Moldada para ser mãe, esposa puta e madame – 02 – Transformação e treinamento

Um conto erótico de Marina
Categoria: Heterossexual
Contém 5966 palavras
Data: 09/01/2026 07:41:03

Quando meu pai tirou minha venda se revelando como o homem que tinha me transformado em mulher através de tratamentos hormonais e cirurgias sem minha concordância prévia e poucos minutos antes ter feito amor comigo deliciosamente, além do choque só consegui perguntar a ele o porquê tinha feito aquilo.

– Porque você fez isso comigo papai?

2 ANOS E MEIO ANTES

Há pouco mais de 30 meses tinham nascido minhas irmãzinhas gêmeas após meu papai insistir por anos que minha mãe engravidasse novamente, mas eis que a tragédia tomou conta de nossa família feliz e minha mãe morreu no parto, mas minhas pequenas irmãs foram salvas.

Sempre demasiadamente apegado à minha mãe o mundo ruiu sob meus pés e não resisti a sua perda me revoltando exageradamente contra meu pai o acusando de ter matado mamãe com sua insistência. Ele sofria tanto quando eu, talvez até mais porque a amava apaixonadamente e ela foi sempre sua esposa querida e era assim que a chamava, mas nada impediu minha revolta.

Papai sempre foi muito família a amando, me amando e cuidando de nós, mas desejava ter mais filhos e mamãe resistiu, resistiu até que engravidou e deu no que deu. Para mim não havia nenhuma hipótese de o perdoar na fase que todo jovem é rebelde aos 18 anos a revolta se apoderou de mim. Evitava meu pai e minhas irmãzinhas e sem ter mamãe, para mim não havia mais motivos de viver e até comecei a usar drogas leves.

Não querendo mais ver a cara de meu pai por ter matado a mãe que eu amava e me dava apoio e carinho, decidi ir morar no exterior e escolhi a Tailandia onde sabia que tinha uma grande comunidade de brasileiros. Não teve nenhum motivo especifico a não ser estar do outro lado do mundo e longe de meu pai.

Ele tentou me mostrar que não era o melhor lugar para viver, mas em minha raiva foi até pior porque aí nada me fez mudar os planos. Demorou uns 2 meses sob pressão minha fazendo muitas chantagens emocionais para que ele aceitasse bancar a viagem e os primeiros meses até que eu arrumasse um emprego e sem me despedir dele, de minhas irmãs e até de meus avós que defendiam meu pai contra minha raiva, viajei para a Tailandia.

No aeroporto de Bangcoc eu teria um Transfer para o pequeno hotel que aluguei por 1 semana até arrumar um lugar para morar e chegando lá, vi uma plaquinha com meu nome em uma garota e a acompanhei até o carro. Durante todo o tempo ela não falou nada e como eu só queria chegar em meu hotel e ela devia saber o endereço então nem tentei conversar também.

Como não conhecia nada da cidade e o trânsito era uma caos não tinha como saber para onde estava indo e quando chegamos achei estranho porque não era nada como vi na internet, mas pensei que as fotos tinham sido tiradas lá dentro. A acompanhei com minha mala pequena e ao entrar percebi alguém vindo por trás de mim e me dando uma pequena agulhada no pescoço sem que tivesse tempo de reagir e apaguei.

Quando acordei estava em um quarto confortável e limpo estilo tailandês achando que tinha chego ao hotel, mas quando me recuperei bem vi que não era como as imagens que eu tinha visto. Logo a porta se abriu e aquela garota que me pegou no Aeroporto entrou e começou a conversar comigo em português.

– Oi, eu sou a Ana e a partir de hoje serei sua acompanhante e tradutora oficial aqui na Tailândia até que sua transformação termine.

– Transformação, perguntei curioso não entendendo nada.

– Sim, não sei se você sabe, mas a Tailandia é um dos países com mais conhecimento e qualidade na mudança de sexo e você fará todo o seu tratamento preparatório aqui até fazer a cirurgia.

Um medo aterrorizante me tomou estando em um país estranho, do outro lado do mundo e sem conhecer ninguém e o pior com uma maluca brasileira dizendo que eu mudaria de sexo. Achei que talvez estivesse sendo enganado e tivesse sido sequestrado por uma gangue de tráfico de órgãos que iria extrair órgãos meus, isso se não me matassem.

Tentei correr e fugir pela porta, mas ela estava trancada e logo percebi que não tinha janela.

