Era novembro de 2021, um ano e seis meses após aquele dia inesquecível de 30 de abril de 2020, quando o limite entre irmãos se dissolveu para sempre em uma avalanche de toques proibidos e orgasmos que nos deixaram marcados como amantes secretos. A pandemia ainda era uma presença constante, como uma sombra persistente que nos isolava do mundo, mas com as vacinas avançando devagar, o cotidiano começava a se abrir timidamente – aulas presenciais intercaladas com online na faculdade, máscaras obrigatórias em espaços fechados, e uma sensação de alívio misturada a uma cautela que nos fazia valorizar ainda mais nosso santuário particular. Eu, Damian, agora com 21 anos, lutava para manter o foco nos estudos de relações internacionais, mas minha mente vagava constantemente para as noites vorazes com Sarah: mãos explorando corpos suados, gemidos ecoando pelas paredes, orgasmos que nos faziam questionar a sanidade e a moralidade, mas nos uniam em uma cumplicidade indestrutível, como se nosso sangue compartilhado tornasse o taboo ainda mais inebriante. Ela, aos 19 anos, se dedicava ao curso de medicina na mesma universidade, seguindo o legado dos nossos pais, que aos poucos retornavam para casa após exaustivos plantões no hospital, exaustos mas aliviados com o declínio dos casos graves. Nosso apartamento continuava sendo nosso templo proibido, um ninho de lençóis encharcados e cheiros almiscarados, onde o amor fraternal se fundia com desejos carnais primitivos, levando-nos a picos de prazer que nos deixavam tremendo por horas, reflexivos sobre como o isolamento nos transformara em algo além de irmãos – amantes devotos, viciados no proibido.Naquela noite específica, o ar no apartamento estava carregado de uma tensão elétrica palpável, o tipo que se acumula após dias de olhares cúmplices trocados na cozinha, toques acidentais que duram segundos a mais do que o necessário, e sussurros noturnos que prometem explosões de êxtase. Sarah e eu estávamos na sala, iluminados apenas pela luz fraca e azulada da TV que reproduzia uma série qualquer – algo como "The Crown", mas nenhum de nós prestava atenção real, os diálogos murmurados servindo apenas como fundo para nossa própria sinfonia de desejo. Ela estava sentada no sofá ao meu lado, vestindo apenas uma camiseta folgada minha que mal chegava ao meio das coxas macias e pálidas, sem calcinha alguma, como sempre fazia para me provocar deliberadamente – eu podia ver o contorno sutil de sua vagina rosada e inchada quando ela se mexia casualmente, cruzando e descruzando as pernas, os lábios maiores avermelhados e úmidos se abrindo ligeiramente, revelando os menores finos e rosados brilhando com uma umidade cremosa que escorria devagar pela parte interna da coxa, deixando uma trilha pegajosa e reluzente na pele suave. Meu pau latejava dentro do short folgado, endurecendo como pedra só de observá-la, o pré-gozo abundante molhando o tecido da cueca, criando uma mancha pegajosa e quente que se espalhava pela virilha, me fazendo sentir como um adolescente excitado de novo, o corpo inteiro formigando com uma urgência animal que eu mal conseguia conter.Começamos com masturbação mútua, como tantas vezes antes – um ritual que nos levava ao limite sem a penetração total, mas carregado de intimidade crua. Sentei-me mais perto dela, minha mão direita deslizando devagar pela coxa interna, sentindo a pele arrepiada e quente, até alcançar sua buceta exposta e encharcada. Comecei massageando seu clitóris protuberante com círculos lentos e firmes, o polegar pressionando o nervo sensível com precisão, sentindo-o inchar ainda mais sob meu toque, enquanto os dedos indicador e médio escorregavam na umidade cremosa e viscosa que escorria abundante de sua entrada apertada e pulsante, os lábios se abrindo como pétalas molhadas ao meu redor, o cheiro doce e almiscarado de sua excitação enchendo minhas narinas como um afrodisíaco. Ela, por sua vez, enfiou a mão dentro do meu short, envolvendo meu pau grosso e veiado com a mão macia e quente, movimentos de vai e vem ritmados e apertados, o polegar massageando a glande inchada e vermelha, espalhando o pré-gozo viscoso e salgado pela haste latejante, traçando as veias salientes que pulsavam com sangue quente, me fazendo gemer guturalmente do fundo da garganta, o corpo inteiro tremendo de prazer acumulado, as bolas pesadas e cheias se contraindo a cada puxada."Hmm... mano, sua mão é tão quente... tá me deixando louca, pulsando por dentro como se fosse explodir a qualquer segundo, caralho... sente como tô molhada pra você, escorrendo como uma vadia no cio, os lábios inchados implorando pelos seus dedos me esticando mais fundo", gemeu ela, arqueando as costas violentamente contra o sofá, os seios pequenos e pontudos balançando sob a camiseta fina, os mamilos rosados endurecidos como pedras preciosas, protuberantes e sensíveis implorando por atenção, enquanto sua vagina contraía ao redor dos meus dedos que eu inseria devagar, dois de uma vez, massageando o ponto G inchado e esponjoso com curvas precisas, sentindo as paredes internas quentes, úmidas e texturadas apertarem como um vício vivo, leiteando meus dedos com contrações ritmadas que faziam fluidos cremosos escorrerem pela minha mão até o pulso."Caralho, Sary... sua mão é perfeita... aperta mais forte, sente como tá latejando, vazando pra caralho só pra você, o pré-gozo escorrendo como se eu já estivesse gozando, sua vadia safada... me faz querer te encher toda, sentir sua buceta me sugando inteiro", respondi rouco, a voz entrecortada por gemidos profundos, o quadril se movendo involuntariamente contra sua palma apertada, o cheiro almiscarado de sua excitação enchendo o ar, misturando-se ao meu suor salgado, criando uma névoa inebriante de desejo proibido que nos envolvia como uma nuvem densa e quente.De repente, em um impulso primal e incontrolável, ela subiu no meu colo com agilidade