De calcinha novamente

Um conto erótico de Branquinho de Calcinha
Categoria: Gay
Contém 1928 palavras
Data: 07/01/2026 13:31:57

Depois da última vez em que fui à casa do homem que havia me comido, passei alguns dias fugindo daquilo. Não consegui acreditar no que havia ocorrido, não conseguia aceitar tudo aquilo. Era algo tão insólito que me causava asco. Como eu poderia ter me subjugado daquela forma? Como tinha aceitado tudo aquilo?

Mas, passadas algumas semanas, após meu cu se recuperar totalmente, a falta daquela sensação voltou a me dominar. O sexo com minha esposa estava diferente, menos intenso. Meu pau não ficava plenamente duro; era como se eu estivesse fazendo algo de que não gostava. Ainda assim, minha esposa é linda, gostosa, um tesão. O gozo vinha, mas não com a mesma intensidade, não com o mesmo prazer.

Eu continuava a usar calcinha. Depois daqueles dias, passei a usá-las diariamente. Sequestrei várias calcinhas da minha esposa. Levei-a ao shopping e pedi que comprasse mais calcinhas, menores, todas no modelo fio dental. Aleguei que queria vê-la ainda mais gostosa, quando, na verdade, era eu quem queria usar aquelas peças. Assim, usando essas novas calcinhas, o tesão foi aumentando, me dominando.

Mas, certa vez, sem avisar, rumei novamente à casa do meu homem, com o tesão alto. Passei a admitir e a valorizar aquela sensação de ser comido novamente. Bati na porta. Escutei conversas. A porta se abriu; ele apareceu, e novamente um sorriso de surpresa se estampou em seu rosto. Olhei para dentro da casa e vi outro homem. Tomei um susto. Não esperava por aquilo. Disse que voltaria em outro momento, estava assustado, queria voltar para o carro. Ele saiu em minha direção, pegou meu braço e disse para eu entrar.

Entrei, totalmente contrariado, sem graça, envergonhado. Ele, ao contrário, ostentava um risinho de quem domina a situação. Disse que o outro homem era um amigo, de muita confiança, e que eu ficasse tranquilo, que estava tudo bem. Mas não estava. Eu não sabia como agir, não sabia como me portar.

Eles estavam bebendo cachaça, sentados em cadeiras de plástico, daquelas de bar. No centro, uma mesa com uma garrafa de Pitú, um prato com fatias de limão e caju, outra vasilha com sal.

O outro homem se apresentou, pediu para eu sentar, encheu seu copo e deu uma golada. Virou tudo e riu para mim. Olhei aquela cena e depois lancei um olhar suplicante ao dono da casa. Eu não sabia o que fazer, queria sair dali. Os dois me secavam, passavam a mão em seus paus, passavam a língua nos lábios. Eu era a caça dos dois.

Ele disse para eu entrar e tirar a calça, que estava muito calor, e riu. Respondi que estava bem. Ele insistiu, dizendo agora que queria me ver apenas de calcinha. Olhei para o outro homem, depois voltei o olhar para o dono da casa e disse que não estava me sentindo à vontade. Ele riu novamente. Ordenou que eu fosse tirar a calça, disse que o amigo não faria nada, que já sabia que eu era a putinha dele e que ele já havia me comido. Aquela verbalização me causou um frêmito. Como assim, ele havia contado? Eu não havia considerado essa possibilidade.

Preso nesses pensamentos, não fiz qualquer movimento para me levantar. Percebendo isso, ele puxou meu braço e ordenou novamente que eu entrasse, tirasse a calça e voltasse apenas de calcinha. O outro homem observava tudo, saboreando sua cachaça.

Entrei na casa enquanto os dois continuavam bebendo. Meu coração batia forte, parecia que iria sair pela boca. Eu não sabia o que fazer. Não poderia — e não conseguiria — ficar apenas de calcinha diante daqueles dois. Ouvi um grito ordenando que eu voltasse logo. Trêmulo, sentei no sofá e comecei tirando os sapatos e as meias. Respirei fundo. Levantei, desabotoei a calça, abaixei-a e a retirei.

Eu não acreditava no que estava fazendo. Que sensação era aquela que me dominava e me levava a tudo aquilo? Tirei a camisa. Fiquei apenas de calcinha. Arfava. Respirei fundo e saí em direção aos dois.