– Essa porta só abre por fora e depois tem todas as dependências com um portão que também só abre por fora para chegar ao último na rua onde tem seguranças. Isso é quase uma prisão e não tem como fugir.

Comecei a chorar desesperado achando que minha vida tinha acabado e me odiando por não ter ouvido meu pai sobre os perigos da Tailandia.

– Não chore. Não é tão ruim. Um dia fui um garoto como você.

Olhei para Ana e nada, nada mesmo diria que ela foi homem antes. Era uma garota linda e desejável com um corpo sinuoso dentro daquele shorts florido tipo sainha de praia bem feminino. Seus seios eram evidentes na camiseta e achei que ela poderia estar me enganando.

– Você não pode ser homem.

– Não sou mais, mas já fui. Diferente de você fiz a transição por vontade própria e só estou aqui a trabalho para cuidar de você e vou receber muito dinheiro. Quem está fazendo isso com você deve ser muito rico.

– Por favor Ana, me ajude a sair daqui. Não quero virar uma garota. Nunca quis, falei chorando.

– Me perdoe. Não é pelo dinheiro, mas pelo medo. Se ajudar você a fugir, posso ser morta. Todos que estão aqui, farão a transição de sexo querendo ou mão. Uns mais outros menos.

– Todos. Quantos são?

– Pelo que vi uns 10, 12. Metade ou mais de estrangeiros como você.

– Tenho que escapar daqui. Mudar de sexo já é horrível, mas e se estão fazendo isso para me prostituir ou me vender?

– Talvez haja casos assim aqui, mas pelo dinheiro que estou recebendo e os cuidados que estão tendo com você não deve ser isso. Ou é vingança pessoal ou alguém que te queira muito como mulher.

– Não tenho inimigos. Nunca fiz mal a ninguém e nunca tive nenhum tipo de relacionamento sexual com um homem. Ou com mulheres.

– Você pode ter ignorado algum maluco sem saber. De qualquer forma não vai conseguir fugir e se resistir só vai sofrer.

Nem tínhamos terminado a conversa quando uma enfermeira entrou e me deu alguns comprimidos para tomar. Não queria tomar e resisti até que ela falou algo brava e Ana traduziu.

– Ela disse que se não tomar por bem, vai chamar 2 ajudantes homens e te fazer engolir à força. Acredite que é verdade, Ana falou dando sua opinião.

Achei que havia algum calmante para me derrubar e não ter como reagir, mas percebi logo de cara que era o medo dos horrores que poderiam acontecer comigo que me fariam obedecer. Se me rebelasse a pessoa que me mandou para lá poderia se cansar e me abandonar me deixando para gangues de prostíbulos que usariam a violência terminando no mesmo resultado, mas com muito mais dor e sofrimento.

Pensando nisso tomei os remédios resignado e a enfermeira se foi.

– Não se preocupe, deve ser o início de seu tratamento com hormônios. Se prepare que dão muitos enjoos e engordam, mas com certeza vão controlar sua alimentação e te obrigar a fazer exercícios para ficar com o corpo bem feminino.

– Eu não sou mulher, sou o Roberto, me lamentei novamente.

– Segundo me passaram você terá documentos novos brasileiros com outro nome e como mulher. Só ainda não sabemos como vai se chamar, então te chamarei de Roberta.

– Esse era o nome de minha mãe – Roberta e pôr a amar muito meu pai colocou em mim o nome Roberto. Como mudarão minha identidade? Serão documentos falsos?

– Nome lindo o de sua mãe e agora o seu por enquanto. Provavelmente acharão uma garota com sua idade e semelhança física que tenha desaparecido no Brasil quando ainda era menina e você vai voltar como se fosse ela retornando à família que vai receber um bom dinheiro para confirmarem que é mesmo você. Quem faz esse tipo de trabalho tem gente em órgãos públicos como polícia, cartórios e até legistas.

– Como você sabe tudo isso Ana? Você é tão nova.

– Esse é meu trabalho Marina. Namoro um brasileiro que faz esse tipo de trabalho, mas na grande maioria das vezes são para pessoas que mudam de sexo por vontade própria e querem desaparecer da família com outra identidade para que nunca sejam encontradas.

Percebi que minha situação era complicada, mas ao menos não parecia que me tornaria apenas um fornecedor de órgãos. Pelo que Ana falou, alguém me queria e não tinha a mínima ideia de quem poderia ser.

Ana me avisou que não poderia estar lá as 24 horas, então eu deveria obedecer a tudo que me mandassem fazer mesmo que não entendesse a língua. Certamente alguém falava um pouco de inglês.

