5 Corrigindo a gordinha do escritório que nunca viu pica de verdade, com porra no útero.

Um conto erótico de UnReal
Categoria: Heterossexual
Contém 3687 palavras
Data: 06/01/2026 17:01:09

Fazia quase um Mês que Miguel e Natália aproveitavam qualquer oportunidade para foder na pequena sala do anal. Natália, fingia que não gostava enquanto disfarçava seus orgasmos mentindo que era a dor de dar o cu, Miguel, mais preocupado em pintar as paredes das tripas daquela loirinha ainda não havia percebido, mas era notável para ele pelo menos que cada vez mais aquele anel aceitava sua pica com mais facilidade.

Diferente de Miguel uma pessoa muito perceptiva já havia notado o padrão, o escritório fica meio vazio, subitamente Natália precisa de ajuda no almoxarifado e logo os dois somem por pelo menos meia hora ou mais, voltam descabelados, suados, com o cinto fora do lugar, com os botões abertos.

Naquela manhã, alguém toca no ombro de Natália, a loira quase dá uma pulo da cadeira em um gritinho desconcertante.

- Ah!!

Amanda franziu a testa com a reação de espanto da moça.

- Pode dar um pulo na minha sala? Preciso checar uns itens com você.

- C-Claro dona Amanda! Em um minuto estou la…

Amanda logo se virava para voltar para sua sala, cruzando olhares com Miguel no processo, um leve encarar dos dois podia encher o escritório inteiro de tensão sexual, mas só uma pessoa notaria.

Natália entrou na sala e como de costume se sentou, puxou o tablet e começou a falar.

- Dona Amanda, se for sobre o comercial da marca de maquiagem eu-

- Eu escutei algo sobre o Miguel e você.

- Oi?

- Chegou uma fofoca pra mim, que você e o Miguel andam muito… Chegados.

- Não dona Amanda, é só que, o Miguel é MUITO prestativo, não sei o que eu faria sem ele, sabe… Tipo…

- Aff…

Amanda suspirou, já imaginando a situação.

- Então ele te enrolou também?

- Não não… Que isso é que- Pera, como assim 'também' dona Amanda?

Enquanto as duas tinham uma longa conversa outra figura se aproveitava pra bater um papo com o rapaz.

- Oi, Miguel.

- Oi Joyce.

Seco como sempre o rapaz não ligou muito, Joyce era mais uma das tantas bucetas que trabalhavam ali e que se achavam muito mais do que eram, Joyce em particular era a baixinha que achava que era a mais gostosa de todas, e de fato a carne magicamente se distribuía por todo aquele corpo, coxas, bunda, peitos, a barriga levemente avantajada não era nada perto dos quadris largos, a bunda claramente se movia em lados separados quando ela andava e os peitos pareciam estar sufocados dentro daquele sutiã, os olhos claros e cabelo encaracolado tornavam aquele rosto quase angelical, bem maquiada e sempre cheirosa com um excesso de perfume forte que sempre tomava conta do ambiente, o corpo vulgar parecia nem fazer parte do rosto cheio de toques delicados que contrastavam com a pata de camelo que ficava visível em praticamente todas as roupas que ela usava, aquelas coxas brancas quase rosadas eram amassadas por elas mesmas, Miguel só conseguia pensar o quão difícil, ou maravilhosa era a vida daquela calcinha completamente atolada naquele cu, mas ele não deixava transparecer nem uma gota dos seus pensamentos para não inflar o já imenso ego da baixinha.

- Viu a dona Natália?

- Acho que tá ocupada na sala da Amanda.

- Precisava dos relatórios daquela campanha do ano retrasado, tem um cliente pedindo outra no mesmo estilo.

Miguel pestanejou por um segundo.

- Acho que tá na sala de arquivos, onde todos os outros relatórios antigos ficam.

- As caixas são meio pesadas, pode me ajudar?

- Tô meio ocupado, não tem ninguém dos zeladores pra você pedir?

