O Pastor e o Jardim Secreto #2

Um conto erótico de WhatsApp no fim
Categoria: Heterossexual
Contém 824 palavras
Data: 06/01/2026 18:28:54
Última revisão: 07/01/2026 22:43:15

O suor escorria pelas têmporas do Pastor Valdomiro, mas não era do calor do dia. Era da concentração feroz, do poder absoluto que emanava de cada músculo tensionado. Larissa estava de quatro no tapete persa do pequeno escritório que servia de “sala de estudo bíblico”. A Bíblia aberta no capítulo de Provérbios jazia esquecida no chão, ao lado do cinto desfeito das calças dele.

“Hoje, filha, vamos explorar um caminho estreito”, sussurrou ele, a voz grave e rouca, completamente diferente do timbre púlpito. “Um caminho de total entrega.” Seus dedos, embebidos no próprio óleo que usava para ungir enfermos na frente da igreja, trabalhavam-na com uma expertise cruel, preparando-a. Larissa tremia, ofegante, um misto de terror e expectativa diluindo sua razão. Ela já tinha experimentado tudo dele, ou assim pensava.

“Pastor, não… é muito…”, gemeu, mas seu corpo arqueou para trás, traindo-a.

“A carne é fraca, Larissa. Mas eu sou forte por nós dois”, ele afirmou, posicionando a ponta de seu membro monstruoso, o “Cajado”, no destino proibido. A pressão foi avassaladora, uma invasão que parecia dividi-la ao meio. Um grito abafado saiu de sua garganta, transformando-se em um uivo longo e rouco quando ele, com um movimento firme e implacável, embrenhou-se completamente nela, os trinta centímetros encontrando uma resistência que cedia em ondas de dor transformada em prazer vertiginoso.

Foi como um interruptor sendo virado. A dor aguda fundiu-se a uma sensação de preenchimento total, de posse absoluta. Algo dentro dela estalou, quebrou. E naquele rompimento, nasceu um vício novo, mais profundo e sombrio. Ele começou a se mover, e cada investida era uma revelação perversa. Larissa perdeu o controle da voz, dos sentidos, da alma.

“Grita, sua puta consagrada”, ele rosnou no ouvido dela, segurando seus quadris com força brutal. “Deixa seu marido ouvir que você tem um dono.”

E ela gritou. Não um gemido contido, mas um urro alto, estridente, de pura subjugação e êxtase. “SIM! ME FODE, PASTOR! ME DESTROÇA! É SEU! É TODO SEU!”

Do andar de baixo, o som da TV de Bruno, alta, tentava competir. Ele estava no sofá, assistindo a um jogo de futebol, completamente alheio ao culto profano que acontecia no andar superior. O pastor aumentou o ritmo, as coronhadas violentas e úmidas ecoando no quarto, acompanhadas pelo coro de xingamentos que ele instigava.

“Fala! Pra quem é esse rabo, vagabunda?”

“É DO SENHOR! É DO PASTOR! NÃO É DO BRUNO, NUNCA FOI!”, ela gritava, as palavras saindo entre espasmos. “O BRUNO É UM CORNO! UM CORNO FRACO! ELE NUNCA COMEU ISSO AQUI COMO O SENHOR COME!”

Valdomiro ria, um som baixo e gutural. “Ele é um lixo. Um inútil. Sustenta a casa pra eu comer o que é dele. Grita mais alto! Diz que ele não é homem!”

Larissa, em um frenesi anal, saliva escorrendo do canto da boca, obedecia cegamente. “ELE NÃO É HOMEM! É UM MERDA! UM CORNO BUNDA-MOLE! SÓ O SENHOR É MACHO! SÓ O SENHOR ME COME!”

A humilhação era o afrodisíaco final. O pastor, dono da situação, gozava com o poder tanto quanto com o prazer físico. Em menos de trinta minutos, Larissa era arremessada a um abismo de orgasmos consecutivos. Não eram pequenos tremores, mas convulsões de prazer violento, cada uma acompanhada por um jorro abundante e incontrolável que jorrava de sua frente, encharcando o tapete e suas próprias pernas – quinze vezes, uma após a outra, até ela desfalecer, babando, esvaziada e preenchida ao mesmo tempo.

A dinâmica em casa tornou-se uma tortura silenciosa para Bruno, que não compreendia a mudança. Larissa não o tocava mais. Seu cheiro, seu toque, a repugnavam. Quando ele tentava se aproximar, ela virava o rosto com nojo. “Cansada”, murmurava. “Não me enche.”

Mas os olhos dela brilhavam com uma fome doentia quando o pastor chegava para o “estudo”. Bruno sentia uma gratidão confusa pelo líder espiritual que tanto se dedicava a aconselhar sua esposa problemática. O que ele não sabia é que, no fim de cada sessão, Larissa ajoelhava-se perante Valdomiro, limpando-o com a língua enquanto ele abençoava a casa dela com palavras piedosas, o gosto salgado do pecado e do próprio marido nela sendo seu único sacramento.

A igreja continuava lotada. O Pastor Valdomiro pregava sobre família com lágrimas nos olhos. Bruno apertava a mão dele, comovido. E Larissa, sentada na primeira fileira, usava saias justas e cruzava as pernas, sentindo uma dor gostosa a cada movimento, lembrando-se da violência sagrada que havia experimentado horas antes. Ela sorria para o marido, um sorriso vazio e cruel. Ele era apenas o cenário, o corno mudo que bancava o palácio onde a rainha puta e seu falso rei celebravam seus rituais de poder e perversão, todos os dias, aos gritos, debaixo do próprio teto que ele suava para sustentar.

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