Dizem que um câncer muda totalmente a rotina de um casal. E conosco não foi diferente. Tudo começou quando estávamos no consultório da doutora Silvana. Meu marido, João, tinha sentido dores fortes no estômago há semanas, e os exames confirmaram o pior: câncer no estômago. A doutora Silvana, uma mulher alta e curvilínea com olhos penetrantes, explicou tudo com calma. "Vamos precisar de quatro sessões de quimioterapia para combater isso, João. Vai ser duro, mas você é forte", disse ela, tocando levemente no braço dele enquanto eu segurava sua mão. Notei como ela o olhava, quase com uma admiração disfarçada, mas atribuí ao profissionalismo.
A primeira sessão de quimioterapia foi um inferno. João voltou para casa exausto, nauseado, mas algo estranho começou a acontecer. No dia seguinte, ele me confidenciou: "Amor, meus testículos... eles parecem maiores, mais pesados". Eu ri no início, achando que era imaginação, mas quando toquei, senti a diferença – estavam ligeiramente inchados, quentes ao toque. "Isso me deixa excitado o tempo todo", murmurou ele, e eu o ajudei com uma punheta lenta, sentindo aqueles ovos pulsarem na minha mão. Ele gozou forte, gemendo meu nome.Na consulta intermediária, a doutora Silvana examinou João na minha frente. "Deixe-me ver isso", disse ela, pedindo que ele abaixasse as calças. Seus olhos brilharam ao ver os testículos inchados. "Interessante... um efeito colateral raro, mas saudável. Pode aumentar a libido". Ela apalpou com cuidado, mordendo o lábio inferior, e eu vi o volume crescendo no pau dele. "Doutora, isso é normal?", perguntei, sentindo um ciúme misturado com excitação. "Sim, e parece que está te deixando mais viril, João", respondeu ela com um sorriso malicioso, sem disfarçar o tesão.
A segunda sessão veio, e os testículos de João cresceram mais, agora visivelmente maiores, pesando como frutas maduras. Ele começou a se masturbar duas vezes por dia, não aguentando o tesão constante. "Me ajuda, amor", pedia ele, e eu chupava aquelas bolas inchadas enquanto ele se tocava. Na terceira sessão, eles estavam quase 50% maiores, balançando pesados entre suas pernas, e o exame com a doutora foi ainda mais intenso. "Meu Deus, que progresso", sussurrou ela, massageando-os devagar na minha frente, o rosto corado. "Isso me excita tanto", confessou João depois, e transamos como animais.
A quarta sessão finalizou o ciclo, e os testículos dele quase dobraram de tamanho, saudáveis e cheios de vida. A doutora Silvana, na última consulta, não escondeu mais: "João, você está se tornando um homem impressionante. Esse inchaço... é delicioso de ver". Eu a via se contorcendo na cadeira, e aquilo acendeu algo em mim. Meu marido batia punheta duas vezes ao dia, e eu o auxiliava sempre, lambendo aquelas bolas enormes até ele explodir.
Após as quimioterapias, fomos à consulta de acompanhamento com a doutora Silvana. "Vamos checar os níveis hormonais", disse ela, com aquele olhar faminto que já conhecia. Os resultados saíram: testosterona e GH (hormônio do crescimento) elevadíssimos. "Isso explica o inchaço nos testículos, João. Seu corpo está produzindo hormônios como nunca", explicou ela, aproximando-se para examinar seu peito e braços. "E pode causar mais mudanças... deliciosas". Seus dedos traçaram os músculos dele, e eu vi o pau de João endurecer na calça. "Doutora, isso é bom?", perguntei, sentindo o ar carregado de tesão. "Muito bom, para ele... e para quem está por perto", respondeu ela, piscando para mim. Na hora senti um aperto na minha buceta e tentei disfarçar.
Meu marido decidiu frequentar a academia para canalizar essa energia. Em poucas semanas, seu corpo transformou-se. Ele media 1,70m quando tudo começou, mas cresceu para 1,80m, depois 1,85m, e finalmente 1,95m – uma torre de homem. Seus músculos inchavam rápido: peitoral largo, braços grossos como troncos, abdômen definido. "Amor, olha isso", dizia ele, flexionando na frente do espelho, e eu o tocava, excitada com a rigidez. Ele se masturbava ainda mais, aquelas bolas enormes balançando, e eu o ajudava com boquetes profundos.
