A porta do meu quarto se abriu, sem aviso, fazendo nosso coração parar... Pelo menos o meu, parou. O da Marília, a ruiva que estava sob o meu corpo, com o bumbum empinado, meu cacete caprichosamente encaixado na entradinha daquele túnel de prazer, rápida como uma relâmpago, subitamente desapareceu, correndo nua para o banheiro. Em um instante, eu estava sozinho na cama... e de pau duro.
Imerso ainda na escuridão, meu quarto presenciou um vulto caminhando decidido em direção à minha cama. Ela chegou pela lateral, se inclinou sobre a cama até chegar ao meu corpo nu, e esticando a mão perguntou:
- “Parece que eu acabei atrapalhando algo por aqui, né? Desculpe...”
- “Imagine, Pri...”, respondi, reconhecendo a voz grossa da Priscila. – “Você é sempre bem-vinda à minha cama...”, falei, sentindo o toque da sua mão no meu peito.
- “Mesmo quando eu atrapalho algo em andamento?”, ela falou, descendo a mão pelo meu ventre, e chegando ao meu pau, duríssimo, me causando uma arrepio.
A presença dela ali, naquela hora, me causou um embaraço, por mais que eu tentasse demonstrar o contrário. A Marília havia corrido para o banheiro, tentando se proteger das vistas da minha inesperada visita, e eu sabia que, por mais que a Priscila se sentisse frustrada e fosse embora naquela hora, a transa com a ruiva Marília estava arruinada. Pego no flagra, resolvi apostar para ver...
- “Nada que você não possa se juntar, fazendo ainda mais especial...”, falei, esticando a mão para o corpo da morena, e alisando sua cintura, logo descendo para a sua bunda arrebitada. Afinal, se ela estava lá, de madrugada, e segurando meu pau duro, eu também podia tirar minha casquinha!
- “Quem está escondida no banheiro, Marcos?”, ela perguntou, direta.
- “Curiosa...”, respondi, deslizando a mão por baixo do conjunto de pijama curto que ela usava, e tocando sua boceta por cima da calcinha. – “Porque a gente não iguala o jogo, e deixa você peladinha?”, falei, tentando puxar seu shorts fininho para baixo.
- “Pode até ser, mas depende de quem estiver ali...”, ela falou, se afastando de mim e abrindo a porta do banheiro.
A surpresa estampada no rosto de ambas foi, para mim, que assistia tudo de camarote, divertida. Como um espectador privilegiado, fiquei esperando a reação delas, que foi absolutamente a esperada.
- “Ai, meu Deus... Que vergonha...”, falou a Marília, enrolada em uma toalha.
- “Filha da puta sacana... Pagando de santinha, e se esbaldando nessa rola dura, né, sua vaca...”, falou a Priscila, divertida.
- “Ai... para, vai... Não é o quê você está pensando...”, seguiu a ruiva, em uma frase tanto ridícula quanto batida.
- “Ahhh, claro que não... Vai me dizer que você que estava comendo ele, e não o contrário...”, a morena respondeu, escrachada.
- “Opa, opa, opa... Ai tenho que me intrometer... Não era isso, não...”, falei, divertido, só para ser interrompido por elas.
- “O senhor cale a sua boca!”, responderam em uníssono, provocando uma gargalhada geral.
- “Safadinha... Eu podia apostar em qualquer uma dessas vadias da empresa, aqui, mas você, Ruiva...”
- “Aiiiii, Pri... Não sei o que deu em mim. É esse lance de estar todo mundo transando, e a gente, longe de casa...”, a Marília tentava se explicar, em vão.
- “Ah, para, menina... Não tô nem aí para estar perto ou longe de casa. Só quero aproveitar, e foda-se o resto.”, a Pri respondeu, direta como sempre. – “Aliás, a gente podia aproveitar, agora mesmo...”, ela falou, esticando a mão e puxando a toalha que envolvia o corpo da amiga, derrubando-a no chão e deixando a ruiva nua, em frente a ela.
- “Hã? O quê? Como ass.... HEY!!! PARA, SUA LOUCA!!!”, a Marília gritou, quando a toalha caiu. – “O quê você está fazen... Shhhhh... Para com isso... Aiiiiii...”
Sem o menor pudor, a Priscila levou sua mão para o meio das pernas da amiga, tocando sua boceta quente, enquanto levava a boca até o biquinho intumescido do seu seio. Fiquei olhando, admirado, o ataque da morena de cabelos negros contra a ruiva. A Marília seguia reclamando, em meio a uns gemidos entrecortados... Parecia que, por mais surpresa que ela estivesse com a atitude da amiga, ela não estava ‘desgostando’ daquilo, não.
- “Cacete, Pri... Uffffsssss... Ahhhhhh, ahhhhhhh... Nossa, meu, eu não... Shhhhhh, afffff...”, ela gemia, mais do que reclamava.