Outra dica foi fazer amizades com os garotos/garotas porque ficaria lá pelo menos 18 meses e seria entediante sem amizades e sem internet. Outra informação foi de que me dariam roupas de garota que eu começaria a usar e que eu não deveria resistir e depois de me trocar deveria entregar a roupa que eu usava.

Por fim, me mostrou uma tabela na parede com toda minha programação diária em português desde acordar até dormir onde existia todo tipo de atividades além de consultas e exames e médico aos quais ela estaria sempre presente para fazer a tradução. Antes de ir Ana tirou as medidas de meu corpo e se foi avisando que voltaria no dia seguinte.

Tive quase um ataque de pânico me sentindo sozinho, mas me controlei. Uma hora depois a porta se abriu me dando a certeza que não teria nenhuma privacidade. Roupas dobradas me foram entregues por uma garota, certamente uma como Ana e sem falar nada começou a tirar minha roupa me deixando nu.

Depois me vestiu com uma calcinha de lycra branca, um sutiã e um vestido bem feminino, mas não sexy ou sensual parecendo um uniforme de colégio com tecido xadrez com a saia indo até pouco acima dos joelhos. Pelo que vi haviam mais dois uniformes como aquele e seria só que eu usaria, além do que parecia serem pijamas com bermudas e camisetas discretas.

Enquanto tentava me adaptar aquelas roupas, com gestos ela me ensinou a guardar no armário e depois mostrou onde estava tudo o que eu precisaria para higiene pessoal e se foi mostrando uma campainha vermelha onde estava escrito em várias línguas que era só para emergência.

Tudo o que eu tinha foi levado embora e para os pés foi deixado um chinelo, um tênis simples feminino e uma sandália com salto, mas baixo. Não é que fosse muito estranho usar aquela roupa, mas o sutiã me incomodava e quando me olhei no espelho senti um arrepio na espinha porque com meu corpo magro e frágil já parecia uma garota só faltando o cabelo cumprido.

Enquanto esperava o jantar descobri livros e revistas em português concluindo que seria lendo que passaria o tempo quando não estivesse em alguma atividade da programação.

Quando a porta foi aberta a garota que tinha me trocado me puxou pelo braço me levando primeiro conhecer as dependências e tinha tudo que um hotel tem, além de academia, piscina, e uma área de saúde com consultório e salas de exames e procedimentos. Havia também uma sala de TV em um canal de entretenimento em inglês e uma biblioteca onde haviam até tablets, mas certamente sem internet. Nossa ligação com o mundo seria só aquela TV.

Quando chegamos ao refeitório todos os garotos/garotas já estavam sentados me esperando e à primeira vista eles estavam em diferentes estágios da transformação, algumas já com seios evidentes e rostos bem femininos, enquanto outros ainda mostravam estar no início.

Fui apresentado a todas elas vestidas como eu e me apresentei e o comportamento delas era impecável e rígido mostrando estarem obedecendo a regras por medo, muito medo. Sorrisos não apareceram e nem eu sorri.

Foi assim meu primeiro dia naquele que nomeei como Centro de Transição Sexual Forçada, mesmo que eles não tivessem nenhum nome. Para dormir, tirei o sutiã e coloquei o pijama confortável e fiquei pensando se valeria a pena tentar fugir, o que parecia impossível com os seguranças fortes que vi durante o reconhecimento, mas com todas aquelas garotas tão naturalmente intimidadas pela situação eles pareciam mais estar lá para garantir que ninguém estranho entrasse do que que algumas de nós fugisse.

No dia seguinte Ana chegou cedo porque eu passaria por muitas consultas e mal tinha acordado quando ela entrou.

– Bom dia Roberta. Hoje vai ser um dia importante.

– Bom dia Ana, falei desanimado.

– Se anime. Você com certeza vai ser uma mulher linda e talvez tenha uma vida melhor do que tinha.

Pensei comigo mesmo que seria difícil ter uma vida melhor que tinha antes de minha mãe falecer, pois éramos uma família feliz, tinha pais maravilhosos e nossa condição de vida era excelente com meu pai tendo herdado uma grande empresa de meu avô a qual administrava muito bem fazendo com que crescesse e de expandisse.

– Como serei uma mulher linda se nem tenho peitos como você.

Me pegando de surpresa sem pudor Ana levantou aquela blusinha frente única florida expondo seu seios médios lindos, arredondados e muito femininos. Fiquei de boca aberta e se antes tivesse visto um daquele na internet teria ficado excitado, mas não senti nada além de admiração pura.

