca é feita pra pau. Chupa mais forte, piranha... vai, engole de novo.

Tiago tirou a regata devagar, expondo as tetas gordas e macias, mamilos já duros de excitação.

Apertava as próprias tetas com as mãos livres, balançando-as provocativamente, beliscando os mamilos até gemer alto.

— Olha minhas tetas pra você, professor... grandes e macias. Aperta elas enquanto eu mamo... quero sentir tuas mãos nelas.

William esticou as mãos grandes, acariciando as tetas junto com Tiago: apertando forte, polegar roçando os mamilos, fazendo Tiago arquear o corpo.

— Essas tetas são perfeitas... tão gordas, minha vadia. Vou foder elas hoje, vou gozar nelas se você pedir bonito.

Tiago esfregava as tetas no pau duro de William, o membro quente deslizando no vale macio e suado, cabeça rosada batendo e roçando nos mamilos sensíveis.

Apertava as tetas ao redor do pau com força, criando uma espanhola perfeita, subindo e descendo devagar no início, acelerando o ritmo.

Chupava a cabeça a cada saída para cima, língua rápida rodando, sugando o pré-gozo que escorria.

— Fode minhas tetas, William... sente como elas são quentinhas e macias pro teu pau. Olha como engolem tudo... caralho, tua rola tá pulsando nelas.

William gemia grave, quadril empurrando para frente, fodendo o vale das tetas com mais força.

— Porra, que tetas deliciosas... aperta mais, garoto. Vou te foder assim até você implorar por mais.

Tiago chupava e masturbava o pau ao mesmo tempo, mão rápida e firme na base, boca faminta na cabeça.

De repente, William segurou a cabeça de Tiago com as duas mãos e fodeu a boca com força controlada, pau entrando fundo na garganta, bolas batendo no queixo.

— Toma rola na garganta, vadia... engole tudo. Relaxa essa garganta pra mim... isso, boa puta. Sente meu pau preto te invadindo, caralho!

Tiago engasgava levemente, mas não parava, olhos fixos nos de William, garganta apertando o pau até o talo a cada investida.

William acariciava as tetas o tempo todo, beliscando e torcendo os mamilos, fazendo Tiago gemer em volta do pau.

Eles se beijaram intensamente depois, línguas brigando, Tiago com o gosto forte de pau e pré-gozo na boca, William lambendo os próprios lábios.

— Teu beijo com gosto de rola... me deixa doido, vadia.

William se agachou devagar, olhos no nível das tetas, e começou a chupá-las com fome animal: sugando uma de cada vez, dentes mordiscando levemente os mamilos, baba escorrendo pelo peito de Tiago.

— Essas tetas... delícia de mamar. Tão sensíveis... olha como endurecem na minha boca. Geme pra mim, Tiago... geme alto.

Tiago gemia sem controle, mãos no cabelo de William, empurrando a cabeça contra o peito.

— Chupa mais forte, professor... morde elas... são tuas, caralho. Me faz doer de tesão.

William posicionou o pau entre as tetas novamente e fodeu forte, espanhola violenta e ritmada, pau deslizando no vale suado e babado, cabeça batendo no queixo de Tiago.

— Sente meu pau fodendo tuas tetas? Aperta mais... vai, filho da puta, me faz gozar assim!

Tiago se levantou ofegante, tirou o short e a cueca de uma vez, pau duro balançando.

Deitou de costas na beira da mesa, pernas abertas ao máximo, expondo o cu já piscando de expectativa.

William se ajoelhou, lambia o cu devagar no início, língua traçando o anel rosado com paciência, circulando, pressionando.

Depois chupava e sugava forte, barulho alto de sucção ecoando na sala vazia.

— Teu cu tá cheiroso... limpinho pra mim. Abre mais, vadia... deixa eu entrar com a língua.

Fodia o cu com a língua, enfiando fundo e girando dentro, abrindo o buraco aos poucos.

Tiago empurrava a cabeça de William contra a bunda, quadril se mexendo sozinho.

— Come meu cu, professor... abre ele com essa língua grossa. Enfia mais fundo... caralho, tô latejando. Me prepara pro teu pauzão.

O cu de Tiago ficou encharcado de baba, brilhando, aberto e relaxado, pronto para mais.

Tiago desceu da mesa, inclinou-se sobre ela, bunda empinada alta, mãos abrindo as nádegas.

