Eu adoro ser devorada por olhares cheios de vontade, sentir que me desejam e imaginar o que pensam enquanto estão me olhando, isso sempre me deixa maluquinha.
E sendo bem safadinha como sou, não pude deixar passa uma oportunidade quando ela se abriu na minha frente.
Moro em São Paulo mas minha tia tem um sítio em interior de Minas Gerais.
Sempre gostei de passar minhas férias por lá porque minha tia tinha a piscina e uma casa confortável.
E em SP não tínhamos essas coisas.
Minha tia é um amor, não pode ter filhos então me receber em sua casa era sempre um prazer para ela e meu tio.
Mês de férias estava sempre lá.
Ate hj adoro aquele lugar e me sinto em casa.
Sou filha única, minha mãe me teve com meu pai, mas ele não me assumiu.
Cresci somente com amor de minha mãe, tios e avós.
Viajar em férias, ou conhecer outros lugares não era uma possibilidade para minha mãe.
Ela sempre trabalhou como doméstica, uma mulher simples e muito batalhadora.
Mas criar uma filha sozinha, pagando aluguel, estudos e cursos não me permitia aproveitar e conhecer muitos lugares como outros adolescentes faziam.
Então poder ir para minha tia e curtir sua fazenda e piscina, e as amizades que lá fiz, eram um evento.
As aulas estavam acabando, era início de dezembro e minhas notas estavam boas, e já era certo que tinha passado mais um ano escolar e estava louca para sair de férias e curtir uma piscina o dia todo.
Adoro piscinas kkkk.
Quando ia para minha tia, minha mãe sempre me levava até a rodoviária, de lá, minha tia que já nos aguardava me levava para sua casa e assim era nosso ritual em todas as férias.
Coisa simples, mas muito boa.
Eu sou Flavia.
Tenho cabelos castanhos lisos até os ombros, branquinha, olhos castanhos e um corpo normal, uma menina magra comum do ensino médio.
Tenho seios de tamanho pequenos, pernas magras e um bumbum comum.
Mais mesmo assim, onde passo, ganho viradas de pescoço ou olhares de aprovação a minha aparência.
E esses olhares sempre me deixavam excitada.
Sempre gostei de ser admirada, principalmente por homens mais velhos..
Vai ver a falta de pai explica isso kkkk.
Veja bem, sou muito responsável, estudo, me empenho e dou valor ao esforço de minha mãe, pois vejo como ela me cria e se esforça para que eu tenha um futuro melhor e oportunidades melhores do que ela teve em sua vida.
Minha mãe sempre me deixou muito a vontade, sempre me orientou sobre tudo.
Somos muito companheiras, e apesar desse companheirismo ser uma coisa boa, ela sempre se pôs como mãe e me exigiu o respeito com tal, e sempre me abriu espaço para conversar sobre tudo.
Adolescência é fogo, temos muita curiosidade sobre sexo, beijos, bebida, cigarro.
Não sou de beber ou fumar, mas sexo sempre foi um tema ao qual eu queria saber mais e mais.
Tive 2 namoradinho, um da escola e o outro do cursinho que fazia.
Eu perdi minha virgindade cedo, minha mãe sabia, contei a ela.
Tratou logo de me levar ao ginecologista e me fez tomar pílula.
Me ensinou a me cuidar e sempre foi honesta comigo ao me ensinar que na minha fase, sexo era novidade, era tudo mais calorento, mais prazeroso e que não iria me punir por algo natural acontecer, mas que eu deveria sim ser responsável por me cuidar e entender que a prioridade era eu estudar, me formar, consolidar minha carreira profissional e aí sim, pensar em família e filhos.
Esse assunto para ela era importante e ela queria que eu entendesse desde cedo, principalmente a partir do momento em que comecei a ter relações sexuais.
Entender que doenças estão aí, que era importante me cuidar e que filho não é brincadeira.
Foi séria e direta quando me disse que me apoiaria se quisesse iniciar minhas relações sexuais, porém, se arrumasse filho, não poderia contar com ela.
Iria arcar com as consequências assim como ela fez quando engravidou de mim.
Levei isso muito a sério, sabia que ela não estava mentindo.
Não iria me abandonar se acontecesse, mas também nao iria ajudar.
E isso me fez ser mais responsável ainda, pois levei muito a sério e morria de medo de engravidar.