– O meu era exatamente como o seu e com os hormônios ficou assim. Sem prótese talvez fique só um pouco maior, mas aí depende de como seu patrocinador vai querer. Se natural ou peituda.

Foi a primeira vez que ouvi aquela denominação para a pessoa que tinha me colocado lá e seria assim que nós os denominaríamos nos meses seguintes.

– São lindos, mas você não tem vergonha de me mostrar?

– Durante minha transição fiquei nua para tanta gente que me acostumei e você agora é uma menina, falou sorrindo e soltando a blusinha.

– Antes de tudo não quero mudar de sexo, mas sendo obrigada como estou sendo se pudesse escolher iria querer natural, sem próteses. Nunca gostei daqueles peitos enormes que via na internet.

– Também não gosto e como fiz a transição porque queria, pude escolher tudo como preferia.

– Até lá embaixo dá para escolher, perguntei curioso.

– Dá sim. Dá para escolher mais fechada, mais aberta, com mais ou menos lábios. Quer ver a minha? Assim você não fica com tanto medo.

Fiquei curioso e envergonhado, mas como seria obrigado a ter uma, quis ver como ficava.

– Quero.

Sorrindo Ana abaixou a bermuda junto com a calcinha e o que apareceu foi um vagina lisinha e fechada como deveria ser de uma menina. Sua pele era mais escura do que a minha clarinha e mesmo tendo a marca de biquini ainda era mais escura. De onde eu estava a no máximo 2 metros parecia perfeita e igual e ninguém diria que não era como as que via na internet e não havia nenhuma marca aparente de cirurgia.

– Quais as escolhas que você fez?

– Como sou pequena queria que parecesse de uma menina e ficou. Você pode escolher, só que o médico sempre dirá que tentará deixar como pedimos, mas depende muito do momento, de nossa pele e de outros fatores. No meu ficou como eu queria.

– Vou pedir como a sua. Adorei.

– Você não é lésbica, é, perguntou brincando me deixando envergonhada e voltando a colocar o short.

– Quando te vi no aeroporto, jamais imaginaria que não é uma garota bonita tendo esse rosto e esse corpo todo cheio de curvas.

– A genética me ajudou e por seu corpo, tenho a certeza que também vai ficar perfeita. Não fiz, mas tem algumas cirurgias complementares de retirada ou movimentação de costelas para a cintura ficar fina e também há a feminização fácil para tirar o osso masculino sobre os olhos. Se seu patrocinador mandar que sejam feitas, nem você mesmo achará que não nasceu mulher.

Apesar de adorar pornografia, nunca tinha assistido nada com garotas que nasceram homens, pelo menos declaradamente porque depois de ver o corpo de Ana, se uma mulher como ela não contasse nunca saberia.

Me vesti com o uniforme e na companhia de Ana fui para o café da manhã onde encontrei todas as garotas um poucos mais soltas do que na noite anterior, mas ainda assim comportadas mostrando que o bom comportamento era uma exigência inegociável.

Durante o café Ana me contou do porque a Tailandia era um dois países mais desenvolvidos nas cirurgias de redesignação sexual como ela disse se chamar. Existe naquele país uma tradição antiga em que o ultimo filho fica sem se casar para cuidar dos pais e se for homem ele é travestido, o que muitos assumem pela vida toda, muitas vezes querendo também mudar de sexo.

A manhã foi cansativa respondendo milhares de perguntas a médicos, terapeutas, nutricionista e até a Personal Trainer. Fora o médico, todas as outras eram mulheres, mas por tudo que fiquei sabendo naquelas horas ali e pelo corpo de Ana, nunca teria a certeza se eram mesmo mulheres de verdade.

O que descobri e vi sobre onde eu estava é que era uma estrutura cara para manter, principalmente em sigilo e deveria custar um bom dinheiro a cada patrocinador, fosse ele quem fosse. Apenas um homem rico que gostava daquele tipo de mulher ou um investidor em prostíbulos sofisticados.

Devagar fui aceitando a situação apesar de ter muitas crises de choro, o que depois descobri ser um dos efeitos colaterais dos hormônios e inibidores que me eram administrados.

Fiz amizade com as outras garotas tentando nos comunicar sem falarmos a mesma língua o que era divertido e aliviava um pouco ficar presa naquele lugar. Nunca vi ou ouvi qualquer tipo de violência, mas ouvia o que deviam ser intimidações verbais que eu não entendia.