felina, as pernas magras e torneadas se abrindo amplamente ao redor da minha cintura, sua buceta quente e encharcada roçando diretamente no volume latejante do meu pau através do short fino, os lábios inchados e úmidos se abrindo ligeiramente contra o tecido, deixando uma trilha pegajosa e cremosa de fluidos que escorriam pela minha virilha, encharcando a cueca e o short, o calor irradiando como fogo líquido. Seus olhos castanhos, vidrados de luxúria pura e animal, fixos nos meus, enquanto ela mordia o lábio inferior com força, os dentes brancos cravando na carne rosada, os cabelos suados e bagunçados caindo pelo rosto corado e ofegante. Sem palavras, apenas um gemido rouco compartilhado, peguei-a nos braços com força possessiva, sentindo o peso leve e macio de seu corpo nu e quente contra o meu, os seios pressionados no meu peito através da camiseta, os mamilos duros roçando minha pele como pontas afiadas de prazer, e a carreguei de uma vez para o centro da cama no quarto ao lado, jogando-a com força controlada nos lençóis bagunçados e suados de noites anteriores, o impacto fazendo seu corpo quicar levemente no colchão macio, os seios balançando hipnoticamente para cima e para baixo, a buceta exposta em toda sua glória proibida: lábios vermelhos e inchados brilhando com umidade abundante, o clitóris saliente e protuberante pulsando visivelmente como um coração acelerado, gotas de excitação cremosa e translúcida escorrendo pela fenda aberta até o ânus rosado e franzido, que piscava levemente com a respiração ofegante dela."Mano... me fode agora... não aguento mais esperar... me estica toda com esse pau grosso, sente como tô pingando pra você, a buceta latejando vazia, implorando pra ser preenchida até o fundo, caralho... me faz gritar como sua vadia particular", implorou ela, a voz rouca e chorosa de desespero sexual, as pernas se abrindo amplamente como uma oferta sacrificial, expondo cada detalhe íntimo: os lábios maiores inchados e avermelhados se abrindo como cortinas úmidas, revelando os menores finos e rosados encharcados, a entrada apertada e pulsante contraída de necessidade, escorrendo um fluido cremoso e viscoso que formava uma poça reluzente no lençol abaixo dela, o cheiro doce e almiscarado me inebriando como uma droga potente, misturado ao suor fresco de sua pele pálida.Baixei o short rapidamente, meu pau saltando livre com um tapa úmido contra a barriga, 18 centímetros de grossura veiada e rígida, a cabeça inchada e roxa brilhando com pré-gozo abundante que escorria devagar pela haste latejante, veias salientes pulsando com sangue quente e urgente, as bolas pesadas e cheias balançando levemente, inchadas de sêmen acumulado. Sem camisinha – ela tomava pílulas anticoncepcionais há meses, nosso segredo arriscado que nos excitava ainda mais, adicionando um thrill de perigo ao taboo –, posicionei a glande vermelha e inchada na entrada dela, sentindo o calor úmido e pegajoso envolver a ponta como uma boca faminta, os lábios se abrindo ao redor, sugando-me para dentro com contrações involuntárias. Com um impulso único e brutal, penetrei de uma vez, sentindo cada centímetro ser engolido pelo canal apertado e encharcado, as paredes internas quentes, úmidas e esponjosas contraírem violentamente ao redor da minha grossura, esticando-a ao limite absoluto, o colo do útero sendo atingido com um impacto profundo e punitivo que a fez arquear as costas violentamente, gritando de prazer misturado a uma dor deliciosa e viciante, o corpo convulsionando como se estivesse em choque elétrico."Ahhhhh... caralho, mano... tá me rasgando toda por dentro, esticando cada parede dessa buceta virgem só pra você, mas é tão bom, porra... fode mais fundo, me enche inteira com essa grossura veiada, sente como tô apertando, leiteando seu pau como uma vadia no cio!!!", urrou ela, as unhas cravando nas minhas costas com força selvagem, deixando marcas vermelhas e ardentes que sangravam levemente, o corpo convulsionando descontroladamente, a buceta pulsando como um coração descontrolado ao redor do meu pau enterrado até o talo, fluidos cremosos e quentes escorrendo em jatos abundantes pela junção dos nossos corpos, encharcando minhas bolas pesadas e as coxas internas dela, o som molhado e pegajoso de pele batendo ecoando no quarto como uma sinfonia proibida e obscena, misturado aos nossos gemidos guturais.Transamos com fúria animal, eu metendo com força selvagem e implacável, cada estocada profunda e punitiva fazendo seu corpo quicar na cama como uma boneca possuída, os seios balançando descontroladamente para cima e para baixo, mamilos endurecidos roçando meu peito suado e definido, sua buceta apertando como um vício vivo e pulsante, as paredes internas massageando cada veia saliente do meu pau com contrações ritmadas e violentas, leiteando-me com fluidos viscosos que escorriam pela haste e bolas, criando uma bagunça pegajosa e quente. Ela balançava os quadris contra os meus com urgência desesperada, encontrando cada impulso brutal, o clitóris inchado e protuberante roçando na base peluda do meu pau a cada vez, enviando choques elétricos explosivos pelo seu corpo inteiro, os gemidos guturais se transformando em urros primitivos, lágrimas de prazer puro escorrendo pelo rosto corado e suado, o suor pingando dos nossos corpos colados e escorregadios, misturando-se aos fluidos sexuais abundantes que encharcavam os lençóis, criando uma poça pegajosa e quente abaixo de nós, o cheiro de sexo cru preenchendo o ar como uma névoa densa e inebriante."Hmm... Sary... sua buceta é tão apertada e quente... tá me sugando inteiro, contraíndo como se quisesse me prender pra sempre, caralho... vou gozar dentro de você... encher essa vadia safada de porra quente e espessa, sentir você leiteando cada jato com suas contrações!!!", gemi rouco, a voz entrecortada por urros guturais, acelerando o ritmo para estocadas frenéticas