No mesmo dia, durante o almoço, Suzy estava na copa da concessionária, tentando comer algo em pé, pois sentar era impossível com o cu ainda ardendo e latejando de dor. Cada movimento era uma lembrança dolorosa daqueles 29cm que a haviam esticado ao limite. *Meu Deus, como dói... parece que ele me deixou aberta pra sempre. E o pior é que todo mundo ouviu. Sinto os olhares, os sussurros. "Ai meu cu!" ecoando na minha cabeça. Que humilhação... mas por que parte de mim sente um arrepio ao lembrar?*
Seu telefone vibrou – uma mensagem de Alan: "Vem pra minha sala agora. Preciso falar com você."
O coração dela acelerou, uma mistura de medo e algo mais, uma faísca inexplicável de excitação. Ela subiu as escadas devagar, mancando levemente, o vestido ainda colado ao corpo suado. Bateu na porta e entrou, fechando-a atrás de si.
Alan estava atrás da mesa, parecendo mais relaxado que o habitual, sem o ar predatório de sempre. Ele a olhou de cima a baixo, notando o desconforto dela.
– Senta aí, Suzy – disse ele, apontando para a cadeira em frente.
– Prefiro ficar em pé... – murmurou ela, corando, o cu pulsando só de pensar em pressionar contra o assento.
Ele assentiu, entendendo perfeitamente o porquê. – Olha, eu peguei pesado com você hoje. E ontem também. Foi demais, eu sei. Você gritou tanto... não era pra ser assim. Eu vou te deixar em paz. Apago as fotos, juro. Não vou mais te forçar a nada.
Suzy piscou, surpresa. *Ele tá falando sério? Depois de tudo isso, vai me soltar? Parte de mim aliviada... mas outra parte... o quê? Sente falta? Não, isso é loucura. Ele me rasgou, me humilhou. Mas aquele pau... aquele gozo...*
– Sério? Você vai apagar mesmo? – perguntou ela, voz tremendo.
– Sim. Mas... só uma última coisa. Um boquete final, bem caprichado. Pra eu me despedir direito dessa boca quente. Depois, estamos quites.
Ela mordeu os lábios e expressou involuntariamente um sorriso satisfeito com ar de puta que queria muito mamar... *Por que eu tô considerando? Ele me deu uma saída. Mas... o sabor dele. Aquele esperma grosso, quente, salgado... ontem, quando escorreu na minha boca, eu engoli sem pensar. Foi nojento no começo, mas agora... tô salivando só de lembrar. Meu Deus, tô me viciando nisso? No sabor do gozo dele?*
– Tá bem... só isso. E você apaga as fotos na hora – concordou ela, ajoelhando-se devagar entre as pernas dele, ignorando a dor no cu.
Alan abriu a calça, o pau já semi-duro saltando para fora. Suzy o pegou com as duas mãos, admirando o tamanho mesmo que doesse lembrar. *É monstruoso... mas delicioso. Vou caprichar, pra acabar logo. Ou... pra saborear mais?*
Ela começou lambendo a base, subindo devagar pela veia pulsando, circundando a cabeçona com a língua, sugando levemente o pré-gozo que já escorria. A cabeça era tão grande que mal cabia na boca dela – ela abria ao máximo, as bochechas esticando ao limite só para acomodar a ponta inchada, sem conseguir engolir mais que isso. Usava as mãos para masturbar a base grossa enquanto lambia e chupava a cabeça com fome, alternando ritmos – devagar e profundo na ponta, depois rápido e raso, lambendo as bolas pesadas em seguida, a boca sempre lutando contra o tamanho impossível.
Várias vezes Alan gemia alto, o pau latejando forte, prestes a explodir, e ele a interrompia, puxando a cabeça dela para trás, batendo com o pau no lindo rosto dela, chamandoba de puta boqueteira gostosa e respirando fundo para se controlar. – Porra, para um pouco... senão gozo agora. Continua devagar.
Suzy obedecia, voltando a lamber devagar, os olhos lacrimejando de esforço só para manter a cabeça ali dentro, mas o tesão crescendo cada vez mais. *O cheiro dele... o sabor salgado misturado com suor. Tô molhada de novo. Por que isso me excita tanto? Admito... tô viciando no gozo dele. Quero sentir ele jorrando na minha boca, enchendo tudo.*
O boquete durou bem mais que uma hora, com várias interrupções para ele se segurar, a boca dela dolorida de tanto esforço, cheia de saliva e pré-gozo acumulado. Finalmente, Alan avisou:
– Vou gozar... tira a boca, quero cobrir você toda.
Ela obedeceu, abrindo a boca e esticando a língua, as mãos ainda masturbando rápido. O primeiro jato veio forte, acertando o rosto dela – grossos fios brancos no nariz, bochechas e testa. Ele mirou nos cabelos pretos, encharcando-os, depois no decote, mas focando no rosto: olhos, boca, queixo, tudo coberto por uma camada espessa de esperma quente e pegajoso. Era tanto que escorria como uma máscara, grudando nos cílios, pingando no chão.
– Caralho... olha pra você, toda coberta. Perfeita – riu ele, espirrando os últimos jatos na boca dela e a mandando engolir.
Suzy olhou através da gosma, sentindo o cheiro forte, o sabor na língua quando lambeu os lábios involuntariamente. *Meu Deus, tô uma bagunça. Coberta de porra dele... mas o sabor... admito pra mim mesma: tô viciada nisso. Quero mais. É grosso, quente, salgado... me faz sentir suja e excitada ao mesmo tempo.*
Alan pegou o celular, mostrou deletando as fotos na frente dela. – Pronto. Livre.
