Papai vacinado: o pau que arrombou a filha

Um conto erótico de ThomasBBc
Categoria: Heterossexual
Contém 1651 palavras
Data: 08/01/2026 09:51:05

Este é o primeiro conto de uma série que aborda pessoas que tiveram a vida transformada após a vacina da covid. Cada conto é independente. Boa leitura.

Oi, gente. Meu nome é Sofia, tenho 22 anos agora, e eu preciso desabafar isso aqui porque está me consumindo por dentro há pelo menos quatro anos. Eu sei que isso vai soar louco, pervertido, talvez até doentio para alguns, mas eu não aguento mais guardar só para mim.

Estou digitando isso e meu coração está acelerado só de pensar em colocar isso em palavras, e sim, eu admito: estou excitada enquanto escrevo. Minhas mãos tremem, e eu sinto um calor entre as pernas que me faz querer pausar e me tocar, mas eu vou continuar. Porque eu preciso contar tudo. Sobre minha família, sobre o que aconteceu depois que meu pai se vacinou contra a COVID, e sobre como isso mudou tudo. Especialmente para mim.

Vamos começar do início, para contextualizar. Moramos em um apartamento no centro de São Paulo, daqueles prédios antigos mas bem conservados, com três quartos, sala ampla e uma cozinha que minha mãe adora. Meu pai, o Dr. Carlos, tem 44 anos agora – na época, tinha 40. Ele é médico, trabalha em um hospital público, daqueles heróis da linha de frente durante a pandemia. Minha mãe, Ana, tem 42 anos, é professora de história em uma escola particular. E eu, bem, na época eu tinha 18 anos, recém-formada no ensino médio, esperando entrar na faculdade de psicologia.

Éramos uma família normal, sabe? Pais casados há 20 anos, eu a filha única, jantares juntos, brigas bobas por causa da bagunça no banheiro. Sexo entre meus pais? Eu sabia que acontecia, mas era discreto. Às vezes eu ouvia uns barulhos à noite, mas nada que me fizesse parar e pensar.Tudo mudou quando a vacina chegou. Era início de 2021, e meu pai, por ser profissional de saúde, foi um dos primeiros a tomar. Ele estava animado, falando sobre como isso ia salvar vidas, incluindo a dele. Tomou a primeira dose, depois a segunda, e vida que segue. Eu e minha mãe tomamos depois, mas nada de especial aconteceu conosco. Com ele... ah, com ele foi diferente. Mas demorou uns seis meses para notarmos.

Foi gradual. No começo, meu pai reclamou de umas dores no corpo, tipo fadiga muscular, mas atribuiu ao estresse do hospital. Ele sempre foi um homem atraente: alto, 1,85m, corpo atlético de quem joga futebol aos fins de semana, cabelo preto curto, olhos castanhos intensos. Seu pau... bem, eu não deveria saber disso, né? Mas eu via às vezes, acidentalmente, quando ele saía do banho ou trocava de roupa. Antes, ereto, uns 15cm, normal, nada de mais. Grosso o suficiente, mas não chamativo.

A primeira a notar foi minha mãe, claro. Uns seis meses depois da vacina, por volta de julho de 2021, eu comecei a ouvir conversas sussurradas entre eles. "Carlos, você tá diferente... maior?", ela disse uma vez na cozinha, achando que eu não estava ouvindo. Ele riu, disse que era bobagem, mas eu vi o olhar dele – curioso, orgulhoso talvez. As mudanças eram lentas: primeiro, um inchaço sutil, como se estivesse mais cheio de sangue o tempo todo. Ele começou a usar cuecas mais largas, reclamando que as antigas apertavam. Eu notei porque lavava a roupa da família às vezes, e via as marcas esticadas.