e brutais, as bolas batendo contra sua bunda redonda e firme com estalos molhados e obscenos, sentindo o sêmen subir das bolas pesadas e inchadas, pressionando a base do pau com urgência avassaladora, o orgasmo se aproximando como uma onda colossal e inescapável, o corpo inteiro tenso e tremendo."Vem, mano... goza comigo... tô sentindo tá vindo do fundo, crescendo como uma explosão... ahhhhh! Porra, me enche, me marca por dentro com seu sêmen quente, sente minha buceta apertando seu pau grosso!!!", urrou ela, o corpo convulsionando violentamente em espasmos insanos, a buceta contraíndo em contrações ritmadas e violentas ao redor do meu pau, squirting jatos quentes e abundantes que sujavam meu abdômen definido e a cama toda, o cheiro almiscarado intensificando enquanto eu gozava junto, jatos espessos e quentes de sêmen enchendo seu útero apertado, transbordando pela junção apertada, escorrendo viscoso e cremoso pela sua bunda e coxas internas, misturando-se ao squirt dela em uma bagunça pegajosa e branca que pingava no lençol encharcado.Gozei como nunca antes, o corpo inteiro tremendo com contrações musculares violentas, músculos contraídos ao limite, o pau pulsando dentro dela por minutos que pareciam eternos, cada jato enviando ondas de prazer cegante que me deixavam ofegante, exausto e paralisado, o sêmen vazando devagar da buceta esticada e inchada, formando riachos brancos e viscosos pelas coxas dela. Ela desmaiou por um instante, o corpo inerte e trêmulo com aftershocks intensos, a buceta ainda contraída ao redor do meu pau amolecendo lentamente, leiteando os últimos resquícios de sêmen cremoso, os lábios vermelhos e inchados piscando visivelmente, escorrendo uma mistura de fluidos nossos pela fenda aberta. Depois, abraçados no afterglow suado e pegajoso, corpos colados em uma massa de pele quente e escorregadia, o sêmen escorrendo devagar da sua buceta inchada e vermelha, formando uma poça branca e viscosa no lençol abaixo dela, percebi que ela estava chorando, lágrimas quentes e salgadas escorrendo pelo rosto corado, o peito subindo e descendo em soluços abafados e trêmulos, o corpo ainda tremendo com resquícios de prazer residual."Mana... por que tá chorando? Foi ruim? Eu te machuquei com as estocadas fortes, caralho... me diz, tô preocupado pra porra, não queria te deixar assim", perguntei com a voz rouca e preocupada, o coração apertado de culpa misturada ao afterglow pulsante, traçando o rosto dela com os dedos suados, limpando as lágrimas quentes, sentindo um nó na garganta, reflexivo sobre como nosso laço proibido nos levava a limites emocionais extremos, onde o prazer se entrelaçava com dor emocional."Não, Damy... foi perfeito... o melhor sexo da minha vida, me sentindo preenchida e destruída ao mesmo tempo, seu pau me esticando como se eu fosse só sua... mas tô me apaixonando por você... de verdade, como amante, como se fôssemos um casal normal, não só como irmão... isso é errado, taboo pra caralho, mas não consigo parar... te amo tanto, mano, mais do que deveria, e isso me assusta pra porra", confessou ela, a voz quebrada e chorosa, os olhos marejados fixos nos meus com uma vulnerabilidade crua, o corpo ainda tremendo levemente, a buceta latejando com resquícios de prazer, sêmen cremoso escorrendo lentamente pela fenda aberta, pingando viscoso no lençol sujo, reflexiva sobre o peso de nosso segredo.Conversamos por horas ali, abraçados nus e suados na cama encharcada, o sêmen secando na pele dela em crostas pegajosas e brancas, o cheiro de sexo impregnado no ar como uma marca indelével de nossa união. Falamos sobre nossa relação: o tabu inescapável que nos excitava tanto quanto nos aterrorizava, o risco de gravidez mesmo com as pílulas (e se falhassem? E se um bebê viesse, carregando nosso sangue misturado?), os pais descobrindo e nos separando para sempre, o medo de nos perdermos em meio ao desejo que nos consumia como fogo. "Mano... a gente precisa parar com a penetração... é perigoso demais, me deixa grávida de você e aí fode tudo... vamos manter só os toques, masturbação mútua, lambidas, carinhos que nos fazem gozar insano sem o risco", sugeriu ela, a voz trêmula, os olhos implorando compreensão, mas eu via neles o desejo reprimido pulsando como uma chama baixa, refletindo sobre como nosso amor era inevitável, mas perigoso como uma lâmina afiada.Dias depois, cheguei da faculdade com um brinquedo novo para ela – um vibrador duplo de silicone macio e curvado, com vibrações intensas e pulsantes para estimular o clitóris e o ponto G simultaneamente, embalado discretamente em uma caixa preta, ansioso para surpreendê-la e reacender nossa intimidade sem a penetração total, imaginando-a gemendo enquanto eu guiava o brinquedo dentro dela, sentindo as contrações através do silicone. Mas ao entrar no quarto dela, a porta entreaberta como um convite traiçoeiro, encontrei uma cena que me gelou o sangue: Sarah deitada de costas na cama, pernas abertas amplamente como uma oferta lasciva, o vibrador antigo enfiado fundo na buceta inchada e encharcada, a haste brilhando com fluidos cremosos que escorriam pela bunda e lençóis sujos, gemendo alto e freneticamente enquanto massageava o clitóris protuberante com círculos rápidos e desesperados, o corpo convulsionando em ondas preliminares, suor pingando pelos seios balançantes; ao lado dela, Lara, sua melhor amiga, de quatro como uma cadela no cio, dedos enterrados na própria vagina rosada e peluda, os pelos escuros encharcados de umidade viscosa, o ânus franzido e rosado piscando visivelmente com cada contração, assistindo a um vídeo no laptop – um vídeo nosso, gravado por mim escondido semanas antes, mostrando Sarah me chupando com garganta profunda, minha glande inchada latejando na boca dela, veias pulsando enquanto ela engolia cada centímetro, saliva escorrendo pelo queixo, até eu gozar jatos espessos e quentes que ela engolia