Com medo de perder meu patrocinador e ir parar na mão de traficantes me comportava bem como sempre me comportei em casa com meus pais, fora aquela fase de rebeldia após a morte de minha mãe que me levou aquela situação e que me arrependeria para sempre.

Às vezes me perguntava se meu pai tentava falar comigo e descobriu que desapareci, mas como saí de casa dizendo que nunca mais iria queria falar com ele, se tivesse tentado poderia pensar que não o atendia de propósito e assim não tinha ninguém no mundo para me socorrer.

Lá pelo quarto mês comecei a perceber as mudanças em meu corpo com meu pequeno seio despontando e ficando mais sensível. O quadril também parecia mais largo e mais cheio naqueles uniformes.

Para evitar que eu engordasse, tinha uma dieta controlada quase passando fome e fazia exercícios para os glúteos e coxas principalmente. Com o passar do tempo fui me acostumando com a situação, com as regras e até comecei a estudar um pouco de tailandês para a comunicação básica e com isso Ana vinha menos vezes, mas sempre que me via me animava me dizendo que eu estava ficando linda.

Garotas saiam quando todo o processo tinha terminado enquanto outras iam chegando, mas nunca passava de 12, cada uma com sua história triste.

No oitavo mês as transformações se aceleraram com meus seios já parecendo de uma menina moça e estufando o sutiã e o vestido. Meus quadris e bumbum também se arredondavam tomando formas inegavelmente femininas.

Não era só meu corpo que mudava, mas também meu jeito de ser sendo muito mais sensível, gentil e amigável além de minha voz que já não era muito masculina antes estar cada vez mais feminina. Meus cabelos tinham crescido e com as aulas de comportamento feminino já sabia cuidar deles e também me maquiar.

Não era só isso que aprendíamos, mas nos era imposto um comportamento totalmente submisso explicando que era assim que deveríamos nos comportar com nosso patrocinador. Haviam muito outros treinamentos e ensinamentos sobre moda, higiene pessoal feminina, depilação e até sobre música, celebridades e entretenimento para garotas de nossa idade para que não saíssemos de lá sem saber o que acontecia no mundo.

Um dos ensinamentos mais intensos era como ser uma boa esposa ou namorada, como se comportar diante do marido e a seu lado em público, o respeitar o obedecer e como deveria fazer sexo para o agradar.

Para aquelas que os patrocinadores queriam que se mantivessem virgens, não haveriam aulas práticas, mas assistiram quando aqueles que tivessem aulas práticas estivessem recebendo sua lição o que era meu caso assistindo algumas das garotas perdendo a virgindade e fazendo sexo com homens bens viris, o que já me excitava com os hormônios fluindo por meu sangue.

Aos 11 meses de tratamento com meu corpo e meu comportamento ainda mais femininos, definitivamente me senti apenas como mulher me dando conta que o homem que fui não existia mais e o incrível era que estava feliz com a transformação e já ansiava pela cirurgia que se aproximava.

Nunca fui maltratada ou humilhada verbalmente. Talvez porque me comportasse, mas também poderia ser porque meu patrocinador tivesse exigido que fosse assim comigo e por estar colaborando

Aos 15 meses meu corpo, fora meu pênis, era totalmente feminino e quando vinha Ana dizia que já me invejava, pois, meus seios médios eram maiores, meus quadris mais largos e meu bumbum mais cheio do que os seus.

Gostava do que via no espelho e sentia com minhas mãos e percebi que não tinha mais volta e nem queria que tivesse.

Na preparação da cirurgia aos 18 meses fiquei sabendo que também seria feita a remodelação de minhas 10ª, 11ª e 12ª costelas me deixando com a cintura mais fina e feminina. Sou avisada que seria dolorido e teria que usar um corset cirúrgico, mas aproveitando o pós operatório da cirurgia de redesignação sexual não precisaria sofrer com uma nova cirurgia no futuro.

As duas cirurgias foram feitas e apesar de todos os medicamentos para dor os dois meses seguintes foram terríveis e a única coisa que me animava foi que conheci minha vagina e mesmo toda roxa e inchada, descobri que ficou como a de Ana como eu havia pedido ao cirurgião.

Nesse pós operatório, Ana voltou a ficar mais tempo comigo me ajudando no Centro me animando com sua alegria brasileira o que foi fundamental para que aguentasse as dores e sofrimentos.

Seis meses depois das cirurgias completava 2 anos que estava lá internada para minha transformação e com os hematomas tendo desaparecido, as cicatrizes estarem rosinhas e sumindo e meu corpo estar com uma linda cintura fina estava me adorando. Na verdade, estava apaixonada por meu corpo tendo a certeza absoluta que nunca teria sido um homem tão lindo e atraente como era como mulher.