- “Filha da puta, safada... Pagando de santinha, e sentando na piroca dele, né?”, a Priscila, falou, empurrando a amiga de costas na cama, ao meu lado. – “Fala, vadia... Você gostou da rola dura dele? É boa, né?”, seguiu provocando, descendo a boca do seio dela em direção à sua barriga, primeiro, e ao seu ventre, em seguida.
A Marília descolou a bunda do colchão, indo de encontro a boca, lábios e língua da amiga baixinha. Esta por sua vez usou os dedos para abrir a boceta da ruiva, e esticando sua linguinha rosa, como uma serpente foi se embrenhando, tocando, provocando, experimentando e arrancando gemidos cada vez mais agudos da, agora, parceira de cama. Resolvi que eu estava muito de fora na brincadeira, e me ajoelhando próximo da cabeça da Marília levei meu pau até sua boca.
Ela não se fez de rogada, e abrindo bem sua boca engoliu a cabeça do meu pau, segurando sua base com a mão fechada ao redor dele. Logo a Priscila notou o movimento dela, com sua cabeça indo para frente e para trás enquanto me chupava, e parando por um momento a sua própria chupada nela, exclamou:
- “Ai sim, putinha... engole essa rola grossa... Você gosta, né?”, perguntou, e sem esperar resposta, voltou a atacar a boceta da amiga com sua língua devassa.
- “Isso não está correto.”, exclamei, após uns minutos daquele boquete aflito que a Marília me proporcionava. – “Você está vestida demais para a minha cama!”, decretei, interrompendo o boquete que recebia e indo para trás da Priscila que, de quatro na cama, seguia com a cabeça no meio das pernas da Marília.
Me ajeitando atrás dela, encaixei meu cacete no vão entre suas nádegas, e mesmo por cima do tecido do seu conjunto de dormir, senti sua maciez e forma redondinha. Ela deu uma gemida de aprovação, sem parar seu ataque à xoxota da Marília, enquanto eu me esfregava nas suas nádegas, provocando-a.
Parando o roça-roça atrás dela, meu pau estalando de duro novamente após termos sido interrompidos segundos antes de eu começar meu tão aguardado sexo anal após as duas namoradas terem ido embora, puxei a parte de baixo do conjunto da Priscila pelas suas pernas, a calcinha junto. Mesmo no escuro do quarto a sua pele alva revelou a forma redonda e convidativa das suas nádegas, me atiçando.
Ela ajudou a roupa sair, levantando uma perna de cada vez à medida que eu puxava as peças, e assim que ficou nua da cintura para baixo, afastou seus joelhos e empinou o bumbum em minha direção, em um gesto convidativo. Subi minhas mãos pelas suas coxas, até atingir sua bunda. Afastando ao máximo suas nádegas, expondo sua xoxota, aproximei minha boca dela por trás e, esticando a língua, percorri toda a extensão da sua boceta, lentamente, sorvendo seu sabor e arrepiando-a.
- “Ufffffffssss, Marcooooossss... Nussa, assim você me deixa tontinha...”, ela falou, voltando na sequência a chupar a Marília.
Voltei a mergulhar o resto no meio da sua bunda, cutucando sua boceta com a língua, beijando, chupando e dedilhando-a, fazendo-a toda hora parar de chupar a amiga para me incentivar a continuar o quê eu estava fazendo. Com ela entregue assim, gingando a cintura gentilmente na minha cara, não pude deixar de seguir em frente. Subindo minha boca um pouco mais, primeiro beijei, depois passei gentilmente a ponta da língua no seu botãozinho, provocando um arrepio nela, rapidamente mostrado na pele das suas nádegas.
- “Aiiiiii, caraaaaaaalho... Safaaaado!!!”, ela falou, antes de eu encostar a ponta do dedo sobre ele.
Seu cuzinho piscava, de ansiedade. Parecia querer engolir meu dedo, puxando-o para dentro. Muito lentamente comecei a pressioná-lo, provocando-a, fazendo-a sentir a expectativa da invasão, até começar a deslizá-lo para dentro e para fora do seu rabinho guloso. Ela gemia, chupando a amiga, e ao deslizar os dedos pela sua boceta a senti já totalmente molhadinha.
Fiquei de joelhos atrás dela, encaixado entre as suas pernas afastadas, e apontei meu pau para baixo, roçando a cabecinha na entrada da sua boceta, molhando-o. Querendo deixá-la ainda mais excitada, e ganhar uns pontinhos com isso, ajeitei-o entre seus grandes lábios e deslizei ele para dentro da xoxota quente e molhada. A invasão arrancou um gemido gutural dela, enquanto eu sentia o cacete ser envolvido pelo calor da sua xoxota.