- Ah, é rapidinho, você ajuda a dona Natália direto né não? Só dessa vez...

Ele resmungou e aceitou, logo eles estavam na sala de documentos, procurando nas pesadas caixas cheias de papéis, panfletos e folhetos Joyce se senta na pequena mesa típica de escritório na sala, Miguel parecia já saber o que ia acontecer e logo a moça tocou no assunto.

- Ei, tenho um pergunta pra você.

- Fala.

- Por quê você e a Natália não usam essa sala aqui? É bem melhor, tem uma mesa, cadeira, é mais limpa, bem mais agradável pra uma dama, poderiam colocar um colchão logo.

Miguel parou de folhear as longas pastas e deu uma olhada para a baixinha que sentada na mesa e cruzava as pernas de forma arrogante, como se tivesse dado algum tipo de xeque mate no rapaz, ela olhava com desdém exibindo o par branco e carnudo que por pouco não revelava a calcinha, na ocasião, Joyce usava uma saia, mais longa que as que Natália e Amanda usavam porém o excesso de massa fazia o tecido subir e deixar as coisas indecentes, a blusa simples de gola alta ficava para dentro da saia que ia até a altura da barriga apertando e escondendo a pequena protuberância que ela provavelmente tinha vergonha de exibir, os peitos em compensação esticavam o tecido da blusa marcando completamente a renda do tecido do sutiã junto com a carne que vazava por cima da peça íntima, os cabelos bem enrolados estavam presos com apenas uma ou duas mechas do que pareciam pequenas molas soltas no lado da orelha, os olhos claros fixados em Miguel esperando uma resposta e a boquinha delicada tinha um leve sorriso de canto.

- Se tem uma coisa que eu não curto, é gente intrometida, pior coisa é quem se mete nos assuntos dos outros.

A resposta claramente desagradou Joyce, que por um momento não soube responder o rapaz, ela esperava algo totalmente diferente.

- Cara, você acha que eu tô de brincadeira contigo, vou te mandar a real, eu sei o que vocês dois andam fazendo, fudendo escondidos na empresa, a Natália tem namorado, um forte pra porra, se ele te pegar vai acabar contigo, se eu fosse você ficava mais de boa comigo, pianinho se não-

Miguel largou a caixa que fez um barulho alto caindo no chão ele em um passo largo se aproximou de Joyce quase se jogando por cima dela, olhando de cima pra baixo com uma expressão quase de fúria ele perguntou.

- Se não o que Joyce?

A garota gelou por um momento, um certo medo genuíno correu por ela, mas ela não podia recuar agora.

- Se- Se não a dona Amanda vai ficar sabendo de toda essa putaria, quero ver a cara dela sabendo que a queridinha dela trai o namorado na empresa com o imbecil das tabelinhas.

A mão de Miguel voou no pulso de Joyce, o rosto dele ficou bem colado no dela com uma clara expressão de raiva.

- Então conta porra, vai lá sua vagabunda, conta tudo pra Amanda, anda. Quero ver sua cara depois que ela rir e te mandar embora desse seu emprego de merda. E ainda fuder com tua vida inteira, não vai achar mais nem serviço de puta na esquina e ainda vai tomar um processo e ter que vender esse teu rabo no bordel pra se sustentar.

- Alguma coisa tinha dado errado, Amanda sabia que aquilo acontecia? Ela era amiga de Miguel? Natália fazia tudo isso de bom grado? Algo dentro de Joyce dizia que ela tinha acabado de fazer uma besteira.

- Pois eu vou! Acabar com essa palhaçada!

Miguel largou o pulso da baixinha e ficou olhando para ela, parado, esperando ela se mover.

- E então, Joyce? Não tava doida pra abrir a boca? Vai lá, aproveita e conta pra todo mundo do escritório, vamo ver quem vai tar fodido amanhã.

As pernas de Joyce não se mexiam, aquilo não era blefe, ele realmente tinha confiança de que quem ia se dar mal era ela. Agora ela tinha certeza que tinha feito merda.

