A patricinha Larissa

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1660 palavras
Data: 06/01/2026 18:47:34
Última revisão: 06/01/2026 22:41:01
Assuntos: Heterossexual

Larissa era o tipo de mulher que dominava qualquer ambiente sem precisar abrir a boca. Aos 27 anos, a patricinha carioca tinha um corpo de falsa magra que enganava à primeira vista: alta, magra, pernas infinitas e abdômen trincado de pilates e personal trainer, mas com curvas traiçoeiras — seios pequenos e firmes, e uma bunda tão empinada e redonda que parecia desafiar a gravidade. Quando ela andava pela areia, o biquíni fio-dental afundava entre as nádegas duras, e os olhares dos homens (e de algumas mulheres) seguiam inevitavelmente aquele rebolado arrogante. O cabelo castanho escuro, liso e na altura dos ombros, balançava com o vento, emoldurando um rosto bonito e metido: olhos grandes delineados, boca carnuda sempre com batom matte, expressão de quem se acha superior a 99% das pessoas ao redor.

O final de semana foi numa casa de praia alugada em Búzios, com o namorado Thiago e o grupo de amigos de sempre — todos do mesmo círculo rico da Zona Sul. Larissa reinava absoluta: de biquíni vermelho minúsculo durante o dia, posando para fotos com as amigas na piscina, rindo alto, mandando nos boys para pegar drinks. "Amor, traz uma água de coco pra mim, tá? Geladinha", pedia a Thiago com voz mimada, deitada de bruços na espreguiçadeira, empinando deliberadamente aquela bunda perfeita enquanto ele passava bronzeador. Thiago, o namorado bonitão e obediente, fazia tudo sorrindo, babando na namorada-troféu que exibia para os amigos como se fosse um carro zero. À noite, na festa com música alta e caipirinha rolando, ela dançava colada nele, marcando território, mas sempre com o celular na mão, checando quem curtia suas fotos.

O sobrinho de um dos amigos, Pedro, o nerd de 17 anos que também estava na casa, era o patinho feio do grupo: magrelo, pele clara queimando fácil, óculos grossos, sempre quieto num canto com um livro ou o celular. Ninguém dava bola pra ele — inclusive Larissa, que o tratava com um desdém educado.

Na primeira noite, depois que a festa acabou e todo mundo foi dormir bêbado, Larissa não conseguia pegar no sono. Vestiu uma saída de praia fina por cima do biquíni branco e desceu até a praia em frente à casa. A lua cheia iluminava tudo, a praia estava completamente deserta, só o barulho das ondas. Ela caminhava descalça na areia úmida, o vento batendo no cabelo, quando viu uma silhueta mais à frente, perto das pedras. Era Pedro, de short, mijando na água rasa, achando que estava sozinho.

Larissa parou a alguns metros, escondida atrás de uma sombra. Primeiro achou graça — "Que ridículo esse moleque" —, mas então ele terminou e virou um pouco de lado. Mesmo na penumbra da lua, ela viu. O pau pendurado, semi-flácido, era absurdamente grande. Grosso, longo, com uma cabeça gorda que balançava pesada. Larissa sentiu a boca secar de repente. Ficou ali parada, boquiaberta, o coração disparado, uma onda de calor entre as pernas. Nunca tinha visto nada parecido — Thiago era normal, os ex eram normais. Aquilo era... obsceno. Ela virou o rosto rápido, voltando correndo para a casa, mas a imagem ficou grudada na cabeça a noite inteira.

Na noite seguinte, um sabado, Larissa inventou uma desculpa — dor de cabeça — e disse que ia dar uma volta na praia para arejar. Todo mundo já estava meio bêbado ou dormindo. Ela desceu de novo, agora com um biquíni preto minúsculo e a saída de praia branca aberta, o corpo bronzeado brilhando sob a lua. Sabia que Pedro tinha o hábito de descer à noite para ler na praia, longe do barulho.

Encontrou-o sentado numa pedra, olhando o mar.

— Oi, Pedro... Não consegue dormir também? — perguntou ela, sentando-se ao lado dele com um sorriso que tentava ser casual.

Ele assustou, ajustando os óculos.

— Ah... oi, Larissa. É, tava meio quente lá em cima.

Ela riu baixo, cruzando as pernas de lado para exibir a coxa.

— Eu também. Essa casa fica lotada, né? Às vezes preciso de um ar.

Conversaram sobre coisas banais no início: a faculdade que ele queria fazer (engenharia da computação), os jogos que ele curtia, as viagens dela para Europa. Larissa estava mais doce que o normal, rindo das respostas tímidas dele, tocando o braço dele de leve.

— Você é bem quietinho no grupo, né? Mas até que é legal conversar contigo. Diferente desses caras que só falam de academia e carro.

Pedro corou, sem saber o que dizer.

— Valeu... eu não sou muito de festa mesmo.

Ela se inclinou um pouco mais, o decote generoso à mostra.

— Sabe... ontem à noite, eu desci aqui e... te vi. Na água.

Ele congelou, os olhos arregalados.

— Viu... o quê?

— Você sabe o quê — disse ela, com voz baixa, quase rouca. — Não precisa fingir. Eu vi você mijando. E vi... tudo.

Pedro engoliu em seco, vermelho até a raiz do cabelo.

— Desculpa, eu achei que não tinha ninguém...

Larissa mordeu o lábio, olhando fixo pra ele.

— Não tô brava, relaxa. Na verdade... fiquei impressionada. Muito impressionada. Nunca vi um negócio daquele tamanho. É... natural mesmo?

Ele gaguejou, sem conseguir olhar nos olhos dela.

