Quero namorar uma safadinha 1

Da série A mulher ideal
Um conto erótico de Airo
Categoria: Heterossexual
Contém 1720 palavras
Data: 07/01/2026 16:08:52
Última revisão: 16/02/2026 21:03:20

Era um sábado, meu aniversário de 18 anos, CNH na mão, fui comemorar num barzinho, meu nome é Airo, tenho 38 anos hoje, era meio tímido na época, todo final de balada acabava no puteiro, sonhava em ter uma namoradinha pra sossegar, sempre ouvia relato dos amigos de infância na rodinha do domingo no clube do bairro sobre as namoradinhas que eles tinham e comiam e só aumentava meu sonho, o que eu mais queria era ter uma namorada safadinha.

Chegamos no bar às 20 horas, fomos em 3 numa carro. Os caras que eu conhecia começaram a chegar junto com outras pessoas e fomos nos enturmando, até que conheci a Letícia, confesso que já tinha a visto em outras baladas, mas nunca consegui chegar, eu era muito tímido, ela era uma menina magra, rosto bonito, japonesinha, cabelos cumpridos pretos, ela era um pouco mais baixa que eu, estava usando uma calça legging verde clara e uma camiseta branca, que bela bunda, fora que estava usando a calcinha no talo, sempre gostei de calcinha enfiadinha, aquilo parece prazer de sentir pressão no cu.

Sentamos numa mesa para umas 20 pessoas, me sentei do lado dela, encostando minhas pernas nas coxas dela, disfarçava e passava a mão disfarçadamente, ela me olhava e sorria.

Aí ela começou aproveitar do mesmo jeito, colocava a mão na minha perna, só que subia até a virilha e estacionava a mão ali, encostando os dedinhos na cabeça do meu pau, quando ela sentia meu pau subindo, disfarçava e descia a mão.

Chamei ela pra dançar, descemos para a pista só nós dois e ficamos perto da parede, num canto, fui chegando devagar e abracei forte, encostei meu quadril no dela, dava umas encoxadas de leve e meu pau ficava roçando nela, puxava ela juntinho de mim pra ela sentir minha rola bem dura, ela mesmo me abraçava sem querer soltar, percebi que ela também queria. Começamos nos beijar, encostei ela de costas na parede com minha mão na sua cintura, coloquei os dedos no elástico da calça por trás e fui forçando pra minha mão entrar, não foi difícil, quando percebi minha mão já estava sentindo aquela calcinha minúscula, só disfarçava deixando escorregar um dedo no seu cuzinho, ela só abria mais as pernas pra eu conseguir chegar mais fundo, até que ela sussurrou no meu ouvido "Também quero!" Abriu o zíper da minha calça colocou a mãozinha por dentro da minha cueca e ficou passando a mão no meu pau devagar, só alisando a cabecinha, era bem safadinha, aí por dentro da camiseta dela fui subindo a mão até o peitinho, o biquinho estava durinho, uma delícia, só não consegui chupar porque fiquei preocupado com os seguranças, poderiam perceber. Fiquei apertando o biquinho e continuei beijando, até que ela já estava socando uma punheta pra mim devagarinho, foi descendo e nem ligando pra nada começou mamar minha rola ali mesmo, estava escuro, eu olhava pra ver se tinha segurança em volta, até tinha, mas nem notavam a gente, aí peguei ela pelo cabelo e forcei pra engolir minha pica, que menina sem vergonha, sabia mamar, estava babando minha rola toda e tocava uma punheta chupando a cabeça, ela sabia fazer um belo boquete até que gozei gostoso dentro daquela boquinha quente. Voltamos a nos beijar e continuei encoxando, virei ela de costas pra mim e encoxava aquele rabão gostoso, falei baixinho no seu ouvido "Quero seu cuzinho", ela virou pra mim e disse que queria ir embora, mas que ia pensar!

No bar estava chato e todo mundo resolveu ir também, estávamos em 4 carros, Letícia estava sem carona pq havia ido com uma amiga que acabou ficando com um cara e a deixou no bar, ofereci meu carro e ela topou, como eu já estava um pouco alto pedi para o meu amigo ir tocando e me sentei no banco de trás com a Letícia, na frente veio outra amiga dela de outro carro que discutiu com o namorado e já sentou com meu amigo, saímos todos do bar, outros em outros carros, ela foi abrindo as pernas, senti a mãozinha dela na minha pica, começamos nos beijar, fiquei passando a mão na buceta dela com as pernas abertas, sentia aquela racha larga, que putinha larga, ela devia ser muito metelona, pensei comigo, coloquei a mão em volta da cintura e puxei ela pra cima de mim, entrei com meu joelho em volta e puxei na minha direção envolvendo minha perna e ela deitou em cima de mim, consegui ficar numa posição bem confortável , deixando ela por cima me beijando, consegui abraça-la enquanto beijava sua boca e de pau duro, passava a mão com gosto, estava louco de tesão, aproveitando que ela era muito puta, enfiei a mão por dentro da calça e comecei passar meu dedo no cuzinho de novo, que delícia de mulher, com a mão esquerda passando a mão no peitinho, safadinha, me virei um pouco, dei um jeito e subi a camiseta dela, comecei chupar aquele peitinho gostoso, estava durinho, meu pau até doía de tão duro encostado na buceta dela, eu estava louco pra fuder até que o pessoal sinalizou para parar em algum lugar pra comer um lanche, a gente voltou ao normal no banco do carro e fomos para uma hamburgueria. Nos sentamos perto da parede, a Letícia veio do meu lado e ficou com a mão na minha perna, safadinha, ficou me acariciando próximo da virilha, eu sentia a mão dela encostando na minha rola, vira e mexe eu dava um jeito de arrumar meu pau porque como estava muito duro, a cabeça encostava no zíper da calça e me incomodava, então eu tinha que disfarçar, colocar a mão por dentro de mansinho e arrumava, ela percebia e de pirraça continuava passando a mão, com carinha de sem vergonha. Comemos nosso lanche, a Letícia só foi até o toillet junto com a amiga dela, demoraram uns 15 minutos e depois voltamos pro carro, meu amigo seguiu dirigindo rumo a casa dela, era um pouco afastada da minha e ela disse que daria pra ficar na porta namorando.