- Eu não acredito… Que a dona Amanda sabe que isso acontece. A troco de quê?

- É porque diferente de você ela não é uma fudida que acha que é dona do mundo mas não tem onde cair morta, ela tá cheia de grana e cuida da própria vida.

- Cala a boca mano! Olha pra você, não tem como a dona Natália se meter com um fudido igual você a troco de nada!

Ser menosprezado pela segunda vez consecutiva em tão pouco tempo irritou Miguel.

- Tu é o pior tipo de mulher que existe, a gorda que se acha gostosa, não manda em nada e só tá aqui porque tá na fila de pica de algum gerente da empresa.

Os olhos de Joyce desviavam e ela gaguejava, era como se Miguel tivesse acertado alguma coisa.

- Cara sai daqui! Você é doido! Só esquece o que rolou aqui e ninguém arruma problema.

A mão de Miguel voltava a segurar nos pulsos de Joyce, agora com mais força ele se aproximava mais ainda dela.

- Sabe por que mulher igual você é assim? Porque nunca teve um cara pra te botar no lugar, não sabe o próprio lugar enquanto um monte de fudido fica inflando o seu ego.

- Que isso! Me larga!

Colocando a mão na boca de Joyce, Miguel se aproxima bem do rosto dela enquanto fala quase cuspindo na cara da baixinha.

- Se não o que? Vai gritar? Vai chorar? Vai chamar alguem? Grita. Anda. Vamo ver quem se fode mais nessa merda.

- Mhum! Mhumhum! - Puxando a mão dele da boca ela falava quase encostando na cara dele. - Você… Você é maluco cara! Anda me solta!

- Vou te largar, depois de te dar um jeito…

Logo Miguel ia forçando o corpo entre as volumosas coxas, sentada na mesa tentando se prostrar como superior o tiro acabou saindo pela culatra e só facilitando o trabalho do rapaz, ele navegava com os olhos pelo corpo da mulher mirando nos lugares mais indecentes possíveis.

- Tira essa blusa.

- Que tira o que cara? Me larga já falei!

A mão de Miguel foi direto no rosto dela, segurando o queixo e tapando completamente aquela boca ele apertou com força, Joyce sentiu seu maxilar ser pressionado enquanto ele bem perto quase sussurrou pra ela.

- Eu não sei se tu entendeu, mas quem acabou de fazer merda foi você, se for esperta só obedece e amanhã teu empreguinho e tua vidinha tão garantidos.

Joyce finalmente caiu na real, ele realmente estava ameaçando ela, e pelo tom ele falava sério, e mais, falava a verdade, um medo genuíno correu pelo corpo dela junto de um frio que gritava por perigo pra ela, mas ela não podia fugir, ele tinha algum poder ali naquela empresa que ela não levou em conta.

- Parece que entendeu, sua vagabunda do caralho, agora vamos dar um corretivo que tu nunca deve ter recebido.

A mão de Miguel levantou a blusa com violência, puxando de dentro da saia e fazendo ela se enrolar nos ombros de Joyce, logo dois pares de peitos completamente indecentes dentro do sutiã de renda rosado se mostraram, juntos de uma quantidade exuberante de pele branca e uma barriga saliente, outro movimento completamente animal puxou o sutiã o fazendo abrir forçadamente, jogando a peça no chão o par de peitos fartos se esparramou para os lados, eram completamente enormes, indecentes, eróticos, uma aréola larga e clara circulava um minúsculo mamilo no centro daquela massa enorme, uma expressão cheia de sentimentos de medo e confusão faziam Joyce respirar fundo enquanto observava os próprios peitos na frente do homem.

- Então era isso que tu ficava escondendo por aí, balançando eles na frente dos machos da empresa, achando que nenhum deles é bom o suficiente pra ter essa visão.

- Retardado! Acha que eu ia andar com meus peitos de fora?!

