~ Conto para o DESAFIO PIRATA 2 - MÚSICA
~ Música escolhida: FIXAÇÃO (KID ABELHA)
********************************************
Paula era uma jovem de 20 anos, típica ninfeta, o corpo magrinho mas com curvas que chamavam atenção onde quer que passasse. Peitinhos pequenos e firmes, bundinha empinada que balançava nas saias curtas, cabelos longos castanhos caindo até a cintura.
Ela estudava história na faculdade, mas o que realmente ocupava sua mente há um bom tempo era o professor João, um homem de 34 anos, forte, alto, com braços que marcavam as camisas sociais, barba rala e um olhar sério que fazia as alunas babarem. Paula não era diferente das demais. Na verdade, ela era bem pior.
Tudo começou na primeira semana de aula. João entrava na sala, começa a falar com a sua voz grave explicando sobre revoluções do passado, e Paula sentia um calor subir entre as pernas. Ela cruzava as coxas com força, imaginando aquelas mãos fortes apertando sua cinturinha fina. Dali em diante, João virou sua obsessão. Fixação total.
Em casa, sozinha no quarto, Paula não conseguia parar de pensar nele. Fechava os olhos e imaginava o rosto dele, perfeito em cada detalhe. Mudava de posição na cama, mas ele perseguia seus pensamentos. “Minha assombração”, ela murmurava, olhando uma foto dele no celular, que tinha tirado escondida durante uma aula. Beijava a tela, lambia, imaginando que era a boca dele. “Ai, professor. Te falo umas bobagens... E você me pune, me fode, me rasga… Aai!”
Ela se tocava quase toda noite pensando nele. Deitava de bruços, empinando a bundinha, deslizava os dedinhos pela calcinha até achar o grelinho excitado. Esfregava devagar no começo, gemendo baixinho: “João ... me come, por favor…”. Aumentava o ritmo, enfiando dois dedos na bucetinha molhada, rebolando como se estivesse cavalgando o pau dele. Gozava forte mordendo o travesseiro pra não acordar os pais, o corpinho enfraquecida acalmando aquela tentação, mas no dia seguinte a fixação sempre voltava mais forte.
Na faculdade, depois de uma tempo, Paula começou a fazer de tudo pra chamar atenção do professor. Usava saias cada vez mais curtas, blusinhas decotadas que mostravam os peitinhos arrebitados sem sutiã quando se inclinava.
Certo dia, sentou na primeira fileira, abria ligeiramente as pernas quando ele passava, exibindo parte da sua calcinha pra ele. João notou, claro. Seus olhos desciam rápido pras coxas dela, mas ele disfarçava continuando a aula. Mas Paula viu o volume crescer na calça dele, e isso deixou ela louca. “Só preciso de uma chance de tocar em você…”, ela pensou.
Uma tarde, depois da aula, ela ficou pra tirar uma dúvida. A sala vazia, só os dois. Paula se aproximou da mesa dele, inclinando o corpo pra frente, exibindo os peitinhos na folga da blusa.
— Professor, eu não entendi direito uma coisa sobre a revolução francesa... pode me explicar de novo?
João olhou pra ela, vendo seus mamilos arrebitadinhos por dentro da blusa e pigarreou tentando disfarçar.
— Claro, Paula. Senta aqui do lado e me fala exatamente qual seria a dúvida.
Ela sentou na cadeira ao lado, encostando a coxa na dele de propósito. Inventou qualquer coisa pra que ele lhe explicasse outra vez. Enquanto ele explicava, Paula passava a mão na própria perna, subindo devagar a saia exibindo as coxas quase inteiras. João parou no meio da frase, ficou os olhos na calcinha branca que aparecia.
— Paula... o que você tá fazendo?
Ela sorriu mordendo o lábio, toda safada.
— Nada, professor... só tô com calor.
Ele respirou fundo, tentando se controlar. Mas Paula não parou. Levou a mão até o volume na calça dele e acariciou devagar.
— Paula…!!!
— Toda noite eu me toco pensando no seu pau me arrombando. Agora sei que você também me deseja.
João gemeu baixo, mão dele subindo pela coxa dela.
— Isso é errado, Paula. Você é apenas minha aluna.
— Foda-se o errado. Me come aqui mesmo, professor. Eu preciso do seu pau dentro de mim agora!
