Fui a Melhor Madrinha de Casamento e Dei a Noite Toda pro Noivo – História Real

Um conto erótico de Laura18y188
Categoria: Heterossexual
Contém 1922 palavras
Data: 08/01/2026 12:43:37

Essa história da minha tia Katia

Olá, me chamo Katia, tenho 35 anos hoje, sou loira natural com cabelos longos e ondulados, magra, olhos claros verde-água, corpo bem definido – sou ratinha de academia mesmo, malho quase todo dia pra manter essa silhueta durinha, peitos naturais firmes (36C), bunda empinada e pernas torneadas. O que vou contar aconteceu há alguns anos, quando eu ainda era casada com meu ex-marido, o maior corno manso que já conheci (e ele adorava isso, embora nunca imaginasse até onde eu iria).

O casal era Patrícia e Fernando.

Patrícia era uma loira um pouco cheinha, mas gostosa, fazia academia comigo há anos, a gente se conhecia desde criança – éramos quase irmãs. Fernando, amigo de trabalho e um dos melhores amigos do meu marido, era aquele tipo de homem que chama atenção: alto (quase 1,90m), barba bem aparada, jeito de cowboy moderno, pernas grossas e definidas, sorriso safado que desarma qualquer uma, motoqueiro gato... Enfim, um macho alfa. Esse casal sabia quase tudo sobre mim e meu marido – exceto que ele curtia ser corno. E meu corninho nunca sonhou que eu fosse realizar a fantasia dele justamente com um amigo tão próximo...

(Caso queiram me conhecer, bater papo, trocar ideia... hoje estou solteira e aberta a novas aventuras. Meu Insta é @katiamaria3.2)

Vamos à história quente.

Eu nunca tinha dado bola pro Fernando de verdade – respeitava a Patrícia demais. Mas no dia que eles anunciaram o noivado, algo mudou. O proibido, o risco, o fato de ser o futuro marido da minha melhor amiga... aquilo acendeu um tesão estranho, uma curiosidade louca que eu não conseguia controlar. Comecei a reparar mais nele: o jeito que a calça jeans marcava as coxas grossas, o volume discreto na virilha quando ele sentava, o cheiro de perfume amadeirado misturado com masculinidade.

Um domingo qualquer, Fernando foi lá em casa assistir jogo com meu marido. Eles adoravam isso – rivalidade clássica: meu marido são-paulino roxo, Fernando corintiano fanático. Sempre rolava zoação pesada. A área de lazer da nossa casa era perfeita pra isso: piscina grande, churrasqueira, sofá confortável, frigobar. Antes dele chegar, escolhi de propósito meu biquíni mais provocante: um vinho escuro, cavadíssimo, parte de baixo brasileira que mal cobria a bunda, top triangulo que deixava quase tudo à mostra. Entrei na piscina, nadei um pouco, deixei o corpo todo molhado e brilhando.

Uns 20 minutos depois, Fernando chegou. Quando me viu saindo da água, os olhos dele travaram em mim. Pela primeira vez, ao invés de só encostar o rosto, dei um beijo bem demorado no canto da boca dele. “Aproveitando a piscina antes do jogo”, falei com um sorriso malicioso. Ele gaguejou um “oi” rouco, claramente impactado – já tinha me visto de shortinho ou vestido curto, mas de biquíni assim, nunca.

Voltei pra piscina enquanto eles assistiam o jogo. Perto do fim do primeiro tempo, saí de novo, pingando água, e me sentei do ladinho do meu marido, bem pertinho do Fernando. Quando o intervalo começou, falei pro meu corno: “Amor, pega uma toalha pra mim no quarto, por favor?” Ele adora receber ordens, saiu rapidinho. Fernando ficou ali, olhando a TV, mas eu sabia que estava me secando com os olhos.

Aproveitei: me inclinei devagar pro frigobar da área de lazer, empinando a bunda inteira pro Fernando, o fio do biquíni sumindo no meio, mostrando tudo. Peguei uma água com gás, servi num copo, bebi devagar, olhando pra ele por cima da borda. Ofereci: “Quer?” Ele aceitou, bebeu exatamente onde minha boca tinha estado. Eu peguei o copo de volta e bebi de novo no mesmo lugar que ele. Nossos olhares se cruzaram – puro fogo. “E aí, quem tá ganhando?”, perguntei com voz baixa. “Empatado zero a zero...”, ele respondeu, voz grossa. Faltavam 8 meses pro casamento, perguntei se ele estava ansioso. Ele disse que sim, mas os olhos diziam outra coisa.