Tinha minhas relações com meus namorados, mas sempre com uso de preservativo, sempre com uso de pílula e fazendo tudo com a maior responsabilidade.
Eu tinha terminado o relacionamento com meu último namorado, pois não gostava mais dele e estava solteira desde julho.
E desde de julho estava sem sexo.
Apesar de gostar e ser bem safadinha, a vontade só batia quando alguém de fato me interessava.
Então uma boa e gostosa siririca me satisfazia muito bem nesse longo período de seca kkkkk.
Com as férias do mês de dezembro iniciando, minha mãe acabou pegando mais trabalho do que deveria, e quando chegou o dia de me levar para minha tia, ela quis desmarcar e deixar para ir 2 semanas depois, porque estava bem atarefada.
Não gostei, pois queria ir o quanto antes.
Minha tia também não poderia me buscar dado ao seus afazeres no sítio
Minha mãe não gostava de me deixar viajar sozinha, mas conversei com ela e disse que a viagem é sempre tão tranquila.
Ela ja tinha ido muitas vezes e sabia como era tranquilo.
O ônibus tinha algumas paradas mas sempre carrego um lanche e dificilmente eu desço nas paradas.
Ela concordou um pouco apreensiva por eu ser muito nova, mas achou que de fato não teria perigo.
Decidiu me deixar ir desta vez sozinha.
Prometemos nos falar durante todo o trajeto e assim ela se sentiria mais segura.
Iria viajar só na sexta de noite então o resto da semana fiquei mega ansiosa arrumando minha malas e minhas coisas.
No dia da viagem, minha mãe tinha que trabalhar, então me levaria da rodoviária somente para pegar o ônibus das 19h.
Não gostei muito, pois iria perder um dia todo, mas concordei.
Peguei todos os meus pertences, deixei meu celular carregado, me arrumei, coloquei uma roupa leve para viajar.
Estava com um moletom bem levinho, uma blusa de alça preta e uma blusa de frio que combinava com a calça do moletom.
Simples e bem confortável.
Na rodoviária, esperamos o ônibus chegar e enquanto isso, minha mãe ia falando sobre o cuidado de estar atenta as pessoas ao meu redor, não descer de noite nas paradas e se precisar usar o banheiro do ônibus, mesmo sujo, era melhor.
Ri, e prometi a ela que não desceria.
Ela me comprou infinifades de salgadinho, doces, balas, chocolate, água e refri, tudo para não descer.
Ri novamente e comentei do seu exagero, afinal seriam somente 5 horas de viagem e logo chegando a tia já estaria me aguardando na rodoviária com seu carro.
O ônibus chegou e começamos a ir para a fila junto aos outros passageiros.
Ela comprou dois assentos para que não fosse ninguém ao meu lado, e pegou nas últimas fileiras perto do banheiro kkkk
Disse para ela se acalmar, e olhar a fila onde estávamos.
A maioria era de senhores e senhoras de idade, cidade de interior é assim mesmo, muito idosos, bem tranquilo e sossegados.
De fato, da fila inteira eu era a única adolescentes no ônibus a maioria de pessoas idosas e 1 casal mais jovem com seus dois filhos.
Ela olhou e concordou, senti que estava mais aliviada vendo as pessoas que estariam no ônibus e senti que ficou um pouco menos tensa.
Estava chegando minha vez de subir, enquanto ia com o bagageiro levar minha mala, vi minha mãe conversando com o motorista um senhor muito simpático.
Ao me aproximar, ele pegou o ticket de minha mãe, junto com meu documento, destacou algo no ticket e me devolveu com um olhar muito simpático, porém um tanto demorado.
E disse a minha mãe para ficar tranquila, pois eu ficaria muito bem.
Sorri e ao abraçar e me despedir da minha mãe, prometi ir avisando ela de 30 a 30 min como as coisas estavam.
Que não precisava se preocupar.
Nos despedimos com um beijo e um abraço e decidi entrar no ônibus.
Ao entrar já fui logo para os meus lugares e amei o fato da minha mãe ter comprado dois lugares, de fato me sentiria mais a vontade.
Tirei minha mochila das costas, peguei meu celular, fone de ouvido e deixei algumas guloseimas de fácil acesso caso me batesse a vontade de comer alguma coisa.