O outro homem me viu primeiro. Levou a mão ao pau, acariciou, colocou-o para fora do short e começou a se punhetar. Ao ver aquilo, o dono da casa olhou para trás e me viu. Disse ao outro: “Veja como ele é gostoso”. Pediu que eu desse uma volta, para mostrar minha bunda.

Cheguei perto deles. Mandaram que eu sentasse. Eu estava sem graça, não sabia como reagir. Sentei. A calcinha era pequena e meu pau pulou para o lado, escapando dela.

Eles me ofereceram um copo de cachaça. Disse que não queria. Insistiram. Acabei bebendo. A bebida desceu rasgando; eu não estava acostumado. Encheram novamente o copo e ordenaram que eu bebesse. Não resisti. Bebi. Era muito forte.

Enquanto isso, o outro homem continuava se punhetando. Seu pau estava duro, maior e mais largo do que o que eu havia provado antes. Ao perceber que eu olhava para seu mastro, ordenou que eu me abaixasse e chupasse. Olhei para o meu homem, pedindo autorização. Ele disse: “Vai lá e chupa”. Ajoelhei-me no chão e me aproximei.

O cheiro do pau era forte. Perdido nesses pensamentos, recebi o primeiro tapa na bunda. Ele me segurou pelos cabelos e me direcionou ao pau. Engoli tudo. Quis tirar da boca, mas ele segurava minha cabeça e ria. Chamava-me de puta, de gostosa, de vários nomes.

Após alguns segundos, soltou minha cabeça. Tirei o pau da boca; a baba escorreu dos meus lábios. Olhei para ele, segurei-o e comecei a punhetar, chupando a cabeça, passando a língua. Eu estava entregue. Os homens comentavam minha proficiência. Continuava chupando, enfiava tudo na boca, tirava, a baba escorria. Brinquei com seu pau por um bom tempo, enquanto ele apenas curtia.

Depois de alguns minutos, senti uma mão no meu cu. Dedos mexiam, tentavam me penetrar. Ouvi a ordem para ficar de quatro, sem parar de chupar. Obedeci. Parei um instante e olhei para o meu homem. Ele estava com o pau duro e disse que iria me comer. Relaxei e voltei a chupar o outro.

Senti a primeira pincelada no cu. Travei. Recebi tapas, ordens para relaxar. A penetração veio lenta, mas constante, e a dor aumentava. Parei de chupar e pedi que fosse devagar, dizendo que doía. Ouvi apenas risos. A penetração continuou. Recebi um tapa no rosto. A dor aumentava, e o pau entrava cada vez mais.

Quando ele havia me penetrado totalmente, houve uma pausa. Eu continuava a chupar o outro homem. Ele segurou minha cabeça, com o pau todo dentro da minha boca, e mandou o outro bombar forte no meu cu. As primeiras bombadas vieram fortes, com uma dor lancinante que atravessava meu cu e minha bunda.

Os movimentos não cessaram. Depois de alguns minutos, ele começou a foder minha boca. Os dois me fodiam, pela boca e pelo cu. Eu estava completamente entregue, era o brinquedo dos dois. Nesse estado, o tesão aumentava. Fiquei um tempo que me pareceu eterno naquela situação.

Senti algo estranho vindo do meu pau. Escorria um líquido; parecia que eu havia gozado. Nunca tinha passado por aquilo. De fato, eu estava gozando, o gozo escorria.

Minutos depois, recebi os primeiros jatos de porra na boca. Ordenaram que eu não desperdiçasse nenhuma gota. Atendi. Chupei com vontade, engoli tudo. O pau amolecia na minha boca, enquanto meu cu ainda tomava vara. De repente, uma bombada forte e um urro: meu homem também gozava. Ele tirou o pau do meu cu, e a porra escorreu. O ambiente cheirava apenas a sexo.

Ajeitei a calcinha e fiz menção de levantar. Queria me lavar, mas fui mandado sentar e ficar ali mesmo. Sentei. Os dois beberam mais cachaça, felizes com o que haviam feito comigo. Ambos estavam pelados, com os paus à mostra.