Ouvi meu marido descendo a escada com a toalha. Rapidinho, sussurrei pro Fernando: “Hoje eu torço pro Corinthians...” e dei uma piscadinha safada. Ele ficou vermelho, o volume na bermuda cresceu na hora. Depois daquele dia, as indiretas começaram: olhares demorados nos encontros, mensagens no WhatsApp que a gente apagava rápido, “brincadeiras” que só nós entendíamos. O tesão foi crescendo até o dia anterior ao casamento.

Era sábado, umas 18h. Estávamos todos na chácara incrível do pai do Fernando – lugar perfeito pra casamento: lago, 10 quartos num mini hotel, área ao ar livre pra cerimônia, salão enorme. Só estávamos lá os noivos, pais, padrinhos e madrinhas (eu, meu marido, a prima da Patrícia e o irmão dela). Todo mundo bebendo, conversando. Eu estava louca de tesão o dia inteiro – vestindo uma saia jeans rasgada curtíssima e uma blusa vermelha decotada, sem sutiã, os mamilos marcando.

Fui ao banheiro, me toquei rapidinho pensando nele, e mandei mensagem: “Consegue me encontrar no estacionamento depois que todo mundo dormir?” Morria de medo da Patrícia ver, mas o tesão fala mais alto. Ele leu, guardou o celular e fez um joinha discreto. Continuamos a noite até umas 22h, quando todos foram dormir.

Troquei de roupa: camisola curta preta, sem sutiã, calcinha fio dental preta, mamilos durinhos marcando o tecido fino. Meia-noite, mensagem dele: “Tô indo”. Estava um frio danado, mas saí escondido do quarto que dividia com meu marido (ele roncando pesado) e fui pro estacionamento. Encontrei o Fernando tremendo de frio, perto do Jeep dele. “Por que quis me ver? Se alguém pegar a gente...”, ele sussurrou, confuso mas já excitado.

Mordi o lábio, cheguei bem perto: “Quero transar com você, Fernando. E eu sei que você quer a mesma coisa.” Ele mordeu o lábio dele, olhos queimando. Coloquei a mão no peito largo dele: “Me quer?” Ele não respondeu com palavras – me puxou e me beijou com fome, língua invadindo, mãos apertando minha bunda com força por baixo da camisola. Senti o pau dele já duro roçando na minha coxa. Levei a mão pra dentro da bermuda dele: pau grosso, uns 17-18 cm, quente, latejando. Apertei devagar: “Não tem ideia de quanto tempo eu queria isso...”

“Entra no carro”, ele grunhiu. Entramos no banco traseiro do Jeep espaçoso. Tirei a camisola num movimento só, fiquei só de fio dental. Ele abaixou a bermuda, o pau saltou duro, depiladinho, cabeça vermelha brilhando. Ajoelhei entre as pernas dele e comecei o boquete dos sonhos: lambi devagar a cabeça, rodei a língua, desci chupando as bolas lisinhas. “Nossa, tá depiladinho... se preparando pra lua de mel, safado?”, provoquei sorrindo. Ele gemeu rouco: “Aaaaiii safada...”. Engoli tudo, fundo na garganta, sem engasgar, subindo e descendo rápido, babando inteiro, mão massageando as bolas. “Aaaaaaa aaaaiiii Katia... que boquete do caralho...”, ele gemia baixinho pra não fazer barulho.

Subi no colo dele, ele atacou meus peitos: chupava um mamilo com força, mordiscava, sugava, apertava o outro com a mão. “Aaaiiii delícia... mama gostoso, Fernando... aaaiii”. Segurei o pau dele, posicionei na entrada da minha buceta já encharcada e desci devagar, sentindo cada centímetro me abrindo. “Quem tem a ppka mais gostosa?”, perguntei olhando nos olhos dele. “Aaaaiii você, Katia... porra, você!”, ele respondeu gemendo. Comecei a cavalgar forte, subindo e descendo rápido, fazendo pompoarismo, apertando o pau dele dentro de mim. Ele agarrava minha bunda, dava tapas gostosos: “Aaaiii fode, fode a madrinha, seu safado... aaaiii me fode gostoso!”. Beijei o pescoço dele, cheirei aquele perfume, ele pirou: “Aaaaaaa aaaaiiii amor... aaaaiii vou gozar...”. “Goza dentro, Fernando... aaaiii tô gozando... aaaaiiii gozaaaa!” Gozamos juntos, eu tremendo inteira, ele pulsando forte, enchendo minha buceta de porra quente. O carro todo embaçado, a gente rindo baixinho, suado, ofegante. “Melhor a gente voltar”, falei. Nos vestimos rápido, um beijo longo e gostoso antes de sair.

