Fazia algum tempo desde a última vez que decidi sair junto com toda a família para a casa de praia em búzios, mas como não tinha planejado nada para a semana, não achei que seria ruim sair com eles; com certeza era melhor que ficar em casa coçando saco, como meu pai costuma dizer.
A viajem foi tranquila, chegamos por volta das 9:00 horas, um pouco mais tarde do que o esperado. Meus tios já estavam na casa, o que sinceramente foi bom, não queria ter que lidar com limpeza de casa. Junto a eles estavam alguns primos e primas, alguns que sentia saudade outros que preferiria não ter visto de novo. Como o Vitor.
Não que a presença dele me preocupasse, mas lavando em consideração nosso passado, preferia não estar perto dele. Sua esposa, Clarisse, estava junto a ele. Uma mulher realmente linda e diferente do marido, até bastante simpática, não sei se assim fazia por deboche ou naturalidade. Era uma mulher morena, com seus 1,70 de altura, peitos claramente siliconados mas que lhe caiam muito bem. Meu primo por outro lado, estava não muito diferente desde nosso último encontro, há uns 4 ou 5 anos. Só aparentava estar mais grisalho e com uma leve barriga, mas nada proeminente ou que alterasse sua beleza. Infelizmente tinha que concordar que ele era lindo. Tinha seus 1,80 de altura, o corpo claramente de alguém que se exercita regularmente, apesar dos quilos a mais. Seus olhos eram azuis, e que azuis. Para ser mais exato, era quase um Derek Shepherd de Grey’s anatomy, exceto pelos cabelos que eram baixos, mas novamente, lhe caia muito bem. É aquilo né, era lindo, mas horrível como pessoa.
Bem, voltando. Junto a eles vieram os pais do Vitor, meus tios, e os filhos do Vitor; Eloisa que devia ter uns 13 anos e Leonardo que era filho mais velho do Vitor, e surpreendentemente era a cara do pai. Haviam outros parentes ali, mas vamos por partes.
Cumprimentei a todos e já ali, nos primeiros minutos, me lembrei porque detestava o Vitor.
- Primo, bom dia. Como vai a vida? Faz tempo que você não aparece nesses eventos.
- Tudo tranquilo, Vitor. Pois é, coisas da vida, sem muito tempo.
- E nem dinheiro imagino, desde o divórcio. Inclusive, sabe como anda a Paola?
Claro, que na primeira oportunidade ele falaria do meu conturbado divórcio, porque não?! A final minha ex-mulher era do grupo de amigas da Clarisse. E ele obviamente sabia como ela estava.
- Dinheiro não foi e não é o problema Vitor e não, não sei como está a Paola. Mas acho que a Clarisse sabe, não é?! Acho melhor falar com ela sobre isso.
- Ah sei, é, ela sabe de algumas coisas mesmo. Mas que bom que você ta se virando.
Dei uma risada debochada e sai de perto. Curiosamente, Leonardo parecia ser bem diferente do pai. Veio até mim com certa naturalidade, se apresentou e perguntou coisas simples. Parece ter herdado isso da mãe.
Resolvi sair, aquele ambiente estava caótico e eu não tava com um pingo de vontade de estar perto deles.
Pelas ruas de búzios consegui lembrar um pouco das vezes que estive ali, mais novo, das graças e brincadeiras com o pessoal que morava ali. Por coincidência acabei encontrando uma das casas que costumava ficar. Era de um dos colegas, amigos digamos, que fazia enquanto estava ali. Sempre fui o cara “dado”, então, conhecer e fazer amizades era bem tranquilo para mim, o que de certa forma me beneficiava mais tarde. A curiosidade me fez olhar mais para dentro do terreno até ser tomado por uma voz rouca.
- Tudo bem meu camarada, perdeu alguma coisa?
Não vou mentir, senti um puta susto. Mas aquela voz não me era estranha.
- Opa, desculpe. – ao me virar entendi o porquê da estranheza, era Bruno, justamente o garoto que morava naquela casa. Mas resolvi me fazer de desentendido – eu costumava frequentar essa casa quando mais novo, acabei olhando demais, foi mal.
- Como assim, frequentava? Eu moro aqui há anos e não... – o interrompi.
- Eu vinha aqui quando mais novo. Era a casa do seu Eusébio, não era?! Vinha aqui com o filho dele o Bruno.
- Bruno sou eu pô. Mas “péra” ai, quem é você?
- Sou o Mateus.
Acho que até esse momento não havia me apresentado a vocês. Meu nome é Matheus, tenho 32 anos e como já perceberam até aqui, divorciado. Meço uns 1,75, cabelo normal, rosto normal, corpo levemente malhado, e uma piroca de 22 cm, grossa.
- Porra, Mateus, filho do Ramiro, não é?!
- Exato.
- Caralho, fazem anos que não te vejo cara, você ta diferentão, reconheci mais pela voz mesmo.