Com o tempo, o pau dele cresceu. De 15cm ereto para uns 18cm no primeiro mês de mudança perceptível, depois 20cm, 22cm... até estabilizar em 24cm uns três meses depois. E engrossou também, de uns 4cm de diâmetro para 5,5cm. Eu sei os detalhes porque... bem, eu comecei a prestar atenção. Muito atenção. Meu quarto fica ao lado do deles, parede fina, e os sons passavam. Antes, sexo era uma ou duas vezes por semana, quieto. Agora? Todo dia, às vezes duas vezes. Minha mãe gemia alto, como se não se importasse mais. "Ah, Carlos, que delícia... tá tão grande!", ela dizia, e eu ouvia tudo.

No começo, eu ficava chocada. Tipo, "ew, pais transando". Mas aos poucos, aquilo me excitava. Eu tinha 18 anos, virgem ainda, namorando um garoto da escola que mal sabia beijar. Ouvir minha mãe gemendo, descrevendo o pau do meu pai... "Ele tá me preenchendo todo, amor... nunca foi assim!"... aquilo me deixava molhada. Eu me tocava de leve, imaginando. E confesso aqui, no desabafo: eu queria ser fodida pelo meu pai. Queria sentir aquele pau enorme me abrindo, me dominando. Era errado, taboo, mas quanto mais eu pensava, mais eu desejava. Meu pai, com aquele corpo forte, mãos grandes de médico, e agora um pau de ator pornô. Eu via ele de cueca boxer pela casa, e o volume... Deus, o volume era hipnotizante.

Preciso desabafar tudo: Uns oito meses após a vacina, as mudanças estavam no pico. Meu pai tinha que comprar calças novas, porque o volume ficava evidente. Ele brincava que era "efeito colateral positivo da vacina", rindo com minha mãe. Eles transavam como coelhos. Manhã, noite, tarde de domingo. O apartamento cheirava a sexo às vezes – suor, lubrificante, gozo. Minha mãe, que sempre foi conservadora, virou uma vadia para ele. "Me fode mais forte, Carlos! Enfia tudo!" – eu ouvia da minha cama, coração disparado.Eu comecei a espionar. Sim, confesso. A porta do quarto deles tinha uma fresta, e eu me aproximava à noite. Via sombras, ouvia os tapas da carne, os gemidos. Minha mãe de quatro, ele por trás, o pau dele entrando e saindo, grosso, veinoso. Eu via o comprimento – 24cm de pura potência. Ele a fazia gozar alto, gritando. E eu? Eu voltava pro quarto, trancava a porta, e me masturbava furiosamente. Dedos no clitóris, imaginando ser eu ali. "Papai, me fode... me estica com esse pau enorme..." – eu sussurrava para mim mesma, gozando em silêncio.

Isso durou meses. Eu entrei na faculdade, namorei uns caras, mas nenhum se compara. Eles são pequenos, fracos. Eu queria o pau do meu pai. Queria ser fodida por ele, sentir ele me possuindo como possui minha mãe. É doentio? Talvez. Mas me excitava tanto que eu gozava só de pensar.

Até que aconteceu: a noite específica, a que mudou tudo. Foi uns dois anos atrás, em 2023. Eu tinha 20 anos. Pais transando de novo, alto. Minha mãe: "Ah, sim, amor! Esse pau vacinado é o melhor!" – ela brincava assim. Eu no quarto, ouvindo. Dessa vez, eu não aguentei. Tirei a calcinha, deitei nua, pernas abertas. Dedos na buceta, molhada como nunca. Eu gemia baixo no começo, mas o prazer subiu. "Papai... me fode... enfia esse pau grande em mim..." – eu disse alto demais.

De repente, a porta do meu quarto se abre. Meus pais ali, nus. Meu pai com o pau ereto, brilhando de saliva da minha mãe – ela tinha chupado ele. 24cm apontando pro teto, grosso, cabeça vermelha. Minha mãe ao lado, peitos fartos, buceta depilada inchada. Eles me viram se masturbando, gemendo pelo pai."Filha... o que é isso?", minha mãe disse, mas não brava. Curiosa, excitada talvez.