com satisfação gulosa, lambendo os lábios depois."Que porra é essa? Vocês duas se masturbando pro meu vídeo? E você mostrou pra ela, Sary? Nosso segredo exposto assim?", urrei, o coração acelerando de raiva pura e traição cortante, o brinquedo novo caindo no chão com um baque surdo, refletindo sobre como ela havia traído nossa confiança de novo, expondo nosso taboo para Lara, que agora sabia de tudo – os gemidos, os toques, o incesto que nos definia."Mano... espera... eu posso explicar... Lara é de confiança absoluta, ela não vai contar pra ninguém, juro pela minha vida... foi só pra reviver, pra ela entender o quão intenso é... por favor, não fica assim", gaguejou Sarah, puxando o vibrador da buceta com um som molhado e pegajoso, a haste saindo coberta de fluidos cremosos e brancos que escorriam pela mão dela, o corpo ainda tremendo de excitação interrompida, os seios balançando com a respiração ofegante, mamilos endurecidos como pontas de desejo não saciado."Você gravou a gente transando e mostrou pra ela? Depois de tudo que conversamos sobre sigilo, sobre o risco de tudo ruir? Caralho, Sary, isso é traição pra porra, me deixa sentindo como se nosso laço fosse uma piada!", gritei, a voz quebrada de fúria e dor, sentindo lágrimas de raiva queimarem os olhos, o pau traidoramente endurecendo com a visão delas nuas e expostas, bucetas inchadas e molhadas brilhando sob a luz fraca, fluidos escorrendo pelas coxas como convites obscenos.Lara, corada até a raiz dos cabelos, cobrindo-se parcialmente com as mãos tremendo, os seios fartos e rosados balançando levemente, murmurou com a voz rouca de excitação residual: "Desculpa, Damy... foi ideia minha pedir pra ver... mas é quente pra caralho, ver vocês dois se entregando assim, gemendo como animais... não julgo, só invejo".Discutimos intensamente ali no quarto, eu acusando-a de imprudência e egoísmo, ela chorando copiosamente pedindo perdão, lágrimas quentes escorrendo pelo rosto corado, o corpo ainda nu tremendo, "Mano, por favor... foi um erro, eu tava excitada e confiei nela... ela é como uma irmã pra mim, não vai espalhar... te amo demais pra te perder por isso". Tranquei-me no meu quarto, ouvindo-a chorar do outro lado da porta, implorando com a voz quebrada: "Mano, por favor... abre a porta... eu te amo, não queria te machucar assim, foi burrice minha... vamos conversar, me deixa te compensar com toques, com tudo que você quiser", enquanto eu chorava em silêncio, sentindo culpa por ter iniciado tudo com aquela massagem anos atrás, refletindo sobre como nosso desejo nos destruía por dentro, corroendo a confiança como ácido.Ficamos afastados por duas semanas agonizantes, olhares evitados no café da manhã, toques inexistentes que deixavam o ar frio e vazio, o apartamento transformado em um túmulo silencioso de desejos reprimidos, cada noite uma tortura de masturbação solitária lembrando seu corpo. Um dia, fui a um bar beber com Steve, o cara da faculdade por quem eu sentia atração secreta e confusa – cervejas fluindo geladas pela garganta, conversas profundas sobre vida, pandemia e sonhos, ele balançando o cabelo longo e liso com um gesto casual que me deixava molhado de desejo reprimido, o pau endurecendo sob a mesa só de imaginar seus lábios nos meus, misturado à imagem de Sarah. Voltei meio bêbado, o álcool queimando nas veias, o pau duro latejando de tesão acumulado, indo ao quarto dela disposto a me reconciliar e transar como animais, mas ela não estava lá – dormindo na casa de Lara para "espaço", uma nota simples na mesa dizendo que precisava pensar, me deixando sozinho com o vazio.No dia seguinte, ao voltar da faculdade exausto, encontrei um envelope com meu nome na caligrafia elegante dela: uma carta pedindo para conversarmos sobre tudo, marcando encontro em um restaurante chique no topo de um hotel da cidade, "precisamos resolver isso, mano... te amo demais pra acabar assim". Vesti minha melhor roupa – terno preto justo que abraçava meu corpo definido, camisa branca desabotoada no topo, revelando o peito liso e musculoso – e fui ao hotel, o coração martelando de ansiedade, desejo residual e raiva latente. Sentei na mesa com ela, ela linda e irresistível em um vestido vermelho colado ao corpo como uma segunda pele, decote profundo mostrando os seios firmes e empinados, saia curta revelando coxas suaves e torneadas que me faziam salivar."Mano... desculpa por tudo, pela traição com o vídeo, por expor nosso segredo... fui idiota, excitada demais, mas Lara jurou sigilo eterno... quero que voltemos como antes, toques, transas, tudo... confia em mim de novo, por favor, não aguento mais esse frio entre nós", disse ela, olhos marejados brilhando sob a luz suave do restaurante, a voz tremendo de emoção crua, as mãos suadas apertando a taça de vinho."Demorará pra eu confiar de novo, Sary... e se nos separarmos por causa disso? E se você engravidar mesmo com as pílulas, carregando um filho nosso no ventre? E se os pais descobrirem e nos mandarem pra terapia ou pior? Isso tá nos destruindo, caralho", respondi, a voz grave e reflexiva, sentindo o peso do taboo como uma âncora no peito, o pau endurecendo traidoramente sob a mesa só de vê-la assim, vulnerável e desejável.Ela saiu da mesa abruptamente, mandando um recado pelo garçom: uma carta concordando com meus medos, pedindo uma última transa para não terminar mal, com um cartão-chave para o quarto 503 do hotel, "uma despedida digna, mano... me faz gozar uma última vez". Entrei no quarto luxuoso, o coração acelerado, vendo-a de costas olhando pela janela panorâmica, vestindo um vestido branco fino e transparente sem nada por baixo, o contorno perfeito dos seios firmes e da buceta rosada visível contra a luz da cidade noturna, mamilos endurecidos pressionando o tecido, coxas úmidas brilhando com excitação que escorria devagar.Ela virou-se devagar, deitando sedutoramente na cama king size, pernas