Eu e minha deliciosa Mãe no sitio do meu padrasto

Um conto erótico de Joao e Mary
Categoria: Heterossexual
Contém 1478 palavras
Data: 08/01/2026 02:22:18
Última revisão: 08/01/2026 02:47:31

ano era 2014. O som da fábrica de carros, com suas máquinas pesadas e turnos intermináveis, ainda ecoava nos meus ouvidos, mas o silêncio da estrada naquela sexta-feira de feriado prometia algo diferente. Meu padrasto, focado nas horas extras que o sábado e o domingo trariam, não via a ironia no próprio pedido: ele me confiava a chave do carro e o destino daquela viagem.

Leva ela para o sítio, cuida dos peixes, aproveitem o dia", ele disse. Mal sabia ele que o cuidado já existia, mas de uma forma que ninguém poderia imaginar.

​No banco do passageiro, ela. O segredo que carregávamos não precisava de palavras para ser sentido; ele estava no modo como o ar dentro do carro ficava mais denso à medida que nos afastávamos da cidade. O caminho para o sítio não era apenas um trajeto geográfico, era a nossa saída do mundo real para o nosso mundo particular.

asfalto terminou e deu lugar ao chão batido. A poeira subia, escondendo a gente do mundo, enquanto o carro se embrenhava pelo sertão. O calor de 2014 não era nada comparado ao que queimava dentro daquele veículo. Meu padrasto estava na fábrica, preso aos turnos, enquanto nós avançávamos para o coração da roça.

​Não chegamos nem na metade do caminho. A urgência falou mais alto quando avistamos um bambuzal fechado, onde a luz do sol mal conseguia atravessar as folhas. Parei o carro ali mesmo, no meio do nada. O silêncio do mato foi quebrado pelo som da respiração ofegante. Ali, sob a sombra dos bambus, não havia mais disfarces. Deitei-a sobre a terra morna e as folhas secas; o contraste da pele dela com o chão rústico era a imagem mais selvagem que já vi. Entre carícias intensas e o prazer proibido do sexo anal ali mesmo ela levantou seu vestido e ficou de 4, eu como sempre eu registi e brijei muito o cuzinho, fui lubrificando e enfiei e deixei paradinho la dentro sentia seu corpo se conectando ao meu ao som da natureza, logo eu comecei a socar nela, ela gemia e me elogiava, meu gostoso, mamãe amo te senti aqui dentro, enfia inteiro, vai, eu enfiava e socava, foram uns 40min de sexo anal isso no meio do caminho, marcamos o início daquela sexta-feira.

Ao chegarmos na entrada do sítio, ela desceu para abrir a porteira. Sob o sol forte, ela segurou a madeira rústica e lançou o desafio: "Hoje eu quero que você transe comigo aqui... mas depois". Aquela promessa foi o combustível para tudo o que viria a seguir.

Dentro da propriedade, as roupas tornaram-se desnecessárias. Andamos pelados, donos daquela terra.

​Na Varanda: O calor do fogão a lenha misturava-se ao suor dos nossos corpos.

​Na Lagoa: Deitados na grama, tentamos nos entregar à natureza, mas o mato que coçava os corpos nos expulsou de volta para o abrigo da casa.

​O Desfecho no Chuveiro

​Fomos para o banheiro tirar o rastro do mato e da lagoa. Sob a água corrente, o desejo deu o último suspiro de liberdade. Ela se apoiou com as duas mãos na parede fria do box, oferecendo-se por inteiro. Ali, no banho, com a água lavando o cansaço mas não a vontade, o ritmo foi pesado e profundo. O som da água abafava os gemidos enquanto eu me entregava por inteiro naquele corpo delicioso de uma "bundona gostosa" ela rebolando com meu pau inteiro dentro, ela me pediu pra gozar na boca dela, ela começo a rebolar rápido e a gemer, eu comecei a meter no mesmo ritmo, ela gemeu alto e teve orgasmo, nisso ela se abaixou mais ficou de 4 eu olhei aquele corpo gostoso caindo água, olhei o cuzinho dela rosinha, não aguentei e soquei forte apenas umas 5 vezes e falei vou gozar, eu tirei de dentro dela, ela se virou, se ajoelho em minha frente, abriu a boca e colocou a língua para fora, eu nem precisei colocar a mão só de olhar a boca dela eu gozei muito, escorreu até os seios dela, beijamos na boca com o espermas por sinal, isso é delicioso e finalizamos nosso banho.

Depois da explosão, veio a calma. Ficamos ali, deitados, conversando por quase uma hora sobre tudo e sobre nada, apenas aproveitando a cumplicidade que só quem compartilha um grande segredo possui é dormimos.