— É... sim. Sempre foi assim.

— Quantos centímetros tem isso, Pedro? Me fala a verdade.

Ele hesitou longos segundos, a respiração acelerada.

— ... 22cm, Mais ou menos.

Larissa soltou um suspiro baixo, os olhos brilhando.

— Eita... 22 centímetros???, sério???. Eu vi que era grande, mas não imaginei isso tudo assim... Meu Deus.

- Você guarda segredo Pedro?

- Sim... Porque?

Ela se aproximou mais, a mão deslizando devagar pela coxa dele até acariciar o pau dele por cima da bermuda. Ao sentir o volume crescendo sob o tecido, ela murmurou:

— Nossa, Pedro...

Começou a bater uma punheta bem devagar por cima do pano da bermuda, apertando levemente, subindo e descendo com calma enquanto olhava nos olhos dele.

— Tá gostando? — perguntou ela, voz baixa e provocante.

— Sim... muito — respondeu ele, ofegante, a voz tremendo... E seu namorado?

— Relaxa, vai... ninguém vai ver a gente aqui. Você é tão tímido, mas tem um pau tão grande... isso me deixa louca.

— Larissa... eu nunca... quer dizer, ninguém nunca...

— Shh, eu sei. Deixa eu cuidar de você. Tá ficando tão duro... olha isso.

Ela libertou o pau dele da bermuda: 22cm grosso e cabeçudo, veias marcadas, a cabeça inchada e vermelha apontando pra cima. Larissa arregalou os olhos outra vez, escorreu baba de seus lábios ofegantes e continuou batendo devagar com as duas mãos agora — a mão dela não fechava ao redor da grossura. Pedro gemia baixo, até gozar forte, os jatos subiam mais de 1 metro no ar, a deixando ipinotizada, escorrendo entre os dedos dela... Era um líquido branco, espesso e grosso que parecia cola...

Ela se aproximou mais para ver de perto e foi atingida no olho direito e na bochecha...

Larissa espalhou o gozo pelo pau dele, lubrificando mais, e olhou pra ele com um sorriso safado.

— Porra, Pedro... que delícia de leitinho. Olha como você goza forte... Eu adorei isso. Agora me deixa te chupar?. Eu quero sentir esse pauzão na minha boca.

— Sério? — perguntou ele, ainda recuperando o fôlego.

— Sério. Eu preciso provar você.

Ela se ajoelhou na areia e pagou um boquete pra ele com vontade, engolindo o quanto podia, babando, gemendo abafado...

Derrepente ela diz: "goza na minha cara"!

Pedro segurava o cabelo dela, sem acreditar, até gozar forte na cara dela — jatos grossos e quentes que cobriram o rosto, pescoço, pingaram no cabelo.

Larissa, ainda ofegante, abriu os olhos e sentiu o volume.

— Porra, Pedro... Ela entrou em um transe sexual.

Enquanto tentava tirar a porra do cabelo com as mãos, esfregando na água do mar, eles continuaram conversando.

— Caralho, isso gruda pra porra — reclamou ela, rindo nervosa. — Meu cabelo tá todo embolado agora.

— Desculpa... eu não queria gozar tanto assim — disse Pedro, envergonhado mas ainda excitado.

— Relaxa, eu que pedi pra gozar na cara... mas olha o que você fez, seu safado. Tá impossível de tirar. Amanhã vou ter que inventar que entrei na água e o sal embolou tudo.

— Você acha que alguém vai perceber?

— Tomara que não. Mas valeu a pena... você é incrível, sabia? Nunca imaginei que um nerdinho como você tivesse um pau desses.

— E você... é linda demais pra isso.

— Shh, não fala assim. Só mais essa noite, tá? Nosso segredinho.

Ela correu pra água do mar pra tentar limpar, mas o sal só piorou tudo: a porra grudou mais, embolando no cabelo liso, virando uma massa pegajosa impossível de tirar dos cabelos. Ela esfregava desesperada, quase chorando de raiva.

— Merda, merda, merda! Como eu vou subir assim? Meu cabelo tá todo grudado de porra!

Pedro ajudou ela a entrar na casa sem chamar atenção: esperaram o momento certo, subiram devagar pelas escadas dos fundos, evitando os quartos onde os outros dormiam. Chegaram ao quarto dele, que era pequeno e no final do corredor.

Dentro do quarto, com a porta trancada, Larissa se ajoelhou de novo na frente dele.

— Me deixa te chupar mais uma vez, Pedro? Eu quero o seu leitinho na minha boca agora... me dá, vai? Goza pra mim, eu engulo tudo.

Ela começou o boquete devagar e caprichado: lambia da base até a cabeça, chupando as bolas com calma, depois engolindo fundo, forçando a garganta mesmo engasgando um pouco, os olhos lacrimejando enquanto olhava pra cima pra ele. Usava as mãos na base, torcendo levemente, babando muito pra deixar tudo molhado e escorregadio. Acelerava aos poucos, gemendo abafado, a boca esticada ao redor da grossura.

— Isso... me dá o leitinho, Pedro... eu quero engolir tudo... — pedia ela entre chupadas, voz rouca e suplicante.

Pedro gemia, segurando a cabeça dela, até gozar forte na boca dela. Larissa engoliu sem deixar pingar uma gota, lambendo os lábios no final.

— Hmm... delícia. Agora promete que isso fica em segredo, tá? Ninguém pode saber, nunca. Nem o Thiago, nem ninguém.

— Prometo. Juro.

A patricinha metida, com o rosto limpo mas o cabelo ainda lambuzado e impossível de arrumar, entrou no banheiro para se lavar e tirar toda a porra dos cabelos...

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