Minha vida sexual estava em sua plenitude, ainda mais agora depois de levar minha tia e depois minha mãe pra cama. Não tive tempo ainda pra negociar uma tarde com elas juntas em algum bom motel, mas sei que na hora certa esse convite deve rolar naturalmente, afinal cada uma já sabe sobre a outra.
Tia Paula de dia, dona Rita às noites, e com isso eu praticamente não tinha tempo nem energia pra buscar outras garotas nesse instante, embora ambas estivessem bem tranquilas em me dar essa liberdade caso eu tivesse essa intenção.
Na verdade, eu tinha, mas não era exatamente uma garota. Depois de tanto meter em ambas as filhas, eu estava agora curioso se existia esse mesmo espaço junto à mãe delas. Minha vó Renata ia completar 57 anos em alguns dias, e eu vinha gradualmente aumentando minha presença ao seu lado, com notórias segundas intenções.
A boa genética de Paula e Rita certamente era hereditária de dona Renata, uma mulher ainda muito charmosa e vaidosa, que respeitando os limites que sua idade impunha, ainda causava um respeitável frisson entre os machos. Sempre mais recatada, mesmo antes da viuvez, mas nunca perdia a chance de deixar sua marca por onde passava. Seja o penteado, vestido, perfume, rebolado, tom de voz ou simplesmente o brilho em seus olhos, minha vó certamente estava na lista de desejos de muitos homens com quem ela convivia, e depois de tudo que eu vinha vivido recentemente, nem seria de estranhar se meus tios e primos compartilhassem dessa mesma sensação.
Sua casa ficava no caminho entre minha tia e minha mãe, então não era complicado organizar horários e trajetos para eu parecer mais presente em seu dia-a-dia.
Almoço aqui, shopping ali, ajudar no jardim aqui, organizar o porão ali, e com isso eu começava a participar de sua vida. Ela morava sozinha, nunca fez questão de depender de nenhuma das filhas ou parentes para cuidar dela, e realmente sua disposição e energia eram notáveis.
Eu precisava descobrir os caminhos para ficar mais íntimo dela, e descobri que o fogão seria meu aliado. Ela sempre prezou por comer com qualidade, e eu desde cedo sempre tive muito interesse em cozinhar, então talvez a escolha certa de algumas refeições com ela poderia começar a alargar esse espaço que eu estava conquistando.
Não exatamente na forma e ritmo que eu desejava, mas a aproximação foi aumentando. Ela assumia um papel de chef de cozinha, corrigindo algumas falhas nas minhas técnicas e temperos, e isso foi criando a tão esperada cumplicidade que eu buscava com ela. Eu não era exatamente fã de ser educado e direcionado, sempre preferi fazer minhas explorações culinárias por conta própria, mas eu considerava esse um preço muito justo para me aproximar dela.
Um assado aqui, um arroz ali, um filé gratinado, uma salada caprese, e aos poucos a gente foi acertando a mão, não apenas na cozinha em si, mas no espaço em dividir impressões e sentimentos, que era meu objetivo desde o início.
Ela conversava sobre o que ainda esperava da vida, da falta que sentia de um contato mais íntimo e de quanto ela precisava se sentir valorizada. Eu ria bastante com ela, completando sempre com respostas carinhosas, tentando levantar sempre sua autoestima e dando espaço a ela para se abrir cada vez mais com esse neto. Mal sabia ela onde eu pretendia chegar...
Devo confessar que oportunidades e acidentes se combinaram de maneira quase mágica, eu parecia ter uma ajuda invisível para que nossos laços ficassem cada dia melhores. O molho de tomate que escorreu por sua blusa teve que ser rapidamente removido antes que resultasse numa queimadura nela, e esse neto prestativo não pensou duas vezes antes de sacar fora sua blusa, limpar seu sutiã do resto de molho que insistia em escorrer e aplicar um pouco de gelo em seu peito para evitar queimadura. Ainda estava longe de ser uma experiencia erótica, mas convenhamos que ver minha vó usando apenas seu sutiã e apalpar um pouco seus seios me alentou bastante, suas curvas se insinuavam muito interessantes, e eu sentia que estava caminhando por um terreno que prometia o que eu tanto ansiava.