abertas amplamente, o vestido subindo para expor a buceta inchada e molhada, lábios vermelhos se abrindo como uma flor proibida, fluidos cremosos escorrendo pela fenda até o ânus franzido, o clitóris protuberante pulsando visivelmente. "Mano... uma última vez... me fode como se não houvesse amanhã, estica minha buceta com seu pau grosso, me enche de sêmen quente até transbordar... por favor, me faz implorar", implorou, os olhos suplicantes e cheios de desejo cru, os dedos traçando os lábios inchados, espalhando a umidade.Tentei resistir, a mente gritando que era loucura, mas o corpo traiu – arranquei as roupas com fúria, o pau saltando duro e veiado, penetrei-a com força brutal de uma vez, metendo insanamente, cada estocada profunda fazendo-a quicar na cama, buceta contraíndo violentamente, conversando durante o ato: "Desculpa, Sary... te perdoo, vamos continuar, foda-se o risco... te amo como amante, como tudo", gemi, enquanto ela urrou "Sim, mano... fode mais, me marca por dentro... vamos ser assim pra sempre". Gozamos juntos em orgasmos extremos, sêmen enchendo-a em jatos quentes e espessos, transbordando pela junção, escorrendo viscoso pelas coxas, enquanto ela squiritava abundante, encharcando a cama luxuosa, corpos convulsionando em uníssono.Uns dias depois, no meu aniversário de 22 anos, cheguei da faculdade cansado, ela me esperava na sala com um sorriso malicioso e uma venda preta: "Surpresa, mano... deixa eu te vendar... vai ser incrível, algo que vai te fazer gozar como nunca, reflexivo sobre nossos limites expandidos". Vendado, deitei na cama, sentindo o ar fresco no corpo nu, ela começou um boquete garganta profunda, melhor que nunca – a boca quente engolindo cada centímetro, garganta apertada massageando a glande, saliva escorrendo pela haste veiada, língua traçando veias pulsantes, me fazendo gemer guturalmente, imaginando ela treinando em segredo, relevando o tesão. De repente, senti alguém lambendo minhas bolas pesadas, a língua quente e desconhecida traçando as veias inchadas, sugando uma de cada vez com sucção gulosa, enviando choques elétricos pelo corpo. Tirei a venda abruptamente: Sarah no boquete, garganta profunda engolindo meu pau inteiro, saliva escorrendo pelo queixo e bolas, olhos fixos nos meus com malícia; e Lara lambendo as bolas, língua quente traçando cada dobra enrugada, sugando com voracidade, os olhos castanhos brilhando de desejo."Que porra é essa? Vocês duas me chupando juntas? Caralho, Sary, isso é loucura... Lara sabe de tudo, e agora isso?", argumentei, tentando me levantar, mas o corpo traidor permaneceu, o pau latejando de excitação proibida, pré-gozo jorrando abundante na boca de Sarah."Relaxa, Damy... é meu presente de aniversário... Lara quer isso tanto quanto eu, ela sonha com seu pau desde aquela massagem anos atrás... vamos expandir nosso prazer, sem julgamentos, só gozo insano", disse Sarah, olhos brilhando de excitação, a boca ainda lambendo a glande inchada.O ato começou com fúria: Lara colocou a vagina peluda e molhada na minha boca, pressionando os lábios inchados contra meus, fluidos cremosos e salgados escorrendo pelo meu queixo enquanto eu lambia insanamente, língua invadindo a entrada apertada e quente, sugando o clitóris protuberante como um doce suculento, mordiscando levemente os lábios peludos e úmidos, fazendo-a tremer e gritar guturalmente, o corpo convulsionando em orgasmos insanos, squirt jorrando quentes e abundantes no meu rosto, encharcando cabelos, boca e lençóis, ela caindo na cama se recuperando, ofegante, buceta piscando visivelmente, fluidos escorrendo pela bunda redonda e firme.Transamos com Sarah: ela montou no meu pau, buceta apertada engolindo cada centímetro veiado com um som molhado e pegajoso, metendo com força selvagem, quadris balançando freneticamente, seios balançando descontroladamente, clitóris roçando na base peluda, gemendo guturalmente do fundo da garganta, tendo orgasmo intenso após intenso, contrações violentas leiteando meu pau com fluidos cremosos, gozando juntos, sêmen enchendo-a em jatos quentes e espessos, transbordando pela junção apertada, escorrendo viscoso pela haste e bolas, enquanto ela squiritava abundante, encharcando tudo ao redor em uma poça pegajosa.Sêmen escorrendo da vagina dela, Lara foi lamber insanamente, língua traçando cada gota cremosa e branca, sugando o clitóris inchado de Sarah com voracidade, lambendo a mistura de sêmen e squirt da fenda aberta, fazendo-a ter outro orgasmo avassalador, convulsionando violentamente, urros ecoando pelo apartamento, squirt jorrando quentes na boca de Lara, que engolia com satisfação gulosa."A se você tiver se perguntando, a Lara é uma doida alucinada por sêmen... ela fala em lamber seu sêmen da minha buceta desde aquela massagem que você fez nela há alguns anos, quando você a fez gozar com dedos e língua... ela sonha com isso, mano, e agora tá acontecendo", explicou Sarah, ofegante, os olhos brilhando de cumplicidade maliciosa, enquanto Lara lambia os resquícios, a língua traçando caminhos pegajosos pela fenda inchada.Percebi a bunda empinada de Lara, enfiei dois dedos na buceta dela, sentindo o calor úmido e apertado envolver meus dígitos, paredes contraírem violentamente ao redor, fluidos cremosos escorrendo pelos meus dedos até o pulso."Ai… meu deus… Sarah… seu irmão enfiou os dedos na minha buceta peluda, tá me esticando por dentro, massageando meu ponto G como se soubesse cada segredo... caralho, isso é insano!!!", gemeu Lara, arqueando as costas violentamente, bunda empinada mais alto, ânus franzido e rosado piscando visivelmente com cada contração."Ele gosta de brincar tanto quanto a gente... vai, deixa ele te masturbar, você vai adorar – é insano, te faz gozar como uma fonte, squirting pra todo lado", respondeu Sarah, sorrindo maliciosa, os olhos fixos na cena."Ok, Damy... pode me foder com sua mão, enfia mais fundo, massageia