- “Ahhhhhh, que rola dura, tesuda!”, ela falou, fazendo a Marília levantar a cabeça, interessada no que estava acontecendo ali.
- “BAM!!!”, um barulho enorme vindo da porta, assustou imediatamente os três, congelando-nos na posição em que estávamos. – “FILHO DA PUTA!!!”, veio o xingamento, seguido de outra pancada na porta, como se a pessoa do outro lado quisesse derrubá-la a força.
- “Caralho... é o Roberto, Pri?”, perguntei, interrompendo a transa recém iniciada. – “Você estava com ele?”, perguntei, surpreso em saber que a coisa com o rapaz houvesse evoluído ao ponto de levá-lo a um ataque de ciúmes com tamanha fúria.
- “Não!”, ela se apressou em responder, procurando sua roupa para se vestir, enquanto a Marília, assustada, fazia o mesmo. – “Depois da noite que chegamos, não rolou mais nada entre a gente...”, falou, me fazendo levantar a sobrancelha, duvidando dessa informação. – “Sério... Eu juro. Não sei por que diss...”, ela ia completar, quando uma outra voz entrou em cena.
- “Cuzão, eu vou te quebrar, viado...”, seguido de sons inconfundíveis de briga, com novas batidas na porta, mas não como alguém querendo entrar, e sim como corpos se chocando contra ela.
Vesti rapidamente uma bermuda, mandei as meninas para o banheiro e pedi para trancarem a porta, e não saírem de lá até que eu dissesse que estava tudo bem. Abri a porta e encontrei engalfinhados no chão do corredor o Roberto e o Paulão, em cena digna de uma luta de MMA. Felizmente estavam agarrados, e não com um deles dando porrada no outro, o quê com certeza seria um problema sério para o Roberto, muito menor do que o, agora ex, amigo.
Rostos assustados, que nem me preocupei em identificar, assistiam tudo, sem fazer nada. Com cuidado, e gritando um – “PAREM JÁ COM ISSO, CARALHO!!! SOLTA, SOLTA... PAREM OS DOIS, PORRA!!!”, e puxando o Paulão para dentro do quarto, fechando a porta atrás de mim, consegui separar os adversários.
Um falatório, xingamentos, gente chegando, perguntando o quê estava acontecendo, vozes femininas entrando no meio da conversa, tornaram a bagunça rapidamente uma zona generalizada. Consegui perguntar para o Paulão o quê havia acontecido, ele explicou algo sobre o Roberto dar em cima “da mina dele, enquanto ele dormia”, o quê foi uma surpresa para mim, porque até onde eu sabia os dois únicos ‘casais’ oficiais haviam ido embora no dia anterior, já. Mas... nessas horas...
- “Não importa, caralho... Não quero saber quem pegou quem, vocês dois estão loucos, porra? Quê que é isso... Vocês beberam, é?”, pergunta idiota da minha parte, já que TODOS haviam bebido, e para caramba, por sinal. Aliás, ainda bem... Estivesse razoavelmente sóbrio, e o nosso colega grandão ali na minha frente teria destruído o outro, muito menor.
Abri a porta, tentando botar ordem na coisa, pedindo para o pessoal voltar para os quartos, até porque eu precisava tirar as duas meninas do meu banheiro com razoável discrição. O Roberto havia sido levado até a sala, sentaram ele no sofá, e umas meninas pareciam cuidar dele. Rodinhas se formaram, aquele zum-zum-zum de palpites e fofocas começou, e passou-se meia-hora até que eu, a Ana e o Luís conseguíssemos dispersar a galera, depois que um aperto de mão com sorriso meio amarelo e jeito de “putz, kra, foi mals... não sei onde eu estava com a cabeça” acabou selando a noite, e finalmente o povo se dispersasse.
No meio da bagunça as duas meio que ‘apareceram do nada’, com as meninas ainda se dissolvendo. Alguém tirou um sarro da Priscila, dizendo que o shorts do pijama dela estava do avesso, ao que ela respondeu com um – “Claro... coloquei de qualquer jeito, assustada que estava!”, apenas para receber um – “E você dorme sem roupa, é?”, arrancando risos de todos, menos dela, que ficou da cor de um pimentão.
Felizmente todos foram embora para os quartos antes de perguntarem sobre o fato de “com quem ela estaria, já que o ficante estava dando em cima da garota de outro”. A manhã seguinte seria longa, e cheia de perguntas, pensei comigo, sozinho de novo na cama. Meia hora atrás eu tinha duas garotas naquela cama, ambas dispostas a fazer anal comigo. Agora, de novo, eu estava sozinho, com o pau na mão. Que merda.
A manhã veio com um sol forte, e mais um carro partindo precocemente para São Paulo. O Roberto, com cara muito envergonhada, pediu desculpas novamente ao Paulão, pediu desculpas a todo mundo, disse que não queria ter provocado aquele episódio, que havia sido efeito da cachaça, desculpas de novo, desculpas mais uma vez, e pegou o carro junto com o fiel escudeiro, Luís, e dizendo que era melhor ir embora, partiram para casa.