Esperei o resto do ônibus entrar e quando o motorista deu a partida, fiquei mais feliz ainda de saber que estava praticamente sozinha ao fundo do ônibus.
No poltrona a frente do meu banco não tinha ninguém, na minha lateral tinha outro banco e nele outro motorista que me comprimentou com aceno de cabeça e logo foi ajeitando suas coisas para sentar. Na frente dele, duas senhoras bem simpáticas e assim mandei uma foto a minha mãe, que logo me respondeu tranquila, que assim estava muito bem e que ela ficava mais tranquila em.saber que estava tudo indo muito bem.
Ri e logo coloquei meu fone e decidi aproveitar a viagem.
Na primeira hora de ônibus tudo transcorreu normal, já eram 20h da noite e fui atualizando minha mãe como prometido.
Tivemos uma parada 1h30min depois de viagem ao qual avisei minha mãe e não desci.
Mas decidi levantar um pouco para esticar as pernas ali no corredor do ônibus mesmo.
Todos desceram, uns para tomar café, outros para usar banheiro melhor, alguns para comer algo.
Neste meio tempo, o motorista que conheci ao entrar no ônibus, estava vindo em minha direção.
Reparei que ele era um senhor, aparentava uns 58, 60 anos, cabelos grisalhos e ralos com uma calvície no meio, uma barrigona que o uniforme não estava mais segurando kkk, os botões bem abertos quase estourando.
Achei que ele fosse usar o banheiro e tratei de dar passagem e sentar no meu banco.
Reparei que ele me media de cima a baixo, com um olhar um tanto mais safado.
E com muita simpatia chegou perto e me disse que poderia descer , se precisasse de algo, o ônibus não iria embora sem mim.
Ri, agradeci e disse que não precisava descer pois já tinha tudo ali e acabei usando o banheiro do ônibus mesmo então não precisava descer.
Ele balançou a cabeça concordando e com um sorriso simpático, mas com um olhar de lobo percorreu meu corpo me medindo de cima a baixo.
Estava de moletom, mas o olhar que o velho me deu parecia que estava pelada.
Desviou o olhar e entrou no banheiro do ônibus.
Que velho safado, pensei.
Me medindo toda, me olhando com uma cara de safado.
Logo já me deu um calor e comecei a gostar da situação.
Logo os passageiros começaram a subir e nada dele sair do banheiro.
Como estava perto da porta, passei a ouvir uns grunhidos e gemidos baixos.
Ele não deve estar fazendo o que eu estou pensando...
Fiquei mais curiosa e como se estivesse esperando na fila pra usar o banheiro cheguei mais perto da porta e pude ouvir melhor um Ahhhhghhhghhhh bem longo porém contido, baixinho.
Como se estivesse cerrando os dentes depois de uma gostosa gozada.
Meu bico do peito arrepiou na hora , me subiu um calor e logo meu rosto estava todo vermelho.
Putz, que velho safado.
Ele sabia que eu estava ali.
Ele sabia que dava para ouvir
Comecei a pensar:
Sera que ele fez isso pra eu saber o que ele estava fazendo?
Sera que ele queria que eu ouvisse?
Tirei a blusa de moletom ficando somente com a blusa de alça, que por sinal, destacava meu bico do peito quase rasgando a blusa.
Aquilo está me excitando, aquele velho horrendo, barrigudo estava me excitando?
Estava, com certeza!
Comecei a sentir a buceta pulsar e o bico do peito empurrar minha blusa.
Ouvi o barulho da torneira, decidi voltar pro meu lugar conforme as pessoas também iam subindo.
O velho safado abriu a porta do banheiro, olhou pra mim e reparou no bico do meu peito rasgando a minha blusa e deu uma risadinha de leve, e disse pra mim:
_ Estou um pouco mais aliviado.
Me olhando de forma bem discarada e safada.
Ajeitou a calça e não consegui evitar de olhar para seu pau sobre a calça, dava pra ver estava meio duro ainda, amolecendo aos poucos.
Que volume grande.
Além de safado ainda era dotado.
Fiquei sem graça quando notei que ele percebeu o que eu estava olhando e sem graça virei rápido para a janela.
Ele deu um risinho e saiu andando o corredor.
Não tive dúvidas, ele queria que eu soubesse o que ele estava fazendo.
