Pai e filho me desejando na viagem (parte 1)

Um conto erótico de Deborah
Categoria: Heterossexual
Contém 1223 palavras
Data: 08/01/2026 14:26:13

Boa tarde meus amores! Permitam-me apresentar novamente a quem está lendo pela primeira vez um conto meu (todos relatados aqui são reais!) Eu, Deborah, 27 anos, gordelícia (seios fartos e bunda grande), casada com o Thiago, mais experiente, já na casa dos 40, e que desde o começo do nosso relacionamento sempre deixou explícito o desejo de ser corninho...

Essa aventura rolou nas nossas férias. Através de um famoso site/aplicativo, escolhemos Arraial do Cabo, uma famosa cidade da Região dos Lagos-RJ, para desfrutar de alguns dias de descanso. Praia, sol, mar... Chegamos em uma sexta a noite, e apesar do calor, estávamos cansados da viagem devido ao alto número de pessoas que buscam as praias nessa época, então resolvemos ficar na pousada mesmo e só sair no dia seguinte. Tomamos banho, comemos, bebemos uns sucos naturais e ficamos na suíte. Nossa suíte tinha uma vista linda para o jardim da pousada, e mais a frente, areia e praia. A noite estava convidativa, porém estávamos realmente cansados, e meu esposo ficou no notebook tratando assuntos da nossa loja virtual, enquanto eu fiquei na sacada da varanda, admirando a vista. No dia seguinte acordamos cedo, tomamos café na área gastronômica da pousada, e interagimos com algumas outras pessoas hospedadas. Dentre elas, havia um casal, Gustavo e Vanda, na faixa dos 40 assim como meu esposo, e o filho deles, Kauã, que acredito ter uns 19 anos. Super simpáticos, conversando eles nos disseram ter chegado também na noite anterior, pouco antes da gente, e que planejavam passear e conhecer as praias e restaurantes. Enquanto conversávamos, percebi olhares do rapaz, Kauã, para mim. Eu com uma saída de praia cobrindo a parte de baixo do biquíni, estilo saia, e tbm o biquíni que eu já usaria na praia. Azul bebê, que como a maioria das roupas que uso, mal cobrem meus seios, mas isso nunca foi problema para meu marido, muito menos era inaceitável naquela época, já que fazia um calor extremo. Mas Kauã, talvez por ser novinho, não parecia saber disfarçar, e senti que ele me olhava bastante, e até meu corninho percebeu... Bem, acabando o café da manhã, todos nós nos despedimos e seguimos juntos a saída, porém para lados opostos. Meu marido e eu fomos em direção a uma praia e o casal com o filho para outra. Chegando na praia, logo estendi a canga na areia, e alugamos um guarda sol. Meu esposo foi para o mar e eu fiquei ali, pegando um bronze, para ficar com aquela marquinha...

Tudo certo, bebemos alguns drinks em um quiosque próximo e assim seguiu até cerca de 1 da tarde, quando enfim resolvemos sair e procurar um bom restaurante. Chegando lá, após nos servirmos no buffet, procuramos um local para nos sentar e almoçar, quando avistamos a família que estava hospedada conosco. Incrível coincidência! O Gustavo e a Vanda logo acenaram para a gente para que sentássemos junto a eles. Kauã estava de costas mas se virou e tbm nos avistou. Sentamos, seguimos conversando naquele clima descontraído e Kauã não parava de olhar pra mim. A ponto do pai, Gustavo, perceber e também olhar. Até senti uma certa maldade no jeito dele, e até uma certa cara de pau, já que Vanda, a esposa, estava do lado dele. O que também era um "trunfo" afinal dessa forma ela não percebeu. Acabamos de almoçar, mais uma vez nos despedimos, e respeitando o espaço um do outro, seguimos com nosso tour. Chegou a noite, mais uma vez já na pousada, meu esposo no notebook tratando assuntos burocráticos e financeiros do nosso negócio, e eu mais uma vez na varanda. Quando avistei, em um dos bancos do jardim, o Kauã. Sentado, mexendo no celular, distraído. Eu queria curtir aquela vista, mas volta e meia olhava para aquele menino ali, que demorou mas... Me viu também. E abriu um sorriso, e gesticulando, me chamou para descer. Olhei para trás, e meu marido ali, concentrado. Fiz sinal para o menino esperar e fui até meu marido e pedi pra ir lá embaixo. Falei com ele que o menino estava lá e me chamando. Meu esposo parou o que estava fazendo e...

_ Quer dar pra ele, amor?

_Ai amor... Só quero descer e pegar um ar fresco

_ eu te conheço. E percebi o jeito como ele te olha...

_ e eu tenho culpa? (Risinhos sarcásticos)

_ tem, claro que tem. Quem manda ser uma puta gostosa?

_ posso ou não posso ir? (Eu disse com carinha de safada)

_ vai lá, vai... Tenho algumas coisas pra resolver aqui ainda. Me conta tudo na volta

Então segui lá pra baixo. No momento eu estava usando uma camisola semi transparente, cor de pérola, e lingerie vermelha por baixo. Calcinha fio dental e sutiã meia taça. Fechei com um lacinho e fui assim mesmo, arrancando olhares do recepcionista quando passei pelo saguão... Me direcionei ao jardim, onde fui recebida pelo Kauã com os tradicionais 2 beijinhos no rosto. Sentamos pra conversar e claro, o olhar daquele menino não saía dos meus seios e das minhas pernas, cruzadas... Senti uma certa timidez nele, e confesso que isso me excitou... Saber que ele lá no íntimo, me desejava, mas não tinha coragem de ir além. Então perguntei a ele de forma indireta se ele tinha alguém:

_ e a namorada, não quis vir com vocês?

_ eu não tenho namorada, Deborah...

_ não? Um menino bonito como vc?

_ vc acha? Ah... Com todo respeito, vc que é linda

_ vc acha? Rs

_ acho rs seu esposo tem muita sorte

_ é? E o que vc mais gostou em mim?

_ Ah, não me pede pra falar. Não posso, seu marido está lá em cima

_ lá em cima. Falar não vai arrancar pedaço...

_ seus seios são... Ah deixa quieto vai

_ falaaaa rs agora tô curiosa.

_ vamos beber algo? Tô afim de ir ali no bar e pegar um chopp de vinho. Curte?

_ uma cerveja pra mim. Mas vc vai falar ou não?

_ posso beber um pouco? Vai que a coragem vem

_ tá rs vai lá

Ele foi, não demorou, e voltou com a bebida. E claro, não demorei a "pressionar" ele.

_ agora fala, a gente já tá bebendo.

_ Deborah... Isso não vai dar problema com seu esposo?

_ claro que não, não falou nada pra ele, prometo.

_ então... Seus seios são suculentos, até meu pai comentou que vc tem seios gostosos... E vi vc de costas... Deu uma vontade de abraçar por trás...

_ sério que vc achou isso tudo de mim?

Nesse momento, a timidez foi embora e ele com a mão sobre meus joelhos disse, lambendo os lábios:

_ a mais pura verdade...

O menino já disse isso se inclinando e me beijou... Começou com um beijo suave, estalinho... Repetidamente, e foi abrindo a boca, e eu tbm, e aos poucos nossas línguas foram se procurando, se tocando... Senti um arrepio, senti minha calcinha ficar molhadinha... Um menino gente, 8 anos mais novo que eu... E sentados lado a lado, ele me abraçou, forte, e minhas mãos foram em seus braços bem torneados, enquanto ele me puxava pra si... Uma mão me envolvia me abraçando, a outra foi segurando meu seio, apalpando, apertando...

(Continua...)

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