O clima ficou bem esquisito, mas as pessoas logo disseram que era melhor aproveitar o último dia no sítio, e aos poucos as coisas foram se ajeitando. Guardamos as coisas do café, o pessoal voltou para os quartos, mas logo a galera começou a aparecer na piscina para o último dia curtindo o sítio. As meninas foram se esticando ao sol, os rapazes se reuniram sentados na beirada da piscina, tentando não tocar no assunto da briga. Paulão nem apareceu lá fora, mas a Bárbara sim, o quê mostrava que ele seguia puto com ela por conta do lance com o Roberto.
Estrategicamente, mesmo sem combinar nada, eu e a dupla da madrugada Marília e Priscila evitávamos até olharmos um na direção dos outros. Mas...
- “Porra, mano... O Roberto veio para cá com aquele tesão moreno, que é a Priscila...”, um começou. – “Como foi deixar ela de lado, para ir para cima da tatuada da Sílvia, velho? Não entendo isso.”
- “Simples... Porque a menina não regula o fiofó!”, explicou, didático, o Luís.
- “Sério?” Mais alguém perguntou.
- “Sério, vá por mim... Sei do que estou falando.”, cravou um dos amigos da mesa de truco.
- “Mas você não estava ficando com a Bárbara?”, perguntei, entrando no jogo e tentando manter o foco da conversa longe o suficiente de mim e das meninas.
- “Que, só para constar, também não regula a retaguarda...”, ele seguiu, dando a informação que fez todos nós virarmos os pescoços em direção aonde a baianinha, deitada, colocava o bumbum para jogo.
- “E você sabe isso das duas meninas porque...”, eu provoquei, só para a ouvir a informação que queria.
- “Eu e o Paulão trocamos as meninas, uma hora...”, ele respondeu. – “E as duas são barba-cabelo-e-bigode...”, concluiu, vitorioso.
Os meninos comemoraram a informação como se fosse um gol do time de cada um. A empresa nunca mais seria a mesma, após essa informação valiosa, e eu mesmo já me vi olhando as duas passando pelos corredores e imaginando aqueles rabos convidativos empinados para cima.
O tempo foi passando, as bebidas recomeçaram a ser distribuídas, e logo parecia que todos haviam esquecido a confusão da madrugada. Com todo mundo mais animado, me permiti olhar com mais atenção para os corpos das meninas, minha mente processando imagens e informações. Os corpos das ‘recém-deduradas’ Sílvia e Bárbara, brincando na piscina, me lembravam o quanto eu queria comer uma bunda, e minha inveja da dupla Luís e Paulão era grande.
Depois, pensando no que quase acontecera com o Roberto, achei melhor nem olhar mais para a Sílvia, só por segurança. Vai que o grandão resolvesse perdoar a ficante, e reatar com ela...
Deitada de bruços na lateral oposta, bumbum apontado para cima, a Ana me lembrava o quanto eu chegara perto. Mas, dois tocos em um final de semana só era muito até mesmo para mim, que não me importava muito com os insucessos. Alguns metros além, a loiríssima Luciana acabou de lambuzar seu corpo delicioso, e deitou de barriga para cima.
Olhei com carinho suas coxas e a curva tentadora dos seus seios, e lembrei de nós dois na rede. Mais um toco nas minhas intenções de comer uma bundinha, para a minha coleção. Considerei se eu estava realmente perdendo o jeito com essa coisa. A dupla Marília e Priscila seguia dedicando a mim a mesma atenção que davam ao poste de luz mais próximo, mantendo as aparências de que “nada havia acontecido”, e eu resolvi que era melhor beber um pouco para mudar o foco.
Caipirinhas feitas, dessa vez sem ajuda nenhuma, e voltei para perto da piscina, reparando que umas nuvens pretas se avizinhavam. O povo atacou as caipirinhas e cervejas, esquecendo-se que ainda havia estrada no final da tarde para todos, na volta à São Paulo. Com muito calor, entrei na piscina para me refrescar. Olhei para a borda da piscina, e vi a Luciana, deitada caprichosamente na borda da piscina, braço esquerdo mergulhado na água, tostando ao sol.
Me aproximei sorrateiramente dela, tentando não chamar a sua atenção. Os meninos na beirada da água repararam o movimento, uns chamando a atenção dos outros. Ao lado dela, em um movimento calculado e rápido, deslizei um braço por baixo da curva do seu pescoço e o outro por baixo dos seus joelhos, levantando-a da beirada em uma fração de segundo e arrancando um grito agudo de susto dela.
- “Aaaaaaiiiiiii... Para!!! Para, me põe de volta...”, ela se batia, mexendo as pernas, com medo de cair na água.