Um tapa voou na cara de Joyce, ecoando na sala e deixando ela boquiaberta, um ardor veio junto com um sentimento seco de impotência que ela nunca sentiu antes.

- Mais respeito.

Ela só engoliu seco, enquanto sentia o crescente arder do rosto, nunca ninguém havia batido naquele rosto, esse tipo de humilhação, demorou até ela processar a dor nas bochechas…

Miguel começou a apalpar as duas massas, apertava, revirava, levantava e remexia como se fossem um objeto, ela ainda com o rosto virado não tinha entendido completamente o que estava acontecendo.

O par de peitos não cabia nas mãos de Miguel, mentalmente ele comparava com os de Amanda, os dois eram grandes mas os de Joyce eram algo mais indecente, vulgar.

Uma mordida acordou Joyce do choque de ser estapeada, os dentes de Miguel apertavam o tímido mamilo no meio daquela montanha, ela soltou um gemido desconsertado enquanto ele puxava o pequeno botão o esticando de uma força que parecia não ser possível.

- Ai porra! Você vai arrancar ele assim!

Um olhar direto de Miguel infligiu uma onda de medo nela, de tomar outro tapa, enquanto isso a boca começou a se deliciar nos seios da baixinha.

Ele chupava, mordia, mordiscava, dava petelecos e fazia pinça com as mãos, maltratando completamente aqueles peitos ele até dava tapas neles fazendo a massa macia criar ondas, aos poucos o centro começou a ficar vermelho com as marcas de dentes evidentes, no começo apenas doía mas depois de alguns minutos uma certa dormência começou a tomar conta dos mamilos de Joyce e a sensação melada e a forma como a língua passava, o calor, o pulsar da dor amortecida.

- Olha só. Mas é uma vagabunda mesmo hahaha!

Deixando de desviar o olhar Joyce olhou pra baixo e instantaneamente viu a cena dos mamilos vermelhos e completamente maltratados, e não só isso, duros, saltados, apontando pro teto, enrijecidos de uma forma que ela mesma nunca tinha visto antes.

- Não… Não não, isso, é que…

- Admite sua puta, você na verdade tava implorando pra levar pica, só não consegue pedir.

- Eu.. Não..!

A “tortura” de Miguel continuou, apertando com os dedos ele puxava, esticava, deslizava os dedos, os mamilos duros não queriam voltar ao seu estado normal por mais que Joyce tentasse, entre suas pernas Miguel se encaixava cada vez mais, um volume vez ou outra tocava sua calcinha enquanto sua saia subia aos poucos, logo uma calcinha rosa combinando com seu sutiã estava completamente exposta, quase toda transparente ela cobria de fato apenas a racha da sua buceta, uma buceta farta, gorda, macia, por baixo da calcinha era como um pequeno monte que fazia volume, lábios fartos eram segurados por pouco pelo fino tecido enquanto alguns pelos eram visíveis pela renda, poucos, concentrados, a renda, a carne, os pelos, tudo parecia extremamente vulgar e completamente sexual, a essa altura o pau de Miguel já não aguentava mais esperar, logo sua visão notou uma cor diferente em meio ao tecido, aquela buceta já estava molhada.

- Parece que alguém tá ansiosa por uma correção, com a calcinha já toda melada.

- Isso é natural! É só uma reação que-

A frase de Joyce foi interrompida assim que ela sentiu um peso repousando sobre sua pelve, algo duro e quente amassou contra a massa de carne da sua buceta, ao olhar pra baixo ela arregalou os olhos, pra fora da cueca saltava um farto cilindro de carne, duro, cheio de veias, grosso, pesado, a cabeça parecia querer explodir num tom vermelho e o que mais impressionava ela era o tamanho, nenhum cara que ela tinha ficado tinha esse tamanho, Miguel não era nenhuma anomalia, apesar de ser um pouco maior que a média ela apenas tinha tido muito azar, ou sorte, e agora seus olhos se arregalavam para o mastro que pairava em cima da sua pelve.