– Obrigada... mas agora, posso tomar um banho no banheiro daqui? – pediu ela, o rosto ardendo de vergonha, mas o corpo ainda formigando.
– Claro, vai lá – respondeu ele.
Ela foi para o banheiro anexo – um chuveiro simples para emergências. Lavou o corpo todo, os cabelos, tentando remover cada traço do esperma, mas o cheiro persistia na mente. *Ele tá sendo gentil agora? Ou é só pra me conquistar? Não importa... tô aliviada. Mas por que sinto um vazio?*
Saiu do banho enrolada em uma toalha, vestindo o vestido de novo e voltando ao trabalho.
No final do espediente, Alan se surpreendeu ao chegar no estacionamento e encontrar Suzy o esperando no carro...
Suzy - Me da uma carona? Vc sempre passa em frente ao prédio que moro...
Alan - Claro, vamos...
No caminho, o silêncio era pesado, mas Suzy olhava para ele de soslaio, notando o volume. *Ele tá duro de novo? Depois de tudo? E eu... tô sentindo falta já? Não, para com isso, Suzy. Mas o sabor... admito, tô viciando no gozo dele. Quero provar mais uma vez, por vontade própria.*
Quando chegaram ao prédio dela, Alan parou o carro exatamente em frente à portaria, onde a luz do poste iluminava o interior do veículo. Eles ficaram ali conversando por alguns minutos – sobre o trabalho, sobre nada importante, mas o ar estava carregado de tensão sexual. Suzy sentia o pau dele endurecendo de novo só de olhar para ela.
– Alan... antes de eu descer... quero te chupar uma última vez. Por mim – pediu ela de repente, voz rouca, inclinando-se sobre o console e abrindo a calça dele com urgência.
*Por que tô fazendo isso aqui, bem na frente do prédio? O porteiro pode ver... mas eu quero. Quero o pau dele na boca, o gozo me cobrindo. Tô viciada pra caralho no sabor desse esperma. Grosso, quente... me vicia como uma droga.*
Ela chupou com mais fome que antes, lambendo fundo a base, circundando a cabeça enorme com a língua, forçando a boca ao limite para acomodar só a cabeçona – que mal cabia, esticando tudo, sem conseguir engolir mais –, as mãos apertando as bolas e masturbando o resto. Várias vezes Alan gemia alto, interrompendo-a novamente, puxando a cabeça para trás para não gozar cedo, respirando fundo enquanto ela continuava lambendo devagar. O boquete durou mais uma hora, com as mesmas interrupções para ele se controlar, até que finalmente ele avisou:
– Porra, Suzy... aqui mesmo? Você quer mesmo?
Ela murmurou um "sim" com a boca cheia da cabeça, acelerando o ritmo até ele gozar de novo – jatos intermináveis no rosto e cabelos dela, cobrindo tudo mais uma vez, uma máscara pegajosa de sêmen escorrendo pelo pescoço e seios, pingando até no vestido.
– Caralho... você tá louca – riu ele, ofegante.
Suzy lambeu os lábios, saboreando. *Sim, tô viciada. O sabor dele é irresistível. Quero mais, sempre mais.*
Não tinha onde se lavar ali. Ela pegou uma flanela velha que estava no porta-luvas do carro e tirou o excesso do rosto e cabelos, esfregando rápido, mas ainda ficava visivelmente melada, o cheiro forte impregnado. Desceu do carro correndo, tentando cobrir o rosto com as mãos e os cabelos, passando rápido pela portaria iluminada.
O porteiro a viu de relance, franzindo a testa.
– Boa noite, dona Suzy... tá tudo bem? Parece que caiu algo no seu cabelo...
– Sim, sim! Foi... maquiagem! – gritou ela, subindo as escadas correndo, morrendo de vergonha, mas rindo sozinha no apartamento. Tomou um banho longo, mas o tesão persistia.
Nas semanas seguintes, Alan cumpriu a promessa: não a procurou mais. No trabalho, era profissional, apenas acenos distantes. Suzy tentava se concentrar nas vendas, mas a mente vagava. O cu dela levou dias para se recuperar, mas a dor foi substituída por uma saudade estranha.
À noite, os sonhos vinham pesados, eróticos: Alan a dominando de novo, o pau enorme na boca, no cu, enchendo-a de gozo. Ela acordava molhada, masturbando-se furiosamente, imaginando o sabor dele. *Por que sinto falta? Ele era um cuzão, me forçou. Mas... era meu macho alfa. Forte, dominante. E o esperma... admito pra mim mesma todos os dias: tô viciada no sabor. Salgado, grosso, quente. Sonho com ele jorrando na minha boca, me cobrindo. Quero mais. Preciso dele de novo.*
Durante o dia, ela se pegava olhando para Alan no escritório, o corpo formigando. *Ele me transformou. Tô sentindo falta do pau dele, do jeito que me faz gritar. Meu alfa... por que ele não me chama? Vou ter que tomar a iniciativa?*
Os sonhos se intensificavam: em um, ela estava de joelhos na sala dele, chupando por horas, engolindo litros de esperma até o estômago inchar. Em outro, ele a fodia no cu de novo, mas dessa vez ela pedia mais, gritando de prazer. *Sim, tô viciada. No sabor, no cheiro, na sensação de ser dele. Meu macho alfa... preciso dele de volta.*