E aí, galera, meu nome é Jorge, 22 anos. Depois daquela putaria toda em Floripa com a tia Alice e o Lucas (aquele DP que ainda me deixa louco só de lembrar), voltei pro interior de São Paulo achando que ia sossegar um pouco. Mas o destino tinha outros planos, e eles envolviam minha própria mãe.
Minha mãe, Laura, tem 44 anos, loira que nem a tia Alice, com cabelo liso dourado sempre solto, caindo até o meio das costas. Ela é descolada, sempre foi: ri alto, conversa sobre tudo, usa maquiagem discreta e tem um corpo que chama atenção sem ela precisar forçar – peitões fartos, cintura fina e um bundão redondo e empinado que balança quando ela anda. Mas ela não é do tipo que se joga em ninguém; é confiante, mas seletiva. Minha irmã mais nova, Karen, tem 18 anos e tava passando uns dias na casa de uma amiga, então a casa era só eu e a mãe.
Cheguei numa quinta à noite. Ela me recebeu normal, de calça jeans e blusa folgada, abraço rápido, beijo na bochecha. “Bem-vindo de volta, filho. Conta como foi a viagem”, disse ela, sorrindo, mas nada além disso. Eu já tava com a cabeça no que rolou lá, mas segurei a onda.
No sábado de manhã, eu tava no quarto quando ela berrou lá de baixo:
— Jorge, desce aqui agora!
Desci achando que era pra ajudar em algo. Ela tava na sala, ainda de calça jeans e camiseta simples, cabelo loiro solto, mas com cara de poucos amigos, celular na mão.
— Senta aí.
Sentei. Ela jogou o celular no meu colo. Prints da conversa da tia Alice: fotos nossas na cama, eu e Lucas comendo ela, minha mão no rabão dela, porra escorrendo. Áudio da tia rindo: “Seu filho fode que é uma delícia, Laura. Pauzão, sabe usar. Inveja você não ter experimentado.”
Eu congelei. Ela me encarou, vermelha de raiva:
— Tu comeu a minha irmã, Jorge? Tu e o Lucas juntos? Incesto puro, caralho! Que merda é essa? Eu tô chocada, tô passada, tô com nojo!
Eu tentei me explicar, gaguejei que foi uma loucura, que rolou sem planejar. Ela andou de um lado pro outro, o bundão balançando no jeans, mas não de um jeito sexy – de raiva mesmo.
— Isso é errado pra cacete! Família não se mistura assim. Vai pro teu quarto, preciso pensar. Não quero te ver agora.
Passei o dia trancado, achando que ela ia me expulsar ou contar pra alguém. À noite, silêncio total no jantar. Ela mal me olhou.
No domingo, nada mudou. Ela ficou quieta, refletindo sozinha. Eu via ela pela casa, cabelo loiro solto, expressão pensativa, mordendo o lábio às vezes. O tempo tava fazendo efeito, mas eu não sabia ainda.
Segunda à noite, já de pijama (calça folgada e camiseta), ela bateu na porta do meu quarto. Entrei, ela tava sentada na cama, pernas cruzadas.
— Jorge… eu pensei muito. Fiquei brava pra caralho com o que você fez. Incesto é loucura, é proibido. Mas… a Alice é minha irmã, e ela sempre foi mais solta que eu. E ela disse que você… que você a fez gozar como nunca. Eu tô sozinha há anos, filho. Ninguém me toca direito. Eu sinto inveja dela.
Ela baixou os olhos, tímida, corando. “Eu não devia nem falar isso, mas… eu fico pensando em você desde que vi aquelas fotos.”
Meu pau endureceu na hora. Eu me aproximei devagar, segurei o queixo dela e beijei. Ela correspondeu tímida no começo, língua hesitante, mãos tremendo no meu peito. Mas eu não ia devagar. Puxei ela pra cima, tirei a camiseta dela com urgência, expondo aqueles peitões fartos, mamilos rosados já duros.
— Filho… vai devagar, eu tô nervosa — murmurou ela, mas eu já tava apertando os peitos, chupando forte um mamilo enquanto a mão descia pro cós da calça.
Tirei a calça dela, deixando-a nua. Buceta depiladinha com triângulo loiro, já molhada. Ela sentou na cama, tímida, cobrindo os peitos com os braços.
— Me mostra como você chupa pau, mãe — disse eu, tirando minha bermuda e deixando o pauzão pra fora.
Ela arregalou os olhos: “Caralho, Jorge… que pau grosso.” Caiu de boca devagar, mas logo pegou o jeito. Sucção perfeita, boca quente e úmida, engolindo até onde cabia, babando enquanto chupava as bolas, olhando pra cima com cara de safada misturada com timidez. Eu segurei o cabelo loiro solto dela e forcei um pouco mais fundo, sentindo a garganta apertar. Gozei na boca dela, jatos quentes que ela engoliu tossindo um pouco, limpando os lábios.
Agora era minha vez. Deitei ela na cama, abri as pernas e lambi a buceta devagar no começo, mas acelerei, chupando o clitóris com força, enfiando dois dedos curvados pra dentro. Ela gemia baixo, tímida: “Aí, filho… que delícia, mas cuidado…”
Virei ela de quatro, empinando aquele bundão redondo, lisinho, perfeito. Apertei as nádegas com força, abrindo pra ver a buceta inchada e o cuzinho piscando.
— Vou te foder agora, mãe. Forte, como eu gosto.
Ela murmurou um “vai devagar”, mas eu ignorei. Enfiei a cabeça do pau na buceta molhada e empurrei de uma vez, fundo, esticando ela toda. Ela gritou de dor e prazer misturados: “Aiii, Jorge! Tá doendo, caralho… mas continua!”
Meti com força, batendo as bolas na bunda dela, vendo o bundão tremendo a cada socada, ondas na carne branca, o cabelo loiro balançando descontrolado. Segurei pela cintura fina, puxando pra trás, metendo mais profundo. Ela sentia dor no começo, o pau grosso rasgando um pouco, mas logo virou prazer puro: “Isso… fode forte, filho! Me arromba essa buceta!”
Mudei pro cu. Cuspi no cuzinho apertado, enfiei um dedo pra abrir, depois dois. Ela gemeu: “Quero dar o cuzinho também… mas devagar, tá doendo já.”
Não fui devagar. Posicionei o pau e empurrei devagar no início, mas depois forcei até o talo. Ela gritou alto: “Porra, Jorge! Tá me rasgando o cu… aiii, dói mas é bom!” O cu dela era apertadíssimo, quente, apertando meu pau como um vício. Fodi com força, de quatro ainda, apertando o bundão, vendo o pau entrar e sair, esticando o anel rosado. Ela gozou primeiro, tremendo toda, esguichando da buceta enquanto o cu piscava no pau. Eu acelerei, metendo sem pena, e gozei dentro do cu, enchendo de porra quente que escorreu pelas coxas.
Caímos na cama, suados, ofegantes. Ela virou pra mim, ainda tímida mas sorrindo: “Caralho, filho… doeu pra porra, mas eu amei. Faz tempo que não sinto isso.”
Naquela semana, com a Karen ainda fora, a gente transou todo dia: ela começava tímida, mas eu pegava de jeito, metendo forte na buceta e no cu, valorizando aquele bundão de quatro, de lado, em pé. Ela virou safada total na cama, pedindo mais dor e prazer misturados.
Eu tô viciado nessa mulher. E ela em mim. A Karen volta logo, vamos ver como esconder isso… mas por enquanto, a casa tá pegando fogo.