Pra casar tem que ser puta 2

Da série A mulher ideal
Um conto erótico de Airo
Categoria: Heterossexual
Contém 487 palavras
Data: 07/01/2026 17:45:49
Última revisão: 10/01/2026 17:57:15

Depois de ter conhecido a Letícia minha vida mudou, meus pensamentos se direcionaram somente pra ela, costumava ir na zona todo final de semana com os amigos mas aquela noite mudou minha vida pra sempre.

Pra quem não me conhece, me chamo Airo, tenho 38 anos, corno manso, gosto de ser tapeado, minha esposa Letícia, 41 anos, arquiteta bem sucedida, um aviãozinho de mulher.

No outro dia mesmo, fui até a casa da Letícia e me declarei, pedi pra ser seu namorado e ela topou, começamos a nos encontrar todos os dias, logo sua família já estava acostumada com a minha presença.

Dia de semana virou rotina, chegava do trabalho perto das 18h e ia direto pra casa dela. Ela sempre me esperando cheirosa, vestida com calça legging e calcinha minúscula, camiseta regata e os peitinhos soltos. Os pais ficavam no quarto vendo novela com a porta encostada, a irmã dela costumava chegar mais tarde, perto das 23h, não tinha perigo de pegar a gente fazendo nada, se chegasse antes daria pra ouvir, o portão velho era bem barulhento. Ficávamos sentados no sofá da sala conversando, de mãos dadas, dava uns beijos, só mão boba brincando, das 18h até umas 21h nessa pegada, não poderíamos avançar muito pq os pais poderiam flagrar e acabaria com a nossa brincadeira. Perto das 21h30 eu me despedia e ficava na escada perto do portão da saída da casa namorando mais um pouco antes de ir embora, ali era bem silencioso, não passava ninguém, era uma rua bem tranquila, os pais lá de cima não ouviam nada e a gente se pegava mais forte.

Ela um pouco mais baixa que eu, ficava um degrau acima da escada de costas para a porta e eu embaixo de frente pra ela. Eu ficava esfregando meu pau na buceta dela enquanto a beijava. A gente se beijava bastante, eu enfiava a mão na sua bunda, sem calcinha, sentindo o volume daquela bunda, sempre quentinha e ela abria o zíper da minha calça pra ficar apertando meu pau, tocava uma punheta de leve e me beijava, ela era louca pra fazer um boquete ali, mas era perigoso alguém chegar e poderia não dar tempo de disfarçar, ela me contou que adorava fazer chupeta pros caras na balada, como aquele dia que me conheceu tinha muita gente conhecida não deu pra fazer o mesmo, mas desde a época do cursinho, ela ia de carona pra casa sempre com algum menino só pra voltar mamando. O tempo foi passando, íamos perdendo a vergonha e cada um conhecia um pouco mais do outro, até que ela me contou que aprendeu foder sem usar as mãos pra colocar o pau, ela conseguia sentar direto de um jeito que o pau do cara entrava na buceta de uma vez, eu não acreditava naquilo, confesso que ela metia pra caralho, tinha o dom, cada dia uma foda melhor que a outra.

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