Cochilo Quente na Tarde da Roça

Um conto erótico de Wildera Black
Categoria: Heterossexual
Contém 758 palavras
Data: 07/01/2026 12:19:17

A tarde depois do almoço meu macho sempre tira um cochilo, daqueles que recuperam o corpo da lida braba da manhã. Dessa vez eu olhei pra ele com cara de safada, servindo o café coado na xícara rachada:

– Hoje tu vai dormir na cama, Zé das Couves. E eu vou junto.

Ele me olhou com aquele olhar sacana que eu conheço desde moça, bigode tremendo de vontade, e nem respondeu – só sorriu largo, já sabendo o que vinha por aí.

Mandei meus meninos limparem tudo – Tonho e Rita resmungando de leve, mas obedecendo, pratos tilintando na pia enquanto a gente subia as escadas rangentes pro nosso quarto. A casa quietinha, só o barulhinho das galinhas lá fora e o vento batendo nas folhas do quintal.

Deitamos na cama grande, colchão afundando com o peso dos dois, lençol já morno do sol que entrava pela janela. Começamos a nos beijar – um beijo gostoso e molhado era o nosso, excitante, língua dançando devagar, ele me puxando pela nuca, eu mordiscando o beiço dele. Zé me acariciava com carinho, mãos calejadas apertando minha coxa grossa, subindo pra bunda farta, pressionando minha cabeça contra os lábios dele como quem não quer soltar nunca.

Ele me deixou nua num piscar de olhos, vestido caindo no chão de madeira, eu já sem nada por baixo. Levantei na cama de joelhos, peguei o pau dele – grosso e grande, macio no começo, endurecendo rápido na minha boca. Olhava pra ele com cara de safada enquanto sugava, metendo na garganta o quanto eu conseguia, baba escorrendo. Fiz o boquete do jeito que ele gostava: lento, segurando firme a base enquanto ele acariciava meu rosto, olhando fundo nos meus olhos, movimentando devagar dentro da boca. Coloquei a língua pra fora, lambi ele todinho, das bolas pesadas até a cabeça inchada, sentindo o gosto de homem que é só dele.

Zé mandou eu deitar, eu arreganhei as pernas pra ele, buceta já melada de vontade. Ele veio me penetrar, socando firme, ritmado, segurando minhas pernas levantadas nos ombros largos. Socava bem gostoso, bem onde eu queria, no nosso ritmo de amor antigo – fundo, possessivo, como se marcasse território. Zé acelerava dentro de mim, com fome da minha buceta, eu saciando ele gemendo alto, o barulho molhado do nosso amor subindo pelas paredes de taipa, ecoando no quarto vazio. Ele socava fundo, rápido e depois lento, depois acelerava de novo, minha buceta esguichando nele, molhando tudo, e ele não parava, me segurava firme enquanto eu me contorcia na cama, pernas tremendo. Tirava e colocava o pau inteiro, me deixando louca, até eu gozar de novo, apertando ele todo, unhas cravando nas costas suadas.

Quando Zé cansou um pouco, deitou do meu lado, eu empinei a bunda pra ele e ele me penetrou de ladinho, mão grande apertando meu peito, dando uns tapas firmes na nádega que estalavam gostoso. Me olhava nos olhos como verdadeiro garanhão olha pra sua égua preferida – fome, amor, posse. Estávamos bem suados, pele colando na pele, ele não parava de me socar com vontade, pau deslizando fácil no molhado.

Depois eu fui cavalgar nele, empinando a bunda redonda, quicando firme, apoiando as mãos no peitoral peludo enquanto rebolava bem gostoso, sentindo ele fundo no lugar certo. Quando cansei, fiquei de quatro na cama, ele me dava tapas mais fortes na bunda, socava rápido, fundo, até eu gozar outra vez, corpo mole de prazer.

Ele saiu um segundo, pegou água no criado-mudo, bebeu gole direto da jarra, depois voltou a me penetrar, nosso suor jorrando como cachoeira, minha buceta molhada e inchada de tanto levar rolada firme. Me deitou de costas de novo, abri bem as pernas pra ele, Zé veio dentro de mim até o talo, me beijou fundo e falou rouco no meu ouvido:

– Te amo, Maria das Dores.

Eu gemi pra ele, pernas enrolando na cintura dele:

– Amo você, Zé… amo demais.

Então ele acelerou dentro de mim, socando com tudo, olhos cravados nos meus. Anunciou que ia gozar, eu mandei logo:

– Me dá leitinho, amor… enche tudo.

Ele gozou forte, enfiando até o talo, jatos quentes me enchendo, eu apertando ele todo pra não perder nada.

Zé me beijou mais uma vez, lento, cansado, e caiu do meu lado na cama, corpo pesado e satisfeito. Nos aninhamos ali, pernas entrelaçadas, suor secando na pele, cheiro de sexo e amor pairando no quarto. Dormimos juntinhos assim, cochilo da tarde virando sono profundo, corações batendo no mesmo ritmo, como sempre foi na nossa roça – amor cru, tesão sem fim, e um ao outro pra sempre.

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