Me deu uma onda de calor, um tesão incontrolável, só queria que o ônibus começasse a andar para que disfarçadamente eu pudesse me tocar, me aliviar de alguma forma, estava morrendo de vontade de gozar e com o tesão no talo.
Olhei para a janela e vi os dois motoristas conversando.
O safado me pegou olhando para ele e cravou seu olhar em mim e continuou conversar com outro motorista, trocou mais algumas palavras e logo vi eles indo em direção ao ônibus para entrar e seguir a viagem.
O safado entrou no ônibus, conferindo os passageiros, foi até a frente do ônibus e vi que o ônibus começou a dar partida.
Reparei que o outro motorista estava dirigindo e o safado vindo em minha direção.
Ele sentou no banco em frente ao meu, que antes não tinha ninguém e lá colocou sua mala e suas coisas.
Conclui que eles devem ter trocado.
A viagem seguiu normal, estava querendo me aliviar mais com ele ali, seria mais difícil.
Não consegui me concentrar, estava toda hora pensando no velho e no seu gemido e na sua cara de safado.
Já eram quase 21h30 da noite, decidi colocar o fone e ouvir uma música.
Senti que o velho safado desceu o banco demais, de uma forma que limitava meus movimentos, ao me mexer, ele percebeu, subiu o banco e pediu desculpas.
Disse que geralmente os últimos Banco ficavam para eles.
Perguntei se ele queria trocar, que não me importaria.
-Relaxa pequena, fique tranquila
Estou bem aqui.
Concordei e seguimos.
Ele me olhava de canto de olho o tempo todo.
Ele decidiu mudar de lugar e sentou no outro lado do ônibus no outro banco que estava o outro motorista.
Dali ele me via melhor e não disfarçava suas olhadas.
Disfarçar para que, só tínhamos nos dois atrás o outros estavam a nossa frente.
Em certo momento, perto de umas 22:45 ele estava olhando para janela ou dormindo, não deu para ver direito devido a escuridão do ônibus, aliás, a maioria do ônibus já estava dormindo.
Peguei minha coberta mais leve e joguei por cima.
Aproveitei o momento que todos cochilavam e comecei a me tocar.
Coloquei a coberta até a barriga e comecei a tocar meu clitóris, apertando mexendo, sentindo minha buceta molhar.
Estava tão gostoso.
Dei mais uma olhada e todos em seu canto, decidi que queria tocar.meus peitos também, gozo mais gostoso se eles forem tocados.
Subi a coberta até os ombros e com uma mão apertando os biquinhos do peito e a outra no clitóris movendo pra cima e pra baixo me deixei levar, imaginado aquele velho safado me tocando, me olhando, me querendo.
Dei mais uma olhada e todos quietos, olhei o velho, ainda virado pra janela dele.
Fechei meus olhos e relaxei, continuei me tocando, e apertando meu bico do peito, minha buceta estava molhada já fazendo barulhinho.
Comecei a acelerar os movimentos e quando estava quase gozando quis olhar pro velho, peguei ele me olhando com o pau pra fora me vendo me masturbar.
Fiquei tão sem graça e parei na hora, tirei minha mão de dentro da minha calça e o velho me olhando com a caceta mais grossa que já tinha visto.
Duro, com as bolas murchas, me olhando com o maior tesão.
Ele se levantou e deu mais uma olhada e todos dormindo.
Veio, sentou do meu lado.
Fiquei paralisada com a ousadia daquele velho, com o pau pra fora sentando do meu lado.
Quem eu queria enganar, eu estava gostando, queria aquilo.
Ele nem esperou eu me pronunciar , já veio sentando do meu lado e colocou a minha coberta em cima de nós dois e falou bem baixinho no meu ouvido:
-Vem cá pequena, vem! Deixa o velho te ajudar, deixa?
Me tascou um beijo molhado e tratou de enfiar a mão dentro da minha calça.
Apertou meu grelinho e de forma bem experiente começou a esfregar bem devagar enquanto me mordia a orelha e pescoço.
Eu não conseguia me mexer, não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo.
Mais estava com tanto tesão, que deixei aquele velho me abusar.
Queria tanto quanto ele!
Ele mordiscava minha orelha e pescoço e descia as vezes pra entrada da bucetinha e subia pro meu grelinho de novo.
Eu estava louca de tesão.