João até tentou, mas não aguentou. Cedeu a tentação da aluna ninfeta. Puxou ela pro colo e deu um beijo quente e molhado de língua. Paula rebolava sobre o volume duro dele através da calça. Ele apertou a bundinha dela com as suas mãos grandes e subiu a saia até acima da cintura.
— Sua putinha safada... me provocando todas essas semanas.
— Sim, professor... sou sua putinha e você é minha fixação. Me usa!
João levantou com pressa e trancou a porta da sala. Voltou cheio de fome e jogou ela em cima da mesa, abrindo as pernas dela com força. Afastou a calcinha dela pro lado e viu a bucetinha lisinha, já molhada e inchada.
— Olha isso... toda molhadinha pra mim.
Enfiou dois dedos de uma vez e ficou bombando rápido. Paula gemia e seus peitinhos balançavam.
— Aí, professor! Isso… assim... mais forte!
Ele chupou os mamilos dela, depois mordeu, enquanto metia os dedos sem piedade. Paula não aguentou esperar a penetração e gozou esguichando na mão dele.
— Que bagunça você fez na sala agora, hein, aluna danada!
— Ai, professor… vai castigar sua aluninha de joelhos?
— Estou tentado a isso mesmo.
Ela desceu da mesa e ajoelhou no chão. Abriu a calça, o pau grosso do professor pulou pra fora com as veias inchadas e a cabeça vermelha brilhando. Paula lambeu da base até a ponta e começou a engolir o máximo que conseguia. Babou ele todinho ao mesmo tempo que usava a mão pra punhetar.
— Que pau delicioso, professor... tão grosso... vai me rasgar todinha.
João segurou os cabelos dela e começou a meter na sua boquinha.
— Chupa, aluninha safada... engole tudo.
Ela mamava com vontade, fazendo garganta profunda. Os olhinhos dela, lacrimejando, olhavam pra ele. João tirou o pau da boca dela todo molhado de saliva.
— De quatro na mesa. Agora!
Paula obedeceu. Empinou a bundinha com a saia levantada. João esfregou o pau na entrada da bucetinha dela, provocando.
— Isso, professor…
— Pede, Paula. Implora pelo que você tanto deseja!
— Me come, professor! Enfia esse pau todinho em mim! Me rasga inteira!
Ele empurrou o pau grosso de uma vez esticando a bucetinha dela. Paula gritou de dor e prazer. Principalmente de prazer.
— Caralho! Que delícia... tão apertadinha.
O professor começou a socar forte, apertando a cintura fina dela com as mãos. A mesa velha rangia e alguns livros caíram no chão. Paula rebolava pra aprofundar as estocadas de João e gemia sem parar.
— Mais forte! Me fode como uma putinha!
João acelerou a metida, o pau entrava e saía rápido e as bolas batiam na bundinha contra ela.
— Você é uma tentação, Paula... essa bucetinha está me enlouquecendo.
Virou ela de frente, segurando as pernas dela e voltou a meter fundo. Os dois suavam e se olhavam nos olhos.
— Goza pra mim, professor... enche minha bucetinha de porra!
Foi ouvir a voz delicada e safada de Paula pedindo aquilo que João não conseguiu aguentar mais nem um minuto. Socou fundo mais algumas vezes e jorrou quente dentro dela. Ficou parado alguns minutos com o pau pulsando dentro da bucetinha dela, esperando recuperar um pouco da energia.
Os dois arfavam com os corpos colados. João beijou a testa dela.
— Isso foi muito errado, muito mesmo… mas não pode parar aqui.
Paula sorriu enquanto sentia a porra escorrendo pelas coxas.
— Claro, professor. Você é minha eterna fixação.
Depois daquela tarde, as aulas viraram só um pretexto. Paula ia pro apartamento dele toda semana, se entregando de tudo quanto era jeito que podia. De quatro no sofá, cavalgando no chão, chupando no carro. Fixação total, obsessão que não acabava. E nenhum dos dois queria que aquilo acabasse.
~ FIM!
*****************************
É a primeira vez que participo de um desafio. Espero que gostem do conto. Se sim, comentem e votem. Se não, pode comentar do mesmo jeito kakak... Abraço do Raffa!