- “Joga!!! Joga na água!!!”, os meninos e as meninas por perto gritavam, divertidos.
Fiquei rodando com ela na piscina, ela agarrada ao meu pescoço, tentando se manter fora da água, enquanto o pessoal gritava sem parar: - “ÁGUA!!! ÁGUA!!! ÁGUA!!!”. Já cansado de segurá-la no alto, e sem poder decepcionar meu público, mergulhei lentamente, fazendo o corpo dela tocar na água e ir afundando, tal qual um naufrágio, com ela se debatendo, me xingando de filho da puta e espirrando mais água para todo lado. A galera aplaudiu, divertida, enquanto ela pulava em cima de mim e me afogava.
Aos poucos, finalmente, ela se acalmou, e ficamos brincando juntos na água, enquanto o povo voltou a se espalhar. Fugindo do sol, encostamos em uma das beiradas da piscina onde alguém havia arrastado um guarda-sol, gerando uma sombra sobre o calor inclemente. Também era um ponto meio discreto, longe das vistas de boa parte das pessoas. Sai da água, peguei uma caipirinha ainda intacta, e voltei para o lado dela. Ficamos bebericando e falando bobagens, até que ela me pegou secando o vale entre seus seios.
- “Marcos, você está me secando...”, ela falou, mordiscando o canudinho.
- “Você precisa ser mais específica...”, respondi, já meio alto. – “Está falando dos seus seios gostosos, ou da sua boquinha fazendo peripécias com esse canudo aí?”, perguntei, provocando-a.
- “Hã? Esse aqui?”, ela falou, fazendo um biquinho e pondo boa parte do canudo na boca, tirando-o aos poucos, como se chupasse um picolé. Ou um pinto... – “Muito fininho...”, respondeu.
Enquanto ela seguia me provocando e, sustentando o meu olhar, esticou a língua e deslizou pelo canudo, de baixo para cima, me dando ideias mil e fazendo meu pau disparar embaixo da água. Eu já não estava para meias palavras, há muito tempo. Com os outros espalhados pelas espreguiçadeiras envoltos em suas próprias conversas, peguei o pé dela embaixo da água e puxei na direção do meu pau. Fiz ela sentir ele já duro, com a sola do pé, e o efeito foi imediato:
- “Maaaarcos... Seu safado!”, disse, puxando o pé após alguns segundos, e substituindo-o pela mão. Deslizou a mão pela extensão dele, por cima da bermuda, chegando mais perto de mim. – “Assim me deixa com vontade.”
- “Então... se ele está assim, imagine só a vontade que EU estou!”, falei, esticando a mão para a cintura dela, o toque com sua pele lisinha me atiçando ainda mais.
- “Tô sabendo...”, falou, rindo, e com isso confirmando que naquele sítio de fato não havia segredos que durassem muito. Bem, ela e a Priscila eram amigas e confidentes, afinal de contas... Não havia nada que eu pudesse fazer para evitar isso.
- “Nesse caso não preciso enrolar você... A gente podia ir lá para dentro, enquanto todo mundo está aqui fora.”, propus, sem o menor rodeio, descendo a mão pela sua bunda e alisando a sua coxa.
- “Sossega, garoto...”, ela falou, se afastando um pouco do meu corpo. – “Não vou lá apagar o fogo que as meninas começaram, não.”, definiu, me mostrando que, de fato, eu me jogara cedo demais para cima dela. – “Além do mais você sabe que eu não faço o quê você queria fazer com elas...”, disse, acabando de jogar o balde de gelo sobre minha cabeça efervescente (as duas, no caso).
Ela voltou ao copo de caipirinha, a linguinha ainda brincando com o canudo, como que mostrando que, embora não fosse cair na minha cantada tão fácil, seguia no joguinho de provocações. Pensei rápido e entrei no jogo dela.
- “As meninas são as meninas...”, comecei. – “Talvez minha vontade agora, com você, fosse muito diferente do que você está imaginando...”, lancei a dúvida, olhando sutilmente ao redor para ver se o pessoal continuava entretido nas suas conversas. Alguma coisa despertou minha atenção, mas não consegui registrar ao certo o quê era.
- “Opa... É mesmo? Olha... eu não confio em você, nem um tiquinho, sabia?”, falou, já claramente altinha. – “O quê você faria comigo, Marcos?”, perguntou, aproximando-se do meu ouvido, de maneira pouco discreta, confirmando minha percepção de que ela estava meio bebinha já. Igual eu, aliás.