Ele sabia como me deixar com tesão.
-Olha como tá molhadinha essa putinha, olha...
Ele falava baixinho no meu ouvido, gemendo, cerrando os dentes.
-Tira a calça, tira minha pequena
Tira pro velho te comer gostoso do jeito que você merece minha puta, minha safadinha.
O jeito dele me tocar, o jeito dele falar comigo estava me deixando fora do normal
Eu não conseguia raciocinar direito.
Se ele me pedisse pra pular com o ônibus em movimento, eu pulava!
Só não queria que ele parasse.
-Alguém pode ver e desconfiaaaar...aiii
Disse baixinho gemendo.
-Esse velhos estão dormindo pequena, tira vai, tira.
Vem cá, senta gostoso aqui no colinho do velho pra sentir.
Ele se levantou e me fez levantar também, sentou no lado da janela e ainda com as calças no corpo me fez sentar em seu colo.
Assim que sentei ele cerrou os dentes e começou a me esfregar com roupa e tudo no seu cacete.
Beijou minha boca e apertava minha bunda.
Viu meu bico do peito duro e apertou enquanto me forçava em seu pau.
Eu gemia baixinho, toda vermelha, sem forças pra resistir, nem queria resistir.
Ele tirou meu sutiã com maestria e por cima da blusa mesmo abocanhou meu peito e chupou, mordiscou.
E me fazendo rebolar na sua pica babona que já estava molhando toda minha calça.
-Ta gostoso minha puta, tá?
-Aiii, tá sim meu velho.
Íamos falando baixinho um no ouvido do outro.
-Tira essa calça logo que quero te foder e socar essa bucetinha de novinha molhada.
Levantei e com jeito tirei minha calça e minha calcinha.
O velho não estava se aguentando, queria entrar de todo jeito em mim.
Sentei no banco e de ladinho virada pro corredor empinei minha bunda e fiquei vendo se alguém via ou suspeitava de alguma coisa.
Todos dormindo.
O velho socou na minha buceta de uma só vez.
Entrou deslizando de tão molhada que eu estava.
Eu magrinha, pequenininha e leve sentindo aquela tora do velho grossa na minha bucetinha.
Ele metia devagar pra não fazer muito barulho, eu estava muito molhada.
-Safada, putinha, dengosa
Ele falava enquanto metia.
Que gostoso que estava.
Ele parou, tirou seu pau, pegou minha blusa e também tirou me deixando pelada.
Meu Deus se alguém me pega assim.
Mas não estava me importando, só queria curtir e gozar.
Passou a minha blusa na minha buceta pra limpar o molhado e socou de novo.
Agora minha buceta fazendo menos barulho o velho quase me levantou e socou com força, meteu sem parar.
Estava empinada com metade do corpo no corredor e só a bunda é buceta virada pra ele, ele com o joelho dobrado para apoiar no banco e o resto do corpo de pé me comendo, metendo com força.
-Toma vara putinha, toma!
Sente um macho de verdade te foder vadia.
Gemia baixinho, adorando aquelas socadas
Ele estava quase me levantando, mais estava tão gostoso.
-Que gostoso, assiimmmmm, não paraaaa....aiiiiii, ainnmm.
Gemia baixinho.
Ele parou de meter e sentou no banco.
-Senta pequena, senta que o velho vai te dar colinho, minha putinha dengosa!
Sentei devagar, com medo daquela tora me machucar.
Quando estava todo dentro comecei a rebolar devagar.
Ouvimos um barulho e logo Me cobri com o cobertor.
Era uma das velhas roncando.
Vendo que estava tudo tranquilo comecei a rebolar mais, me mexendo mais e me acostumando com aquele caralho do velho quase batendo no meu útero.
Ele começou a ditar os movimentos me segurando pela cintura.
-Isso, rebola no teu velho, rebola gostoso...Aassim..hummnmm
Eu gemia baixinho e rebolava devagar.
Ele meio sem paciência, querendo socar forte.
Puxou meus cabelos e com a cabeça meio torta falou no meu ouvido:
-Não sabe sentar não pequena, vem que deu velho vai te ensinar.
Ele disse mordendo minha orelha e apertando o bico do meu peito.
Desceu um pouco seu tronco do corpo ainda comigo em seu colo, sentou um pouco mais pra frente e assim ficou mais reclinado pra trás.