Ana me vendo frequentemente nua em meu quarto estava feliz por mim, mas não era só isso.

– Não te disse que seu corpo ficaria mais lindo e feminino que o meu? Mesmo sendo magra você tem mais curvas e é mais cheinha nos lugares certos. Ninguém conseguirá dizer que você não nasceu menina e seu patrocinador vai adorar.

– Obrigado Ana. Somos diferentes e eu te acho muito linda desde que te conheci no aeroporto e depois quando me deixou te ver nua.

– Você me acha gostosa?

– Agora sou uma garota como você, mas se fosse um garoto te acharia muito gostosa e iria querer algo mais com você se não tivesse namorado.

– Você quer me experimentar? Tenho tesão por você e meu namorado não se importa se brinco com outra garota. Sei que não posso fazer muita coisa com você porque seu patrocinador te quer virgem em tudo, nem beijar, mas como sou uma garota você pode fazer algumas coisas comigo.

Sinceramente não sentia mais atração nenhuma por mulheres, mas por Ana ter me ajudado tanto e sido minha amiga facilitando minha vida, sabia que teria prazer em brincar com ela.

– Quero sim te experimentar porque gosto demais de você. Quando era ainda um garoto fiquei com vontade de lamber seus seios lindos, sua bucetinha e penetrar seus furinhos naquele dia que os mostrou para mim, só que agora só com os dedos. Respondi sua pergunta que não era lésbica porque te desejei como garoto. Também não sou agora, mas você é uma exceção, falei sorrindo.

– Aiiihhh que tesão. Posso te ajudar com os dilatadores enquanto você se masturba. Até se encontrar com ele já deverá conseguir gozar pela fricção em seu clitóris para o deixar feliz. Você já tentou?

– Não, tenho medo de me machucar.

Ana riu.

– Não machuca não. Depois de 2 meses de minha cirurgia já o esfregava, mas só gozei depois de uns 6 meses, como você agora.

Fiquei ansiosa e empolgada ao mesmo tempo para saber se conseguiria gozar pela fricção em meu clitóris que um dia foi minha glande sensível.

Sem esperar minha concordância Ana já foi tirando sua roupa e se deitando em minha cama com as pernas abertas, dobradas e pés apoiados na cama deixando o espaço para que eu o ocupasse e ficasse de frente para sua bucetinha linda.

– E se alguém entrar?

– Entrou. Tenho alguns privilégios com você e não é proibido sexo se não quebrar os limites que o patrocinador estabeleceu. Na verdade, é até estimulado nos casos que o patrocinador quer sua garota com experiencia. Vem, me chamou abrindo os braços com um grande sorriso.

Me deitei sobre ela tendo uma sensação deliciosa de contato de nossas peles e nossos seios se espremendo. Não podia a beijar para me manter totalmente virgem como meu patrocinador queria. Se quiséssemos talvez nunca ninguém descobrisse, mas se nos pegassem seria um grande problema para mim e mais para ela que talvez não recebesse mais o bom dinheiro que ganhava para cuidar de mim.

Dei um beijo em cada face e sob sua orientação desci para seus seios e comecei a fazer com eles o que pensei que adoraria que meu patrocinador fizesse com os meus. Beijei e os lambi em cada centímetro subindo por sua elevação cônica devagar até chegar a sua aréola marrom e girar a língua sobre ela em torno de seu mamilo eriçado e longo.

– Ahhhhhhhuuuu Roberta, que delicia. Você faz isso muito melhor que meu namorado.

Interrompi brevemente o que eu fazia.

– Talvez porque eu também tenha seios e sei como são sensíveis mais a vontade de te dar prazer, falei voltando ao que fazia desta vez no outro mamilo.

– E você está dandoooooooooo. Eu poderia até gozar se me tocasse, mas quero gozar com sua língua. Continuaaaaaaa.

Sabendo que Ana estava gostando tanto e eu mais do que ela sabendo que poderia sentir o mesmo em meus seios fiquei ainda uns 4 minutos me deliciando com eles e então os deixei e desci por sua barriguinha magra e sempre beijando e lambendo fui em direção a sua bucetinha.

Mesmo com suas pernas arreganhadas sua fenda não se abria muito dando para ver pouco de seu rosa interno meladinho me dando esperanças que minha buceta também produzisse a lubrificação natural como a dela, pois isso dependia de cada pessoa.