Por sorte, o guarda-sol estrategicamente puxado para a beira da água era meio baixo, e a sombra projetada por ele nos tirava um pouco de evidência. Puxei a mão dela em minha direção, deixando-a bem rente à água, longe de olhares indiscretos. Curiosa, ela ficou olhando meu movimento. Gentilmente afastei os dedos indicador e médio da mão dela, formando um ‘V’. Com ela me olhando com seus grandes olhos verdes, estiquei a ponta da língua e acariciei a pele na base do ‘V’, provocando uma descarga e um choque nela, que não esperava aquilo.
Olhei nos olhos dela, a pele do seu braço arrepiada, e fechando os olhos deslizei a língua safadamente entre a base e o início dos seus dedos, simulando uma chupada. Ela soltou um “Shhhhhh...” baixinho, e outro quando me aproximei do corpo dela e estiquei a mão para a sua xoxota, tocando-a por cima do biquini enquanto sussurrava um: - “Imagine minha língua aqui...”
Sem se preocupar com quem estava olhando, ela grudou seu corpo no meu e beijou minha boca, colocando sua língua para duelar com a minha. Embaixo da água nossas mãos exploravam o corpo um do outro, quando um barulho assustador nos trouxe de volta a realidade:
- “BRRRUUUUUMMMM!!!”, o som parecia o de um bombardeio, interrompendo nosso beijo. O povo todo ao redor da piscina começou a correr, agitados, enquanto uma chuva de verão despencou sem aviso sobre o sítio. Era isso, as nuvens negras sobre nós, que havia despertado minha atenção, mas eu não havia dado bola. Dentro da piscina a Luciana ignorou as pessoas correndo, e voltou a me beijar, enfiando a sua mão dentro da minha bermuda e agarrando meu pau.
Bem, se ela, que tinha namorado em São Paulo e portanto uma imagem a zelar, não estava muito preocupada com a possibilidade (baixa naquele corre-corre, é verdade) de alguém nos ver, não seria eu interromper aquela coisa gostosa. Deslizei minha boca pelo seu pescoço e mergulhei no vão entre seus seios, beijando, passando a língua e chupando sua pele, até puxar o biquini para o lado e liberar o acesso ao biquinho do seu seio, totalmente arrepiado.
Em poucos minutos não havia mais ninguém na área da piscina, a não ser nós dois, dentro da água, razoavelmente protegidos pelo guarda-sol, que agora fazia as vezes de guarda-chuva. Como a casa ficava vários degraus mais alta que a piscina, estávamos cobertos e longe dos olhares discretos do povo que, a bem da verdade, devia agora estar largado nos sofás bebendo, ou tomando banho para se esquentar.
Alisei sua bunda redondinha, fazendo meu pau dar um pinote na mão dela. Deslizei a mão para dentro do seu biquini, alisando suas nádegas, enquanto seguíamos nos beijando. Alterada pelo tesão ela puxou minha bermuda para baixo, liberando meu pau para sua mãozinha acelerada. Segui o seu exemplo e abaixei seu biquini, liberando o acesso para a sua xana. Mesmo dentro da água senti ela lubrificada assim que deslizei o dedo para denrro dela.
Ela mordia meu ombro, enquanto me masturbava como conseguia embaixo da água, sem soltar meu cacete. Com ela agora nua da cintura para baixo, deslizei uma mão pela sua bunda e outra pela frente, atacando sua boceta enquanto um falava putarias no ouvido do outro:
- “Uffsssss... que rola gostosa... durinha assim, grossa... Afe, que vontade de por ela na boca...”, ela falava, mordendo minha orelha.
- “Eu também queria por a boca nessa xoxota tesuda... Hmmmm, que delícia... Você está quentinha... Pensa na minha língua brincando aqui... Assiiiimmmm...”, eu ia respondendo, masturbando ela com dois dedos, em movimentos circulares.
Ela afastava as pernas, para facilitar para meus dedos, e mexia a cintura para frente e para trás. Aquilo era provocação demais. Pisei no biquini dela, até então preso nas pernas perto do tornozelo, e o empurrei para baixo, soltando sua perna. ( - “Seu louco... Está me deixando pelada aqui! E se aparece alguém?”), ela perguntou, ao que eu respondi com um ‘Foda-se... agora eu quero comer você, de qualquer jeito’, falei, puxando uma perna dela de cada lado do meu corpo, e apontando o cacete duro para a sua xoxota.
Transar dentro da água é sempre difícil, a lubrificação da garota fica obviamente prejudicada, mas o tesão era grande demais. Fui ajeitando, empurrando, com calma mas sem desistir, e ela foi se ajeitando sobre meu pau. Com algum custo venci a resistência inicial, e meu pau deslizou para dentro da boceta dela.
- “Ahhhhhhh... Shhhhhhhhh, cacete... Ai, seu maluco, filho da puta... Mete, viado... mete... Uhhhhhhhh, delíííícia... Assiiiiiimmmm.”, ela começou a gemer, alto demais.
- “Fica quieta, sua louca...”, falei, grudando minha boca na dela, querendo abafar os sons.