Estava eu, sentada em seu colo toda pelada e empinada, o velho segurou minha bunda, e começou a socar com vontade.
-Aiiii, ainnnn, calma assim você vai acordar, aiinnn, todo mundo.
Eu disse gemendo baixinho.
Mais ele não queria nem saber.
Meteu gostoso, segurando minha bunda ele entrava mais fundo e com a cara enterrada no meus pescoço, gemia baixinho e enquanto socava falava:
-É assim que fode o colo do velho putinha, bem gostoso, entrando com força ahhh, tesão do caralho...Que bucetinha quente.
Ele agarrou meu peito com a boca e socava em minha buceta sem dó.
O barulho de nossos corposse chocando ficou alto e evidente, ele com medo de alguém ouvir, abafou me tirando do seu colo, colocou o cobertor por cima do seu peito e perna deixando apenas o pau livre, me pediu pra sentar de novo e vendo que abafou o barulho aí que ele me fodeu mais.
-aiii que sorte que eu dei, foder una bucetinha dessa, quente, molhada, ahhh que puta safada
Ele me apertou só socando fundo.
Cruzou seus dois braços em volta de minha cintura me fazendo subir e descer com força com a boca no meu peito chupando me mexi procurando mais profundidade, querendo mais a rola do velho e quando não aguentei enfiei minha cabeça em seu pescoço e mordendo seu ombro gozei rebolando sentindo sua rola bem fundo.
-Isso, goza no pau do teu velho minha pequena, goza que eu quero gozar também.
Eu ainda mole consegui falar pra ele.
-Goza fora tá bom?!
Ele sem me ouvir, alucinado, metendo com força quase me levantando me apertou em seu peito e segurando minha cintura meteu muito rápido falando:
-porra de gozar fora, quem goza fora é moleque..vou te encher de porra pequena
Aquilo foi me dando um tesão, aquele jeito de falar e sentir ele socando com vontade.
-Ta melada de novo puta? Safada, cachorra ahhh, hummm que bucetinha, que buceta meu Deus
Comecei a gozar de novo, gemendo
-Isso, aperta meu pau pequena, aperta que vou gozaaaaarrr
Uhhhggggg Ahhhhhhh
Ele falou socando forte e inundando minha bucetinha de porra com a boca no meu mamilo gemendo enquanto o jato quente me preenchia.
Ele tremia e gemia baixinho, nossas respirações alternadas.
Demoramos uns 5 minutos pra nos recuperar.
Quando finalmente nos aliviamos e voltei a realidade me dei conta da loucura que fiz.
Levantei de seu colo, pelada e rapidamente me cobri com a coberta.
Ele riu, deu um beijo em minha testa e entrou no banheiro.
Tratei de me vestir rápido e quando ele saiu já estava de roupa me ajeitando.
-Pequena fica em paz, sou estéril não posso mais ter filhos.
Sou limpo também e fazia tempo que não gozava assim gostoso. Obrigado.
Me deu um beijo na bochecha e foi pra frente do ônibus.
Fiquei atônita, suja de porra mais com o corpo leve e com uma sensação de prazer indescritível.
Mandei mensagem pra minha mãe para dizer que estava tudo bem.
Acabei dormindo o resto de viagem e acordei com o motorista acendendo as luzes do ônibus.
Olhei pro lado e nada do velho safado.
Me ajeitei, peguei minhas coisas e já vi que estávamos chegando a rodoviária.
Fomos descendo e logo avistei minha tia que veio sorrindo ao meu encontro.
-Minha filha, seja bem vinda. Tá com uma carinha de sono meu amor, dormiu a viagem toda né?
-Ai tia, que saudades..sim dormi
Pensei rindo.
Mandei uma mensagem junto com uma foto com minha tia para avisar minha mãe que cheguei bem.
Na rodoviária tinha uma farmácia 24h. Avisei minha tia que precisava de algumas coisas ela foi pegando minha mala enquanto fui na farmácia e disfarçadamente comprei uma pílula do dia seguinte.
Tomei e fiquei mais tranqüila e fui ao encontro da minha tia.
Não vi mais o velho, ele seguiu o caminho dele e eu o meu.
E até hoje anos depois dessa loucura, continuo adorando um velho safado mais nunca mais tive um velho gostoso como aquele....