A abrindo com os dedos fiquei impressionada em como parecia mesmo um clitóris como eu tinha visto em fotos. Usava um espelho para olhar sempre para o meu que cada vez estava mais parecido com o dela, mas ainda faltava desinchar um pouco segundo o médico.

O tempo todo Ana gemia excitada me deixando com medo que alguém pudesse ouvir mesmo se não aconteceria nada conosco. Seria apenas a inibição que sentiria e quando ameacei ir com minha língua, ela me deu instruções.

– Ahhhh Roberta, com certeza vou gozar, mas se você enfiar 2 dedos vai ser muito mais forte. Ohhhuuuuuu.

Não queria a fazer gozar tão rápido e já que não poderia ter nada daquilo para me manter pura, queria conhecer o processo de como seria comigo quando sentisse o mesmo.

A lambendo sorvia sua lubrificação com um a sensação neutra porque nem gostava e nem desgostava. Seu corpo magrinho falso magro se retorcia e também começou a tremer quando fui lamber seu clitóris sensível me fazendo desejar que o meu fosse tão sensível quanto o seu.

Não aguentando mais ela implorou por seu orgasmo.

– Ahhhhhhhhhh, por favor amiga, me faça gozar.

Como pediu enfiei dois dedos finos em seu buraquinho muito quente e melado e fui com mais fogosidade a seu clitóris e não demorou nada para que Ana tivesse um orgasmo que eu julgava impossível alguém como nós ter.

– Ahhhhh. Uhhhiiii. Mummmmm. Tão forte, falou enquanto ainda lambia sua meia esfera pequena e sensível.

Quando percebi que diminuía, parei e me ajoelhei entre suas pernas admirando a beleza daquele corpo feminino com belas curvas tendo prazer com seu gozo. Quando terminou, ela levantou o rosto olhando para mim.

– Obrigado. Dos orgasmos com garotas, esse foi sem dúvida o mais forte e nem acredito que foi sua primeira vez.

– Talvez porque fiz pensando em você, só em você e não como recompensa por ter feito algo comigo.

– Deve ser, mas eu vou tentar retribuir. Se deite em meu lugar que vou pegar seus dilatadores.

Ana conhecia tudo em meu quarto e enquanto me deitei e me posicionei, ela pegou o estojo com dilatadores de vários diâmetros e um lubrificante.

– Quais você está usando, falou os mostrando.

– Os dois mais grossos.

– Saiba que se ele for um homem na média, já será mais grosso.

– Eu sei. Já fui informada.

– Sua lubrificação natural dá conta?

Ana sabia todos os detalhes do que acontecia comigo e para ter uma vagina funcional era obrigatório manter uma rotina inserindo dilatadores para que meu canal não se fechasse e se acostumasse com diâmetros cada vez maiores.

Nos dias anteriores já tinha contado a ela que estava sentindo uma pequena lubrificação natural me deixando empolgada quando sentia minha buceta levemente melada fantasiando em como seria com meu patrocinador.

– Para o que você quer ainda não. Melhor colocar.

Ajoelhada entre minhas pernas, Ana primeiro lambuzou toda minha bucetinha com o gel.

– Comece se tocar.

Já tinha me tocado no banho sozinha, nunca com intensidade em busca de um orgasmo, mas mesmo assim Ana ia dando dicas que ajudavam.

– Não posso te tocar para explicar. Coloque mais pressão.

– Hammmmmmm, gemi quando coloquei uma pressão que nunca tinha colocado por medo.

– Assimmm. Continua. Agora vou colocar o dilatador.

Quando Ana começou o inserir me retorci toda tendo um prazer que nunca tinha tido. Ela estava usando o mais grosso e após meses já estava acostumada com ele, mas sempre havia dificuldade na primeira penetração.

– Aaaahhmmm, gemi.

– Está gostando?

– Simmmm.

Com calma Ana foi o enfiando acompanhando o prazer inédito que eu sentia gemendo como ela tinha gemido antes. Quando chegou ao fundo, começou a tirar e colocar como era recomendado fazer para acostumar o canal e apesar de todo o prazer que eu sentia não chegava ao orgasmo.

Para não me deixar triste Ana lembrou que o dela também não foi na primeira tentativa, mas me lembrei que quando ela começou só haviam passado 2 meses da cirurgia e não tantos meses como eu.

De qualquer forma estava delicioso brincar com minha amiguinha relaxando a tensão de viver naquele lugar e a obrigação de me alargar diariamente com o dilatador estava muito mais gostoso e divertido.