meu clitóris ao mesmo tempo... me faz implorar por mais!!!", aceitou Lara, gemendo rouco enquanto eu massageava o ponto G inchado com curvas precisas, o polegar pressionando o clitóris protuberante em círculos firmes, acelerando o ritmo, sentindo as paredes internas leitearem meus dedos com contrações violentas, fazendo-a ter outro orgasmo insano, squirt jorrando quentes pelas minhas mãos e braços, o corpo convulsionando como se estivesse em choque, urros guturais ecoando pelo quarto.Penetrei nela sem hesitar: pau grosso esticando sua buceta apertada e peluda, metendo fundo com estocadas brutais, sentindo o colo do útero ser atingido com impactos punitivos, cada veia saliente do meu pau massageada pelas paredes quentes e úmidas."Oh merda, eu sonhei tanto com isso... seu pau me enchendo, esticando cada centímetro da minha buceta faminta, caralho... fode mais forte, me faz gritar como sua vadia!!!", gemeu Lara, olhos revirando de êxtase, o corpo quicando com cada impulso."Esse sempre foi seu plano, né? Envolver Lara no nosso taboo, expandir o prazer pra três?", perguntei a Sarah, ofegante, enquanto metia, e o sorriso travesso de Lara confirmou, "Sim... e valeu cada segundo, sentindo vocês dois me destruindo".Sarah colocou ela de volta para lamber: "Pode foder ela, Damy... foda essa vadia safada até ela implorar pra parar de tão sensível, enche a buceta dela de sêmen quente como fez comigo!!!". Fodi forte, estocadas brutais e implacáveis, bolas batendo na bunda firme com estalos molhados, ela tendo vários orgasmos insanos um atrás do outro, squirtando repetidamente em jatos quentes que encharcavam a cama, buceta contraíndo violentamente ao redor do meu pau, urros ecoando como animais em cio."Pode gozar em mim, Damy... eu tomo anticoncepcionais, não se preocupe... enche minha buceta peluda com sua porra espessa, me marca por dentro!!!", implorou Lara, o corpo convulsionando.Orgasmo conjunto explosivo: gozei jatos quentes e abundantes enchendo-a até transbordar, sêmen viscoso escorrendo pela junção peluda, enquanto ela convulsionava violentamente, squirting abundante misturando-se ao meu gozo em uma bagunça cremosa e pegajosa.Elas se posicionaram em 69, se revezando com voracidade: Sarah lambendo a buceta peluda de Lara, sugando o sêmen e squirt misturados, língua invadindo a entrada encharcada; Lara lambendo a buceta lisa de Sarah, traçando cada gota cremosa, sugando o clitóris inchado, fazendo-as gozarem insano na boca uma da outra, urros guturais ecoando, fluidos escorrendo pelos rostos e queixos. Eu fodendo uma enquanto a outra lambia, penetrando bucetas alternadamente, orgasmos múltiplos e sincronizados, sêmen e squirt misturando-se em uma bagunça pegajosa e quente que encharcava tudo.Finalmente, deitamos exaustos, corpos entrelaçados suados e encharcados, o quarto fedendo a sexo cru e proibido. No dia seguinte, fodemos mais algumas vezes antes de Lara ir embora: boquetes duplos com gargantas profundas alternadas, eu fodendo uma enquanto lambia a buceta da outra, orgasmos insanos até o limite, deixando-nos abraçados, refletindo sobre nosso amor expandido para um trio taboo, onde o prazer não tinha limites.
Era fevereiro de 2022, poucas semanas após o aniversário que mudou tudo – não só por introduzir Lara no nosso trio, mas por me forçar a confrontar sombras que eu havia enterrado há anos. Sempre soube que algo em mim era diferente, mas o incesto com Sarah havia eclipsado tudo, como uma chama tão intensa que ofuscava as outras. Agora, com Lara no mix, e os orgasmos compartilhados nos deixando reflexivos em meio à exaustão suada, eu não conseguia mais ignorar: minha atração por homens, por Steve em particular, pulsava como uma veia exposta, latejando no fundo da minha mente durante cada transa.Tudo começou a borbulhar de verdade naquela noite chuvosa, quando Sarah e Lara estavam enroscadas na cama, lambendo-se mutuamente em um 69 voraz – Sarah com a língua traçando os lábios peludos e inchados de Lara, sugando o clitóris protuberante com sucção gulosa, fazendo-a gemer guturalmente "Ahhh... Sary, sua boca quente me suga como uma vadia faminta, tô squirting na sua cara de novo!!!", enquanto Lara enfiava dedos na buceta lisa de Sarah, massageando o ponto G com curvas precisas, fluidos cremosos escorrendo pelo pulso dela. Eu assistia, meu pau grosso latejando no ar, veias salientes pulsando com pré-gozo abundante que escorria pela glande inchada e vermelha, mas em vez de me juntar imediatamente, sentei na cadeira do quarto, reflexivo, o corpo tremendo não só de tesão, mas de uma confusão profunda. "Mano, vem aqui... fode nós duas alternadamente, enche nossas bucetas de sêmen quente até transbordar", implorou Sarah, olhos vidrados de luxúria, a buceta piscando visivelmente, escorrendo uma mistura de saliva e excitação pela fenda aberta. Mas eu hesitei, murmurando: "Espera... tô pensando em algo... em alguém".Foi ali que desabei, confessei tudo de novo, mas dessa vez com detalhes crus, da perspectiva que só eu podia narrar. "Vocês sabem do Steve, né? Aquele cara da faculdade, cabelo longo e liso que balança como se fosse um convite... desde o primeiro dia, antes da pandemia nos trancar aqui, eu sentia algo. Não era só admiração – era tesão puro, caralho. Imaginava ele me chupando, a boca quente engolindo meu pau inteiro, garganta apertada massageando a glande enquanto eu gozava jatos espessos na cara dele, sêmen escorrendo pelo queixo como faço com vocês. Ou eu fodendo ele, enfiando meu pau grosso no cu apertado dele, sentindo as paredes contraírem como uma buceta virgem, metendo fundo até ele implorar por mais, squirting sêmen do pau dele enquanto eu encho ele por dentro. Me deixa molhado só de pensar, pré-gozo vazando como agora... mas isso me assusta pra porra, porque amo vocês, amo nossa dinâmica, mas e se eu for bi de verdade? E se quiser explorar isso fora do nosso trio?"Sarah