— Me fode agora, William... enfia esse pau preto até o talo. Quero sentir você me rasgando.

William abriu bem o cu com os polegares grossos, cuspiu um jato grosso dentro do buraco aberto.

Alinhou a cabeça rosada e penetrou até o talo de uma vez só, gemido rouco escapando dos dois.

— Porra, que cu apertado... toma tudo, vadia. Sente meu pau te enchendo, garoto? Tá pulsando em volta de mim.

Fodeu com força imediata, bolas batendo alto na bunda de Tiago, som ecoando.

Levantou uma perna de Tiago no ar, segurando a coxa, fodendo mais fundo e angular, acertando a próstata a cada socada.

— Assim, professor... mais fundo! Me fode como a puta que eu sou... caralho, tá batendo no ponto certo!

Tiago gritava sem parar, mãos agarrando a mesa, corpo tremendo.

William inclinou Tiago mais sobre a mesa, puxou o cabelo com força, socando violento enquanto rosnava no ouvido.

— Gritar assim vai acordar a escola inteira, puta gorda... mas continua, adoro te ouvir implorar.

Apoiou a perna direita de Tiago na mesa, abrindo completamente, metendo fundo e sem piedade.

William saiu devagar, pau brilhando de baba, ficou pelado completamente, regata jogada no chão.

Tiago alisava todo o corpo negro suado com as mãos trêmulas: peitoral grande e definido, abdômen tanquinho, coxas grossas como troncos, pau enorme latejando.

— Teu corpo é perfeito, professor... músculos duros, pau gigante. Me deixa louco te tocar assim... todo suado e quente.

William deitou de costas na mesa, pau apontando pro teto.

— Monta em mim, vagabunda. Cavalga esse pau até gozar.

Tiago montou de costas, apoiou as mãos no peitoral largo dele, desceu devagar sentindo cada centímetro invadir.

Quicava devagar no começo, sentindo o pau roçar dentro, depois acelerando.

— Caralho, professor... teu pau me abre tanto... enche tudo. Minhas tetas tão pulando pra você.

William inclinava o quadril e fodia rápido de baixo, mãos nas tetas de Tiago, apertando forte.

— Cavalga mais rápido... sente minhas bolas batendo na tua bunda, Tiago? Goza pra mim, vadia... goza com meu pau te fodendo.

Tiago gritava como louco, tetas pulando descontroladas, até gozar forte, porra voando pela sala, corpo convulsionando.

— Tô gozando, professor! Puta que pariu... não para de foder!

Tiago descansou deitado em cima dele por um momento, os dois ofegantes, beijos preguiçosos.

Desceram da mesa, beijaram profundamente enquanto William apertava e massageava as tetas sensíveis.

Tiago deitou de costas na mesa novamente, pernas no ar.

William deitou-se em diagonal, a perna esquerda de Tiago sobre o ombro, e penetrou de lado, devagar, curtindo o aperto novo.

— Essa posição, safado... teu cu me suga diferente. Toma devagar agora... sente cada centímetro.

Fodia enquanto dava tapas ritmados nas tetas, apertando e beliscando.

— Bate mais forte... marca minhas tetas, professor. Me faz lembrar de você o dia todo.

Colocou as duas pernas no ombro, fodia fundo e rápido, pau entrando até o limite.

William desceu, posicionou Tiago na beira da mesa, segurava as coxas abertas com força.

Fodia forte e constante, tetas de Tiago pulando com a velocidade brutal.

— Olha essas tetas dançando... porra, vadia, você é perfeita pra levar rola.

William avisou rouco, voz falhando:

— Vou gozar, vadia... abre essa boca.

Tiago desceu rápido da mesa, ajoelhou no chão, boca aberta e língua para fora.

William se masturbou freneticamente, pau latejando na cara de Tiago.

— Toma leitinho quente... engole tudo, puta.

Gozou na boca de Tiago, jatos grossos e quentes enchendo tudo, escorrendo pelos cantos.

Tiago engoliu avidamente, sugando até a última gota, lambendo o pau limpo.

— Delícia de porra, professor... grossa e doce. Me alimentou direitinho.

A manhã de quinta começava com o professor de educação física dando a melhor aula de resistência que Tiago poderia querer.

E o feriado se aproximava, cheio de possibilidades.

Continua...

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