A chuva caia forte ao nosso lado, conosco muito mal protegidos embaixo do guarda-sol, mas no ritmo que ela gritava logo alguém acabaria percebendo. Coloquei minhas pernas, firmadas no fundo da piscina, entre as pernas dela, e puxando-a de encontro a mim, uma perna de cada lado do meu corpo, logo metíamos cadenciadamente. Estiquei a mão para trás do seu corpo, alisando sua bundinha empinada, aumentando ainda mais o nosso tesão.
- “Ahhhh... Ahhhhhh... Hummmmmmm... Vai, assim... Gostoso, mete gostoso... Me dá esse caralho duro... ahhhhhhh...”, ela pediu.
- “Vem, loira... Uffffff, bocetinha gostooosa!”, eu respondi, puxando-a pelas nádegas para junto de mim.
- “Hmmmm...”, ela falou, segurando meus lábios e beijando minha boca. – “Você gosta dela, é?”
- “Adoro sua boceta!”, respondi, sincero.
- “Tá vendo só... Nem precisa ficar me pressionando para comer minha bundinha!”, ela provocou, mordendo meus lábios.
- “Adoro sua bocetinha, mas ainda quero DEMAIS comer seu cuzinho...”, falei, aceso pela provocação dela, deslizando meu dedo médio pelo seu rego e roçando seu ânus.
- “Pode esquecer...”, ela falou, voltando a se mexer sobre meu colo, subindo e descendo lentamente sobre meu cacete. – “Não deixo nem meu noivo fazer!”, falou.
- “Mas não é para deixar, mesmo...”, falei, chamando a atenção dela, que parou de se mexer e virou o rosto para mim, confusa. – “Noivo é só para fazer aquele amorzinho morno, virar para o lado, e dormir... Sexo anal é paixão, é putaria, é safadeza...”, expliquei, puxando as pernas dela ao redor do meu corpo, meus braços embaixo dos seus joelhos, aproveitando a água para sustentar o corpo dela. – “Anal é coisa para fazer com o amante!”, decretei, deslizando a mão por baixo d sua bunda e roçando a ponta do dedo no seu ânus.
- “Ahahahah... tá doido, né?”, ela falou, prestando atenção no meu discurso. – “Não vou fazer com meu noivo, e vou fazer com você? Você não existe, Marcos...”, ela falou, abraçando meu pescoço e jogando o corpo para trás, mexendo a cintura para frente e para trás engolindo meu pau. – “Agora fica quieto, e me come...”, falou, fechando os olhos.
Aproveitando as pernas dela trançadas ao redor da minha cintura, usei as duas mãos para segurá-la pela cintura, e meti com vontade nela por cerca de cinco minutos, sentindo a excitação dela crescendo. Voltei a carga:
- “Você acha que eu não existo, é?”, provoquei-a, saindo de dentro dela e, fazendo ela ficar de pé na piscina, empurrei-a de encontro à parede da piscina, me ajeitando atrás dela. – “Vou mostrar para você que eu existo, sim...”, falei, abraçando o corpo dela, roçando meu cacete duríssimo nas suas nádegas, e deslizando ambas as mãos para a frente do seu corpo, uma apalpando seu seio, e a outra dedilhando sua boceta.
- “NÃO! Seu doido, já disse que não vou dar a bunda para você... Para, teimoso!”, ela reclamou, aflita.
- “Relaxa, Lu...”, falei, levantando a sua perna direita e ajeitando meu cacete na sua xoxota, por trás... – “Você vai dar essa bunda maravilhosa para mim, sim, mas não vai ser hoje...”, falei, brigando novamente com a água para deslizar minha pica para dentro dela.
- “Vou nada... Aiiiii... Ufffssss... Ahhhh, ahhhhh, ahhhhh... põe... mete... assim, mete.”, ela gemeu, excitando-se de novo, meu corpo se chocando com suas nádegas firmes.
- “Que bundinha gostosa...”, falei, olhando para baixo e vendo sua pele branquinha, ainda mais clara por conta da água. – “Você gosta assim, não gosta, loira? Usar essa bundinha linda para me provocar, me deixar tarado!!!”
- “Mete... põe tudo... Rola dura, grossa... gostosa... mete... ahhhhh... ahhhhhhh, não para!”
- “Ufffssss... Tesão!”, falei, puxando-a de encontro ao meu corpo, meu cacete mergulhado inteiro na sua xoxota quente. – “Caralho, Lu... Como você é gostosa... Mexe essa bundinha deliciosa, mexe... Hmmmmm, que delícia de rabo.”
- “Hmmmm... Ufffssss... Mete, mete mais... põe tudo!”