Na nova consulta, a doutora Silvana mal se conteve. "Meu Deus, João, você está... enorme", murmurou ela ao medi-lo, suas mãos tremendo ao tocar sua altura nova e os músculos salientes. "Esses hormônios estão te moldando como um deus grego". Ela examinou os testículos na minha frente, apertando-os com desejo evidente, o rosto ruborizado. "Doutora, sinto tesão o tempo todo", confessou João. "Eu imagino", respondeu ela, lambendo os lábios. "Continue na academia, isso só vai melhorar". Saímos dali, e transamos no carro, eu montada nele, sentindo seu corpo gigante me dominar. Os músculos do meu marido cresciam a cada dia, e nosso sexo virou selvagem – ele me pegava com força, aquelas mãos grandes apertando minha bunda. A doutora, em outra consulta, confessou: "Estou fascinada com você. Esse crescimento... me deixa molhada só de pensar". Eu ri, mas sentia o mesmo tesão.
Com as mudanças aceleradas, marcamos mais uma consulta com a doutora Silvana. "Vamos verificar o volume ejaculatório", disse ela, com um brilho nos olhos. Meu marido se masturbou no consultório, na nossa frente, e o que saiu foi impressionante: jatos grossos, abundantes, mais do que o dobro do normal. "Seus testículos produzem sêmen em excesso agora", explicou ela, coletando uma amostra com as mãos trêmulas. "Isso é... excitante". Ela lambeu os dedos discretamente? Não sei, mas seu tesão era palpável.
"Doutora, eu gozo tanto que molha tudo", ele disse, envergonhado mas excitado. "Perfeito, continue assim", respondeu ela, tocando seu pau ainda duro.
Em casa, o volume ejaculatório explodiu. Toda vez que ele se masturbava – ainda duas vezes ao dia –, era um banho de porra quente, espessa, que eu adorava receber no rosto ou nos seios. "Me ajuda, amor", pedia ele, e eu o chupava até o fim, engolindo o máximo que podia, o resto escorrendo pelo meu corpo. Seus músculos gigantes e altura imponente tornavam tudo mais intenso; ele me erguia como uma boneca durante o sexo. Na consulta seguinte, a doutora examinou novamente. "Deixe-me ver isso em ação", pediu ela, e João gozou na frente dela, jatos intermináveis cobrindo a mesa. "Incrível... que volume delicioso", murmurou ela, sem disfarçar, ajustando a saia como se estivesse molhada. "Isso te deixa mais viril do que nunca,". Eu perguntei: "E os riscos?". "Nenhum, só prazer", respondeu ela com um gemido baixo.
Nosso dia a dia virou uma orgia de porra: transávamos, e ele me enchia tanto que vazava por horas, e as consultas com a doutora Silvana continuavam, agora com o foco no pau do meu marido: "Com os hormônios elevados, pode haver mais crescimento", disse ela na primeira, medindo-o ereto – já maior do que antes. Seus olhos devoravam cada centímetro.
"Doutora, sinto ele pulsando o tempo todo", confessou. "Mostre-me", pediu ela, e na frente minha, ele se tocou, o pau inchando. Ela apalpou, gemendo baixinho: "Que rolona... me deixa louca".
Em semanas, o pau dele cresceu progressivamente: de 15cm para 18cm, depois 20cm, 22cm, até uma ereção plena de exatamente 25cm – grosso, veiudo, uma rola de cavalo. Ele se masturbava furiosamente, e eu o auxiliava, mal cabendo na boca. "Amor, me fode", eu implorava, e ele me penetrava fundo, me fazendo gritar. Na consulta intermediária, a doutora mediu: "25cm... perfeito. Isso é... irresistível". Ela se ajoelhou para examinar de perto, o rosto corado, tocando com desejo. "Doutora, você gosta?", perguntou ele. "Muito... imagine o que isso faz com uma mulher", respondeu ela, sem pudor enquanto olhava diretamente nos meus olhos com um sorriso que não escondia o tesão e inveja que ela sentia.
Nosso sexo virou diário, múltiplo: ele me acordava com aquela rola dura, me fodendo forte. A doutora, na última consulta, admitiu: "João, você é um sonho erótico vivo. Continue assim, e venham sempre". Nossa rotina de casal mudou para sempre: todos os dias meu marido acorda com sua rola dura e pronta para me foder forte e bem fundo. E preciso dar conta do tesão dele pelo menos 3 vezes ao dia, no que sou recompensada com um banho de porra quente todas as vezes com ele e eu gemendo bem alto para os vizinhos ouvirem.