parou de lamber Lara, subindo na cama para se sentar ao meu lado, sua mão macia envolvendo meu pau latejante, massageando devagar com movimentos de vai e vem ritmados, espalhando o pré-gozo viscoso pela haste. "Damy... eu já sabia, desde sua confissão com o vibrador de próstata... você se excitou tanto imaginando um pau no seu cu, gemendo como uma putinha safada enquanto gozava insano. Não julgo – isso te torna ainda mais sexy pra mim. Se quiser explorar com Steve, eu apoio... talvez até assista, lambendo seu sêmen dele depois, misturando tudo no nosso taboo". Lara, ainda ofegante do orgasmo interrompido, rastejou até nós, lambendo minhas bolas pesadas com a língua quente, sugando uma de cada vez enquanto dizia: "Eu amo pau tanto quanto buceta... se você for bi, Damy, isso abre portas. Imagina a gente em um quarteto, você fodendo Steve enquanto eu e Sarah nos lambemos, squirting juntas na cara de vocês... ou você chupando o pau dele, sentindo o pré-gozo salgado na língua, enquanto eu monto no seu. É libertador, caralho... explora isso, reflete no prazer sem rótulos".Aquela conversa me abriu como uma ferida exposta, mas curativa. Nos dias seguintes, enquanto fodíamos como animais – eu penetrando Lara por trás, meu pau esticando sua buceta peluda e encharcada, metendo fundo com estocadas brutais que faziam suas bolas bater na bunda dela, enquanto Sarah lambia meu cu franzido, língua traçando círculos quentes no ânus piscante, me fazendo gemer "Hmm... Sary, sua língua no meu cu enquanto fodo ela... tô sentindo o sêmen subir, imaginando o pau de Steve no lugar da sua boca" –, eu refletia em voz alta sobre minha bissexualidade. "Sempre me atraí por corpos femininos, como os de vocês – seios balançando, bucetas inchadas escorrendo fluidos cremosos... mas com homens, é diferente. Com Steve, é o cabelo dele, o jeito que ele ri, imaginando seu pau latejando na minha mão, grosso e veiado como o meu, gozando jatos quentes no meu peito enquanto eu massageio as bolas dele. Me faz questionar: sou bi porque amo o prazer sem gênero? Ou é só curiosidade reprimida pela pandemia e pelo nosso incesto?"Lara, sempre a mais ousada, sugeriu experimentos: "Vamos simular... eu uso um strap-on no seu cu enquanto Sarah te chupa, sentindo como seria com um homem". Aceitei, vendado na cama, sentindo o dildo grosso e lubrificado esticando meu cu apertado, as paredes contraíndo violentamente ao redor, enquanto Sarah engolia meu pau com garganta profunda, saliva escorrendo pela haste. "Ahhh... caralho, Lara, fode meu cu mais fundo, sente como tô piscando... imagino o pau de Steve latejando aí dentro, veias pulsando contra minha próstata", urrei, convulsionando em um orgasmo prostático insano, sêmen jorrando abundante na boca de Sarah, que engolia gulosa, lambendo cada gota viscosa. Depois, reflexivo no afterglow, abracei as duas: "Isso me confirma... sou bi, caralho. Amo bucetas como as de vocês, apertadas e encharcadas, mas quero pau também – sentir um homem gozando em mim, misturando fluidos como fazemos. Talvez convide Steve um dia... mas por agora, vocês me bastam pra explorar esse lado, lambendo e fodendo até o limite".Sarah sorriu, beijando-me intensamente, língua dançando na minha enquanto Lara lambia nosso sêmen misturado: "Explora no seu tempo, mano... nosso trio é seu playground. Se quiser Steve, eu lambo o sêmen dele de você depois". E assim, minha bissexualidade se entrelaçava ao nosso laço, um fio novo no tecido do nosso prazer proibido, me deixando mais completo, mais reflexivo sobre quem eu era – não só irmão e amante de Sarah, mas um homem desejando o espectro inteiro do tesão.
Era março de 2022, apenas um mês após aquela conversa reveladora com Sarah e Lara sobre minha bissexualidade, quando decidi que não podia mais ignorar o fogo que queimava dentro de mim. Meu nome é Damian, e aos 22 anos, eu me via no espelho não mais como o irmão protetor e amante secreto de Sarah, mas como um homem em ebulição, latejando por algo novo – por Steve. Ele, com seus 21 anos, era o cara da faculdade que me assombrava desde o início: cabelo longo e liso que balançava como uma promessa de toque suave, olhos castanhos penetrantes que me faziam imaginar cenários proibidos, e um corpo atlético que eu fantasiava explorando com mãos trêmulas. A pandemia nos havia separado por meses, mas com as aulas presenciais voltando aos poucos, marquei um "encontro casual" com ele no bar da universidade, sob o pretexto de discutir um projeto de relações internacionais. Meu coração martelava como um tambor de samba, o pau semi-ereto no short só de pensar nele, pré-gozo escorrendo levemente na cueca enquanto eu me arrumava, refletindo: "Caralho, e se isso for real? E se eu gozar só de tocar nele, misturando meu sêmen com o dele como faço com as meninas?".Cheguei ao bar cedo, o ar cheirando a cerveja derramada e ansiedade. Steve apareceu pontual, o cabelo solto caindo pelos ombros, vestindo uma camisa apertada que delineava o peito definido, e jeans que marcavam o volume sutil na virilha – algo que me deixou molhado instantaneamente, o pau latejando contra o tecido. Sentamos em uma mesa isolada, pedindo cervejas geladas que escorriam condensação como suor erótico. A conversa fluiu: política internacional, filmes, mas eu sentia a tensão sexual crescendo, meus olhos desviando para sua boca enquanto ele falava, imaginando aqueles lábios envolvendo minha glande inchada, sugando com voracidade. "Ei, Damian... você tá estranho hoje, tipo, distraído. Tá tudo bem?", perguntou ele, inclinando-se para frente, o cheiro de colônia masculina me inebriando como um afrodisíaco. Respirei fundo, confessei parcialmente: "Steve... tem algo que eu preciso te dizer. Desde o primeiro dia, eu sinto algo por você... não só amizade. É atração, caralho. Quero te tocar, te fazer gemer como imagino nas noites sozinho". Ele corou, mas sorriu malicioso: "Porra, Damian... eu