Eu já estava conformada que não aconteceria naquele dia e Ana também, mas antes de desistir ela foi safadinha como gostava de ser.

– Imagina que é seu patrocinador e que ele é alto, bonito e forte e melhor do que tudo isso, tem um pau grande e gostoso e é ele quem está entrando e saindo de sua bucetinha.

Não sei porque ela parecia descrever meu pai e pensei nele. Talvez porque fosse o único homem que eu conhecesse com aquelas características e mamãe sempre ter parecido uma mulher muito satisfeita. Não conhecia seu pau, mas pensando nele a barreira foi quebrada e pela primeira vez tive um orgasmo feminino, muito diferente do que em minhas masturbações masculinas.

– Aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, estou gozaaaaaado Ana, falei olhando para ela.

Seu sorriso era de felicidade parecendo que era ela quem gozava. O orgasmo que eu sentia tinha um pico de intensidade menor, mas se tornava mais forte porque era muito mais longo do que aqueles que eu tinha no passado. Ana enfiava e tirava o dilatador e quando percebeu que meu gozo perdia forças foi diminuindo a intensidade até que parou, o soltou, mas o deixou lá dentro.

Quando me refiz ela estava curiosa.

– Em quem você pensou por ter gozado tão rápido e tão forte.

Fiquei envergonhada.

– Me conta. Não temos segredo e não te julgo. Quem seria eu para julgar.

– A única pessoa que conheço como você descreveu é meu pai. Parece até que sabia como ele é.

Ana desconversou não me respondendo.

– Seu pai é? Que safadinha, mas você brigou feio com ele, como me contou.

– Depois de todo esse tempo aqui, reconheço que fui eu a errada. Papai sempre foi apaixonado pela mamãe e nunca iria causar mal a ela e nem a mim porque sempre foi um pai maravilhoso. Vou pagar por toda a vida por minha rebeldia e pela forma que o tratei. De qualquer forma, nunca tinha pensado nele como homem, mas foi quem se encaixou em seu perfil e minha mãe parecia muito satisfeita, falei sorrindo envergonhada.

– Quem sabe um dia ainda você o encontre e possam fazer as pazes.

– Impossível. Nem sei para onde serei levada e nem se terei liberdade. Eu mereço.

– Não merece não. Você era jovem e viveu um trauma grande. Muita gente adulta faz bem pior. Seja otimista. Voltando aqui, vamos repetir isso outras vezes? Por mim, eu quero, falou safadinha.

– Vamos sim. Quero ter orgasmos com facilidade para me preparar.

Antes de repetir com Ana, passei por outra cirurgia por desejo de meu patrocinador que foi uma pequena e quase desnecessária feminização facial tirando o pouco excesso de osso acima dos olhos e outras pequenas alterações. Apesar de dolorida, teve uma recuperação bem mais rápida do que a de redesignação sexual.

Após recuperada, quando me maquiei pela primeira vez, o que já vinha percebendo com minha transformação se tornou impossível de negar pois era idêntica à minha mãe me levando a chorar de saudade e emoção. Só esperava que o homem que me submeteu aquela transformação me tratasse tão bem como meu pai sempre a tratou, o que na verdade seria impossivel.

Eu e Ana continuamos a brincar, sempre preservando minhas virgindades e minha pureza e nem sempre conseguia ter orgasmos, mas devagar iam acontecendo com menos dificuldade.

Aos 30 meses, 6 meses após a feminização facial estava pronta de corpo e alma, totalmente feminina, submissa e treinada para ser mulher, esposa e mãe. Linda com as curvas ainda mais arredondas e voluptuosas com os seios médios felizmente naturais porque meu patrocinador não quis que eu colocasse próteses.

Após receber as últimas instruções de como seria meu encontro com meu patrocinador quando estaria vendada, fui informada oficialmente que seria sua esposa, mãe de suas filhas e que eu teria uma nova identidade e documentos me chamando Marina. Não me disseram o nome dele, porque ele mesmo queria contar quando se revelasse a mim.

Assim deixei aquele centro me despedindo de todos e especialmente de Ana, que apesar de estar fazendo um trabalho nada ético, cuidou muito bem de mim como uma amiga, mas nunca mais nos veríamos. Fora as cirurgias e retornos médicos, era a primeira vez que saía daquele centro após 2 anos e meio e certamente não dependeria de mim, mas se dependesse, nunca mais voltaria a Tailandia, apesar de ter adorado o resultado final.

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