Para entender melhor o que está acontecendo neste capítulo e sentir todo o clima que construímos até aqui, recomendo ler os capítulos anteriores do conto.
Resumindo o espírito da história: minha esposa Ana e eu estamos passando dias inesquecíveis em Búzios. O que começou como uma viagem romântica virou uma descoberta intensa sobre prazer, exibicionismo e voyeurismo. Estamos aprendendo, juntos, como é deliciosamente libertador gozar livremente: na praia nudista, nas varandas da pousada, no barco, atrás das pedras
A noite tinha sido um misto de turbilhão emocional e exaustão física. Depois da cena na varanda, Lucas e Ana voltaram para o quarto em silêncio, abraçados na cama, deixando as palavras pesadas para o dia seguinte. O sono veio rápido, embalado pelo cansaço da praia, das bebidas e das novas sensações que tinham vivido.
Ana acordou primeiro, por volta das 7h30, com os raios de sol filtrando pelas cortinas da pousada. Ficou deitada um momento, olhando pro teto, o corpo ainda relaxado mas a mente acelerada. As imagens da noite anterior voltaram como flashes: Lucas sentado na varanda, o pau mole brilhando de gozo; Bia empalada no pau de Léo, a porra escorrendo pelas coxas dela, os gemidos abafados ecoando no ar salgado. Ela imaginou como devia ter sido: Léo metendo fundo, Bia rebolando devagar, os olhos dela fixos em Lucas, provocadores. O tesão subiu rápido, um calor familiar entre as pernas. Sem pensar duas vezes, esticou o braço pra mala ao lado da cama e pegou o vibrador pequeno, discreto, que sempre levavam em viagens.
Deitada de barriga pra cima, pernas ligeiramente abertas, ligou o brinquedo no modo baixo. Deslizou a ponta vibrante pelos lábios da buceta, sentindo o zumbido suave contra o clitóris inchado. Um gemido baixinho escapou, os olhos semicerrados imaginando Bia gemendo "me fode mais fundo" enquanto Lucas batia punheta. A umidade veio rápida, o vibrador escorregando fácil quando ela enfiou devagar, girando dentro dela. "Porra... que safados...", murmurou pra si mesma, acelerando o ritmo, o corpo se contorcendo levemente na cama.
Olhou pro lado e viu Lucas ainda dormindo profundamente, o peito subindo e descendo calmamente, o pau mole sobre a coxa. Um sorriso safado nasceu nos lábios dela. Por que não acordá-lo do jeito certo? Desligou o vibrador, deixou de lado e se aproximou devagar, deitando de lado ao lado dele. A mão foi primeiro, acariciando a coxa interna, subindo pros testículos, massageando de leve. Lucas se mexeu no sono, mas não acordou. Ana abaixou o rosto, a boca quente envolvendo a cabeça mole do pau dele, lambendo devagar, sentindo ele crescer na língua dela.
O pau de Lucas endureceu rápido, latejando na boca dela enquanto ela chupava fundo, a mão na base punhetando ritmado. A saliva escorria, o gosto salgado dele misturado ao pré-gozo que já saía. Ela lambia as veias, chupava as bolas, voltava pra cabeça, girando a língua na ponta sensível. Lucas gemeu baixo no sono, os olhos piscando, acordando aos poucos. "Humm... amor... que delícia...", murmurou rouco, a mão indo pro cabelo dela, guiando o movimento. Ele acordou de vez, o corpo inteiro acordando com o tesão: o pau agora duro como pedra, pulsando na boca dela. "Porra, Ana... continua assim... chupa gostoso", pediu, erguendo o quadril pra meter devagar na boca dela, sentindo a garganta apertada.
Animado, Lucas puxou ela pra cima. "Vem cá... senta no meu rosto. Quero te chupar enquanto você me chupa." Ana obedeceu na hora, virando o corpo pro 69 perfeito. Sentou devagar na cara dele, a buceta molhada do vibrador e do tesão roçando nos lábios dele. Lucas abriu a boca faminto, língua invadindo os lábios inchados, lambendo do clitóris pro cuzinho e voltando, sugando forte. "Caralho, você tá encharcada... que buceta gostosa", gemeu contra a carne dela, as mãos apertando a bunda, abrindo pra chupar mais fundo.
