Naquela tarde quente de verão na casa grande perto do mar, tudo parecia normal, mas eu, Ana, sabia que seria especial. Tenho 38 anos, corpo com curvas e cabelo castanho comprido. Eu cuido da casa todos os dias, mas no fundo, penso em coisas safadas. Meu marido, Ricardo, tem 42 anos, é alto e forte, e é o centro das minhas ideias. Maria, nossa empregada de 25 anos, é morena com pele escura do sol, olhos que chamam atenção e formas que mexem com a gente. Ela trabalha aqui há meses, e eu vejo como Ricardo olha para ela – e isso me deixa animada, não brava. Imagino ver ele com outra mulher, como Maria, que é ousada e sexy.
Decidi fazer isso acontecer. Fingi que ia sair para uma reunião e saí de casa, mas me escondi no jardim, atrás das plantas altas. Dali, pela janela grande, eu via bem a sala. Meu coração batia rápido só de pensar. Ricardo estava lá, no sofá de couro, mexendo no computador, sem saber de nada.
Vi Maria entrar, mexendo os quadris de propósito. A roupa dela estava mais justa, a saia curta mostrando pernas longas e bonitas. "Senhor Ricardo, posso limpar aqui agora?", ela disse com voz macia, se abaixando para pegar um pano. Os peitos dela roçaram no braço dele, e eu mordi o lábio, sentindo um calor entre as pernas. Ela fazia de propósito, e eu gostava.
Ricardo tentou fingir que não ligava, mas os olhos dele mostravam o contrário. Maria sentou no braço do sofá, cruzando as pernas e subindo a saia um pouco. Meu pulso ficou mais rápido quando ela se aproximou e sussurrou no ouvido dele – "Eu vejo como o senhor me olha... E se eu dissesse que gosto disso?" – e passou a mão no ombro dele. Eu me apoiei numa árvore, o ar quente do jardim misturando com o fogo no meu corpo. Quando Ricardo a beijou, com fome e pressa, eu soltei um gemido baixo. Era de verdade, e eu via tudo.
Maria abriu a blusa devagar, mostrando peitos firmes e grandes, sem sutiã. Meu Deus, como ela era bonita. Ricardo a puxou para o colo, as mãos tocando nela com vontade. Eu via tudo: os sons dele, como ela se roçava nele, abrindo a camisa do meu marido. "Quero sentir o senhor dentro de mim", ela sussurrou, e eu senti um molhado entre minhas coxas. Não aguentei; passei a mão por baixo da minha saia, me tocando devagar enquanto via Ricardo subir a saia dela, vendo que não usava calcinha.
Ele entrou nela devagar, e os dois gemeram juntos. Maria subia e descia com ritmo, os peitos balançando, as mãos apertando os ombros dele. Eu me tocava no mesmo ritmo, pensando no prazer que Ricardo sentia, o suor nos corpos batendo um no outro com loucura. Era errado, mas excitante, e eu mandava, mesmo de longe.
O gozo deles foi forte – Maria gritando, o corpo tremendo, Ricardo gozando dentro dela. Eu gozei quieta, as pernas moles, o corpo latejando de prazer. Quando Maria saiu da sala sorrindo, eu respirei fundo e voltei para casa como se nada fosse.
Naquela noite, no quarto, sussurrei para Ricardo: "Eu vi tudo... e adorei." O olhar dele de surpresa virou desejo, e soubemos que isso era só o início de mais brincadeiras juntos.