Dando um passo para trás, levantei as pernas dela, encaixado no meio delas. Ela se segurou na beirada da piscina, surpresa, enquanto ficava na horizontal, à minha frente. Segurando-a pelas pernas abertas, ao lado do meu corpo, segui metendo profundamente nela. A posição era inusitada, e aquilo parecia excitá-la cada vez mais. Ela começou a gemer cada vez mais alto, e aquilo começou a me preocupar. Voltei as pernas dela para baixo, grudando-a novamente contra a parede da piscina.
- “Delícia!!! Você sabe que vai dar essa bundinha para mim, não sabe?”, sussurrei junto ao seu ouvido, alisando sua nádega, enquanto metia nela.
- “Para... Safado!”, ela gemeu, sem parar de empurrar o corpo para trás.
- “Um dia você vai dar esse cuzinho apertado para o seu noivo...”, fui falando, sem parar de meter. – “Em uma viagem para Paris... Como um presente para ele...”, continuei.
- “Ahhh... Ahhhhh... Para... Uffssssss, tesããããão!!!”
- “Ele vai gostar, porque você vai fazer tudo direitinho... vai ficar de quatro na frente dele, fazer de conta que é a primeira vez...”
- “Para caralho... ahhhh... ahhhhh... ahhhhhhh... Mete...”
- “Mas não será a primeira vez... Uffssss, tesuda... Sente meu corpo batendo na sua bundinha, gostosa...”, falei, esfregando minha pélvis nas suas nádegas. – “Não vai ser a primeira, porque nós dois vamos fazer anal muito antes disso. Ahhh, tesuda!!!, falei abraçando seu corpo com uma mão no seu seio, e outra na sua xana. – “Fala para mim, loira... Fala, tesuda... Fala que nós vamos fazer anal, fala... Que você vai dar esse cuzinho gostoso para mim...”
- “Nã-ã-ãooo... Ahhhhh... Caralho, mete... mete... Ahhhhh... Ahhhhhhh... Uhmmmmmmmm... Ufffsssssssssss... Caraaaaaalhoooo... Ahhhhhhhhhhhhhhh!”, e assim, sem o som da chuva para acorbetar, já que ela havia parado, a loirinha gozou forte na piscina, comigo cravado em sua boceta.
- “Fala...”, voltei a provocar, uns minutos depois do orgasmo dela, ainda com o pau duro dentro dela.
- “Viado...”, ela falou, antes de virar o rosto e me beijar. – “Eu vou ‘tentar’... mas não promet...”, ia falando, quando eu soquei o pau de novo dentro dela, perguntando ‘Vai tentar o quê?’, ao que ela respondeu, sorrindo: - “Vou tentar dar a bunda para você, seu tarado gostoso!”
Sai de dentro dela, meu pau absurdamente duro. Ela se virou e segurou meu pau, mexendo nele.
- “Essa rola me tira do sério, sabia?”, falou, começando a me masturbar. – “Você não gozou...”
- “Sacanagem gozar na piscina que todo mundo vai usar...”, falei, sem pensar.
- “Kkkkk... Como eu falei, você não existe Marcos.”, ela falou, antes de pedir. – “Pega o meu biquini, no fundo da piscina, por favor...”.
Quando eu entreguei a peça para ela, ao invés de vesti-la, ela se aproximou de mim e sussurrou junto ao meu ouvido: - “Como você foi um bom menino... aliás, um menino ótimo, eu resolvi te dar um presentinho...”
Ela se aproximou de mim, pegou minha mão, levou para a sua bunda. Depois, ficou de costas e esfregou a bunda no meu pau. Minha mente disparou, cenas vindo à tona, meu tesão gritando. Aproximando-se da borda da piscina, de maneira totalmente sensual ela apoiou as mãos na beirada e ergueu seu corpo, saindo da piscina. Só que ao fazer isso, empinou o bumbum em minha direção, me dando uma visão privilegiada do seu rabo. Meu pau socou meu estômago, embaixo da água.
Assim que saiu da água, ela ainda engatinhou, de quatro, bumbum empinado. Vestiu-se, finalmente, e voltou para perto da piscina, comigo atônito com aquele showzinho particular sob o sol da tarde, que voltara a brilhar. El afalou:
- “Então, gatinho... Na próxima vez que você transar com a Pri, e comer a bunda dela, porque eu sei que você vai fazer isso, lembra de mim... Pensa que você está fazendo isso comigo!”, falou, dando uma piscada. – “Ai você vai se preparando para quando chegar a nossas vez...”
- “Caraaaaaalho, Lu...”, balbuciei.
- “...de ‘TENTAR’, vamos deixar bem claro.”
- “Porra, loira... não fode com a minha cabeça.”, falei, de modo meio desesperado, imaginando a(s) cena(s).
Ela foi caminhando em direção a casa, sensualmente, com meu olhar travado no traseiro dela. Dos degraus que levavam à casa, ela gritou:
- “Marcos... Chumbo trocado não doi!”