A Tia Proibida: Incesto Explosivo com a Buceta Reprimida da Minha Tia Clara

Um conto erótico de Lucas
Categoria: Heterossexual
Contém 549 palavras
Data: 09/01/2026 01:41:41

Meu nome é Lucas, 22 anos, e desde que me mudei pra casa da tia Clara pra estudar, eu vivia com o pau duro o dia inteiro. Ela, 42 anos, viúva devota, sempre de roupas fechadas, coque apertado, cara de mulher séria que reza todo dia. Mas porra, aquele corpão... peitos enormes que balançavam discretamente, bunda carnuda que marcava até nas saias largas, coxas grossas que me faziam imaginar apertando minha cara entre elas. Eu sabia que por trás daquela fachada de santinha tinha uma vadia louca pra ser arrombada. E eu tinha razão.

Numa tarde abafada, peguei ela no flagra. Porta do quarto entreaberta, tia Clara nua na frente do espelho, passando creme nas pernas, os seios pesados livres, mamilos inchados e duros, a buceta lisinha brilhando de tão molhada. Ela se olhava com tesão, mordendo o lábio, e enfiou os dedos devagarinho lá dentro, gemendo baixinho como se tivesse medo do pecado. Meu pau latejou na hora. Entrei sem bater.

Ela tentou se cobrir, vermelha de vergonha e tesão.

— Lucas! Sai daqui, isso é errado... é incesto!

Mas os olhos dela traíam. Eu tirei a camisa, mostrei o volume na calça.

— Errado é você se esconder, tia. Eu sei que você quer rola há anos. Quer a rola do seu sobrinho enfiada nessa buceta proibida.

Ela tremeu, mas não resistiu. Caiu de joelhos, puxou minha calça e chupou meu pau como uma puta faminta, engolindo até a garganta, babando tudo, gemendo alto: “Meu Deus, que pau grosso... da minha família...”.

Depois, ela foi até o armário e vestiu aquela lingerie que me deixou louco: rendada azul, transparente, sutiã apertando os peitos enormes, calcinha fio dental sumindo no rabão, cinta-liga nas coxas grossas. Ficou ali, posando pra mim, os olhos cheios de luxúria incestuosa.

— Me fode, sobrinho. Me usa como sua puta proibida. Enfia essa rola da família na buceta da sua tia.

Eu joguei ela na cama, rasguei a calcinha azul e meti a língua no cu apertado enquanto dedava a buceta encharcada. Ela gritava: “Isso, me lambe todinha, me prepara pro incesto!”.

De quatro, com a lingerie azul ainda no corpo, eu posicionei o pau e meti tudo de uma vez na buceta dela. Ela urrou de prazer, rebolando loucamente enquanto eu socava forte, batendo na bunda, os peitos balançando dentro da renda.

— Me arromba, Lucas! Fode sua tia como um animal! Goza dentro, enche a buceta da família com porra do sobrinho!

Ela gozou gritando, esguichando na minha rola, corpo convulsionando. Eu virei ela, abri as pernas e meti de novo, olhando nos olhos enquanto bombava fundo.

— Isso é incesto puro, tia... e você ama, né? Ama ser a vadia da família.

Ela cravou as unhas em mim, gozando outra vez: “Amo! Goza dentro, me engravida se quiser, mas goza na sua tia!”

Segurei firme e explodi, enchendo a buceta proibida com jatos quentes de porra, transbordando pelas coxas, sujando a lingerie azul.

Depois, ela me beijou com língua, ainda tremendo.

— Agora é assim todo dia, sobrinho. Essa buceta reprimida virou propriedade sua. Sempre que eu vestir essa lingerie azul, você me fode sem piedade.

E desde então, o incesto virou rotina. A tia mais santa da família virou minha puta particular, louca pra sentir a rola do sobrinho arrombando o que era proibido.

Fim.

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