- Tá de sacanagem... Isso não cabe não cara…

- Mas eu nem falei que ia meter, tá tão necessitada assim?

- Não cara, não tem como, isso vai me rasgar porra, amigo, olha só, vamos deixar as coisas pra lá, ainda dá tempo…

Miguel apenas riu, segurou a calcinha com as duas mãos e rasgou, o barulho do tecido sendo separado ecoou no silêncio da pequena sala, e a cena da renda sendo dividida bem na frente dos olhos de Joyce seguido da visão exposta da buceta melada, rosada e carnuda, ficariam na memória dela, o pau repousou novamente, mas dessa vez em cima da pequena protuberância do grelo, ela ficou em silêncio, respirando fundo, nervosa, agoniada, cada vez que ela enchia os pulmões de ar respirando pela boca os peitos indecentes se esparramavam mais, o pau lentamente pincelava na entrada enquanto ela fazia sinal de “não” com a cabeça, Joyce se arrependia profundamente de ter mexido onde não devia, pensava em correr, mas o medo era maior.

Miguel enterrou, lenta e firmemente ele fez primeiro a cabeça deslizar, logo sentiu o molhado ao redor da cabeça do pau, quente e extremamente macio enquanto a buceta apertava de forma descomunal sua pica.

- Caralho, que buceta apertada…

- Eu falei. Não cabe… Não cabe não… Tira… Porra!

A ideia do rapaz era completamente oposta, após sentir tal firmeza ele colocou mais peso no quadril e fez o pau deslizar ainda mais, a cabeça abriu caminho enquanto ele podia sentir a textura das paredes daquela xota, sem parar agora ele atolou tudo até sentir uma textura diferente parar o avanço do seu pau.

Joyce deu um gemido longo, difícil e arrastado por entre os dentes enquanto sentia o pau alargar sua buceta de uma forma que nenhum outro homem fez antes, sentia o corpo do pau expandindo seu precioso lugar enquanto a cabeça tocava um lugar que ela nem sabia que era possível, revirando os olhos enquanto olhava diretamente para o pau sumindo dentro dela a sua mão batia na mesa enquanto a outra segurava na barriga de Miguel como se quisesse pará-lo.

- Ai caralhoo… Minha buceta… Puta que pariu porra!

Miguel soltou um suspiro, puxou a pica e enterrou novamente repetindo o movimento, o gemido de Joyce agora foi mais aberto, quase soltando um choro no final sentindo novamente o cone duro atravessar completamente o canal da sua xota e tocando sua parte mais profunda, a buceta pulsava, talvez de medo, talvez de tesão, talvez de ansiedade, ainda tinha pau pra fora e ela se negava a acreditar.

- Calma, ainda não, não mexe por fav-

Novamente interrompida Miguel passou a foder a gordinha, em um ritmo aceitável e até calmo comparado com suas fodas com Natália ele passou a socar, indo da entrada até o fundo da buceta ele passou a repetir o movimento enquanto sentia aquela buceta parecer sugar seu pau.

- Oh~~ Oh! Ai caralho! Ai porra! Não aguento! Não aguento!

- E quem disse que tem opção? Não reclama se não…

Miguel acelerou, arrancando gemidos altos no mesmo momento, sofridos e fazendo Joyce expelir todo seu ar a cada socada ela se debatia, revirava, seus dedos se contorciam ao redor da sua pelve como se quisesse segurar aquele pau por dentro dela, enquanto Miguel se deliciava com a buceta mais apertada que já tinha provado, era quente, apertada e macia, curta, encharcada, seu pau parecia estar envolto em um bife suculento que puxava ele pra dentro, ele já puxava o corpo da baixinha pra ele socando sem piedade enquanto ela parecia enlouquecer.

- Ai! Ai! Ai! Tá batendo no fundo! Tá batendo no fundo porra! Não soca tanto assim!

