Como prometido, essa parte mergulha direto no caos que a Andréia causou. E olha, o buraco é muito mais embaixo do que eu imaginava. Para quem está chegando agora ou se perdeu, recomendo fortemente que volte e leia da Parte 1 até a 8. Sem o contexto da boate e do que aconteceu com a Dani, nada disso vai fazer sentido.
Aproveitem a leitura, porque essa foi intensa de escrever.
Eu estava estático. O silêncio do quarto era interrompido apenas pelo zumbido baixo do ar-condicionado e pelo som do meu próprio coração, que martelava contra as costelas como um animal enjaulado tentando escapar. A Clara estava sentada ao meu lado na cama, com as pernas cruzadas de um jeito casual, mas eu conseguia sentir a tensão elétrica que emanava dela. Ela segurava meu celular com aquele sorrisinho de canto, o mesmo que ela usa quando ganha de mim no xadrez, enquanto a tela não parava de iluminar o ambiente com novas notificações.
Na tela, o vídeo da Andréia era um loop infinito de tentação. Era ela, topless, entrando devagar no jacuzzi daquela casa de praia enorme. Tudo aquilo era um convite. Tudo aquilo era para mim.
Meu pau, que ainda estava recuperando o fôlego depois de ter sido esvaziado pela Clara pouco antes, começou a pulsar com uma força vingativa dentro da cueca. Eu me sentia o cara mais sortudo e, ao mesmo tempo, o mais apavorado do mundo. Minha namorada estava assistindo a um vídeo da sua "melhor amiga" pelada no meu celular — a mesma garota que tinha me humilhado na frente de todo mundo meses atrás — e, em vez de me expulsar de casa, a Clara parecia estar a saborear cada segundo daquela humilhação silenciosa da outra.
— Então, Liam... — A Clara deslizou a mão livre pelo meu peito nu. As pontas das unhas dela arranharam levemente a minha pele, descendo em direção ao meu abdómen. A voz dela era um sussurro aveludado, mas carregada de uma autoridade que me deu um arrepio gélido na espinha. — Alguma coisa que você queira me contar sobre essa conversa animada com a nossa "querida" Andréia?.
Respirei fundo, tentando organizar os pensamentos. O cheiro de sexo recente — aquele odor metálico de suor misturado com o perfume de baunilha da Clara e um rastro de sândalo do hidratante que ela usava — tornava o ar pesado.
— Ela me mandou um vídeo, Clara. No jacuzzi — confessei, percebendo que mentir para ela naquele momento seria o meu fim. — Eu ia te contar, eu juro, mas a gente começou a se pegar e eu perdi a noção de tudo.
A Clara não disse nada. Ela apenas deu replay no vídeo, aproximando a tela do rosto. Eu observei a Andréia na tela com uma mistura de ódio e um desejo primitivo. Ela estava com aquele cabelo castanho escuro e brilhante, liso e pesado, preso num rabo de cavalo alto que expunha o pescoço longo. O rosto dela eraabsoluto: formato oval perfeito, maçãs do rosto altas que davam um ar de modelo, olhos amendoados e lábios carnudos que pareciam brilhar sob a luz do luar.
A pele dela tinha aquele tom caramelo impecável, e enquanto ela entrava na água, o vapor parecia abraçar o corpo dela. Os peitos DD naturais eram monumentais, firmes e pesados, com aréolas grandes e castanhas que se destacavam contra a pele morena clara. Os mamilos estavam tão duros pelo frio da noite que pareciam pedras. A cintura era absurdamente fina, abrindo-se para quadris largos e coxas fartas, bem torneadas, que faziam qualquer homem perder o juízo. Ela tinha o corpo de quem vivia na academia e na praia, e ela sabia disso. Mas ali, naquele vídeo, ela parecia... pequena. Desesperada.
— Ela está desesperada, Liam — a Clara murmurou, jogando o celular no meu colo com um desdém que beirava o prazer. — Ela viu o que a gente fez com a Dani. Ela viu a foto. Viu que você escolheu todas as amigas dela, menos ela. E a Andréia não suporta não ser a rainha. Ela não suporta ser a sobra.
— Espera — eu disse, a ficha finalmente caindo. — Você sabia da foto? A Dani me disse que...
A Clara riu, um som seco e vitorioso. Ela se inclinou, roçando os lábios no meu ouvido.
— Quem você acha que deu a ideia para a Dani tirar aquela foto de nós dois? Quem você acha que autorizou o envio para a Andréia? — Ela mordeu o lóbulo da minha orelha com força, uma dor que se transformou em tesão instantâneo. — Eu queria que ela visse. Eu queria que ela soubesse exatamente o que estava perdendo enquanto brincava de troféu naquela casa de praia. Eu queria quebrar o orgulho dela, Liam. E funcionou.
Minha cabeça girou. O jogo da Clara era muito mais complexo e sombrio do que eu imaginava. Ela não era apenas uma namorada liberal; ela era a maestrina de um teatro de dominação. E eu era o instrumento dela.
— E o que a gente faz agora? — perguntei, minha voz saindo mais rouca. Meu pau estava doendo, latejando contra o tecido da cueca.