De certa forma, aquilo serviu para ela relaxar mais um pouco comigo, suas roupas sempre muito comportadas ficaram cada vez mais descompromissadas, inclusive com direito e shortinho e camiseta sem sutiã, algo que nunca antes nenhum de nós tinha observado ela vestir. Se ela se sentia confortável assim comigo, quem sou eu pra reclamar. Que pernas bonitas ela tinha... um pouco de celulite, talvez uma ou outra estria, mas nada que tirasse o charme daquelas pernas bem torneadas.
Genética, genética, genética... eu passava a rola diariamente em suas filhas, e era inevitável comparar aqui e ali não apenas as duas entre si, mas principalmente agora com a mãe delas. Minha vó não era exatamente uma boneca como as filhas, mais de cinco décadas fazem alguma diferença, sua barriga não era mais lisinha, a cintura um pouco mais larga, os seios balançavam um pouco mais ao sabor da gravidade, seus quadris pareciam uma ou duas polegadas mais largo que das filhas, mas tudo isso tinha um efeito muito positivo de erotismo para mim, ela não tinha nada exatamente broxante. Os poucos traços de idade que ela exibia eram muito menores que de muitas mulheres mais novas que minha tia. Ela não precisava de muita maquiagem ou acessórios para parecer bem jovem e atraente, sua boca ainda era um charme, seu rebolado era discreto, mas com certeza atraía olhares, seja com vestidos discretos ou calças jeans que definitivamente modelavam seus quadris, e devo confessar que abusei de água gelada nela para ver se ela também entraria no clube do farol aceso das filhas.
Não tive muito sucesso nisso, mas as brincadeiras naturalmente evoluíam, eu estava agora muito mais próximo dela do que estive com muitas namoradas, e ela confidenciou sentir o mesmo em relação a mim. Segurar suas mãos, acariciar seus braços, beija-la carinhosamente no canto da boca ou sentir seus cachos grisalhos entre meus dedos começava a ficar uma rotina gostosa entre nós. Sem falar do tesão absurdo que eu sempre senti por cabelos...
A evolução natural partiu para abraços mais longos e apertados, e diversas vezes eu dava esse abraço nela por trás, enlaçando sua cintura e conferindo mais um pouco aquele corpinho tão gostoso, sem muita reclamação dela nesse sentido. Sentia que meu espaço estava crescendo, e num dia calhou dela estar com um shortinho bem esvoaçante, e eu com uma bermuda intencionalmente sem cueca. Cheguei para mais um abusado abraço por trás, e quando minha virilha encaixou em seus quadris, minha ereção foi instantânea.
Ela percebeu o que estava acontecendo, e não necessariamente ficou confortável com isso. “Será que meu neto nutre desejos por mim?!?”, ela me confessaria mais tarde... Contudo, ao invés de repreensão, ela apenas não retribuiu o carinho como costumava fazer, então fiquei mais alguns poucos instantes cutucando ela com minha vara dura, e logo partimos de volta pro fogão.
O stress se tornou perceptível, ficou uma espécie de elefante branco dentro da cozinha, e na hora de comermos, o assunto veio à tona.
- Hoje caiu uma ficha em mim que há muito tempo eu não percebia...
Eu sabia o rumo que a conversa ia tomar, mas ainda não sabia ao certo como abordar tudo aquilo.
- A gente tem se aberto muito um pro outro, acho bem gostoso isso, mas eu nunca podia imaginar que alguém com minha idade pudesse despertar o desejo de um jovem que deve estar passando o rodo direto por aí.
Para minha surpresa, não era uma crítica, mas quase um elogio.
- Como assim, vó? Se eu for desrespeitoso com a senhora, por favor me avisa antes, eu nunca vou querer o mal da senhora.
- Seu bobinho... não estou reclamando, devo confessar que estou surpresa de ver um pau duro tão perto assim de mim. Já faz tempo que seu vô partiu, e desde então eu nunca mais procurei um homem, e você sabe que isso fez muita diferença pra mim.
- Imagina, vó, a senhora ainda põe no bolso muitas mulheres que andam por aí.
- Até parece... olha por exemplo sua mãe e sua tia! Elas ainda parecem duas meninas, e eu pareço uma mulher que já passou do prazo de validade.
Não vou contestar minha vó... meu caralho conferia regularmente aquelas observações!
- Sua bobinha... é obvio que não, a senhora tem mais tempo de estrada que elas, pode ter certeza, mas eu posso garantir para a senhora que seu charme ainda de sobra pra todo lado.
- Charme, ruga, estria, celulite, pé de galinha... Sei bem disso, mas pelo tamanho que você me cutucou hoje, parece que ainda devo ser bem interessante, né?