Ana gemeu alto, a boca voltando pro pau dele, chupando com mais fome agora, a mão massageando as bolas enquanto a cabeça batia na garganta. Os movimentos sincronizados: ela rebolando na cara dele, ele metendo a língua fundo, os dedos enfiando na buceta enquanto chupava o clitóris. O quarto enchia de sons molhados, gemidos abafados. Ana gozou primeiro, tremendo toda, a buceta pulsando na boca dele, jorrando mel quente que ele bebia sem desperdiçar. "Ah... tô gozando... porra, Lucas!", gritou, o corpo convulsionando enquanto continuava chupando ele.
Lucas não aguentou mais. "Vai, amor... engole tudo... tô gozando!", avisou rouco, o pau latejando forte, jorrando jatos grossos na boca dela. Ana chupou tudo, engolindo parte, deixando o resto escorrer na língua enquanto lambia a cabeça sensível. Depois, virou o corpo, deitou no peito dele e o beijou profundo: o gosto do gozo dele misturado ao dela nas bocas, línguas dançando, salgado e doce ao mesmo tempo. "Delícia... nosso gosto junto", murmurou ela, rindo baixinho.
Ofegantes, ficaram ali aninhados um tempo. Mas o elefante na sala ainda estava lá. Lucas respirou fundo: "Amor... sobre ontem..."
Ana assentiu, séria agora. "Sim. Vamos conversar de verdade. Eu senti um tesão absurdo quando vi você lá, gozado vendo eles. Mas também veio um ciúme forte. Tipo... medo de te perder pra isso tudo. A exposição, o voyeurismo... é novo, é excitante, mas e se sair do controle? E se um de nós quiser mais?"
Eu a abracei mais forte. "Eu senti culpa pra caralho depois. Por ter curtido sem te chamar logo. Medo de que isso mude a gente, de que o tesão vire algo que nos afaste. Mas também... eu adorei as sensações. Ver, ser visto... com você do lado, é foda."
Ela pensou um pouco. "Eu também adorei. O risco, os olhares... mas tenho medo de anseios maiores. Tipo, eu confesso que imaginei ser como a Bia ontem, com dois... mas e se isso virar realidade e machucar a gente?"
"Então a gente define limites claros. Vamos continuar, mas só olhar. Sem toque em ninguém mais. Toque só entre nós dois. Nada além disso." Fiz uma pausa, olhando nos olhos dela com um sorriso leve, quase brincalhão. "A não ser que um dia você queira dar uns beijinhos na Bia... eu até assistiria, hein. Só pra ver você se divertindo." Pisquei, o tom leve, sem pressão real, mas o desejo escondido ali, só pra testar o ar.
Ela riu, dando um tapa de brincadeira no meu peito. "Seu safado... por enquanto, só olhar. Combinado?"
Selamos com um beijo delicioso, profundo, as mãos passeando nos corpos ainda suados.
Ana pegou o celular e mandou mensagem pra Bia: "Já acordaram? Vamos tomar café juntos? Precisamos conversar." A resposta veio rápida: "Sim! Descendo em 10 min."
No café da manhã da pousada, sentamos os quatro numa mesa com vista pro mar. Café, frutas, pães: mas o clima era carregado. "Sobre ontem...", comecei. Ana completou: "A gente adorou tudo até agora, mas sentimos um ciúme novo. Queremos continuar a amizade durante a viagem, viver juntos... mas com limites. Só olhar, sem toque. Nada físico entre casais."
Bia e Léo assentiram, sorrindo. "Entendemos. A gente também tem limites assim. Vamos curtir a viagem como amigos safados, então. Sem pressão."