E eu realmente tinha mudado. A última vez que passei por ali foi há uns 10 anos, estava no fim da faculdade e logo depois veio o casamento. Até aquele momento eu ainda era o cara magro, brincalhão e com zero senso de estilo. Até que o casamento, nesse ponto, me fez bem.
- Foi mal pela encarada na sua casa cara, eu realmente não fiz por maldade, só tava lembrando mesmo.
- Agora eu entendo mas foi estranho ver um cara olhando lá ´pra dentro de casa. Mas de boa. Se liga, quer entrar? Já não aparece há maior tempão, chega mais. Melhor que encarar da rua.
Ele me fez soltar uma leve gargalhada
- Verdade, aceito o convite.
Entramos na casa e seguindo ele, notei que ele, assim como o Vitor, só tinha melhorado com o tempo. Algo me diz que ele seguiu o que o pai fazia (era marceneiro e dos bons), o que explicava o tamanho daqueles braços. Se mais novo já eram grandes, agora estavam enormes. Costas largas, definidas. Corpo moreno de sol e com as mãos calejadas. Estava vestindo uma bermuda tactel fina, o que me favorecia visualmente tanto na frente quando por trás.
- Não repara a casa. – Clássica frase.
- Sem problemas cara.
- Aceita um café, uma água? – leite talvez?
- Uma água, ta calor pra caralho nessa cidade.
- haha, sempre está.
Ele me trouxe uma garrafa de água e com um copo de vidro, peguei e posicionei a garrafa na mesa. Nesse meio tempo, ele já estava tirando a camisa e PUTA QUE PARIU! Que corpo era aquele?! era quase um tanque. Não havia pelos, estava liso e naquele contexto deixava tudo ainda melhor. Com o suor do corpo e a luz, aquilo tava excitante demais. E sinceramente, posso ter deixado isso explicito. Tenho a sensação que encarei demais aquela cena, por que em seguida ele soltou:
- Rs, algumas coisas não mudaram aparentemente, não é Matheus?!
O sorriso de canto de boca e a ironia na fala entregaram que ele percebeu e eu tava gostando de saber.
- Depende cara, muitas coisas precisaram ser mudadas, mas é bom manter algumas, não acha?!
Ele me olhou e por um momento percebi ele apertando o membro por cima da bermuda.
- Concordo. Disse ele.
Ele puxou uma cadeira e se sentou de frente para mim, afastando a cadeira a ponto de permitir que eu visse qualquer movimentação abaixo da linha da cintura.
- E ai, porque demorou tanto voltar? Não sentia saudades? (e como sentia)
- Depois da faculdade as coisas ficaram mais puxadas. Não tive mais tanto tempo quanto gostaria. E depois vieram outros problemas, mas...enfim voltei (dei uma risada de canto de boca)
- A gente falava bastante de você (que ótimo!) mas com o tempo, a gente seguiu. Até porque, como você mesmo disse, vieram os problemas, rs
Ele falava isso sem tirar os olhos de mim, mas principalmente da minha boca. Passeava pelo meu corpo a medida que eu tomava a fala e sempre, sempre apertando o pau; que naquele momento já marcava toda a bermuda. Eu não tinha muita saída, estava com uma bermuda de linho e até aquela hora, meu pai já estava trincando de duro, mas diferente dele, eu não fazia força nenhuma para disfarçar a marcação.
- Não sei se você se importa, mas preciso tomar um banho, eu to coberto de serragem da oficina.
- Ah claro, acaba que eu é que estou atrapalhando você. Acho que já vou...
- Ah não. Que isso! É coisa de 10 minutos, espera pô. Maior tempão trocar uma ideia. (até parece que eu queria sair, mas fiz a cena)
- Não sei cara, não quero atrapalhar. (que difícil)
- Não vai. Me da 10 mim.
Ele virou as costas seguindo em direção ao banheiro e dando uma olhadela para trás. Do inicio do corredor ele já começou a tirar a bermuda e seguiu para o banheiro que ficava na parte final. Pude ver de relance pelo reflexo do espelho que estava na parede do corredor a cueca no chão da porta do banheiro. E por mais que eu estivesse me esforçando muito, meu pau achava que o correto era ir até lá. Esperei ouvir o chuveiro ligar e me levantei. Ele obviamente deixou a porta do banheiro aberta e assim segui até la.
Da entrada da porta era possível vê-lo dentro do box. E se até aquele momento eu já estava excitado, ao ver ele pelado eu quase explodi. Ele era uma delicia de corpo inteiro. Tinha a minha altura, mas seu corpo tinha mais volume, mais densidade, como já disse, era como um tanque. O corpo liso recebia a água do chuveiro e descia sem atrito, desenhando todo aquele corpo. O sol deixava as marcadas da sunga que ele prontamente usava, deixando tons mais claros no pau e na bunda. O pau era grosso, com uma leve curvatura para baixo, o saco era enorme o que fazia minha boca minar água. A bunda era enorme (sempre foi) redonda e dura.
