Capítulo 2: O Beco Proibido
Eu sabia que Lucas não me deixaria escapar tão fácil depois daquela festa. O jeito que ele me olhou na despensa, com aqueles olhos verdes famintos, o pau duro pulsando na minha boca, me dizia que ele queria mais. E eu? Bem, eu também queria. Ele era diferente dos caras que cruzam meu caminho — 53 anos, grisalho, ombros largos, com aquele ar de quem já viveu o suficiente pra saber o que quer, mas ainda se deixa levar pelo tesão. Quando recebi a mensagem dele me convidando pra jantar, dois dias depois, sorri pro celular. “Por que não?” pensei, já imaginando como poderia brincar com ele mais um pouco.
Escolhi um vestido pra noite que sabia que o faria babar: um macacão de veludo preto, tão curto que mal cobria a curva da minha bunda redonda, com um decote que deixava meus seios DD quase saltando. O tecido abraçava minha cintura fina e brilhava sob a luz, destacando minhas pernas torneadas, que terminei com saltos altos vermelhos. Meus cabelos negros estavam soltos, caindo como uma cortina até as costas, e passei um batom vermelho escuro, do tipo que deixa marca. Enquanto me olhava no espelho, senti meu pênis de 23 cm começar a endurecer só de pensar no que faria com Lucas. Tive que me ajustar com cuidado, prendendo-o contra a coxa pra não marcar o vestido, mas sabia que ele não notaria nada. Ainda não.
O restaurante era chique, com luzes suaves e taças de cristal tilintando. Lucas já estava lá, num terno cinza que abraçava os ombros largos, a barba grisalha bem aparada, o cabelo prateado penteado pra trás. Ele se levantou quando me viu, os olhos descendo pelo meu corpo como se quisessem me despir ali mesmo. “Você tá... incrível,” ele disse, a voz rouca, puxando a cadeira pra mim. Sorri, deixando meus dedos roçarem o braço dele ao sentar. “Você também não tá mal,” provoquei, cruzando as pernas devagar, o vestido subindo um pouco mais.
O jantar foi uma dança de olhares e toques disfarçados. Ele contava histórias de trabalho, algo sobre ser executivo depois de anos no exército, mas eu mal ouvia, focada no jeito que ele segurava o copo de vinho, nos músculos do antebraço aparecendo sob a manga da camisa. Meu pé descalço roçava a panturrilha dele por baixo da mesa, e eu via o pau dele endurecer na calça, o volume inconfundível. Ele não fazia ideia de quem eu era, achava que eu era só uma garota gostosa com uma bunda perfeita. E eu adorava isso — o poder de controlar o que ele sabia, de guiar o desejo dele.
Quando saímos do restaurante, o ar da noite estava fresco, com um cheiro de chuva distante. A rua era estreita, ladeada por prédios antigos, e a luz dos postes era fraca, jogando sombras longas no chão. Eu sabia que era a chance perfeita. “Vamos por aqui,” disse, puxando ele pra um beco escuro, o salto dos meus sapatos ecoando no asfalto úmido. Ele riu, meio surpreso, mas me seguiu, a mão grande já na minha cintura. “Você gosta de aventura, hein?” ele murmurou, a voz cheia de tesão.
No beco, empurrei ele contra a parede de tijolos, o frio da pedra contrastando com o calor do corpo dele. O beijo veio rápido, faminto, a língua dele invadindo minha boca, com gosto de vinho tinto e algo mais, talvez o próprio desejo. Minhas mãos desceram pro cinto dele, abrindo-o com um estalo, enquanto ele agarrava minha bunda, apertando com força através do veludo. “Porra, Sofia,” ele gemeu, e eu sorri contra os lábios dele, sabendo que ele estava perdido.
Eu me virei, apoiando as mãos na parede, empinando a bunda pro alto, o vestido subindo até a cintura. Sabia exatamente como me posicionar pra ele não notar nada — pernas juntas, quadris inclinados, o cu exposto pro ar frio da noite. “Me fode, Lucas,” sussurrei, olhando por cima do ombro, os olhos azuis brilhando na penumbra. Ele não hesitou. Ouvi o zíper descendo, e logo senti o pau dele, 18 cm, grosso e quente, roçando minha entrada. Ele cuspiu na mão, espalhando saliva, e entrou, lento no começo, mas logo com força, cada estocada me fazendo gemer.
O prazer era intenso, o cu apertando o pau dele, cada movimento enviando choques pelo meu corpo. Meu próprio pênis, ainda preso contra a coxa, estava duro como pedra, 23 cm pulsando, o tecido do vestido roçando a cabeça e me deixando louca. Ele não via nada, só minha bunda balançando a cada estocada, os seios quase pulando do decote. O som dos nossos corpos era alto, pele contra pele, misturado com o barulho distante de carros passando na rua principal. Um farol iluminou o beco por um segundo, e meu coração disparou, mas isso só me excitou mais.
“Você é gostosa pra caralho,” ele grunhiu, uma mão no meu quadril, a outra puxando meu cabelo. Eu gemia, pedindo mais, o prazer subindo rápido. Meu pênis escapou do vestido, livre agora, balançando a cada estocada, a cabeça brilhando com pré-gozo. Eu estava no limite, e quando ele acelerou, batendo mais fundo, não aguentei. “Vou gozar,” avisei, a voz rouca, e ele riu, achando que era só figura de linguagem. Mas então aconteceu — meu pênis explodiu, jatos grossos e brancos disparando com força, acertando o chão do beco, a parede, e, pra minha surpresa, o próprio vestido, que estava levantado na cintura. O gozo escorreu pela coxa, quente e pegajoso, manchando o veludo preto com listras brilhantes sob a luz fraca. Era um espetáculo, e eu adorava saber que ele não fazia ideia do que tinha acabado de acontecer.
Lucas gozou logo depois, o pau pulsando dentro de mim, o sêmen quente me preenchendo. Ele gemeu alto, a cabeça caindo no meu ombro, o peito peludo roçando minhas costas. “Caralho, garota,” murmurou, ofegante, ainda sem soltar minha cintura. Eu ri, o som ecoando no beco, e me ajeitei, deixando o vestido cair pra cobrir as coxas, mesmo com as manchas de gozo brilhando no tecido. Ele não notou, os olhos ainda vidrados na minha bunda enquanto guardava o pau na calça.
“Você é demais,” ele disse, rindo, enquanto saíamos do beco, o ar fresco da noite batendo na minha pele suada. Eu ajeitei o cabelo, sentindo o cheiro do meu próprio gozo misturado com o perfume floral que usava. “Você também, velho,” provoquei, dando um tapinha no peito dele. Ele sorriu, mas havia algo nos olhos verdes dele, uma curiosidade que me fez pensar se ele estava começando a perceber algo. Não que eu me importasse — o jogo estava só começando.
Quando chegamos à rua principal, ele passou o braço pela minha cintura, como se quisesse me marcar. “Quero te ver de novo,” disse, a voz firme. Eu sorri, olhando pra ele por cima do ombro, o vestido ainda grudado na coxa por causa do gozo. “Talvez,” respondi, sabendo que ele não desistiria. Enquanto caminhávamos, senti uma gota do sêmen dele escorrer pelo meu cu, e outra do meu próprio gozo pingar no asfalto. Era sujo, era perfeito, e eu sabia que Lucas estava preso no meu feitiço, sem nem sonhar com o que eu escondia.