A conversa fluiu leve depois disso. Ainda pela manhã, decidimos pegar um passeio de barco que saía cedo. O sol forte, o mar calmo, bebidas já rolando: caipirinhas, cervejas geladas. Bia usava um biquíni minúsculo, branco, que ficava quase transparente quando molhava. "Acidentalmente", em vários momentos, um peito escapava ao mergulhar ou ao se inclinar pra pegar uma bebida: o bico rosado aparecendo rápido, chamando todos os olhares. Ela sorria sem graça, ajeitava devagar, mas o tesão no ar aumentava: Léo olhando orgulhoso, eu sentindo o pau apertar na sunga, Ana mordendo o lábio disfarçadamente. Os mergulhos viraram provocação: ela subia na escada do barco com o biquíni desalinhado, os peitos quase inteiros à mostra por segundos, água escorrendo na pele bronzeada.
Numa parada numa praia isolada, Ana me puxou pela mão. "Vem cá, amor... preciso de você agora." Demos uma despistada pros outros e fomos pra uma área mais afastada, atrás de umas pedras altas, vegetação cobrindo parcialmente. As bebidas tinham deixado a gente solto, o tesão acumulado do dia inteiro batendo forte. "Me fode muito, Lucas... rápido e forte, antes que eles percebam", pediu ela, já arrancando o biquíni, os peitos livres balançando, a buceta brilhando de molhada só de imaginar.
Eu a virei de costas, empurrando contra uma rocha lisa e quente do sol. Beijei o pescoço dela com fome, uma mão apertando um peito, beliscando o bico duro, a outra descendo pra buceta: dois dedos enfiando de uma vez, sentindo ela encharcada, pulsando. "Porra, você tá pingando... quer pica com força, né?", rosnei no ouvido dela, abrindo a sunga e posicionando o pau latejando na entrada. Entrei fundo numa estocada única, até o talo, sentindo as paredes apertadas me engolirem. Ana gemeu alto, empinando a bunda pra mim. "Isso... me rasga... me fode como uma puta!"
Comecei a bombar pesado, sem dó: mãos na cintura dela, puxando pra trás a cada metida forte, o som dos corpos batendo ecoando nas pedras. Os peitos dela balançavam loucamente, eu alcancei um pra apertar, girando o bico enquanto socava fundo, o pau entrando e saindo brilhando do mel dela. "Caralho, que buceta gostosa... aperta mais, vai... imagina se alguém tá vendo a gente agora", provoquei, acelerando, o suor escorrendo nas costas. Ana rebolava contra mim, gemendo sem controle: "Mais forte... me usa... tô quase gozando!"
Virei ela de frente, ergui uma perna dela no meu ombro e meti de novo, fundo, olhando nos olhos enquanto bombava rápido. A buceta dela fazia sons obscenos, escorrendo pelas coxas, o clitóris inchado roçando na base do meu pau a cada estocada. Beijei ela com violência, mordendo o lábio, a mão descendo pra esfregar o clitóris enquanto metia sem parar. "Goza no meu pau, amor... goza alto pra eu encher você!"
De repente, uma voz: "Uau... que cena linda." Bia apareceu atrás de uma pedra, sorrindo maliciosa, os olhos fixos em nós. Sem tirar o olhar, ela puxou a calcinha do biquíni pro lado, expondo a buceta depiladinha, já molhada, e começou a se tocar: dedos circulando o clitóris rápido, enfiando dois dentro dela enquanto olhava a gente transar. Ana travou o olhar no dela, as duas se encarando fixamente, o tesão subindo ainda mais. Ana apertou minha bunda, pedindo mais fundo, gemendo alto de propósito pra Bia ouvir.
As coisas esquentavam: Bia acelerava os dedos, os peitos dela subindo e descendo rápido, mordendo o lábio enquanto via meu pau entrar e sair da buceta da Ana. "Porra, eu quero gozar vendo vocês", deixou escapar rouca, os olhos vidrados, "mas o barco vai sair daqui a pouco. Vem logo, seus safados!"
O apito do barco ecoou ao longe. Ana gozou forte naquele instante, a buceta apertando meu pau em espasmos, jorrando na rocha enquanto gritava meu nome. Eu segui logo depois, enterrando fundo e enchendo ela de porra quente, pulsação após pulsação. Bia gemeu baixo, gozando junto, os dedos enfiados fundo, o corpo tremendo enquanto nos olhava.
Ofegantes, rimos nervosos, nos vestindo rápido. O tesão interrompido, mas prometendo mais. O que viria à noite na pousada?