No outro dia acordei e fui pescar, após pegar alguns peixes e jogar ração na lagoa eu olhei para a casa e vi minha mãe na janela do quarto, passar um tempo eu olhei e vi ela no nesmo lugar, imaginei que ela estava esperando eu pegar um peixe ou algo, pensei se eu olhar de novo e ela estiver lá hoje eu vai ter café, eu há com fome, continuei pescando antes de olhar eu escutei grito desesperado: "Vem, João! Vem, João!".

​Larguei a vara de pesca e corri. Ao entrar no quarto, a cena era impactante. Ela estava sentada na cabeceira da cama, usando a própria estrutura do móvel dentro de si para atingir o ápice. No auge do fetiche, ela me ordenou: "Rápido, rápido! Enfia no meu cu!". A entrega foi imediata e explosiva. Ela nao conseguia ficar parada, eu entao segurei ela com força e enfiei enteirinho e percebi que estava muito abertado principalmente quando ela descia sobe a madeira da cama em sua buceta, era uma explosão de sensações, nunca tinha visto ela assim, uma hora eu tive até medo, ela desceu muito sem querer e deve ter sentido uma dor muito grande, ela deu um grito, mas continuamos por horas ali. Foi delicioso.

O sono da maratona foi tão profundo que o tempo perdeu o sentido. Acordamos com o sol já baixo, às 4:00 da tarde de sábado. O corpo estava pesado, mas a mente ainda estava ligada na eletricidade do dia anterior. Almoçamos aquela comida feita no fogão a lenha, escovamos os dentes e o clima de desejo voltou a rondar a casa conforme o entardecer chegava.

​Foi então que ela parou, olhou para mim e a memória da chegada brilhou nos olhos dela.

— "Eu lembro da porteira... Eu disse que queria que você me comesse lá. E vai ser agora."

​Não houve discussão. Saímos da sede e caminhamos pela estrada de terra até o limite da propriedade. A noite começava a cair, trazendo aquele azul escuro do sertão. Ela foi direto para a madeira rústica da porteira, a mesma que ela abriu na sexta-feira.

​Ela se posicionou ali mesmo, agarrada à madeira que dividia o mundo lá fora do nosso paraíso particular. O vento da noite soprava, mas o calor entre nós era absoluto. Ali, no limite do sítio, cumpri a promessa. Foi um ato de posse e de entrega, com o som dos grilos e o cheiro do mato seco como testemunhas. Naquele momento, a porteira não era apenas uma entrada; era o altar dessa magnífica atração, ela com os joelhos no chão, com as duas mãos na porteira, aquela bunda grande e branquinha, aquele cuzinho rosinha, que delicia eu so me ajoelhei atras dela, segurei na cinturinha dele e enfiei enteiro e me me pediu como sempre, soca, soca forte na mamãe, e comecei a socar sem parar a porteira batida e voltava ao nosso ritmo delicioso, pós isso voltamos fizemos janta e limpamos a casa, deitamos e dormimos, no outro dia, domingo já dia de voltarmos para nossa casa, eu fiz um pedido a ela, pra ela me deixar ei beijar e passar a mão nela, igual a tempos que ainda não trabsavamos, então ela nem se levantou da cama, ficou de ladinho, fingindo em estar dormindo, eu fiquei em pé ao lado dela, passando a mão na bunda dela e chupando os seios, e virei ela de frente e me deitei entre as pernas dela, pela primeira vez em minha vida, em enfiei na vagina dela, ela levou um susto e me falou para parar, eu pedi a ela deixa só hoje, ela não falou mais fala, em enfiei fiquei metendo bem gostoso beijando à boca dela, pela primeira vez em nossas vidas fizemos amor, foi delicioso e muito diferente fazer amor bem de vagarzinho, fazendo carinho em seu rosto, beijando sua boca e falando palavras bonitas para ela, minha mãe, meu amor, meu tesão, meu tudo!

Tomamos o último café, fechamos a casa com cuidado para não deixar nenhum rastro e entramos no carro. O caminho de terra, que na vinda parecia uma estrada para a liberdade, agora era o caminho de volta para a rotina da fábrica e para o convívio com o meu padrasto.

​Ao chegarmos em casa, o encontro com ele foi o teste final. Ele, cansado das horas extras, nos recebeu com a simplicidade de sempre:

— "E aí, como foi o sítio? Cuidaram de tudo?"

​Nós nos olhamos por um breve segundo.

— "Tudo certo. Cuidamos de cada detalhe", respondi.

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