-Ah... não sei as palavras corretas para isso, mas se eu pudesse ter uma companheira de cama como a senhora pra passar a vara todo dia, pode ter certeza que eu não ia reclamar nada!
- Que é isso, até parece... você ia querer alguém que você pudesse usar por dentro e por fora, imagina se eu estaria nesse nível?
- Por favor, vó, não se ofenda com minha sinceridade... Muitos homens me invejariam por estar ao lado de uma mulher charmosa, elegante e sensual como a senhora. Confie em mim, seu corpo ainda é bem tentador, e olha que, na prática, eu não conheço praticamente nada dele, só o pouco que a gente convive aqui.
- Como assim? Você acha que eu uso roupa demais? Quer me ver em trajes ainda menores?
- Você pergunta pro bode se ele quer tomar conta da horta, vó? A resposta só pode ser obviamente SIM! Sempre que eu puder conferir um pouco mais dessas pernas roliças, das dobrinhas dessa bunda redonda, vislumbrar esses peitos mais livres ao vento ou conferir essa pata de camelo que a senhora carrega aí embaixo, pode ter certeza que eu não vou reclamar nem um pouco.
- Seu bobo... eu não tenho mais 20 anos, não... tenho quase o triplo disso! Imagina se por acaso isso que você descreveu merece ser visto?!?
- Quisera muitas outras mulheres chegassem aos 30 ou 40 com o corpo que a senhora tem hoje, vó. Não tem nada sobrando aqui ou ali, não... tudo é bem certinho na senhora. Preciso confessar, sim, que desde aquele dia do molho de tomate, em que fiquei acariciando seu colo e esbarrando em seus peitos, minhas intenções não são exatamente das mais ingênuas em relação à senhora. Perdão pelo vocabulário, mas ideias como cabecear o céu da sua boca, bater minhas bolas no seu queixo, ficar martelando minha piroca nas suas coxas ou beliscar seus mamilos começaram a soar estranhamente naturais pra mim. Eu penso bastante na mulher formidável que a senhora insiste em esconder debaixo dessas roupas, a senhora não faz ideia de quão erótica e gostosa a senhora é...
- Mas você é meu neto, falando sobre eu fazer uma gulosa em você, além dos meus peitos e sei lá o que mais você imagina da minha cintura pra baixo... a gente não deveria nem estar tendo esse tipo de conversa.
- Um neto muito orgulhoso da vó que tem. Ao invés de uma velha caquética de bengala, que cria gatos, reclama da vida e coleciona rugas, a senhora se vira pra tudo, e ainda carrega todo esse charme, sorriso e beleza.
- Mas, meu querido... você tem fantasias comigo?
- Punheta, vó? Quer saber se eu já descasquei alguma bronha pra senhora? É isso que a senhora quer escutar? Não vou mentir, não, digamos assim que alguns milhões de espermatozoides já foram devidamente sacrificados em homenagem à suas coxas, sua bunda, seus peitos, sua boca, pra nem falar da pata de camelo... a senhora não faz ideia da carga sexual que a senhora irradia.
- Menino besta... imagina isso, bater punheta pra própria vó? Não tem vergonha, não? Eu nem sei como lidar com isso! Seu vô foi meu primeiro namorado e também o único homem na minha vida, eu nunca cogitei sequer beijar outro homem além dele, e agora meu neto vem falando tudo isso e fica de pau duro aqui na minha frente.
Missão dada, missão cumprida... desci a bermuda e saquei pra fora minha trolha, que não estava exatamente em repouso no meio de uma conversa como aquela.
- Se você fala disso aqui, vó, pode ter certeza que a única responsável pelo meu pau duro é a mulher que a senhora esconde debaixo dessas roupas. Perdão mais uma vez pelo meu francês, vó, mas eu acho esse seu rabo formidável... pelo amor de Deus, é coisa de cinema, que bunda mais deliciosa e redondinha a senhora tem. Pelo pouco que conheci, seus peitinhos parecem bem gostosos também, eu mamaria seus biquinhos sem ficar pensando na vida, e o dia que a senhora fosse cair de boca no meu pau, pode ter certeza que eu ia ficar metendo na sua garganta, e pela beleza da pata de camelo, eu fico imaginando como deve ser sua buceta. A senhora é muito gostosa, uma tentação da cabeça aos pés, tesuda pra caralho, quisera eu ter na minha cama alguém como a senhora, meu cacete ia viver em carne viva se a senhora dividisse sua cama comigo.