No dia do casamento, ele me mandou bom dia: “Foi o melhor sexo da minha vida”. Respondi: “No café da manhã, rapidinha no banheiro perto do salão de dança?” Coloquei um vestido preto colado, sem calcinha, e – pra deixar mais safado – um plug médio no cuzinho (meu marido nem sonhava).

Combinamos o horário. Falei pro meu corno que ia pro quarto descansar, desci pro salão (o buffet ainda não tinha chegado, casamento marcado pras 18h). Fernando já estava no banheiro masculino, me puxou pra dentro, trancou a porta, me beijou com desespero: “Que bom que veio!”. Sorri: “Claro, quero ser a última buceta que você come antes de casar... e a primeira depois.” Ele arregalou os olhos: “Faço tudo por você, Katia.”

Ajoelhei rapidinho, engoli o pau dele inteiro, chupando com vontade, baba escorrendo. “Aaaaaiiii aaaaiii que gostoso... aaaaiiii”, ele gemia. Tirei o plug devagar, coloquei em cima do vaso, virei de costas, abri as nádegas: “Vem comer meu cu, Fernando... hoje é seu dia de sorte.” Ele babou o pau na minha saliva, posicionou na entrada já lubrificada pelo plug e socou devagar, depois forte, tapando minha boca pra eu não gritar alto. “Aaaaiiii aaaaiiii delícia... aaaiii fode meu cu no dia do seu casamento, safado... aaaiii!”. Era a primeira vez que ele comia um cuzinho, ele pirou: “Aaaaaiiii Katia... aaaaiii que cuzinho apertado... aaaaiii vou gozar!”. Me toquei rápido, gozei forte: “Aaaaaiiii gozando no cu... aaaaiiii!”. Rebolei gozando, ele não aguentou e encheu meu cuzinho de porra quente, pulsando fundo. Coloquei o plug de volta pra segurar tudo, nos vestimos, saí primeiro. Quando cheguei no hotel, a Patrícia perguntou: “Viu o Fernando?” Eu, pernas moles, porra escorrendo um pouco: “Olha ele ali...”. Sorri por dentro: meu Deus, que delícia.

O casamento foi lindo. Eu de dama de honra, vestido rosa justo, olhando os dois no altar e pensando: “Dei pro noivo a noite toda e ele casou com minha amiga com meu gosto na boca”.

Na festa, umas 22h, muita gente já tinha ido embora. Achei que não ia rolar mais nada, pois os noivos não desgrudavam. Até que a Patrícia me chamou pro banheiro – dor de barriga forte, provavelmente ansiedade. Fomos eu e a outra dama ajudar. Faltou papel, falei pra prima dela: “Fica aí que eu pego”. No corredor, encontrei o Fernando. “Tem papel no banheiro masculino?” Ele: “Vamos ver...”.

Entramos numa cabine, tranquei a porta. Tirei o cinto dele, abaixei a calça: “Rápido, amor!” Ele levantou meu vestido, viu que eu estava sem calcinha, colocou de lado e enfiou de uma vez. Nesse exato momento, alguém entrou no banheiro. Congelamos – coração na boca – mas ele não parou, continuou socando devagar. O cara só fez xixi e saiu. Olhei pro Fernando sorrindo de tesão e medo, ele acelerou: pé meu no vaso, ele metendo forte e fundo. Não durou 3 minutos: gozamos muito, abafando os gemidos no beijo. “Que foda rápida delícia...”, sussurrei. Ele saiu primeiro, fez sinal de ok. Peguei o rolo de papel, entrei no feminino: “Acheiiii!”. Entreguei pra Patrícia como se nada tivesse acontecido.

A noite acabou em dança e bebida. Já no quarto, meu corno comentou: “Nossa amor, você se comportou direitinho hoje... pensei que ia dar em cima de alguém.” Enfiei a mão na bermuda dele, comecei a punhetar devagar e contei TUDO nos mínimos detalhes – o carro embaçado, o cu no banheiro, a rapidinha na festa. Ele gozou forte na minha mão em minutos, olhos vidrados. Limpei a porra com a língua na frente dele, engoli, beijei a boca dele com gosto de porra: “Me ama, corno?” Ele, ofegante: “Você é a mulher mais incrível do mundo... te amo demais.”

E assim foi. Uma das noites mais safadas e proibidas da minha vida.

Espero que tenham gostado tanto quanto eu gostei de viver (e reviver) isso tudo.

Beijos quentes,

Katia

Insta: @katiamaria3.2

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