Chegando na casa dela, ela pediu que parasse em frente para os pais dela saberem que já tinham voltado.

Já eram umas 2 horas da madrugada, a Letícia e a amiga estavam bem assanhadas, as 2 receberam proposta de levarem rola no cuzinho e riam com a gente, tanto eu quanto meu amigo desejamos a mesma coisa, aí a Letícia ficou me beijando, voltamos naquela posição, ela em cima de mim, coloquei a mão por dentro da calça dela, quando percebi o porquê da demora no toillet, ela estava sem calcinha, coloquei meu dedo no cuzinho de novo, empurrei ela pro lado, devagarinho me posicionei atrás dela, com a rola encaixada na sua bunda, empurrava sentindo a maciez daquele rabo, com uma mão apertando os peitinhos e a outra por dentro da calça sentindo os cabelinhos da buceta, coloquei um dedo, fui enfiando e sentindo ela toda melada, aí coloquei dois dedos, entrou mais fácil, já estava bem lubrificada, coloquei mais um, eram 3 dedos entrando e ela respirando mais forte, falei pra ela que 3 dedos era o tamanho da cabeça da minha rola, que era só ela abrir as pernas que meu pau entraria fácil naquela buceta, ela riu e foi baixando a calça devagarinho, pediu pra ir devagar porque iria arrebitar a bunda pra eu botar logo no cuzinho, quando ela já estava sem as calças, peguei a perna dela e fui empurrando o joelho pra cima, dobrando a perna e o cuzinho já estava piscando, ajeitei meu corpo mais pra baixo e coloquei meu pau na portinha, quando pensei em enfiar, meu pau já estava dentro, que vagabunda, aquele cuzinho era um verdadeiro cuzão gostoso, entrou até o saco, fomos naquele movimento de vai e vem devagar mas o tesão foi aumentando até que vi sua amiga no banco da frente, metendo pra caralho, estava dando o cu pro amigo meu e a buceta pro meu outro amigo, o carro balançando todo, consegui socar minha pica mais forte, segurei na cintura da Letícia e sentei a rola sem dó, feliz da vida que estavamos enrabando duas putinhas deliciosas, ela metia bem gostoso, rebolando e mexendo gemia pedindo mais rola, a amiga dela parecia uma cadelinha no cio, daqui a pouco minha japonesinha pediu pra eu me sentar, ela veio chupar meu pau e pediu pro outro amigo comer o cu dela, que noite gostosa, ficou um amigo beijando a amiga dela e a Letícia me fazendo um boquete e sendo enrabada, meu amigo agora chupando a buceta da amiga e minha japonesinha batendo punheta pra ele, que suruba gostosa, pensei comigo "essa é pra casar" gozei muito, elas se ajoelharam no assoalho e pediram pra gente gozar na cara delas, adoravam um jato de porra.

Relaxamos bem, ficamos nos beijando na boca e ela já sentou no meu colo de novo, começou cavalgar, ainda estávamos pelados, esfregando a buceta pra frente e pra trás, meu pau já entrou naquela arrombada de novo, estava estocado naquela buceta quente e arregaçada, pedi pra ela virar ao contrário, queria ver aquele rabão gostoso mexendo na minha frente, ela ficou pulando com a bunda no meu colo e meu pau todinho naquela buceta, quase gozei de novo, me segurava pra festa não acabar, o que eu maís gostei foi saber que eu tinha encontrado a putinha dos meus sonhos, pedi pra ela sair de lado, ela deitou no banco, deu um beijinho na cabeça do meu pau e começou bater uma punheta com vontade, colocou o cabelo pra trás, pediu que eu segurasse o cabelo dela e abocanhou meu pau, que boquete gostoso, chupava com muita saliva, batia o pau na cara e sua amiga no banco da frente também no boquete, parecia que era combinado mas elas eram melhores que putas profissionais, só ouvia o barulho das chupadas, que tesão de aniversário, meu pau começou a pulsar a ponto de gozar, quando eu falei "vou gozar" a safadinha colocou todo na boca, batendo punheta e esporrei tudo na boquinha gulosa, era tão safada que engolia sem desperdício, logo a mãe dela apareceu na varanda e elas duas tiveram que entrar, espero que tenham curtido, é uma história verídica!

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Comentários

Foto de perfil de Maísa Ibida

gostei da leitura, as cenas foram bem quentes, enfim, texto super votadssmo☛✪✪✪

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