Essa é uma história real, vivida por mim no ano de 2025.
Sempre fui a mulher certa no lugar errado para sentir tanto. Educada, discreta, criada para controlar vontades, morena, cabelos e olhos castanhos, alta, coxas grossas e seios firmes e pequenos. Por fora, a imagem de quem não atravessa limites. Por dentro, um corpo que sempre respondeu antes da razão.
Conheci Pedro aos dezessete anos. Ele era 10 anos mais velho, loiro, seguro de si, desses homens que não pedem permissão — apenas despertam desejos que a gente finge não sentir. Eu sentia. Muito. Mas naquela época, não tive coragem. Tinha medo do meu corpo, da minha falta de experiência, de me perder nele antes mesmo de me encontrar, medo de parecer pequena diante de alguém que já parecia tão vivido.
O tempo passou. Treze anos.
Quando voltamos a nos falar, algo em mim já não aceitava mais silêncio. Eu era outra mulher. Casada, sim — mas inquieta em um casamento falido. Bastaram poucas mensagens para o passado se misturar ao presente de forma perigosa. Meu corpo reagia ao nome dele. À voz. À ideia.
No dia do encontro, o nervosismo era quase excitante. Marcamos de ir a um motel e chegando lá tiramos nossas roupas em um piscar de olhos, comecei a chupar o pau dele, nunca havia visto um pau tão lindo (fui uma mulher de poucos homens) cabeça rosinha, grande e grosso super delicioso — ele me elogiou falando que era a melhor mamada que ele havia recebido — fizemos também o sexo anal que ele tanto queria mas como não levamos lubrificante não foi tão bom.
Saí dali diferente. O corpo sensível, a mente em chamas, a sensação de que algo havia sido despertado sem chance de retorno, sabia que a partir dali não conseguiria mais ficar sem ele. Culpa e remorso não pairavam pela minha mente.
Um mês depois, nos reencontramos.
Era uma tarde quente, sufocante, como se o mundo inteiro estivesse conspirando para nos deixar sem controle. O contato dele me desmontava.
Primeiro ele me fez o mamar bastante até eu não aguentar mais e depois ele me colocou de joelhos na cama e veio por trás de mim também de joelhos (essa posição é muito confortável para começar o anal), mandou eu abrir bem minha bunda e começou devagarinho apenas colocando a cabeça para meu cuzinho ir acostumando, passou lubrificante e meteu bem fundo aos poucos — eu não sabia se gemia de dor ou de tesão, estava fora de mim — ele transpassou seus braços grossos pela minha frente e penetrava, até que ele mesmo abriu mais minha bundinha com suas mãos e aí sim senti as fortes estocadas
Depois ele me deitou na cama de bruços e veio por cima de mim, metendo novamente no meu cuzinho, o suor dele pingava no meu rosto, eu gemia tanto que deixava ele louco de prazer, aí então ele gozou no meu cuzinho deixando toda a porra lá dentro.
Quando achei que tinha acabado, já vestida para me despedir, percebi que ele ainda me queria — e, pior, que eu também queria. Presa entre o corpo dele e a parede, sem espaço para fingir recato, deixei cair qualquer personagem que um dia interpretei. Ali, eu era desejo puro. Instinto. Tesão sem culpa.
Ele então me prensou na parede e me pegou por trás, baixou meu shorts e minha calcinha e começou a meter novamente no meu cu cheio de porra que ele havia deixado, a única coisa que eu precisava fazer é ficar me segurando na parede, ele me pegava pela bunda e levantava ela, estocava tão forte como se o mundo fosse acabar e eu gemia alto de prazer, nossos corpos pingavam suor, estava com tanto tesão que arranquei minha blusa e só conseguia olhar para trás vendo aquela cena maravilhosa dele me fudendo como uma vadia.
Naquele dia, não fui apenas possuída por um homem.
Fui tomada por mim mesma.