Lá estava eu, já fazia horas, horas e mais horas que estava lá, naquele banheiro presa, escondida, sofrendo. Eu apenas queria que tudo aquilo acabasse logo. A cada pulsada que aquele vibrador dava dentro de mim, eu sentia minha vagina estremecer. Eu tentava gritar ou chorar, mas a fita na minha boca abafava tudo, menos a minha dor. Minha calcinha já estava encharcada e o vibrador lá sem nunca parar.
Tudo só teve um “fim” quando o faxineiro da biblioteca, já bem de noite, foi limpar os banheiros; chegando na cabine na qual eu estava, ele apenas abriu a porta e me viu lá, sendo usada por aquele vibrador, presa e amordaçada. Mas, ao invés de me ajudar, o desgraçado apenas ficou com um tesão instantâneo e tirou algumas fotos. Após isso, ele bate uma bem na minha frente e até cai gozo do infeliz em mim e na minha calça no chão. Depois de toda essa humilhação, ele remove a algema que me prendia ao cano de descarga (além de demorar, não diz nem sequer uma palavra).
Como eu já infelizmente esperava, no outro dia recebi um e-mail da superintendência da biblioteca dizendo que fui demitida supostamente por “não cumprir horário de estadia e ações degradantes em âmbito social”.
Já extremamente puta com a vida, saio de casa sem nem sequer dizer uma palavra para minha mãe e vou até minha cafeteria predileta. Para tomar um bom café e tentar esquecer todo o ocorrido.
Já na minha mesa e tomando meu café, tentando ficar em paz, que ingrata surpresa! É quando, depois de algum tempo, um jovem de moletom cinza usando capuz entra na cafeteria e, após passar no balcão, vem até mim. (Sabia que era João, por isso finjo nem vê-lo.)
— Oi, quem diria que você sobreviveu.
Não falo nem sequer uma palavra para esse crápula que me manteve presa.
— Acho que não perguntei isso ontem, mas quantos anos tem?
Não o respondo.
— Não é assim que uma submissa deve agir.
Ele coloca uma das mãos na minha coxa e a passa levemente, fazendo um “carinho”.
— O que você quer comigo? Me usar de novo, me amarrar e depois me esquecer?
— Não, o que eu quero é me divertir com você! Te usar mais um pouquinho e te ver quebrar por mim.
— Eu não quero isso, não com você!!
— Se você não quisesse, teria gritado assim que eu me aproximei.
— Seu babaca, o que quer?
-Primeiro sua idade.
- 23 anos;
— Helena, você é bem novinha, mas enfim, já paguei sua conta assim que cheguei, então, como retribuição e para voltar a ser uma boa menina, me siga.
Eu sigo esse infeliz até seu carro no estacionamento.
— Vamos entrar por aqui!!
Ele me guia para entrar estranhamente no banco do motorista e me posiciona encolhida abaixo do banco, perto dos pedais.
— Eu não sei dirigir!
Ele já lá dentro me olha com indecência e perversão.
— E quem disse que você vai dirigir, me paga um boquete agora!!
— Eu não vou fazer isso em hipótese alguma!!
—Helena, você não tem escolha.
Ele pega um par de grampos de mamilos e um controle do bolso da calça, e coloca os grampos à força e contra a minha vontade nos bicos dos meus seios.
— O… o que é isso, seu psicopata??
— É só um brinquedinho. Sempre que você for uma menina má, eu vou dar um choquinho aí!!
— Não, não, não. Por favor, eu faço qualquer coisa!! (Estava o odiando ao mesmo tempo que estava com uma leve excitação.)
— Então faça sua puta e chupe a minha rola!!
Ele me pega pelos cabelos e, com a outra mão, desabotoa a calça e abaixa a cueca, revelando seu pau bem grande e grosso.
-Chupa !!
Eu sou forçada pelos grampos e pelo desespero a obedecê-lo. Eu engulo seu pau e começo a fazer um movimento de vai e vem.
— Isso, sua puta, chupa tudo, engole, lambe, brinca com ele. Quero que você o conheça!!
Eu fico chupando e lambendo seu pau por 8 minutos até que sinto um jato quente vindo, jato que deságua na minha boca e me faz revirar os olhos.
— Engula tudo e limpe meu pau, não quero ficar sujo!!
—Ok…
Eu o obedeço e quase vomito para engolir tudo.
— Helena, agora me guie para a direção da sua casa aí de baixo mesmo.
— O… o quê Minha casa?
— Tá surda, puta? Isso mesmo!!
— Por que minha casa?
— Não pergunte, apenas obedeça.
—Ok…
Fomos de carro até a minha casa; chegando lá, minha mãe perguntou quem era o rapaz que me acompanhava, afinal eu era de poucas amizades.
— Ah… é um colega da facul, mãe, vamos fazer um trabalho juntos no meu quarto, e por favor! Não entre sem bater. Estaremos bem, beijos.
Subimos rapidamente as escadas para o meu quarto e trancamos a porta.
— Bem, Helena, vamos brincar nesse seu quartinho hoje. Sente-se nessa cadeira na escrivaninha.
— Sim…
— Boa menina, agora vamos. Me diga onde tem uma fita por aqui?
— Fi… fita, acho que tem uma no pote de matérias no meu armário.
— Vai servir.
Ele pega a fita e me amarra na cadeira de cima a baixo.
Meus: pés, pernas, tornozelos, braços, antebraços, mãos. Depois disso, pega uma meia minha no chão e a coloca na minha boca e passa várias camadas de fita em volta.
— Isso, que putinha mais linda e obediente, chego a querer fodê-la agora!!
-Hmmmm…hmmm…hmmm
— Silêncio, antes vamos começar com a transmissão.
-Hmmmmmmmmmm
Ele pega o celular e um tripé e começa a fazer uma live comigo naquele estado.
-HMMMMMMMMMMMMMMMM
Me contorço pelas cordas e começo a chorar por debaixo da fita e minha mãe escuta o barulho lá da cozinha.
Continua…