Ela titubeou um pouco depois de tanta informação, e depois desamarrou o laço sobre seu ombro direito, deixando cair pro lado e permitindo antever seu seio, desnudando seu mamilo e parte de sua aréola para mim.
- Olha bem o que você está falando... imagina se isso aqui por acaso excita alguém!
Era óbvio que excitava sim, meu cacete estilingou no mesmo instante, meu sonho começava a tomar forma ali na minha frente. Aréolas rosadas eram um ingrediente essencial das mulheres dessa família, e minha vó não fugia à regra, eram maiores como as de minha mãe. Me levantei e me coloquei detrás dela, puxando um pouco sua cadeira um pouco de lado. Massageei um pouco seu pescoço e ombros, até então a gente não tinha enveredado pelo caminho das massagens que eu tanto explorava em suas filhas. Algumas frases sussurradas estrategicamente em seu ouvido pra diminuir a tensão naquele momento, junto com pequenos beijos em seu pescoço e nuca, além de leves mordiscadas no lóbulo de sua orelha, todos devidamente retornados com sorrisos dela. O clima sexual era já indisfarçável, afinal eu fazia tudo isso com a pica ainda de fora, apontada pra ela, não precisava ser nenhum expert em sedução pra dizer onde aquilo ia terminar, e não demorei em também desamarrar o outro laço, deixando agora sua blusinha escorregar pra sua cintura, exibindo ambos os seios em sua plenitude para mim. Podia não ser exatamente de uma capa de Playboy, devo concordar com ela, mas o que eu conferia ali ainda colocava no bolso muitas das boas mulheres que eu já tinha arrastado pra cama, por sinal bem mais novinhas que ela.
- Não... a senhora é muito modesta, não faz ideia do bom estrago que suas tetas fazem. Tem muita mulher que pagaria uma fortuna pros cirurgiões chegarem na metade do que a senhora tá me mostrando agora.
Tomei então cada um de seus seios em minhas mãos, sacudindo um e outro como que se estivesse conferindo peso deles. Certamente minha intenção não era compara-la com as filhas, eu conferia diariamente as duas e realmente elas eram duas princesas, mas seu peito realmente não era de se jogar fora. Um pouco mais flácido que as filhas, talvez, uma marquinha ou outra de estrias que seria inevitável em sua idade, mas ainda eram bem firmes e sensuais. Dei um apertão forte neles, depois belisquei ambos os bicos e puxei, esticando e conferindo os limites que eu tinha conquistado até ali com ela.
- Meu Deus, o que você pensa que está fazendo?
Seus bicos já estavam completamente eretos, nesse sentido ela não devia nada pras filhas, era algo muito bonito admirar o quanto ela exibia de tesão em seus mamilos. Puxei e torci com força.
- Mostrando pra senhora que não sou apenas eu que está gostando disso aqui.
- Mas como assim? O que eu faço agora?
Respondi pousando delicadamente o dedo sobre seus lábios, convidando-a a não interferir no que ia acontecer ali. Percorri seu rosto, acariciando-a carinhosamente e ajeitando com cuidado seu cabelo por detrás das orelhas. Pronto, eu sabia que estava perto de começar, não tinham agora muitos obstáculos a serem vencidos.
- Mas...
Com olhar muito incisivo, coloque novamente o dedo sobre seus lábios. Ela ficou paralisada alguns instantes, sem nenhuma reação positiva ou negativa. Tirei minha bermuda que ainda estava no meio das coxas, tomei ela então pelas mãos e pus de pé, de frente a mim. Minhas mãos foram novamente em busca de seus seios e senti que ela procurava sem muita certeza meu pau para tocar. Mais um passo dado!
Dei meio passo pra trás, dando a ela uma boa visão da minha trolha, e com os olhos sinalizei pra ela ir adiante. Seus dedos logo me tocaram, mesmo que ainda um tanto hesitante. Ela com um pouco de timidez parecia querer percorrer todo a extensão dele, acariciando com a ponta dos dedos, sem ainda agarra-lo com firmeza. Explorou um pouco minhas bolas e logo voltou pro mastro.
Segurei suas mãos, fazendo com que ela agora empunhasse minha pica com firmeza. Agora, com movimentos suaves, eu conduzia ela na primeira punheta que faria em mim. Seus olhos arregalavam, mas ela continuava em silêncio, sem parecer entender totalmente tudo que acontecia ali.