também. Seu jeito confiante, seu corpo... me deixa duro só de pensar. Vamos pra algum lugar?".Saímos dali como ladrões, indo para o apartamento dele – um estúdio bagunçado perto da faculdade, com pôsteres de bandas e uma cama king que gritava promessas. Mal fechamos a porta, nos beijamos com fúria: línguas dançando em uma batalha quente e salgada, minhas mãos traçando seu peito sob a camisa, sentindo os mamilos endurecidos como os de Sarah, mas com uma firmeza masculina que me excitava de forma nova. "Hmm... Damian, sua boca é quente pra caralho... me chupa, sente meu pau latejando pra você", gemeu ele, baixando a calça e revelando um pau de 17 centímetros, veiado e grosso como o meu, a glande rosada brilhando com pré-gozo abundante que escorria devagar pela haste. Ajoelhei-me, o coração acelerado, e engoli ele inteiro – garganta profunda como Sarah me ensinara, sentindo as veias pulsarem contra minha língua, saliva escorrendo pelo queixo enquanto eu sugava com voracidade, massageando as bolas pesadas e cheias com a mão, sentindo o sêmen se mexer dentro. "Ahhh... porra, você chupa melhor que qualquer garota... tô sentindo o gozo vindo, me leiteando como uma vadia!!!", urrou ele, convulsionando e gozando jatos quentes e espessos na minha garganta, o gosto salgado e viscoso me enchendo, engolindo guloso enquanto refletia: "Caralho, isso é real... amo o sêmen dele, quente e pegajoso, misturando com minha saliva... sou bi pra porra, e isso me liberta".Troquei de posição, ele me chupando agora – boca quente engolindo meu pau grosso, língua traçando o risquinho sensível na glande, sugando com sucção que me fazia tremer, enquanto eu gemia "Hmm... Steve, aperta minhas bolas... sente como tô vazando pré-gozo na sua boca, me faz gozar como se fosse sua putinha!!!". Gozei insano, jatos abundantes enchendo a boca dele, transbordando pelo canto dos lábios, ele lambendo tudo com satisfação, o sêmen escorrendo viscoso pelo queixo. Depois, exploramos mais: eu o penetrei por trás, lubrificando seu cu apertado e franzido com saliva e pré-gozo, enfiando devagar, sentindo as paredes contraírem violentamente ao redor do meu pau, metendo fundo com estocadas brutais que faziam suas bolas baterem na minha virilha. "Ahhhh... Damian, me rasga com essa grossura... tô sentindo sua glande no fundo, massageando minha próstata... goza dentro, enche meu cu de sêmen quente!!!", urrou ele, o corpo convulsionando em um orgasmo prostático insano, sêmen jorrando do pau dele sem toque, enquanto eu gozava jatos espessos dentro dele, transbordando pelo ânus piscante, escorrendo viscoso pelas coxas. Refleti ofegante: "Isso é o que eu queria... pau dentro de mim um dia, mas agora, fodendo ele, me sinto completo, o sêmen misturando como em um sonho bissexual".Voltei para casa exausto, o corpo latejando de prazer residual, e contei tudo para Sarah e Lara na cama, nu e suado. "Mano... que delícia, conta mais... como era o pau dele? Latejava como o seu? Gozou muito na sua boca?", perguntou Sarah, excitada, massageando meu pau amolecido enquanto Lara lambia minhas bolas, sugando os resquícios de sêmen e suor. "Era grosso, veiado... engoli tudo, o gosto salgado me deixou louco... fodi o cu dele até gozar dentro, escorrendo como faço com vocês", confessei, o pau endurecendo de novo com as lembranças. Elas me chuparam juntas, Sarah na glande, Lara nas bolas, até eu gozar insano na cara delas, sêmen jorrando quentes e espessos, lambendo uma da outra depois.Introduzir Steve no trio foi natural, mas explosivo. Marquei um "jantar" no apartamento, avisando as meninas: "Ele vem... vamos ver se ele topa nosso mundo taboo". Steve chegou nervoso, mas excitado ao ver Sarah e Lara nuas, seios balançando, bucetas inchadas brilhando. "Porra, Damian... sua irmã e amiga? Isso é incesto misturado com... tudo?", perguntou ele, o pau endurecendo visivelmente. Sarah o seduziu primeiro: "Vem, Steve... chupa minha buceta enquanto Damian te fode", implorou, abrindo as pernas, lábios rosados escorrendo fluidos. Ele ajoelhou, lambendo a fenda de Sarah com voracidade, língua traçando o clitóris protuberante, sugando os lábios inchados enquanto ela gemia "Hmm... sua boca é quente, me suga como uma vadia... tô squirting na sua cara!!!". Eu o penetrei por trás, meu pau esticando seu cu apertado de novo, metendo fundo enquanto Lara massageava as bolas dele, "Sente meu irmão te enchendo enquanto lambe a buceta da irmã dele... goza insano pra gente!!!". Gozamos em cadeia: Steve squirting sêmen do pau no chão, eu enchendo o cu dele com jatos quentes que transbordavam viscosos, Sarah squirting na boca dele, Lara masturbando-se freneticamente até gozar junto.O quarteto se tornou caótico e viciante: eu fodendo Steve enquanto Sarah montava no pau dele, buceta apertada engolindo sua grossura, gemendo "Ahhh... dois paus latejando, me enchendo como vadias... tô gozando insano!!!"; Lara lambendo o sêmen misturado de todos, sua obsessão por gozo nos levando a orgasmos múltiplos, urros ecoando pelo apartamento. Refleti durante uma transa: "Isso é o ápice... minha bissexualidade explorada, pau no cu de Steve enquanto sinto as bucetas delas contraídas... somos uma família de prazer, sem limites".Mas o final veio em 2026, quatro anos depois. A pandemia era memória distante, Sarah e eu formados – ela médica, eu diplomata. Lara casara-se, mas visitava esporadicamente. Steve e eu nos tornamos um casal oficial, morando juntos, mas Sarah era nossa âncora: transas ocasionais mantinham o fogo, sem ciúmes. Casamos em uma cerimônia íntima – eu e Steve, com Sarah como madrinha, Lara como testemunha. Na lua de mel, reunimos o quarteto uma última vez: corpos entrelaçados, paus e bucetas pulsando em uníssono, gozos misturados em bagunças pegajosas. "Isso é nosso legado... prazer sem amarras", refleti, abraçando todos. E assim, vivemos felizes, o taboo transformado em amor eterno.