Outro conto da série "Contos da pandemia". Cada conto é independente. Este vai focar no filho que passa a gozar como nunca após a vacina da Covid. Boa leitura.
Oi, gente, tudo bem? Meu nome é Maria, tenho 45 anos, sou casada com o João, de 48, e temos um filho, o Pedro, de 22 anos. Moramos numa casa simples em Belo Horizonte, Minas Gerais – sabe como é, vida tranquila, churrasco no fim de semana, igreja aos domingos. Resolvi escrever este conto pra desabafar uma história que mudou tudo na nossa família. É louca, erótica, e um pouco chocante, mas juro que é verdade.
Aconteceu depois da vacina da COVID, e eu ainda não sei se foi coincidência ou efeito colateral, mas o que importa é que transformou o Pedro de um jeito que ninguém esperava. Vou contar tudo passo a passo, como se fosse um diário, porque ainda tô processando isso. Se você gosta de exibicionismo e histórias reais de família, continua lendo. Ah, e não julguem, tá? A vida é assim mesmo.
Tudo começou no início de 2021, quando as vacinas contra a COVID finalmente chegaram aqui em Minas. Eu e o João tomamos a nossa dose sem problema nenhum – só um braço dolorido e uma febrinha que passou rápido. O Pedro, que na época tava no início da faculdade de engenharia, demorou um pouco mais pra se vacinar porque tava esperando a fila andar. Ele era um menino normal, quieto, estudioso, namorava uma menina da turma dele, mas nada de exageros. A gente via ele como um rapaz responsável, que mal saía de casa pros rolês. Nossa família era unida: jantávamos juntos todo dia, assistíamos novela na sala, e o Pedro ajudava o pai no quintal aos fins de semana. Eu trabalhava como professora numa escola municipal, o João era mecânico, e a vida rolava sem grandes surpresas.
O Pedro tomou a vacina numa sexta-feira à tarde, no posto de saúde perto de casa. Voltou animado, dizendo que agora podia voltar pras aulas presenciais sem medo. No dia seguinte, ele reclamou de uma dorzinha na região da virilha, como se fosse uma inflamação. A gente achou que era normal, tipo reação da vacina, e ele tomou um anti-inflamatório. Mas nos dias seguintes, as coisas começaram a mudar devagar. Primeiro, ele ficou mais agitado. Eu notava que ele se mexia muito na cadeira durante o jantar, como se estivesse inquieto. "Tá tudo bem, filho?", eu perguntava, e ele respondia que sim, só cansado dos estudos.
Uma semana depois, eu entrei no quarto dele pra pegar uma roupa suja e vi algo estranho. Ele tava de cueca, olhando pro espelho, e notei que a região dos testículos parecia... inchada. Maior do que o normal. Eu corei na hora e saí rapidinho, fingindo que não vi nada. Mas como mãe, fiquei preocupada. Conversei com o João na cama aquela noite: "Amor, acho que o Pedro tá com algum problema lá embaixo. Parece inchado". O João riu e disse que era coisa de homem jovem, talvez uma ereção ou algo assim, mas eu insisti pra ele falar com o nosso filho.
No dia seguinte, o João puxou conversa com o Pedro no quintal, enquanto consertavam a cerca. O Pedro confessou que, desde a vacina, sentia um inchaço nos testículos. Não doía mais, mas eles tinham crescido. "Pai, eles estão duas vezes maiores do que antes. Eu medi com a mão", ele disse, sem graça. O João ficou sério e sugeriu ir ao médico, mas o Pedro recusou, dizendo que não tava doendo e que talvez passasse. A gente respeitou, mas eu comecei a observar mais.
A transformação foi gradual, como eu disse. Nos primeiros dias, o Pedro começou a passar mais tempo no quarto. Eu ouvia barulhos, tipo respiração pesada, e sabia que ele tava se masturbando. Antes, isso era raro – ele era discreto. Mas agora, era todo dia, várias vezes. Uma manhã, eu bati na porta pra chamar pro café e ele demorou a responder. Quando abriu, tava suado, com o short folgado, e eu vi uma mancha úmida na frente. "Desculpa, mãe, tava... me exercitando", ele murmurou. Eu fingi que acreditei, mas meu coração acelerou. Como mãe, eu sabia o que era, mas o volume daquela mancha... era muito. Mais do que o normal pra um rapaz.
Duas semanas depois da vacina, as coisas escalaram. Os testículos dele realmente dobraram de tamanho – ele me mostrou uma foto no celular que tirou pra comparar, todo envergonhado, mas curioso. "Olha, mãe, antes era assim, agora tá gigante". Eu fiquei chocada, mas não consegui desviar os olhos. Eles pareciam bolas de tênis, pesados, pendurados. E com isso veio a libido insana. O Pedro confessou pro pai que precisava se aliviar pelo menos quatro ou cinco vezes por dia, senão ficava dolorido. "É como se eu tivesse virado um animal no cio, pai. A gozada sai tanto que molha tudo". O João ficou sem graça, mas tentou ajudar, sugerindo exercícios ou algo pra distrair.