Agarrei ela pela cintura e a puxei contra mim, colando seu corpo no meu, e aproximei de sua boca. A gente estava a menos de um milímetro do outro, levando o stress sexual ao limite que inevitavelmente resultaria num beijo. Para minha felicidade, ela tomou a iniciativa e me deu um selinho.
Leve e discreto, mas era mais um degrau vencido. Agora era a minha vez, avancei em sua boca e tasquei um beijo de cinema, buscando sua língua com a minha. Mais um pequeno instante de hesitação, e ela logo retribui de volta, se rendendo ao meu beijo.
Suas mãos agora seguravam com mais firmeza minha rola, a punheta começava a tomar força e velocidade, e eu voltei a apalpar seus peitos, pra ver qual seria a melhor forma de excita-la.
Seus bicos continuavam durinhos, ela depois me confessaria que realmente aquilo mexeu bastante com ela, despertando um tesão que ela não via há muitos anos. Girei ela de costas e segurei com força, encaixando-a junto ao meu corpo, e minhas mãos agora desceram para sua cintura. Sem muita dificuldade, desfiz o laço de seu shortinho e ele deslizou para o chão, e ela não ofereceu nenhuma resistência quanto a isso, agora era apenas uma calcinha nos separando. E não era nenhuma calcinha de velha, não... era uma lingerie bem sensual que eu conferia ali, rendada e com laços, deixando bem visível seus pelos pubianos. E, convenhamos, ela estava bem molhada ali embaixo... Ela mais tarde confessaria que não foi por acaso, essa escolha havia sido consciente para me provocar, mesmo antes de ter consciência de toda a expectativa sexual que eu carregava por ela. Talvez não tão claro e explicito quanto eu, mas as intenções dela não pareciam ser muito diferentes das minhas em relação um ao outro, ela tinha escolhido uma roupa intima que excitasse o neto que a enchia de carinho o tempo todo, era óbvio que ela estava pronta pra tomar uma chinelada. Virei-a de frente pra mim e agora era hora de encher minhas mãos naquela bunda, que confirmava minha expectativa de ser bem gostosa. Tasquei outro beijo guloso e apalpei generosamente enquanto puxava, apertava, beliscava e esticava, sentindo com força seus quadris sob meu controle. Quando consegui respirar novamente, disparei:
- Isso aqui agora é um momento sem volta, vó... Se a gente for pro seu quarto agora, você sabe muito bem o que está pra acontecer, a gente já tá quase metendo aqui na cozinha, então se for pra gente parar, tem que ser aqui e agora, e a gente faz de conta que nunca aconteceu nada.
Como se fosse trivial ter uma mulher daquelas em sua boca e depois fingir que nada havia acontecido. Besteira minha, não tinha a menor chance disso acontecer!
Ela gradualmente fechou o semblante e ficou alguns segundos pensativa... a resposta podia tanto ser positiva quanto negativa, e absolutamente nada ali transparecia o que ela iria fazer. Respeitei seu silencio e muito contrariado, soltei aquela bunda gostosa.
- Eu não sei ao certo o que eu quero, mas você parece ter essa certeza... não vou negar que eu também estou gostando, só não sei muito bem como lidar com isso tudo. É sério mesmo que você pretende comer sua vó?
- Se a senhora ainda não percebeu, era exatamente isso que a gente está fazendo aqui. Usando todas as letras do alfabeto que eu tenho direito, eu me sentiria muito honrado em arrebentar sua buceta e enche-la com a minha gala, mas isso a senhora teria que permitir, jamais funcionaria sem o seu consentimento.
Mais um segundo de reflexão, e ela então me segura pelas mãos, me conduzindo pro quarto.
- Não sei o que vai ser da minha vida depois, mas não vou ficar pensando nisso agora. Vamos lá, faça valer esse momento!
Me ajoelhei em frente dela e puxei sua calcinha até o chão. Estava agora, ali na minha frente, minha vó, totalmente desnuda em pelo para mim, molhada a ponto de escorrer pelas coxas, me pedindo para fode-la. Mais um sonho se realizando...
