Noite de chuva na Cabana do Acampamento

Um conto erótico de jsz
Categoria: Homossexual
Contém 888 palavras
Data: 05/01/2026 20:54:01

Eu e o Pedro somos amigos desde o fundamental. Mesma turma, mesmo time de futebol amador, mesmas festas, mesmas ressacas. Ele é aquele cara moreno, corpo malhado de quem joga bola todo fim de semana, barba rala, sorriso de safado e uma energia que contagia todo mundo. Eu sempre achei ele bonito pra caralho, mas nunca passou de admiração de brother mesmo… até aquela viagem.

A gente resolveu fazer um acampamento só de macho: eu, Pedro, o Thiago e o Léo. Alugamos uma cabana simples no meio de uma mata, perto de um rio, pra passar o fim de semana pescando, bebendo e zoando. Chegamos na sexta à tarde, montamos barraca extra, acendemos churrasco, cerveja gelada rolando solta. À noite, jogamos carta, contamos história de mina, rimos alto pra caralho.

Mas no sábado veio um toró daqueles. Chuva forte, vento, trovão estourando. A barraca do Thiago e do Léo alagou, e os dois acabaram indo dormir no carro pra não passar frio. Sobrou só eu e o Pedro na cabana, que tinha apenas um quarto com duas camas de solteiro coladas uma na outra, praticamente virando uma king.

A energia caiu por causa da tempestade, ficamos só com lanterna de celular e uma vela improvisada. A gente deitou, cada um na sua cama, mas conversando ainda. O papo foi descendo: de mulher pra pornô, de pornô pra “o que tu mais gosta numa transa”. Pedro, meio bêbado, soltou: “Cara, eu adoro quando a mina chupa gostoso, mas nunca achei uma que fizesse direito, sabe?”. Eu ri e falei que era igual. Aí o silêncio caiu, só o barulho da chuva no telhado.

Eu tava de short e sem camisa, ele também. O calor dentro da cabana tava insano, mesmo com a chuva lá fora. De repente sinto a cama mexer. Olho de canto: Pedro deitado de costas, mão dentro do short, mexendo devagar. Ele achava que eu tava dormindo. O celular dele iluminava fraquinho o rosto concentrado, e dava pra ver o volume crescendo no shorts.

Meu pau endureceu na hora. Fiquei quieto, só observando. Ele aumentou o ritmo, respirando fundo, e num impulso eu falei baixo: “Quer uma ajuda aí, viado?”. Ele congelou, virou o rosto pra mim assustado, mas logo deu um sorriso nervoso: “Porra, tu tava acordado? Tá me zoando?”. Eu me aproximei, passei pro meio das duas camas (agora praticamente uma só) e coloquei a mão por cima da dele, que ainda tava no pau. “Relaxa, brother. Só broderagem.”

Ele não tirou a mão. Pelo contrário, soltou o short e deixou eu pegar direto. O pau dele tava quente, duro pra caralho, mais grosso que o meu, com a cabeça molhada de pré-gozo. Comecei a bater devagar, olhando no olho dele. Pedro fechou os olhos, mordeu o lábio e soltou um “caralho…” baixinho. Em menos de dois minutos ele avisou que ia gozar, eu acelerei e ele explodiu na minha mão, jatos quentes caindo na barriga dele, gemendo abafado pra não acordar os outros lá fora.

Depois do gozo, ele riu sem graça quando viu eu lambendo os dedos com a porra dele, e falou: “Tua vez, né?”. Virou de lado, pegou no meu pau por cima do short e apertou. “Porra, tá duro pra cacete”. Eu tirei o short rapidinho e ele começou a bater, meio desajeitado no começo, mas logo pegou o jeito. Eu gozei rápido também, sujando a mão dele inteira.

A gente riu baixinho, se limpou como pôde e voltou a deitar. Mas o sono não veio. Meia hora depois, Pedro virou pra mim e sussurrou: “Ei… tu já chupou cara?”. Eu disse que não, mas que tava curioso. Ele falou: “Eu também. Quer tentar?”. Meu coração disparou. Eu desci devagar, peguei o pau dele de novo (já meio duro outra vez) e coloquei na boca. O gosto era salgado, quente, diferente de tudo. Ele gemeu forte, segurou meu cabelo e guiou devagar. Eu engasguei um pouco no começo, mas logo entrei no ritmo. Ele gozou de novo, dessa vez na minha boca, e eu engoli sem pensar duas vezes.

Aí foi a vez dele. Pedro me chupou com vontade, como se quisesse provar que era melhor que qualquer mina. Lambia a cabeça, descia até o saco, voltava engolindo tudo. Eu nunca senti um boquete tão bom. Gozei na boca dele, ele cuspiu um pouco, mas engoliu o resto rindo: “Porra, é diferente, né?”.

A chuva não parava. A gente ficou acordado quase a noite toda. Teve hora que eu sentei no pau dele, devagar, com cuspe como lubrificante. Doeu pra caralho no começo, mas quando entrou todo, foi uma sensação insana. Ele me segurando pela cintura, eu rebolando devagar, os dois suados, ofegantes, gemendo baixo. Gozamos quase juntos – ele dentro de mim, eu na barriga dele.

No domingo de manhã, a chuva tinha dado uma trégua. Thiago e Léo voltaram da barraca alagada zoando a gente por “ter dormido bem na cabana quentinha”. Pedro e eu trocamos olhar e rimos. Ninguém nunca soube de nada.

De lá pra cá, sempre que rola um rolê só nosso – pescaria, churrasco na casa dele quando a família viaja – a broderagem rola solta. A gente continua hétero pra caralho no dia a dia, saindo com mina, mas quando fica a sós… é pau pra todo lado. Melhor amizade que já tive na vida.

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Comentários

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Ah, as descobertas do prazer sem censura e medos. Os amigos, irmãos e primos são também para esses momentos deliciosos e secretos. Conte-nos mais...

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Delicia de conto, nunca mamei,queria experimentar, sou coroa 61a de sp, me mande

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