O exibicionismo começou de mansinho. Primeiro, em casa, ele parou de trancar a porta do quarto. Uma tarde, eu passei pelo corredor e vi pela fresta: ele tava deitado na cama, calça arriada, masturbando-se devagar. Os testículos enormes balançando, o pênis ereto, e o som de gemidos baixos. Eu parei, hipnotizada. Como mãe, devia ter fechado a porta, mas algo me prendeu ali. Ele gozou forte, e o volume... meu Deus, era como um copo de leite derramando. Espirrou no peito dele, na cama. Ele limpou com uma toalha, ofegante, e eu saí dali correndo pro banheiro, sentindo um calor estranho entre as pernas. Fazia anos que eu e o João não transávamos com tanta frequência, mas aquilo me excitou.
No jantar daquela noite, o Pedro tava relaxado, como se nada tivesse acontecido. Mas eu não conseguia parar de pensar. Conversei com o João na cama: "Amor, vi o Pedro se masturbando hoje. Foi sem querer, mas... ele não trancou a porta". O João suspirou e disse que era normal pra um rapaz com libido alta, que a gente devia dar espaço. Mas eu sentia uma mistura de preocupação e... excitação. Era errado, eu sei, mas ver meu filho assim, tão viril, mudado pela vacina, mexia comigo.
Aos poucos, ele ficou mais ousado. Uma semana depois, estávamos na sala assistindo TV – eu, João e Pedro. Era um domingo preguiçoso, chovendo lá fora aqui em BH. O Pedro tava de short largo, sem camisa, e eu notei o volume nos testículos pressionando o tecido. De repente, ele se ajeitou no sofá e disse: "Pai, mãe, desculpa, mas eu preciso... tá doendo". Antes que a gente respondesse, ele baixou o short ali mesmo, na frente da gente. O pênis saltou pra fora, já semi-ereto, e aqueles testículos gigantes, inchados, balançando. Eu gelei, mas não consegui desviar o olhar. O João murmurou algo como "Filho, vai pro quarto", mas o Pedro ignorou, começando a se tocar devagar. "Só um minutinho, pai. É rápido agora que tá assim".
Eu assisti, boquiaberta. Ele masturbava com movimentos ritmados, gemendo baixo, os olhos semicerrados. Os testículos pulsavam, e eu via as veias saltadas. Durou uns cinco minutos, e quando gozou... ah, gente, foi uma explosão. Jatos grossos, brancos, voando pro ar, caindo no chão da sala, no sofá. O volume era absurdo – devia ser o triplo do pai dele. O cheiro de sêmen encheu o ar, forte. Pedro limpou com o short mesmo, ofegante, e disse: "Desculpa, mas é assim todo dia agora. A vacina me deixou assim". João ficou quieto, vermelho, e eu... eu tava molhada. Não tocamos no assunto, mas aquilo mudou o clima da casa.
A partir daí, virou rotina. Pedro batia punheta na frente da gente sem pudor. Pela manhã, na cozinha, enquanto eu preparava o café: ele sentava na cadeira, baixava a cueca e começava, conversando normalmente sobre o tempo ou a faculdade. "Mãe, passa o pão? Ah, espera...", e lá ia ele, os testículos batendo na cadeira, o sêmen espirrando na mesa. Eu limpava depois, sentindo um arrepio. No almoço, com o pai: "Pai, conta do jogo ontem?", enquanto se tocava no sofá da sala. João tentava ignorar no começo, mas acabou aceitando – a gente via que era necessidade, não maldade.
A transformação foi completa em um mês. Os testículos dele estabilizaram no dobro do tamanho, pesados como frutas maduras, e a libido exigia alívio constante. Ele parou de namorar a menina, dizendo que não conseguia se controlar, e se concentrava em casa. O exibicionismo virou o centro da nossa vida. Uma noite, estávamos jantando na varanda – o ar de Minas fresco, cheiro de terra molhada. Pedro se levantou, tirou a calça inteira e se masturbou de pé, na frente da gente. "Vejam como sai agora". Os jatos voaram longe, molhando o chão. Eu via cada detalhe: a pele esticada nos testículos, o pênis latejando, o sêmen grosso escorrendo. Como mãe, eu devia repreender, mas confesso que aquilo me excitava. À noite, eu e o João transávamos mais, inspirados pelo que víamos.
Não rolou nada além de assistir. Eu e o João nunca tocamos nele, nem ele em nós. Era puro exibicionismo – ele precisava se mostrar, e a gente, de algum jeito, aceitava. Virou nossa nova normalidade. Uma vez, no quintal, ele se masturbou enquanto o pai dele cortava grama, e eu via da janela da cozinha. Outra vez, na sala, durante um filme: ele gozou três vezes seguidas, o volume enchendo um copo que ele usou pra medir. "Olha, mãe, quase meio litro hoje". Eu ria nervosa, mas meu corpo reagia.
Hoje, anos depois, a vacina mudou o Pedro pra sempre. Ele ainda mora com a gente, trabalha home office, e as sessões diárias continuam. Eu e o João não fomos afetados – nossa vida sexual melhorou, ironicamente, vendo nosso filho assim. É estranho, erótico, e um segredo nosso. Desabafei aqui porque precisava compartilhar. Se alguém passou por algo parecido, comenta? Beijos de Minas!