No momento em que ele me viu se virou para a porta e começou a bater uma, enquanto me encarava. O sorriso no rosto dele deixava tudo mais excitante. Da porta, tirei meu pau para fora da bermuda, e aparentemente ele não se lembrava do tamanho do meu, porque deu uma arregalada seguindo da palavra “PORRA”, sem soltar um único som. Comecei a bater uma dali mesmo seguindo ele, até que soltei:
- Não vai me convidar?
- E todo seu meu amigo!
- Tirei o restante da roupa entrando no box junto dele. Ao me virar para fechar a porta senti a piroca dele sarrando na minha bunda. Que delícia. Ele encostou o corpo no meu agarrando meu pescoço com uma das mãos.
- Tava com saudade desse cuzinho. Sussurrou ele no meu ouvido, me deixando mole.
- Ele é todo seu!
Ele mordeu o lóbulo da minha orelha e desceu até meu cu. Abriu e o passou a língua por todo ele. Naquele momento já estava me inclinando, deixando só minha bunda empinada, dando acesso total aquela língua deliciosa. Ele abriu ainda mais e forçou a língua no meu cuzinho. Aquilo me deixava louco, ele agarrou meu pau por entre as minhas pernas e seguiu assim; chupando meu cu e me punhetando enquanto eu só sabia gemer baixinho.
Meu pau babava tamanho o tesão que eu estava.
- Continua. Me chupa gostoso. Falava baixinho.
Ele subiu passando a língua sobre toda a extensão das minhas costas até voltar ao meu ouvido.
- Chupa minha piroca! Exclamou ele.
Me ajoelhei de bom grado e comecei a mamar aquela rola saborosa, grossa e veiúda, enquanto segurava aquele saco enorme. Ele segurava minha cabeça me fazendo engolir tudo, e assim eu fazia. Aquele macho era meu e eu tinha que provar cada centímetro daquele homem.
Desci até o saco dele e comecei a chupar enquanto batia uma punheta melada. Mal cabia na minha boca. Eu esfregava aquele saco no meu rosto, passando pela minha barba, sentindo o cheiro daquele membro, enquanto encarava aquele homem me olhando de cima, com plena satisfação.
- Caralho, que saudade você me fez passar. Mas voltou até melhor que antes, puta que pariu.
Ele falava e eu ria.
Me puxou ele me virando. Meu cu tava piscando pedindo pica e ele tinha pra me dar. Cuspiu na piroca e encaixou na entrada do meu cu, forçando. A rola me rasgava, mas eu pouco me importava. O tesão era tanto que mal podia esperar para sentir ela toda. Ele meteu tudo e no fim ainda pulsou me deixando maluco.
- Hora de foder esse cuzinho. Nossa, ta apertadinho, do jeito que eu gosto.
- Tá é?! Então alarga ele vai filho da puta, me fode!
Ele estocava fundo, sem pena. Sentia o saco dele batendo na minha bunda com força. Ele me agarrava pela cintura e forçada, grunhindo, como um animado saboreando a carne nova.
- Me fode vai! Não tava com saudade?! Então me fode!
Ele me comia com violência, mas não tinha dor, era prazer puro. Meu pau tava duro babando e quase gozando, mas eu queria mais um pouco daquela rola. Ele pegou uma das minhas pernas e a levantou, segurando era na altura do joelho enquanto metia com um ímpeto absurdo.
- CARALHO QUE DELICIA DE RABO
- PORRA, ISSO! QUE PIROCA GOSTOSA, ME COME COM GOSTO VAI.
As estocadas ficaram mais fortes, rápidas, e logo consegui sentir meu cu encher de um leite quente e grosso. Aquele macho tinha gozado fundo.
Ele estava claramente cansado e saciado, mas faltava eu naquela história.
- Seu trabalho ainda não acabou.
Me virei e o coloquei pra mamar.
- Sei que você gostava de chupar uma rola também. Me chupa vai, ordenha teu macho.
Ele abocanhou minha piroca e começou a chupar enquanto batia uma. O que já tava bom só melhorou quando ele enfiou os dois dedos dele em mim. Ele me chupava e me fodia com o dedo, aquilo me deixou maluco. Gozei ali mesmo, na boca dele.
- Caralho, puta que pariu.
- haha, realmente, puta que pariu.
Estávamos os dois repletos de porra, e saciados.
- Precisamos nos apressar no banho. Minha esposa pode aparecer. (ele soltou essa com uma naturalidade que me fez acreditar que que aquela não era a primeira vez que um cara era fodido naquele banheiro)
- Então você casou, que surpresa.
- Pois é, mas sabe como é, tem coisas é bom a gente manter. Haha.
Sai daquela casa cheio de porra, mas também da certeza que se ele continuava do mesmo jeito, talvez, meus antigos amigos estivessem do mesmo jeito.