Pedi novamente para ir me lavar. Recebi autorização e fui ao banheiro. Jogava água fria, tentando dissipar o tesão que ainda me impregnava. Sentia dor, sentia a porra escorrendo, mas queria mais. Envolto nesses pensamentos, acariciei meu pau, puxei meus mamilos, mordi os lábios. Meu pau voltava a endurecer.

De repente, senti um tapa na bunda. Era o outro homem entrando no banheiro para mijar. Disse que tinha levado um susto. Ele ria. Mijou e veio em minha direção, pediu que eu lavasse seu pau. Abaixei-me, ensaboei, limpei, passei sabão em suas pernas e virilha. Ele dava ordens, exigia atenção ao saco e ao pau. Depois de limpo, pediu uma chupada. Chupei. O pau ganhava vida novamente.

Levantei-me após um tapinha nas coxas. Recebi um tapa no rosto e um comentário de que eu era uma delícia.

Peguei a toalha e comecei a me secar. Ele ordenou que eu o secasse também. Assim fiz. Saímos do banheiro. Eu procurava minha calcinha pela casa. Ele segurou meu braço e disse que queria me comer de novo. Tentei argumentar, pedir para esperar. Ele olhou para fora e viu meu homem ao telefone. Gritou que terminaria o serviço ali dentro. Recebeu um “positivo” como resposta e me empurrou para o quarto.

Mandou-me deitar na cama. Fiquei na posição de frango assado. Houve pouca preparação; seu pau já estava duro. Pediu que eu relaxasse e foi penetrando. Pela primeira vez, encarei meu algoz diretamente. Observei seu olhar de dominação, de violência. A cabeça do pau encontrou resistência, mas não houve pausa. Ele continuou até entrar totalmente. Olhou-me nos olhos, deu-me um tapa e disse que eu gostava daquilo, que meu cu era apertado, que eu era gostoso e merecia muita vara.

As bombadas vieram fortes, tirava metade do pau e entrava com estocadas secas, que arrancavam urros de dor. Ficou assim por um longo tempo. Minhas pernas estavam dormentes, e ele não parava. Ao perceber que eu gemia de prazer quando puxava meus mamilos, passou a explorar isso. Abaixou-se e mordiscou meus mamilos. Eu gostei. As estocadas continuavam fortes e seguras.

Segurou minhas pernas e acelerou ainda mais. Os movimentos ficaram rápidos, intensos, brutais. Eu gemi forte de prazer. Ao perceber, ele acelerou ainda mais. O gozo veio. Relaxei. Ele estava suado, ofegante, cansado. Diminuiu o ritmo, mas não parou. Elogiava-me enquanto continuava.

Parou com o pau ainda dentro de mim, já amolecendo. Ajoelhado na cama, tinha um semblante de satisfação. De alguma forma, saber que eu havia lhe dado prazer me trazia uma sensação estranha de contentamento.

Ele retirou o pau, e senti um vazio, misto de alívio e falta. Fiquei deitado, pensando no que minha vida havia se transformado. Ele foi se lavar e depois voltou para beber com meu homem.

Eu estava exausto, suado, pelado, com o cu ardendo e as pernas doendo. Levantei-me, fui ao banheiro, me lavei novamente e continuei procurando minha calcinha. Meu homem entrou na casa, embriagado e feliz. Deu-me um beijo, sua língua invadiu minha boca. Nunca havia beijado outro homem. Achei estranho, mas não reagi.

Perguntei pela calcinha. Ele foi ao quarto, abriu o guarda-roupa e me entregou uma calcinha linda, dizendo que era um presente. Vesti lentamente. Ele me observava. Subi a calcinha devagar, sentindo aquela novidade de ser admirado, desejado. A peça ficou perfeita. Ele se aproximou, puxou a calcinha, enterrando-a na minha bunda, deu um tapa e disse que agora estava ótima.

Saí para o quintal. O outro homem estava sentado, de short, bebendo cerveja. Sentei-me. Ficamos os três ali, conversando, bebendo. Eu ainda me espantava com a naturalidade da situação: eu, de calcinha enfiada no rabo, entre dois homens que conversavam e riam, olhando para mim.

Já era tarde. Precisava voltar à minha faceta de masculinidade. Entrei, vesti a roupa e me despedi. Recebi elogios, tapas, apertos. Parti feliz — e dolorido.

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