Ela parecia não aprender, o pedido apenas fez ele fazer o contrário, agarrou naquelas coxas fartas brancas afundando os dedos naquela carne e usou o próprio peso dela pra enterrar sua pica, agora além dos gemidos o barulho das carne farta batendo no corpo dele podia ser ouvido, cada socada fazia as fartas partes da baixinha se remexerem, seus peitos balançavam sem parar, suas coxas, sua barriga, a bunda esmagada contra a mesa e a buceta escorrendo em sucos de tesão tentavam lubrificar o revirar daquela pica, ela remexia as pernas tentando encontrar uma forma de fazer ele entrar menos mas era inútil, a carnuda buceta só podia aceitar ser completamente marretada por aquele membro.

- Devagar... Ai Caralhooo!

Joyce suava frio, a sensação de ter o fundo dela sendo empurrado por dentro era demais para se aguentar, ela cerrava os dentes, se contorcia, a mão fechava com força e as unhas vermelhas riscavam na mesa, vezes o corpo dela parecia querer desistir, os dedos dos pés apertavam contra a sola e ela balançava a cabeça.

- Caralho, desse jeito não vou durar nada, que buceta apertada da porra!

- Ai caralho… Parece que tô passando mal… Só tira, dentro não. Dentro não~ Ohhh~ Caralho!

Miguel acelerou, era impossível resistir aquela sensação, agarrou nos peitos como se fossem apoios macios fazendo moldar a carne entre os dedos e socou com força, a sensação do fundo da buceta batendo contra a cabeça da sua pica enquanto aquelas paredes molhadas massageavam o corpo do seu pau foi demais, ele enterrou ao máximo, deixou o pau bem no fundo e urrou, o primeiro pulsar jorrou um jato forte que parecia ter ido direto no útero de Joyce, ela gemeu em desespero enquanto a pica atolada pulsava mais e mais jorrando porra quente dentro dela, Miguel manteve o pau ali até sentir que a último gota de sêmen havia sido sugada pela buceta daquela gordinha.

- Puta que pariu não acredito que você fez isso…

Joyce se jogou na mesa balançando a cabeça como se uma tragédia tivesse acabado de acontecer.

- Por que você fez isso cara? Desgraçado tu leitou toda minha buceta porra...

- Até parece que tu vai ficar grávida, tá achando que nasci ontem, toma um remédio, se vira e fica com tua boca fechada a partir de agora.

Ela não sabia o que responder, Miguel puxou lentamente a pica que pareceu levar uma eternidade pra sair, no lugar uma sensação de vazio, uma leve dor na região da barriga devido o impacto no fundo e uma sensação quente no ventre.

Fechando o zíper enquanto Joyce ainda se recuperava, Miguel falava sem olhar pra ela.

- Agora vê se aprende a não se meter nas coisas dos outros.

Largada, com o útero cheio e a buceta completamente revirada, Joyce mal sabia por onde começar a se recompor, ainda nem tendo percebido que tinha acabado de ser estuprada o chacoalhar das estocadas de Miguel pareciam ter deixado ela completamente lerda.

Já no escritório, Natália e Miguel se encontravam, ela logo após sair da sala de Amanda e ele vindos das escadas, meio bagunçado fora de ordem e logo depois Joyce vindo pelo mesmo caminho completamente descabelada, Natália já sabia que alguma coisa estava errada.

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Na verdade calcinhas são bem difíceis de rasgar...

quasefree10.20@gmail.com

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Foto de perfil de UnReal♥UnReal♥Contos: 43Seguidores: 195Seguindo: 1Mensagem Escrevo imoralidades nas horas vagas.

Comentários

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Gozei muito no emprego. Não tem preço. É sensacional

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Passei 20 anos gozando no emprego. Isso não tem preço. Parabéns

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UnReal♥, minha linda...

Adoro as imoralidades que você escreve!

Miguel em particular é totalmente imoral, é um predador sexual.

Talvez fosse interessante ver o comportamento dele no mesmo ambiente que um alfa experiente...

Gosto muito desta série!

Parabéns!

Beijo no grelo😈♥️

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