A Clara montou no meu colo com uma agilidade predatória. Ela estava usando apenas uma camiseta minha, cinza e desbotada, que subia pelas coxas bronzeadas e deixava tudo à mostra. Ela se inclinou para frente, fazendo seus próprios peitos — que eram menores que os da Andréia, mas tão perfeitos quanto — pressionarem contra o meu peito.
— Agora a gente faz ela se arrastar — a Clara disse, os olhos brilhando com uma malícia que me deixava loucamente excitado. Ela pegou meu celular de novo. — Mas do MEU jeito. Você vai mandar exatamente o que eu ditar. Se ela quer esse pau, ela vai ter que vir buscar nos meus termos.
Ela começou a digitar rapidamente. Eu espiei as palavras surgindo no visor.
***"Andréia, recebi seus vídeos. Mas vamos ser sinceros: por que você deu aquele show na boate e depois me deu um fora ridículo? Quero a verdade agora. Se mentir, eu bloqueio você pra sempre."***
Apertei enviar. O "lido" apareceu na hora. O ícone de digitando começou a piscar freneticamente. Dez minutos depois, o celular vibrou. Era um parágrafo longo.
A Andréia se entregou totalmente. Admitiu que me rejeitou por puro ego, porque queria ser a "inalcançável". Confessou que ver a foto do ménage com a Dani a deixou doente de inveja. Disse que o namorado dela era um "garotinho rico" que não chegava aos pés de um homem de verdade. A frase final foi o que me quebrou: "Eu faço o que você quiser. Eu aceito as regras da Clara. Só não me deixa aqui imaginando como seria ter você."
Gemi, a sensação de poder sendo quase tão forte quanto o tesão. A Clara leu a mensagem e soltou uma gargalhada de triunfo, me beijando com uma violência possessiva.
— Boa menina — a Clara sussurrou para o celular. — Liam, responde para ela agora: "Vem pra cá. Pega o carro e sai dessa casa de praia agora. Se você chegar aqui antes do amanhecer, eu deixo você assistir enquanto eu fodo a minha namorada.".
— Você está falando sério? — Meu coração parecia que ia saltar pela boca. — Ela está a horas daqui.
— Se ela quiser mesmo, ela chega — a Clara disse, implacável. — Manda. Agora.
Eu mandei. A resposta veio em menos de um minuto: uma localização de GPS em tempo real, já se movendo pela estrada em direção à cidade. Ela estava vindo.
A Clara sorriu e arrancou a camiseta pela cabeça, revelando os peitos firmes com mamilos rosados que já estavam eretos. Ela me empurrou para trás nos travesseiros e se posicionou sobre mim.
— Enquanto ela dirige no escuro, eu quero que você me use — ela comandou, a voz rouca, descendo a mão para segurar meu pau latejante por cima da cueca. — Quero que você me foda pensando nela desesperada na estrada, imaginando o seu pau entrando fundo em mim enquanto ela não pode tocar.
Ela puxou minha cueca para baixo, e meu pau saltou, duro como pedra. A Clara o segurou e o guiou para a entrada dela, descendo com todo o peso.
Sllllp-nham!
A Clara soltou um grito agudo. A buceta dela estava incrivelmente encharcada e apertada, me engolindo até a base em um único movimento.
— Ahhhnnn, caralho, Liam! — ela gritava, as unhas se enterrando nos meus ombros. — Isso! Me fode! A Andréia vai chegar aqui e vai sentir o cheiro do meu prazer em você!
Comecei a estocar com força, segurando os quadris dela. O som da carne batendo — paf, paf, paf — era o único ritmo que importava. Eu fechava os olhos e a visão se fundia: a Clara gemendo em cima de mim, a Andréia na estrada, o vídeo do jacuzzi... o cheiro de suor e desejo era quase insuportável.
— Diz pra mim! — a Clara exigiu, rebolando com fúria. — De quem é esse pau?
— É seu, Clara! Só seu! — rosnei, empurrando os quadris para cima.
A Clara gozou primeiro, o corpo dela entrando em espasmos violentos, a buceta contraindo em volta do meu pau em ondas rítmicas. Eu continuei metendo com uma urgência brutal, o suor escorrendo pelo meu peito. Segundos depois, senti a pressão explodir. Gozei fundo dentro dela, soltando um rosnado animal, despejando tudo enquanto ela continuava a cavalgar os espasmos finais.
Desabamos na cama, suados e ofegantes. Ficamos ali em silêncio por um longo tempo, enquanto a luz cinzenta do pré-amanhecer começava a se infiltrar pela cortina. A Clara se levantou, caminhou até o espelho, olhou para as marcas no corpo dela e sorriu.
— Ela está chegando, Liam. E a regra é clara: ela só encosta em você se eu permitir.
O som metálico do interfone cortou o silêncio. Eram 05:45 da manhã. Olhei para a Clara. Ela estava nua, triunfante.
— Atende — ela comandou. — Manda ela subir.
A Andréia tinha chegado.
A Parte 10 vem em breve. Prometo não deixar vocês esperando muito tempo. A próxima parte será bem mais extensa, então se preparem. As coisas vão ficar muito, muito intensas agora que a Andréia finalmente está no nosso quarto.
Obrigado por lerem!