Caralho, eu estava passando o rodo literalmente em todas as mulheres da família. Alisei suas coxas e ventre, sentindo sua pele toda arrepiada, e agarrando sua bunda, caí de boca em sua vulva, logo depois deitando ela sobre sua cama e dando o maior banho de língua que já devo ter feito na minha vida. Chupei absolutamente cada pedacinho de sua pele, só tomando cuidado apenas de não deixar nenhum chupão visível, que depois ia ser difícil de explicar pro resto da família. Quando eu praticamente não tinha mais boca, agarrei-a mais uma vez na cama, passei meus braços por baixo dela, encaixei minha piroca em seus grandes lábios, deslizei sem medo buceta adentro, agarrei seus cabelos e comecei a meter nela com desejo animal.
Ela gemia muito gostoso, fazia até fazer um bom tempo que ela não trepava, mas nem por isso ela parecia ter perdido a maestria na técnica. Pelo visto meu vô se divertiu bastante ali com ela, ela sabia muito bem como deveria meter comigo, parecia ter uma boa consciência do que funcionava ou não numa cama, tinha bastante energia e desejo, me jogou num 69 muito gostoso, depois trocava de lugar comigo, por vezes subindo em cima de mim e cavalgando minha rola com muita vontade, balançando os seios na minha cara e tomando uma bela mordida naqueles bicos pontudos. Ela rebolava até melhor que as filhas, me apertava e gemia bem gostoso, me chupava, arranhava e mordia. Que delícia absurda de mulher, puta que pariu, e eu apenas cuidei para certificar de que ela gozasse antes de mim, pra depois eu despejar tudo dentro dela, cumprindo assim a promessa que havia feito na cozinha.
Um minuto para gente respirar, e o sujeito lá embaixo já acordava e pedia mais. Por mim, queria partir logo pra dentro do cuzinho dela, não ia deixar de conferir a mesma pérola que eu tanto cobiçava em suas filhas.
Fiz os devidos olhares e sinais em direção ao seu rabo, e ela meneou com um sorriso. Minha vó curtia anal, que legal... ajeitei bem ela com almofadas e travesseiros e descarreguei nela todo o meu tesão, metralhando agora aquela bunda redondinha. Não tinha outra definição, aquilo era um presente dos céus para mim!
Por sinal, até aquele momento eu nem tinha parado direito para avaliar criticamente o quanto minha vó era efetivamente gostosa ou não, numa análise bem crua e fria. E sem muita surpresa, conferindo pedacinho por pedacinho, não apenas aquela bunda era muito bem desenhada, mas também todas demais curvas de seu delicioso corpo, não fugia nada do alto padrão de qualidade de suas filhas, ela era verdadeiramente gostosa pra caralho, sem nada que efetivamente dispusesse contra ela, além de gostar e entender bastante de sexo. Abençoada genética... acho que nunca na minha vida eu cogitava trepar tanto como nessas últimas semanas.
Naquele dia ainda rolou outras estocadas no chuveiro e sofá, fora o olhar guloso que a gente trocava o tempo todo, denunciando a nova cumplicidade que havíamos conquistado, e com isso, além do fogão, o sexo se tornou uma rotina pra gente. Minha vó entrava agora oficialmente na lista de mulheres que eu planejava foder o máximo que podia, pro resto da vida.
Certamente isso ainda seria da minha parte um segredo para minha mãe e minha tia por um bom tempo, não fazia muito sentido eu compartilhar isso com elas, embora talvez ao longo do tempo isso viesse à luz. A grande questão agora na minha mente era... quem poderia ser a próxima da lista?
Do lado da minha mãe, não faltava mais ninguém pra carimbar, eu já tinha devorado sem dó cada uma das bucetas disponíveis, mas do lado do meu pai, a lista não era exatamente pequena. O divórcio veio à tona assim que se tornou público que, fora do casamento, ele tinha a Sara, uma filha que agora no final do ano completaria 20 anos, e a Patrícia, que irá completar 16 mês que vem. Nunca houve exatamente uma proximidade, isso sempre foi uma questão muito mal resolvida entre nós, mas depois de tantos anos, talvez valesse a pena buscar uma aproximação com eles, principalmente agora depois de todo esse chá de buceta que o incesto me proporcionou.
Devo confessar que ao longo dos últimos anos, minhas duas irmãzinhas já foram merecedoras de algumas boas punhetas, sem esquecer de minhas primas, tias e principalmente minha madrasta. Me sinto hoje na obrigação, por sinal, de elogiar meu pai pelo bom gosto que ele sempre pareceu ter em relação às suas mulheres, e por vias que eu não exatamente havia planejado, o destino já tinha reservado para mim o próximo nome dessa lista!