Eu congelei, mas o tesão era maior. "Eu... eu ouvi vocês. Quero o papai. Quero ser fodida por ele."Meu pai olhou para minha mãe, que assentiu. "Vem, Carlos. Fode nossa filha. Ela merece."Ele veio até a cama, pau balançando. Eu abri as pernas, tremendo de excitação. "Papai, por favor..."Ele se posicionou, cabeça do pau na entrada da minha buceta virgem. "Vai doer no começo, filha. Mas vai ser bom."

Empurrou devagar. Os primeiros centímetros me esticaram, dor misturada com prazer. "Ahhh... papai, tá grande demais!" Minha mãe assistia, se tocando. "Vai, amor. Enfia tudo nela."

Ele foi mais fundo, 10cm, 15cm... até os 24cm todos dentro. Eu gritei de prazer. "Me fode, papai! Me fode forte!" Ele começou a meter, ritmado, forte. Meu corpo balançava, peitos pulando. Minha mãe veio, beijou minha boca, chupou meus mamilos. "Goza pro teu pai, filha."Eu gozei em minutos. Ele continuou, me fodendo por meia hora, trocando posições. De quatro, eu de costas, ele por cima. Gozei três vezes. No final, ele gozou dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente.

Desde então, é assim. Transamos em família. Pai me fode, mãe participa. Às vezes os três juntos. É nosso segredo. E eu amo. Quero mais. Sempre mais.

Depois daquela noite, tudo mudou no apartamento. Acordávamos cedo, e meu pai já estava duro. "Bom dia, meninas", ele dizia, pau saltando da cueca. Minha mãe e eu nos revezávamos chupando ele no café da manhã. Eu lambia a cabeça grossa, sentindo as veias pulsarem. "Papai, teu pau é perfeito... tão grande por causa da vacina."Ele ria. "Sim, filha. E agora é de vocês duas."

Trabalhávamos durante o dia – eu na faculdade, mãe na escola, pai no hospital. À noite, sexo. Uma vez, no sofá da sala, assistindo Netflix, um filme erótico começou, e meu pai tirou o pau. Eu montei nele, cavalgando. Minha mãe ao lado, dedando a si mesma. "Vai, Sofia. Cavalga teu pai."Eu subia e descia, sentindo ele me preencher. Gemidos ecoavam pelo apartamento. Vizinhos provavelmente ouviam, mas não ligávamos.

Outra vez, no banheiro. Chuveiro ligado, pai me prensou contra a parede, enfiou por trás. Água caindo, eu gritando. "Mais fundo, papai! Me arromba!" Mãe entrou, juntou-se, chupando minha buceta enquanto ele me fodia.

Todo dia, eu me excitava só de ver ele. No metrô para a faculdade, lembrava do pau dele, ficava molhada. Me masturbava no banheiro da uni, imaginando ser fodida ali. Confesso: eu sou viciada. Quero ser fodida pelo pai todo dia. É o melhor sexo. Nenhum namorado chega perto.

No aniversário da mãe, 2024, fizemos uma festa privada. Eu e mãe de lingerie, pai nu. Ele nos fodeu alternadamente. Primeiro mãe, depois eu. Gozou na minha boca e eu dividi com ela.

Vida normal fora: amigos, estudos. Mas em casa, paraíso erótico. Quatro anos assim. E eu não mudaria nada.

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Foto de perfil genéricaThomas BBC - Tarado PirocudoContos: 44Seguidores: 25Seguindo: 0Mensagem

Comentários

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Adoro estas aventuras e gostei muito do seu conto, tenho 64 anos, fotógrafo e amo trocar fotos e vídeos, amaria conversar com vc e caso interessar é só me chamar neste email: euamoavida2020@gmail.com

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Conto realmente incrível, muito sexy vocês três fodendo juntos !

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